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História de incesto: Meu primo me ensinou a chupar boceta no prédio em reforma

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Resumo:

Lucas e sua prima Bruna passam o verão reformando apartamentos em um prédio antigo. Durante esse período, Bruna percebe o interesse do primo e decide ensiná-lo a satisfazer uma mulher. Lucas aprende técnicas de intimidade que depois aplica em seu relacionamento com a namorada. A experiência envolve descobertas pessoais e interações entre os três jovens ao longo das semanas de trabalho.

Lucas estava prestes a se formar no ensino médio. Já tinha sido aceito no curso técnico da cidade e namorava Camila, líder de torcida linda com quem transava o tempo todo. Tinha um carro bom e um emprego de verão ótimo. A vida estava no ponto.

Seu pai e tio eram sócios no ramo de apartamentos. Compraram um prédio antigo de seis unidades que precisava de reforma urgente. Decidiram, sem consultar Lucas, que ele passaria o verão reformando e alugando os apartamentos junto com a prima Bruna, que cursava o terceiro ano da faculdade com bolsa de ginástica. Não era absurdo, porque os dois cresciam nesse negócio e faziam reparos nas propriedades deles há anos. Os sócios passavam de vez em quando para ver o serviço.

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Bruna ia morar no prédio assim que o primeiro apartamento ficasse pronto. Ela já tinha começado e estava bem adiantada. Lucas nunca tinha prestado muita atenção nela, porque ela era mais velha, meio gótica, usava roupas estranhas e não dava bola para o primo mais novo. Mesmo assim, os dois se davam bem. Ele estava animado com o projeto.

Churrasco e revelações

No feriado de primeiro de maio teve um churrasco na casa do tio. Lucas aproveitou para conversar com Bruna sobre o trabalho. Ela estava simpática e disse que precisava de ajuda. O primeiro apartamento já estava meio pronto e ela queria se mudar logo. Ele ofereceu ajuda na mudança e achou que o verão ia ser tranquilo.

Entraram na casa para trocar de roupa. Lucas foi direto para a piscina grande. Depois de alguns minutos, Bruna apareceu enrolada num roupão curto. Quando soltou o roupão, ele quase caiu para trás. O biquíni verde não era nada ousado, mas com a pele clara, o cabelo preto, os olhos verdes e aquele corpo, era impressionante. Ela tinha um traseiro redondo e empinado que chamava atenção. Lucas precisou se controlar para não ficar olhando.

Continuaram conversando e passaram o dia bem. Ele teve que se esforçar para olhar nos olhos dela. À noite, na cama, não conseguia parar de pensar nela. Lembrou que ela era prima de segundo grau, não tinha parentesco direto, mas sabia que não tinha chance. Ela tinha amigos na faculdade e ele era só o primo mais novo.

Naquela semana ajudou na mudança e ainda trabalhou algumas horas. Tudo ia bem até ela parar de repente e falar: “Não aguento mais isso. Você não tem namorada? Por que fica me olhando o tempo todo?”

Lucas gaguejou uma desculpa. Bruna insistiu: “Fala logo.”

“Você é incrível. O jeito que se move, o sorriso, o corpo, esse traseiro.”

Ela ficou quieta por um segundo e depois disse: “Tá bom, obrigada. Mas a gente precisa trabalhar junto. Você tem que controlar esses hormônios de adolescente. Não é nenhum pervertido virgem, né? Você transa com sua namorada, né?”

“Sim, mas…”

“Mas o quê?”

“Você é diferente de tudo que eu já vi.”

Ela perguntou se ele tinha experiência. Lucas respondeu que sim, que namorava há alguns meses. Ela quis saber se ele fazia amor ou só transava, se chupava a namorada, se ela o chupava. Quando ele falou que nunca tinha chupado ninguém, ela balançou a cabeça.

“Se isso que eu vou te ensinar voltar pra mim, eu corto seu pau e enfio na sua boca. Eu sou a responsável por conseguir o que a irmandade precisa. Uso o que for necessário. Agora vem cá dançar comigo.”

Ela ligou o som e o puxou. O corpo dela colado no dele, as mãos dela no pescoço, o beijo forte. Lucas quase gozou ali mesmo. Ela colocou a mão dele no traseiro dela e pressionou contra o pau duro. Depois o levou até a cama. Em pouco tempo estavam pelados. Ela sentou na beirada, abriu as pernas num espacate perfeito e mostrou a boceta lisinha e inchada. Ele nunca tinha visto uma assim.

“De joelhos”, ela mandou. “Vamos explorar minha boceta com sua língua.”

Lucas obedeceu. Ela ia dando as direções e ele seguia, chupando devagar, sentindo o gosto, aprendendo. Depois disso, toda tarde ele ia até lá e ela o ensinava como agradar uma mulher. Ele acabava usando algumas coisas com Camila, sua namorada, e ela gostou. Camila começou a chupar o pau dele com vontade, engolia tudo e pedia para ele chupar ela também. Um sábado eles rasparam a boceta dela. As duas gostaram.

Explorações na garagem

Em julho Lucas trabalhava todo dia com Bruna. Numa segunda-feira, quando chegou em casa, o telefone tocou. Era Camila.

“Preciso te ver”, ela disse. “Minha boceta não para de pedir seu pau. Pode me buscar às sete?”

Foram para a garagem que Rafael alugava. O banco do carro dele ia todo para trás e dava para transar com conforto. Os dois passaram a noite lá.

Camila ia viajar para o acampamento de líderes de torcida. Antes de ir, ela descobriu que Bruna fazia parte de uma irmandade nacional e ficou animada. Foram até o apartamento de Bruna. As duas conversaram, tomaram vinho e Bruna pediu que Lucas fosse buscar tinta e material. Quando voltou, quase duas horas depois, as duas pareciam muito à vontade.

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No carro, Camila contou: “Bruna tem a boceta raspada.”

“Como você sabe?”

“Eu chupei ela. E ela chupou a minha.”

Lucas quase bateu o carro. Ela mostrou um vidrinho de lubrificante e disse que estava com um plug enfeitado no cu. Foram direto para a garagem de Rafael.

Depois que Camila viajou, Lucas e Bruna continuaram trabalhando e transando. Um dia encontrou Júlia, amiga de Camila, no shopping. Ela parou e perguntou se ele podia apresentar Rafael para ela. Explicou que Rafael estava com Ana. Júlia ficou decepcionada, mas logo olhou de lado e perguntou se ele podia ajudá-la. Subiu a mão dela no pau duro.

“Gosta disso?” perguntou.

Ela não tirou a mão. Abriu o botão da blusa dela ali mesmo no carro, levantou o sutiã e mostrou os seios. Depois ligou o carro.

“Vou te levar pra minha casa”, falou. “Vou te comer e te fazer minha namorada.”

“Anda logo”, ela pediu.

Obrigado, Bruna.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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