Resumo:
Após o retorno ao castelo, a duquesa Beatriz passa os dias sob a influência de uma jaula de castidade que a acompanha em seus passeios e encontros. Durante um jantar com as governantas, a chegada de Lady Larissa interrompe a conversa e leva as duas para o quarto. Lá, Beatriz é instruída a vestir um body de renda e uma coleira, enquanto Larissa usa pena e chicote para intensificar a expectativa. A sequência de carícias e ordens culmina em uma relação sexual intensa, marcada pela penetração e pela ejaculação de Larissa dentro de Beatriz.
Nos dias seguintes ao retorno, a duquesa Beatriz passou a maior parte do tempo no quarto. Os sons do prazer dela ecoavam por todo o castelo. Ela aparecia nas refeições com o rosto corado e suado, ou caminhava pelos jardins com um passo leve e um sorriso que não saía mais do rosto.
Num dia especialmente bonito, ela passou a manhã e a tarde inteira passeando pelos campos e jardins, conversando bastante com as governantas. Admirava cada flor colorida e cada pássaro que voava, as mãos se movendo enquanto andava. Vestia um vestido leve de algodão, azul-escuro com bolinhas brancas, que deixava os ombros à mostra e balançava a cada passo. Ia descalça, sentindo a frescura da grama e do orvalho. A jaula continuava no lugar. Não a tirara desde que chegara. O aperto frio em seu pau mole servia de lembrança constante da condição dela, do prazer e da vontade. Naquele dia, a jaula ficava escondida atrás de uma calcinha de algodão azul simples. Uma duquesa combina até a roupa íntima, claro.
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O Jantar com as Governantas
À noite, ela convidou todas as governantas para jantar. Deixou de lado o lugar habitual na cabeceira da mesa comprida e sentou-se no meio, três de cada lado, entre pratos cheios. Risadas cortavam o entardecer enquanto comiam. O cheiro da comida e o calor da companhia enchiam o salão. Bruna, do outro lado da mesa, fechou os olhos e sacudiu o cabelo cor de cobre ao imaginar o gosto. Disse que bolo era pesado demais e doce, que seu doce favorito era queijo forte com fruta. Perfeito. Camila, à esquerda de Bruna, fez cara de quem não acreditava. Doce era pra ser doce, torta de maçã era doce de verdade. Todos os olhares se voltaram para a duquesa. Beatriz disse devagar, franzindo os lábios. A primeira coisa que pensou foram nos lábios de Larissa, macios, doces e provocantes. Mordeu o polegar sem perceber e tirou a imagem da cabeça. A resposta verdadeira veio fácil depois disso, com a memória de uma noite perfeita à luz de velas. Crème brûlée de lavanda. As governantas fizeram sons de interesse e surpresa. Júlia perguntou sobre o crème brûlée. Beatriz concordou, um fio de cabelo escuro caindo no rosto. O canto do lábio se curvou enquanto ela recordava Lady Larissa colocando a primeira colherada em sua boca, os olhos escuros queimando nos dela. Sentia aquele calor mesmo agora, depois de tantos anos, e lembrava cada detalhe. Era delicado, mas viciante. Precisava de cuidado e sempre deixava a gente querendo mais. Exigia um pouco de esforço para quebrar a casquinha, uma recompensa deliciosa. Júlia inclinou a cabeça. Camila riu. E a lavanda, duquesa? O toque final perfeito, disse Beatriz. Tinha um cheiro calmo e forte, como um encontro à luz da lua numa mata quieta. Era o doce mais romântico que existia. Júlia lançou um olhar de quem entendia tudo. Patrícia, à direita de Beatriz, ergueu as mãos em falso desânimo. Agora se sentia boba por ter falado em bolo. O riso voltou a encher o salão. Beatriz sorria, pronta para entrar na conversa, quando ouviu o baque suave da porta da frente do castelo. Franziu a testa e virou a cabeça para escutar. O som seguinte parou seu coração. Ela sentiu a batida pulada na garganta e soltou um suspiro pequeno. O clique inconfundível de um salto alto conhecido ecoou pelo hall de entrada e chegou até o salão. O segundo clique fez um arrepio subir pela coluna. Lady Larissa tinha chegado.
Júlia levantou-se. As outras governantas olharam para a porta, surpresas. A duquesa Beatriz ficou exatamente onde estava, uma mão subindo até o peito, tentativa inútil de acalmar o pulso acelerado. Tinha que vir agora? Enquanto eu estou vestida assim… tão simples? Júlia chamou Lady Larissa antes mesmo de sair do lugar. Podia pegar seu casaco? Beatriz ergueu os olhos e virou a cabeça. Borboletas voaram no estômago e as coxas formigaram ao ver a amante. Ela se remexeu na cadeira, apertando as pernas, o plástico duro da jaula apertando. Lady Larissa retribuiu o olhar com uma fome cortante e desejo evidente. Era alguns centímetros mais alta que Beatriz sem os saltos severos, mas agora sua silhueta esguia preenchia a porta. Tinha apertado o casaco de viagem ao redor do corpo, de modo que cada dobra marcava a figura. O cabelo preto-azeviche, com fios azul-escuros, caía elegante sobre os ombros e o peito. Os olhos pesados irradiavam o mesmo fogo de sempre, deixando as pernas de Beatriz moles. Obrigada, Júlia, mas acho que vou deixar a duquesa pegar, disse Larissa. A voz era rica como calda, o ronronar suave e certo de uma predadora satisfeita.
O Encontro com Lady Larissa
O olhar de Beatriz desceu inevitavelmente pelo corpo de Larissa, captando as meias pretas e o vislumbre de renda no pescoço. Larissa percebeu e, devagar, desabotoou o casaco, revelando a teia elaborada de seda e couro que cruzava o peito. Beatriz conteve o impulso de morder o lábio e levantou-se, apoiando-se na mesa. Devemos nos retirar, duquesa? perguntou Júlia. Foi Lady Larissa quem respondeu, voz baixa e sedutora. Acho que a duquesa e eu vamos nos retirar de qualquer forma, disse ela. Todos os olhares voltaram para Beatriz. Ela concordou, engoliu em seco e conseguiu falar. Lady Larissa, quer me acompanhar até meus aposentos particulares? Moveu-se em direção a Larissa como se fosse puxada por uma força irresistível que derretia o espaço entre os corpos. Nada me daria mais prazer, respondeu Larissa, estendendo a mão. Beatriz a segurou enquanto as governantas começavam a se levantar e sair do salão. O toque de Larissa estava frio do ar da noite, mas a pele de Beatriz queimava do mesmo jeito, um rubor subindo pelas faces enquanto deixavam o salão para trás. A caminhada curta até o quarto pareceu uma viagem agonizante que não podia acabar logo. Assim como quando retornara ao castelo, Beatriz queria correr, chegar ao quarto e à privacidade que ele oferecia naquele instante. Quando finalmente se fecharam naquele santuário, Beatriz soltou o ar que nem sabia que prendia e afundou nos braços de Larissa. O cheiro dela dominava o perfume doce do quarto. Cheirava a pêssego e a uma fumaça suave que deixava Beatriz tonta. Beijou a amante com força, cada contato macio com os lábios explodindo dentro dela, mas Larissa rompeu o abraço em segundos. Com as sobrancelhas franzidas de preocupação e confusão, Beatriz colocou a mão no peito de Larissa, sentindo a curva sutil do seio e o coração firme por baixo. Larissa pousou a própria mão na face de Beatriz, os saltos obrigando-a a olhar de cima para baixo. Você foi uma boa menina, minha duquesa? perguntou. Beatriz ergueu mais as sobrancelhas. Acho que sim, respondeu. Larissa, percebendo a falta de entendimento, deu um sorriso malicioso. A caixa, meu amor. Obedeceu minhas instruções? A caixa preta brilhante surgiu na mente de Beatriz. Ela se endireitou um pouco, erguendo o queixo de forma altiva. Uma duquesa sempre segue as regras, disse. Então talvez a duquesa aceite seguir mais algumas… Larissa apontou para a porta do armário e Beatriz soube exatamente o que fazer. Quando voltou com a caixa ainda fechada, parou de repente. Larissa tirara o casaco, revelando o efeito completo do traje elaborado. Os seios estavam emoldurados pelo couro preto e pela renda de um espartilho intrincado, acentuando o formato. A barriga estava à mostra, deixando a tentação da pele entre o espartilho e a cinta-liga por baixo. Com uma calcinha de renda preta que não escondia o pau mole e aqueles saltos inconfundíveis, Larissa era como uma droga para os olhos de Beatriz. Queria guardar aquela visão para sempre, gravar cada detalhe. Larissa tinha outros planos. Abra, ordenou. Beatriz obedeceu, colocando a caixa na ponta da cama e usando apenas as pontas dos dedos para tirar a tampa. Parece que você tem planos bem safados para mim, minha senhora, disse Beatriz ao levantar alguns itens. Encontrou uma peça de renda preta, uma pena longa e macia, um chicote de couro e uma coleira presa a uma corrente fina de prata. Examinou a coleira gravada: Duquesa da Larissa. Sempre, pensou. Vista tudo, disse Larissa, aproximando-se da caixa. Beatriz pegou a peça e a coleira enquanto Larissa ficava com a pena e o chicote. Ver o instrumento comprido na mão dela fez a boca de Beatriz salivar. Ergueu o vestido com as mãos desajeitadas, um formigamento estranho e tímido nas faces ao revelar o corpo. Quando deslizou a calcinha pelas pernas, a exposição total fez com que quisesse baixar o rosto e ceder à vergonha, mas manteve a cabeça erguida. Sou uma duquesa! Não sinto vergonha. Os olhos de Larissa, castanhos como café, brilharam ao ver a jaula. A excitação dela também era visível sob a renda da calcinha, e Beatriz sentiu uma fome avassaladora. Enjaulada e pronta, duquesa? Você foi uma boa menina. As palavras fizeram o sangue subir pelo peito e pela virilha de Beatriz. O pau rebelou-se contra a jaula e a boca abriu-se como se respondesse a um toque íntimo. Toda a timidez substituída por luxúria pura, ela vestiu o body. Era escandalosamente justo, a cintura alta destacando os quadris, apertando a jaula, o rosa contrastando com o preto impecável do tecido. A barriga agora exibia padrões florais pretos, o peito com tiras, mas assim que o vestiu soube por que Larissa escolhera aquela peça. Uma fenda nas costas deixava o acesso completamente aberto, a janela perfeita para a bunda. Quase esqueci como você é gostosa, disse Larissa, o pau completamente duro agora, esticando o tecido da calcinha. Coloque também a coleira. Quando Beatriz fechou a coleira no pescoço, a transformação pareceu completa. Aquela não era a roupa de uma parceira romântica, mas de um brinquedo. Um objeto para ser usado, dominado, comandado e dado prazer. Ela sentiu um desmaio diante da sensação de entrega total. Larissa aproximou-se, o cheiro de pêssego envolvendo Beatriz. Tocou a coleira com um sorriso de canto, depois passou a mão pelo peito de Beatriz, descendo até a parte interna da coxa. Como você se sente, duquesa? perguntou, segurando a corrente com a outra mão, cada elo deslizando pelos dedos firmes. Beatriz respirou fundo, tentando notar cada centímetro do body justo, como ele abraçava, como acentuava, como se movia com ela. Estou me sentindo gostosa pra caralho, respondeu, endireitando-se para encarar Larissa. Então suba na cama e me mostre. Beatriz obedeceu sem pensar duas vezes, a corrente ainda na mão de Larissa. Engatinhou sobre os lençóis e virou-se de quatro, empinando a bunda exposta. Olhou para trás, mas Larissa balançou a cabeça, sorrindo. Olhe para a frente, querida. Isso torna a expectativa ainda mais doce. Beatriz olhou para a parede, a coleira mantendo o pescoço no lugar. Antes que pudesse pensar em dizer qualquer coisa, um toque leve no cu a fez recuar sem querer. Os dedos dos pés se curvaram e os quadris avançaram quando Larissa passou a pena. Ah! exclamou. Agora, duquesa, uma boa menina fica quietinha para a dona, disse Larissa, puxando de leve a corrente. Sim, Lady Larissa, respondeu Beatriz num sussurro ofegante. Ela voltou à posição e a ponta da pena encontrou a parte de trás da coxa. Coçava e formigava, mas ela resistiu à tentação de se mexer. A pena subiu pela perna, cruzou as nádegas e chegou à parte baixa das costas. Beatriz gemeu quando arrepios subiram pela coluna, a pena uma provocação agonizante. Quando voltou à abertura, ela ofegou. Era uma tortura deliciosa, o toque sensível na bunda ao mesmo tempo excitante demais e insuficiente. Justo quando achava que não aguentaria mais, o chicote estalou na nádega. Ela tremeu e soltou um grito, mas manteve a posição. A picada aguda do couro transformou-se num latejar prazeroso. Boa menina, disse Larissa. Beatriz gemeu de novo quando Larissa bateu mais uma vez, parte pela pancada firme, parte pela afirmação gostosa. Larissa bateu na bunda e nas coxas com mais força, puxando a corrente com firmeza. Porra, murmurou Beatriz diante de uma pancada especialmente forte no interior da nádega. No instante seguinte, o chicote sumiu e a língua molhada de Larissa pressionou o cu. Porra! Larissa! Ela empurrou contra o rosto de Larissa, forçando a língua para dentro, mas a sensação intoxicante acabou em segundos. Não para! pediu, mas o protesto foi interrompido. Larissa entrou nela. Firme e constante, o pau deslizou para dentro de Beatriz até ficarem coladas. Beatriz empurrou a bunda contra Larissa o mais forte que pôde, desesperada por cada milímetro que a preenchesse. Ah, eu não vou parar, disse Larissa, a voz carregada de poder e prazer. Não até você tremer como uma boa putinha e eu te encher de porra. Sim, sim! gritou Beatriz tão alto que a voz falhou quando Larissa saiu e voltou a entrar. O consolo não chegava nem perto do prazer do pau perfeito de Larissa. O ritmo acelerou enquanto Larissa puxava a coleira com mais força, obrigando Beatriz a erguer o rosto. Tão fundo, tão cru e tão forte, Larissa metia sem parar na bunda apertada de Beatriz. Beatriz rebolava a cada estocada, gemendo sem controle, a mente vazia exceto por prazer absoluto. Os grunhidos de satisfação de Larissa a incentivavam, e uma mão firme no quadril mantinha-as juntas. No auge de um ritmo febril, Larissa usou o chicote de novo. Estalo! O calor irradiou da nádega direita. Estalo! A esquerda também levou. Larissa agora acertava o ponto com a cabeça do pau, cada estocada multiplicando o prazer por dez, cada tapa molhado dos corpos uma descoberta de intensidade. Estalo! Larissa metia mais forte, fazendo a cama inteira tremer, puxando a coleira ainda mais. Não sufocava, mas apertava. A boca de Beatriz ficou aberta. A jaula mal se movia no body, colocada como um troféu atrás da renda preta, pingando lubrificante contra a barriga. Beatriz sentia que estava chegando. Larissa deve ter percebido também, pois alongou cada estocada, largando o chicote para segurar o quadril de novo. Isso, minha duquesa safada, disse entre respirações pesadas. Sinta eu te enchendo. Sinta eu te marcando. Está perto? Beatriz precisou se concentrar para falar. Sim. Estou perto, sinto que vem! Ainda não, ordenou Larissa. Quero ouvir você implorar. Implora pra eu deixar você gozar. Beatriz engoliu em seco, ainda rebolando contra Larissa, ainda saboreando a sensação de estar cheia, o cheiro doce do cheiro de Larissa, os gemidos animais. Por favor, disse. Nada nunca tinha sido melhor que aquele momento. Larissa fodendo ela, o body grudado, o pau enjaulado e prestes a explodir. Por favor! Por favor o quê? perguntou Larissa, retendo o comprimento total do pau enquanto exigia as palavras certas. Beatriz soltou um gemido misturado de êxtase e frustração. Por favor me deixa gozar, por favor me fode até eu gozar. Como quiser, disse Larissa. Bastou uma única estocada. A sensação de estar cheia na bunda voltou, Larissa acertou a próstata e iniciou a reação em cadeia. Um calor cegante percorreu Beatriz enquanto os braços tremiam. A porra já jorrava no body antes do orgasmo de sissy atingir o auge, mas quando atingiu ela gritou de prazer. Agarrando punhados dos lençóis, ela se sacudiu selvagemente, desesperada para manter o pau de Larissa bem fundo na bunda. Diferente dos momentos a sós, porém, Larissa não diminuiu o ritmo. O orgasmo mal acabara quando Larissa largou a coleira e juntou as pernas de Beatriz, forçando-a a deitar de bruços na cama macia. O pau roçava contra a jaula, cercado de porra pegajosa, escorrendo pela barriga e manchando a pele. A bunda estava tão sensível que cada vai-e-vem de Larissa fazia cócegas, a estimulação contínua da próstata fazendo-a ofegar, cada estocada um raio. Larissa deitou-se por cima, pressionando os quadris com força contra as nádegas macias de Beatriz, largando a corrente para agarrar um punhado de cabelo, segurando firme, puxando com doçura. Achou que tínhamos acabado, duquesa? sussurrou no ouvido dela. Ainda soluçando, ainda descendo do orgasmo de sissy, Beatriz fez cara de quem aguentava e agarrou punhados do travesseiro para não gritar. Era uma mistura artística de sensibilidade e superestimulação, o corpo inundado de fogo pós-orgasmo, o cu fraco da foda, latejando e contraindo ao redor do pau incansável de Larissa. Eu disse que ia te encher de porra, e pretendo. Quero ver ela escorrer desse cuzinho bonito. A voz de Larissa no ouvido fez cócegas por toda a coluna, e presa como estava, Beatriz não podia fazer nada. Larissa assumiu o controle total, forçando o rosto contra a cama, prendendo as pernas no lugar, metendo contra uma poça da própria porra dela repetidamente. O pau doía de falta de uso e as estocadas bruscas faziam a jaula balançar. A boca estava cheia do próprio cabelo, mas ainda assim ela se ouviu sussurrando, implorando, pedindo de novo, dessa vez pelo gozo de Larissa. Sim, Larissa! Me enche, me fode, goza dentro de mim, por favor! Queria sentir Larissa pulsar, precisava da sensação do líquido quente bem fundo. Estou quase, duquesa. Você é uma sissy tão gostosa. Quero que sinta eu gozando dentro de você, disse Larissa, a voz subindo de tom. Os gemidos de Beatriz acompanharam, ficando mais insistentes. Meu Deus, disse, os olhos se abrindo. Bem fundo, a próstata formigava de novo, a bunda inteira um pico de gratificação. Ela vai me fazer gozar de novo! Porra, disse Larissa, a voz derretendo qualquer resistência que restasse no corpo de Beatriz. Ah, Beatriz! Ela sentiu o pau de Larissa pulsar, jorrando porra quente na bunda um instante antes de tremer e se tensionar de novo, gozando junto com Larissa, gozando juntas, como uma só. Sentiu o novo jato contra a cama vindo do pau inútil, fazendo uma bagunça no body e nos lençóis. Larissa a segurou no rescaldo, o pau ainda enterrado em Beatriz, pulsando e selando o cu, prolongando a sensação linda. Beatriz ofegava, lágrimas de alegria escorrendo pelo rosto. Ficaram assim quase um minuto, e Beatriz sentiu Larissa amolecer devagar dentro dela, até a outra mulher se levantar e sair com um vazio molhado. Beatriz sentiu a porra de Larissa escorrendo, exatamente como prometido. Cobria as coxas internas. Mantinha o cu escorregadio e quente. Parecia amor. Olha pra mim, disse Larissa. Virou Beatriz de costas com um movimento só, aproximando o rosto corado do dela. Beatriz olhou aqueles olhos castanhos grandes e sorriu mais largo do que desde o retorno ao castelo. Larissa limpou as lágrimas e a beijou. Devagar, macio, carinhoso. Como foi? perguntou Larissa. Beatriz balançou a cabeça e levou a mão até a umidade na bunda. Indescritível. Tocou a barriga, os dedos encontrando mais viscosidade. Esse body é maravilhoso, mas acho que estraguei ele. Larissa riu. O som era como uma sinfonia sincera. Acho que você melhorou ele, meu amor. Beijaram-se de novo, as línguas se encontrando. Senti sua falta. Seu toque. Seu cheiro, disse Beatriz. Desceu a mão e agarrou a frente da calcinha de Larissa. Seu pau dentro de mim.
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