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Resumo desta História:
Laura sente o sêmen quente de Pedro escorrendo lentamente de sua buceta enquanto caminha pela Rua das Flores até o mercadinho do bairro. Ele a encheu com jatos intensos minutos antes, sem camisinha, uma novidade que a deixou tremendo em um orgasmo avassalador no meio do dia. Os vizinhos certamente ouviram seus gritos. Agora, ela torce para que nenhuma mancha molhada apareça em suas calças de malha, mas o afterglow a consome, tornando-a hiperconsciente de seu corpo marcado pela transa crua. No mercadinho, olhares do estacionamento ao caixa a humilham; um homem fita seu cu, uma mulher fareja o cheiro de sexo no ar perto dos pepinos, e a caixa percebe sua excitação ao passar o cartão. Laura evita olhares, pega um pepino grosso por hábito, mas sua mente vagueia para espermatozoides nadando dentro dela, mamilos duros e buceta escorrendo mais. A volta para casa acelera seu coração, com o vizinho a cumprimentando de forma sugestiva. Ao entrar, ela arranca as roupas e exige de Pedro uma segunda rodada para encher ainda mais seu ventre em busca de gravidez.
Aqui está sua História: Porra Escorrendo e Humilhação no Mercadinho
Eu sentia isso enquanto saía de casa. Uma gota do gozo dele escorrendo devagar da minha buceta enquanto eu andava pela rua. Ele tinha gozado tanto, jato após jato, com o pau todo enfiado em mim. Eu nunca tinha vivido isso antes. Não assim, pelo menos. Nossa vida sexual era saudável, com certeza, mas normalmente a gente usava camisinha. Era uma diferença enorme sentir ele me enchendo com o porra grossa. Fisicamente, não era a maior mudança, mas de algum jeito me deixava louca. Eu nunca gozei tão forte quanto quando senti o primeiro jato batendo nas minhas paredes. Eu tremia e gritava, e ele só continuava me enchendo, prolongando meu orgasmo sem parar. Tenho certeza de que os vizinhos ouviram, e era o meio do dia! Caminhei da casa até o mercadinho aqui do bairro, na Rua das Flores. Torcia para que o gozo não fizesse uma mancha molhada visível. Normalmente, a gente jogava a camisinha fora, tomava um banho e pronto. Eu não imaginava que ia escorrer assim pelas minhas pernas. Mas, ao mesmo tempo, queríamos que toda a porra ficasse na minha buceta para as melhores chances. Talvez eu devesse ter ficado na cama para segurar tudo dentro. Mas eu tinha outras coisas pra fazer. Além do mais, a gente sempre podia adicionar mais. Só de pensar nisso, minha buceta escorria de um jeito diferente. Era estranho, no entanto. Claro que sempre rola um afterglow, mas eu não ficava normalmente tão consciente fisicamente de que tinha transado faz pouco. A não ser que a gente exagerasse um pouco. Mas era como anunciar que você tá grávida. Sabe, eles sabem, todo mundo sabe que isso significa que você transou. Você tá só dizendo na cara deles que vinha comendo cru sem parar, e eles provavelmente imaginam como é. Era assim que eu me sentia naquele momento. Tão consciente de como eu tava cheia de porra, com certeza todo mundo percebia também. Eu ainda tava vermelha, e na verdade ficando pior quanto
Esta história também existe em espanhol: o site Cuentos Eróticos.
Eu sentia isso enquanto saía de casa. Uma gota do gozo dele escorrendo devagar da minha buceta enquanto eu andava pela rua. Ele tinha gozado tanto, jato após jato, com o pau todo enfiado em mim. Eu nunca tinha vivido isso antes. Não assim, pelo menos. Nossa vida sexual era saudável, com certeza, mas normalmente a gente usava camisinha. Era uma diferença enorme sentir ele me enchendo com o porra grossa. Fisicamente, não era a maior mudança, mas de algum jeito me deixava louca. Eu nunca gozei tão forte quanto quando senti o primeiro jato batendo nas minhas paredes. Eu tremia e gritava, e ele só continuava me enchendo, prolongando meu orgasmo sem parar. Tenho certeza de que os vizinhos ouviram, e era o meio do dia!
Caminhei da casa até o mercadinho aqui do bairro, na Rua das Flores. Torcia para que o gozo não fizesse uma mancha molhada visível. Normalmente, a gente jogava a camisinha fora, tomava um banho e pronto. Eu não imaginava que ia escorrer assim pelas minhas pernas. Mas, ao mesmo tempo, queríamos que toda a porra ficasse na minha buceta para as melhores chances. Talvez eu devesse ter ficado na cama para segurar tudo dentro. Mas eu tinha outras coisas pra fazer. Além do mais, a gente sempre podia adicionar mais. Só de pensar nisso, minha buceta escorria de um jeito diferente.
Era estranho, no entanto. Claro que sempre rola um afterglow, mas eu não ficava normalmente tão consciente fisicamente de que tinha transado faz pouco. A não ser que a gente exagerasse um pouco. Mas era como anunciar que você tá grávida. Sabe, eles sabem, todo mundo sabe que isso significa que você transou. Você tá só dizendo na cara deles que vinha comendo cru sem parar, e eles provavelmente imaginam como é. Era assim que eu me sentia naquele momento. Tão consciente de como eu tava cheia de porra, com certeza todo mundo percebia também. Eu ainda tava vermelha, e na verdade ficando pior quanto mais pensava nisso. Além do mais, não tinha tomado banho, então o suor e os outros fluidos iam ter um cheiro perceptível. E isso se ninguém visse o gozo infiltrando nas minhas calças de malha.
A Humilhação no Mercadinho
Aquele cara no estacionamento, olhando pro meu cu, devia ter sacado pelo jeito que eu andava. O rapaz na entrada provavelmente viu na minha cara. Com certeza a mulher do lado enquanto eu olhava os pepinos sentia o cheiro no ar. Provavelmente se perguntando de onde vinha, olhava em volta, me via e pensava: “Essa aí acabou de levar uma boa fodida.” Evitei olhar pra ela. Peguei um pepino, bonito, comprido e grosso, e continuei comprando. Por hábito, entrei no corredor das camisinhas, mas não íamos precisar delas tão cedo. O tempo dependia de quão rápido viriam os resultados. Eu provavelmente já tava grávida com tanta porra dentro de mim. Não conseguia parar de pensar em todos aqueles espermatozoides nadando na minha buceta, competindo pra ser o que ia me engravidar.
Meus mamilos tavam duros que nem pedra quando cheguei no caixa. Se minhas calças não tinham mancha molhada ainda, com certeza iam ter logo, com o tanto que eu escorria agora. De novo, a gente tinha uma boa vida sexual, mas normalmente eu ficava saciada por um tempo depois. Agora eu só ficava mais e mais tarada. Não parava de pensar no pau dele me arrombando. Mal ouvi a caixa, só passei o cartão de 50 reais e saí correndo. Ela sabia com certeza que eu tava louca pra levar outra foda. Assim como as pessoas que empurrei na saída da loja. Elas olhavam atrás de mim, pro cu que tava prestes a cavalgar o pau dele de novo.
Meu coração batia acelerado na volta. Aqueles 500 metros de caminhada nunca pareceram tão longos. Meu vizinho me cumprimentou do jardim quando cheguei. Pelo jeito que ele me olhava, eu tinha certeza de que ouvira a gente, e ainda mais certeza de que ia ouvir mais.
Segunda Rodada em Casa
Eu tremi as chaves pra abrir a porta. Finalmente dentro de casa, meus olhos travaram nos dele na hora. Eu já tava tirando a roupa enquanto gritava: “Segunda rodada! Você vai botar outra carga em mim agora!”
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