Resumo:
Um homem solteiro nos anos 90, habituado aos chats da internet, recebe o convite inesperado de um casal para viver um ménage à trois. Após meses trocando mensagens e fotos, ele decide ir à casa do casal que mora a uma hora de distância. Chega à residência, conhece a esposa e o marido, e os três iniciam um encontro sexual na sala de estar. O relato descreve a sequência de atos consensuais, as trocas de papéis e o desfecho do encontro.
Você estava por aí nos primeiros dias da internet? Participou do faroeste que era a America Online? Se lembra de ser perguntado a/s/l, não só pode estar na hora de fazer uma colonoscopia, mas deve se identificar com como aqueles chats levaram a uma das minhas experiências sexuais mais gostosas. Eu era um cara solteiro na casa dos vinte e poucos e passava bastante tempo nos chats. Procurava conversa quente, talvez roleplay ou fotos safadas. Claro que eu batia punheta e ficava na borda por horas. Parecia coisa simples perto do que a internet oferece hoje, mas naquela época era novidade e deixava a gente animado. A maioria dos meus encontros era coisa de uma vez só. A gente gozava ou ficava entediado e partia pra outra pessoa. Eu frequentava mais as salas com temas tipo mfm, ménage ou algo sobre esposas. Percebi que tinha mais chance de receber foto de um marido tarado que gostava de falar da mulher. Quase sempre as fotos não eram das esposas de verdade, mas eu não deixava isso atrapalhar a imaginação.
Chegada na casa
Nessa noite, enquanto eu estava na borda, chegou o som conhecido de mensagem. A pergunta de sempre: a/s/l? Respondi e perguntei de volta. Ele era um cara de 36 anos, do estado vizinho, e a conversa fluiu na hora. Ele tinha fantasia de dividir a esposa com um cara mais novo. Perguntou como eu era e respondi direto: 1,70 m, 68 kg, corpo atlético definido, cabelo loiro e olhos azuis. Perguntei da esposa. Ele descreveu ela como baixinha, 1,60 m, cabelo castanho e olhos castanhos também. Estava recuperando o corpo depois de ter filho e já estava quase voltando ao peso de antes. Mandou uma foto que disse ser dela. Abri e vi uma mulher completamente pelada que batia quase certinho com a descrição. Estava deitada de costas na cama, rosto escondido por uma almofada, cabelo castanho espalhado pelos ombros. Pernas bem torneadas, buceta bem cuidada com uma faixinha de pelos. Barriga lisa, seios firmes com mamilos pequenos e rosados. Achei ela linda e falei isso pra ele, disse que ele tinha sorte de ter uma esposa gostosa daquele jeito. Ele perguntou se eu queria foder ela. Respondi na hora que queria muito. Assim começou nossa amizade. Continuamos nos falando, às vezes no chat, às vezes por e-mail. Ele mandava mais fotos dela e repetia que queria ver a esposa com um cara mais novo. Eu batia punheta e dizia o quanto queria ela, o que fazia ele mandar ainda mais fotos e contar mais detalhes. Meses se passaram. Gozei várias vezes imaginando foder aquela mulher mais velha e gostosa. Também começamos a falar mais de nós, nos conhecendo sem revelar identidade. Descobrimos que morávamos a apenas uma hora de distância.
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Num sábado à noite eu estava em casa sem plano nenhum. Entrei no chat pra fazer o de sempre. Mal tinha logado e já chegou mensagem dele, animado, escrevendo rápido. Ele e a esposa tinham ido a um churrasco à tarde e beberam um pouco. Ela recebeu vários elogios de amigos e família sobre como estava bem depois do parto. No caminho de volta ela admitiu que toda aquela atenção deixou ela excitada. Ele disse que os elogios eram justos e que qualquer cara queria comer ela. Ela discordou, achando que ele estava só bajulando. Ele se arriscou e falou que conhecia um cara mais novo que daria tudo pra transar com ela. Quando chegaram em casa pagaram a babá e mandaram ela embora. Enquanto cuidavam das coisas da criança, ele continuou insistindo que conhecia um cara mais novo. Cansada de ouvir, ela respondeu: “Tá bom, então manda ele vir”. Foi quando ele me mandou mensagem assim que me viu online. Disse que se ia acontecer, seria aquela noite, e me convidou pra casa dele. Fiquei chocado. Tudo aquilo sempre tinha sido fantasia pra punheta. Nunca imaginei que alguém me oferecesse isso de verdade.
Fiquei em dúvida. A lição de “não falar com estranhos” voltou na cabeça. E se fosse armadilha? Disse que não tinha certeza, que nunca tinha encontrado ninguém pessoalmente e queria ficar seguro. Ele respondeu que corria mais risco dando o endereço e oferecendo a esposa. Não tinha como discutir. Meu pau decidiu por mim. Avisei que ia. Ele avisou que não podia garantir até onde ela iria. Respondi que só faria o que ela quisesse, sem pressão. Ele passou o endereço e as direções. Anotei num papel, recortei o canto com o endereço e colei embaixo do teclado. Caso algo ruim acontecesse, alguém poderia achar. Avisei que ia tomar banho e que mandaria mensagem antes de sair. No banho a cabeça rodava. Era difícil acreditar que aquilo estava acontecendo de verdade. Primeiro pensei que podia ser cilada. Tirei isso da cabeça e imaginei o que aconteceria se fosse real. Meu pau ficou duro só de pensar na mulher das fotos. Comecei a me masturbar com a mão ensaboadia. As preocupações foram sumindo. Pensei no corpo dela: seios redondos, buceta depilada na faixinha, bunda firme. Senti que ia gozar e parei. Por que desperdiçar agora se talvez fosse transar de verdade dali a pouco? Acabei gozando mesmo assim, pra ficar mais calmo depois. Saí do banho, sequei, escovei os dentes, passei desodorante e vesti cueca, jeans e uma camiseta cinza simples. Voltei pro computador e avisei que estava pronto. Ele respondeu na hora: tinha contado pra ela que eu estava indo e ela também estava no banho.
Durante a hora de viagem segui as direções. A música tocava baixo, mas eu mal ouvia. Pensava só no que ia acontecer e fiquei meio duro o caminho inteiro. Cheguei num bairro residencial quieto, achei a casa fácil e entrei na garagem aberta. Era uma casa grande, pelo menos quatro quartos, terreno amplo. Respirei fundo, peguei alguns preservativos no porta-luvas e bati leve na porta interna. A porta abriu um pouco. Um olho me olhou. Depois abriu de vez. Era ele. Homem grande, quase 1,85 m, ombros largos, parecia malhar. Trocamos nomes antes: ele era Sérgio, ela Jéssica. Ele me deu a mão e disse que estava feliz que eu não tinha desistido. Respondi que não perderia chance assim. A porta dava na cozinha. Jéssica estava sentada no balcão com uma taça de vinho na frente. Eu já tinha batido punheta praquela mulher tantas vezes que ver ela ali ao vivo foi estranho. Era a primeira vez que via o rosto dela. Bonita pra caralho. Sérgio apresentou: “Jéssica, esse é meu amigo Miguel. Miguel, essa é minha esposa Jéssica”. Fui até ela, dei a mão. Aperto curto e educado. Disse que era bom finalmente conhecê-la. Ela sorriu. Usava legging justa e camiseta decotada que marcava os seios. Sérgio perguntou se eu queria beber algo. Pedi refrigerante. Jéssica olhou pro marido: “Meu Deus, Sérgio, quantos anos esse moleque tem? Ele é maior de idade?”. Sérgio garantiu que sim. Comentei que tinha idade pra dirigir até ali. Ela inclinou a cabeça e concordou. Ele me entregou a lata de refrigerante e sugeriu ir pra sala. Segui os dois. A sala estava com luz baixa e música baixa. Sérgio sentou na ponta direita do sofá de três lugares, Jéssica no meio. Sentei à esquerda dela.
Ficamos em silêncio uns dez segundos que pareceram uma eternidade. Sérgio quebrou o gelo perguntando o que eu achava dela agora que via pessoalmente. Respondi que achava ela gostosa e que o corpo era incrível. Comentei que as pernas e a bunda ficavam ótimas naquela legging. Ele disse: “Deixa ele ver melhor”. Jéssica levantou, rebolou de brincadeira. Ele não ficou satisfeito: “Tira a legging, deixa ele ver pele”. Ela puxou até os joelhos, calcinha rosa de renda ficou no lugar. Vi uma bunda bem desenhada coberta só pela calcinha. Meu pau endureceu dentro da calça. “Quer tocar nela?” Sérgio perguntou. Respondi que só o que ela permitisse. Jéssica virou pra mim e falou direto: “Você não dirigiu uma hora só pra olhar, né?”. Estendi a mão esquerda e coloquei na coxa direita dela. Deslizei devagar até o joelho, rodei pra trás da perna e subi até a bunda. Pele macia, carne firme. Apertei o bumbum, passei o polegar por cima da calcinha. Sérgio perguntou se aquilo me deixou duro. Confirmei com a cabeça. “Mostra pra ela então”. Tirei a mão, recostei no sofá, abri o cinto e a calça e baixei tudo até os joelhos. Meu pau de uns 13 cm bateu na barriga, mais inchado que o normal. Fiquei exposto. Ele incentivou a esposa: “Pode tocar”. Jéssica virou mais pra mim, pegou meu pau com a mão direita e começou a masturbar devagar. As unhas pintadas de rosa combinavam com a calcinha. “Gostou do pau dele?” ela confirmou. “Quer chupar?” ela confirmou de novo. Baixou a cabeça devagar, ainda me masturbando. A boca quente e molhada envolveu a cabeça. Fechei os olhos, a cabeça caiu pra trás. A mão dela segurava a base enquanto subia e descia, engolindo quase tudo. Já tinha recebido boquete antes, mas aquilo era de mulher experiente. Passei a mão direita nas costas dela e tracei círculos com os dedos. Percebi que ela não usava sutiã. De repente ela parou, boca saiu com um som molhado. Abri os olhos: Sérgio puxava ela pra ele. Agora via o pau dele também pra fora, grosso. Ela começou a chupar o marido. Eu tinha acesso à bunda e perna esquerda dela, passei as mãos, apertando mais a cada vez. Ela gemeu em cima do pau do marido. “Não esquece do Miguel”, Sérgio falou. Ela voltou pra mim. Assim foi: ela alternava entre nós dois, chupando um enquanto o outro apalpava. Não lembro quantas vezes trocou. Enquanto ela chupava Sérgio, ele decidiu mudar: “Quer que ele te foda?”. “Quero”, ela respondeu rouca. Sérgio olhou pra mim: “Tem camisinha?”. “Tenho”. Levantei, tirei a camisinha do bolso, joguei a usada fora. Ao mesmo tempo Jéssica sentou, Sérgio ajoelhou, tirou o resto da legging e a calcinha. Puxou a camiseta dela. Ela ficou pelada na minha frente. Fiquei parado, admirando. Desci minha roupa também. Sérgio deitou ela no sofá, cabeça do lado dele, pés do meu lado. Coloquei a camisinha enquanto ele beijou a testa dela e trocou “eu te amo”. Subi entre as pernas dela, apoiei nos cotovelos, segurei meu pau e entrei devagar. Ela estava molhada. Entrei fundo de uma vez. Fiquei parado, sentindo ela apertada em volta. Olhei o rosto dela, via várias coisas passando. “Tá bem?”, perguntei. “Tô”, ela sussurrou. “Posso te beijar?”. Ela sorriu e confirmou. Beijei leve primeiro. Tirei o pau quase todo e entrei de novo, beijando com boca aberta. Comecei a meter devagar, ritmo combinando com o beijo. Agradeci mentalmente por ter gozado no banho. Sérgio pediu que ela chupasse ele. Levantei o tronco, dei espaço. Ele ajoelhou do lado da cabeça dela. Ela virou, pegou o pau grosso dele e começou a chupar. Continuei metendo no mesmo ritmo, vendo tudo de perto. Depois de um tempo ele perguntou se podíamos trocar. Saí, tirei a camisinha, joguei no chão e ofereci o pau pra ela chupar. Sérgio entrou entre as pernas dela e enfiou o pau grosso. Vi o rosto dela mudar. Ela gemeu, puxou meu pau pra boca de novo. Ele acelerou. Ela soltou meu pau, puxou o marido pra beijar, masturbando a mim com a mão esquerda. Os dois gemiam. Quebrei o beijo, encostou a bochecha na dele. Eu via amor ali, dois adultos confiando um no outro pra viver aquilo. Olhei o rosto dela enquanto ela chegava perto do orgasmo. Ficou mais barulhenta, pedindo pra ele meter mais forte. O corpo dela ficou rígido, soltou um gemido longo e gozou. Sérgio continuou metendo e logo gozou também, jorrando na barriga e nos seios dela. Aquilo me fez gozar em cima também. Ficamos sem ar, quietos. Sérgio levantou pra pegar uma toalha. Ajoelhei ao lado dela, beijei a testa. Ele voltou, limpou a esposa, entregou a camiseta. Ela vestiu, ficou sem calcinha. Ele quebrou o silêncio: “Melhor a gente arrumar aqui, temos que acordar cedo com as crianças”.
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