Resumo:
Lucas, um jovem que participa de um projeto de calendário temático grego, é fotografado por Camila, sua amiga, durante uma sessão na garagem. Inicialmente usando uma peça de tecido, ele acaba removendo-a para posar nu atrás de um cisne de brinquedo. Durante as fotos, ele fica excitado e Camila registra seu corpo em detalhes. Mais tarde, na parte externa, Lucas e Beatriz simulam poses de casal para o ensaio, com ela cobrindo os mamilos e a vulva com adesivos. Após o trabalho, Lucas se masturba lembrando os momentos do dia.
Camila me cumprimentou. Ela era outra garota do grupo de estudos. Embora tivesse dado várias ideias, eu não lembrava de ela ter se voluntariado para nenhuma pose. Só me lembrava de Leda, Zeus e, claro, do cisne. Estavam acrescentando uma cena de sexo entre Zeus e Nêmesis? Eu não me importaria. Meu nome é Lucas e eu já sentia o calor subir pelo peito só de imaginar o que viria.
Preparação no banheiro
Beatriz passou por nós de robe, sorriu e as mulheres seguiram para o quintal. Rafael me levou até o banheiro, mandou eu tirar a camisa e colou a barba de Zeus no meu rosto. Depois me entregou um robe e um pedaço de tecido, e saiu. Era tipo uma saia, com um retângulo na frente e outro atrás, ligados por uma tira fina. Tirei a cueca e vesti aquilo. Ficou razoável, mas nas laterais a cueca aparecia demais, então tirei tudo. Minhas coxas ficaram totalmente expostas. Afinal, era um calendário nu, podia ser pior. O tecido roçava na pele quente das minhas pernas e eu sentia o ar fresco tocar o saco, deixando tudo mais sensível.
Esta história também existe em espanhol: o site Cuentos Eróticos.
Rafael comentou alguma coisa. Camila tirava a foto mirando entre as pernas de Beatriz, escondendo tudo atrás do ovo. Ele disse que estavam prontos para nós e saímos. Beatriz já tinha voltado para o robe. Rafael sussurrou algo no ouvido dela e avisaram que ela ia fazer uma pausa. “Tudo bem, vamos fazer as fotos da transformação”, disse Camila. Eu já estava com o pau meio duro só de pensar em ficar nu na frente dela.
Poses no algodão
Ela me levou até a garagem, onde montaram um cenário cheio de nuvens de algodão. “O Olimpo”, explicou. Me posicionou de várias formas, em pé e agachado atrás do cisne de brinquedo. Falou em brincar com a exposição para criar o efeito de transformação. Depois tirou fotos parecidas de lado. “Se não der certo, podemos usar o estilo ‘evolução do homem’.” Eu me sentia mais exposto nas fotos laterais, consciente da coxa à mostra. Camila pareceu insatisfeita. Meu pau batia leve contra a perna e eu tentava controlar a respiração.
“Podemos refazer as fotos agachado sem o pano?” Meu coração parou. “Acho que ele não vai virar parte do cisne. Não se preocupe, sua perna vai cobrir tudo nas fotos de lado.” Qual era a diferença, afinal? Mais exposição, mas nada de mais. Além disso, ela provavelmente não usaria aquelas imagens. Só que eu teria que ficar nu na frente da minha amiga Camila. Olhei para ela. “Ah”, ela disse, e virou as costas. O silêncio na garagem pesava, só se ouvia o clique distante da câmera.
Eu me virei, tirei o pano e o joguei de lado. Voltei para a posição agachada. “Pronto”, avisei. Ela se virou e começou a fotografar. Eu ali, nu, ela tirando fotos. Comecei a ficar excitado. Meu pau foi subindo devagar por trás da perna. Eu fui ficando mais agachado que curvado, e Camila reclamou da pose. No fim ela desistiu. O cheiro de suor leve subia da minha pele e o algodão macio roçava nos joelhos.
“Podemos tirar algumas de frente? Você vai ficar atrás do cisne”, ela garantiu. Peguei o brinquedo e o puxei contra a virilha. Ela começou a fotografar. “Não acho que uma cara de terror seja o que queremos para Zeus.” Tentei fazer uma expressão mais Zeus, mas ela só ficou mais irritada. “Deixa o cisne cair”, mandou. Quando protestei, ela lembrou que já tinha visto vários paus. Eu disse que ela nunca tinha visto o meu. Ela perguntou se tinha algo diferente, olhos ou tentáculos. Rimos. Meu pau pulsava agora, meio duro, apontando para o algodão.
Respirei fundo e soltei o cisne. Meu pau meio duro agora era fotografado pela minha amiga. “É bonito. Sem tentáculos”, ela comentou, clicando. Fez eu posar como modelo nu, tirou closes, me elogiou. Tudo ficou natural e casual. Eu amoleci um pouco. “Agora que você não está mais tenso, vamos voltar para as poses certas.” As lentes captavam cada veia inchada e eu sentia o olhar dela queimando na pele.
Terminamos, vesti o robe de novo e fomos para o quintal. Beatriz, nossa Leda, estava deitada de robe numa cama improvisada de almofadas ao lado do lago ornamental. Ela me chamou para junto dela. Tiramos os robes e Rafael pegou deles. Olhei para os seios dela. Eram grandes, com um pouco de queda, mas com adesivos cobrindo os mamilos. Voltei o olhar para o rosto de Beatriz. Ela não estava olhando para baixo. O cheiro de suor misturado ao perfume dela invadia o ar.
Camila nos mandou deitar lado a lado, minhas costas e bunda viradas para a câmera, o lado dela exposto. Depois pediu para simularmos a posição missionária. Subi nela. Seus seios pressionaram meu peito, senti os adesivos contra a pele. Nossas virilhas se tocaram e notei um pedaço de tecido entre nós. Ela tirou fotos dos nossos lados nus e de cima, mostrando minhas costas e bunda nuas. Meu pau roçava no tecido fino e eu sentia o calor úmido da buceta dela por baixo.
Depois veio a posição de quatro. Ao me posicionar, vi que havia um adesivo colado na buceta dela. Também notei que ela olhou rápido para meu pau. Ela corou. Atrás dela, percebi que o adesivo não cobria tudo. O ânus e parte dos lábios estavam totalmente expostos para mim. Fiquei duro na hora. Ao simular a penetração por trás, tomei cuidado para não encostar nela. O som da câmera clicando misturava com nossos ofegos leves e o calor do corpo dela subia pela minha virilha.
Camila sugeriu a posição de cowgirl. Peguei uma almofada e cobri a virilha. Deitei no chão e Beatriz subiu em cima de mim. Enquanto Camila fotografava, ela rebolou contra a almofada, que roçava em mim. Eu estava quase gozando quando Camila disse que tínhamos terminado. O suor escorria entre nossos corpos e o tecido encharcado marcava o ponto de contato.
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Naquela noite, masturbei relembrando o dia inteiro. Meu pau latejava na mão enquanto eu via na mente a buceta exposta de Beatriz, o jeito que ela rebolou e o olhar de Camila na garagem. Gozei forte, o leite jorrando quente sobre a barriga, o corpo tremendo com o orgasmo que vinha se acumulando desde a tarde. O quarto ficou em silêncio só com meu ofego pesado e o cheiro de porra no ar.
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