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Conto de traição: Eu transei com a vizinha e a irmã da minha mulher

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Resumo:

Em um bairro residencial tranquilo, um homem mantém conversas frequentes com a aposentada Patrícia enquanto observa a irmã de sua esposa, Sheila. A curiosidade o leva até a casa de Sheila em uma manhã, onde ele encontra as duas mulheres em um momento íntimo. Surpreendido, ele decide entrar na sala e se junta a elas, iniciando uma sequência de encontros que envolve os três. A narrativa descreve as ações e reações durante o encontro, sem aprofundar em motivações ou desfechos posteriores.

Aqui está sua História: Eu transei com a vizinha e a irmã da minha mulher

Morávamos no mesmo beco sem saída tranquilo que a irmã da minha mulher, Sheila, num bairro residencial cheio de casais. Tínhamos um casal mais jovem do lado, gente simpática, mas a gente não tinha muito contato. Do outro lado era outra história: Patrícia, ou Pat, e Ivan, um casal aposentado, lá pelos sessenta e poucos anos, muito simpáticos.

Eu conversava mais com Pat porque Ivan estava sempre fora, por causa de trabalho de caridade. Pat passava o tempo todo no jardim. Eu sempre arrumava um tempo pra ela, porque era animada, falante, com uma personalidade ótima. Eu gostava de bater papo. Além disso, era atraente e parecia bem mais jovem. Tinha uns 1,62m, cabelo escuro cacheado com uns fios grisalhos, era cheinha, com bunda grande e peitos pesados. Eu já tinha batido pensando nela várias vezes.

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Eu ficava olhando da janela de cima enquanto ela cuidava do jardim de regata e short. Os peitos apertados na blusa e aquela bunda grande me deixavam duro pra caralho. Sheila também era alvo das minhas fantasias. Tinha uns trinta e poucos anos, cabelo escuro liso até os ombros, bunda grande e peitos grandes, não tão enormes quanto os de Pat, mas grandes o suficiente. Eu já tinha feito uns serviços na casa dela e gostava de bater punheta enrolando as meias dela no pau.

O dia em que a curiosidade venceu

Algumas vezes por semana, durante cerca de um mês, eu via Pat atravessando a rua pra casa de Sheila. Não dei muita bola até que um dia fiquei curioso. Numa manhã, por volta das dez horas, vi Pat indo pra casa de Sheila. Esperei uns dez minutos e fui atrás. Bati na porta da frente, ninguém atendeu.

Tentei espiar pela janela, mas as cortinas estavam fechadas. Fui pro fundo. A porta da cozinha estava destrancada. Entrei e vi que a porta da sala estava entreaberta. Quando estava prestes a abrir, ouvi um gemido longo que me fez parar.

Eu espiava pelo vão. Pat estava deitada de costas no tapete, vestindo um espartilho de renda preta com meia-calça combinando e salto alto. Do outro lado, também deitada, estava Sheila, com um arnês de couro preto e salto alto. Elas esfregavam as bucetas uma na outra e gemiam. Fiquei chocado. Nunca imaginei isso nem nos sonhos mais loucos. Meu coração batia forte e meu pau ficou tão duro que quase doía.

Pat e Sheila estavam incríveis. Os peitos de Pat mal cabiam no espartilho e, com o corpo tremendo, quase escapavam. Sheila parecia absurda no arnês: as tiras apertavam os peitos, fazendo-os parecer tão grandes quanto os de Pat, e as que passavam pelas coxas destacavam a buceta depilada. Os olhos dela estavam semicerrados, gemendo baixinho enquanto se esfregava em Pat, os mamilos duros, os peitos subindo e descendo com a respiração curta.

O momento de entrar

Minha cabeça girava. Eu estava tão excitado que parecia que ia gozar sem ninguém tocar. Sabia que precisava arriscar, porque era uma chance única. Respirei fundo, tirei a roupa, empurrei a porta e entrei na sala. Sheila me viu primeiro e não pareceu surpresa. Continuou se esfregando em Pat, olhou pro meu pau duro, depois pra mim, abriu a boca e tirou a língua. Entendi o convite. Me ajoelhei ao lado dela e enfiei o pau na boca quente e molhada de Sheila.

Olhei pra Pat. Ela agora apertava os próprios peitos com as duas mãos e beliscava os mamilos grossos. Sorriu quando nossos olhos se encontraram. Ao ver Sheila chupando meu pau, ela piscou e continuou se tocando. Apertei os peitos de Sheila, massageando a carne macia, puxando os mamilos grossos. Ela gemeu. Os dentes roçavam na cabeça do meu pau, a língua lambendo devagar.

De repente Sheila soltou um grito e jogou a cabeça pra trás. Virei e vi Pat de quatro, com a língua explorando a buceta de Sheila, as mãos abrindo bem as coxas. Me posicionei embaixo de Pat e comecei a lamber. Ela já estava encharcada, o líquido escorrendo no meu rosto. Ela pressionou contra minha boca enquanto minha língua trabalhava no clitóris.

Logo precisei de ar. Fui atrás dela e enfiei o pau na buceta de Pat. Segurei os quadris e fodi com movimentos longos e lentos, enquanto ela rebolava contra mim, a cabeça ainda entre as pernas de Sheila. De repente Sheila gritou gozando. Segundos depois Pat gozou também, rebolando em mim. Eu quase gozei junto, mas segurei. Saí de dentro dela, Pat se deitou e Sheila se posicionou entre as pernas dela, começando a chupar.

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Entrei em Sheila por trás e comecei a foder, estendendo as mãos pra segurar os peitos grandes dela. Tudo conspirava contra mim. Os cheiros, os sons, as imagens e as sensações dessas duas mulheres me empurravam pro limite. Logo vi que ia perder a batalha. Me afastei de Sheila, me ajoelhei ao lado de Pat, esfreguei o pau nos lábios dela e enfiei na boca.

Comecei a foder a cara dela. Minha mão encontrou os peitos enormes e comecei a apertar, beliscando os mamilos grossos. Minhas bolas apertaram e o orgasmo explodiu. Tirei o pau da boca de Pat e jorrei um monte de porra grossa no rosto dela.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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