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Conto de incesto: Minha mãe me deu a mãe dela na hidro depois da festa

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Resumo:

Após completar dezoito anos, Lucas percebe que sua tia Ana voltou de Atlanta e passou a dividir com ele momentos que misturam conversas francas e situações íntimas. Durante o verão, Ana apresenta a mãe dele, Patrícia, a um grupo de amigos que compartilham a mesma liberdade sexual. Em pouco tempo, mãe e tia envolvem o jovem em encontros que revelam segredos familiares e mudam completamente a rotina da casa. Entre hidro, confidências e decisões inesperadas, Lucas descobre que todos ao seu redor guardam desejos que antes pareciam distantes.

Como dizem, cuidado com o que deseja. Tudo mudou depois que completei dezoito anos. Até então, eu curtia beisebol, basquete e golfe. Meu melhor amigo Bruno e eu nos conhecemos desde a escola dominical. Ele morava no mesmo bairro e a gente fazia tudo junto.

No meu aniversário de dezoito anos, Bruno, minha irmã Júlia e a melhor amiga dela, Sueli, junto com primos e família, ficaram ali esperando eu apagar as velas em cima de um bolo grande de chocolate. Tia Ana também estava presente. Ela tinha voltado recentemente de Atlanta depois do divórcio. Ficou muito na casa nos primeiros meses. Lembro exatamente do que ela vestia naquele dia: short jeans cortado e uma blusa sem manga que marcava o corpo inteiro.

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Desejos que mudam tudo

Bruno completou dezoito anos um mês antes de mim. Parecia quase uma quando ele me deixou na sexta seguinte para sair com Mônica, uma garota da nossa igreja, um ano mais velha que a gente. Achei absurdo quando ele contou que ela é que tinha chamado ele. Uma das muitas regras idiotas da nossa igreja era que ninguém podia namorar antes de fazer dezoito anos. Parecia besteira, mas todo mundo do grupo de jovens seguia. Tipo um juramento de obediência. Tanto faz. Eu era tímido com garotas, Bruno não.

Voltando à festa. Eu ia apagar as velas quando Ana interrompeu. “Espera, Lucas, você tem que fazer um pedido antes de apagar.” Parei e fechei os olhos por alguns segundos. Ana estava do outro lado da mesa, sorrindo pra mim. Fintei que fazia um pedido, mas só lembro do pensamento safado que tive sobre os seios dela antes de abrir os olhos e soprar as velas. Foi a que pensei nela daquele jeito. De um modo torto, meu pedido silencioso tinha conotação sexual, mesmo que de forma inconsciente.

Três meses depois, Ana me entregou um livro pornô com a palavra “” na capa. Li a história inteira na mesma noite em que levei pra casa. Ana e eu já estávamos fumando maconha juntos, poucas semanas depois que comecei a trabalhar no verão pra ela. Com certeza eu estava chapado quando ela me mandou experimentar um sunga, com a desculpa de começar a dar aulas de natação. Pensando bem, Ana não perdeu tempo. Ficou totalmente à vontade com meu pau marcando na sunga. Insistiu que eu não podia nadar de bermuda larga. Falou do jeito mais natural: “Confia em mim, depois de um tempo nem parece estranho. Você só não está acostumado. Todo mundo do time de natação usa.”

Ao mesmo tempo, Ana começou a usar biquíni na piscina quando era só a gente. Sempre vestia maiô justo quando tinha mais gente. As conversas mudaram de “o que esperar da faculdade” pra sexo. Ela sabia que Bruno estava saindo com Mônica. Conheceu ela na minha festa. Chegou a dizer que, depois que um cara prova do fruto proibido, a religião some. Ou seja, Bruno estava obviamente comendo Mônica e tudo mais ficou em segundo plano, inclusive eu. Ana sabia que eu ainda era virgem.

Pra continuar de onde o capítulo anterior parou, foi meu primeiro verão em casa depois da faculdade. Eu tinha dezenove anos. A sensação de transar com a mãe e a tia dela era viciante. Fantasias noturnas viraram realidade. Tudo isso pra mostrar como a mãe e a tia eram pervertidas. Meus pensamentos eram puramente sexuais enquanto eu estava na hidro em frente a elas, olhando os peitos e comparando. O comprimido que elas me deram já estava fazendo efeito. Caralho. Meu pau latejava de novo.

Fui arrancado do transe quando Ana falou: “Olha esses mamilos.” De algum jeito eu tinha esquecido disso. Aí ela completou: “Sua mãe não é só tarada como eu, Lucas. A Patrícia tem um lado sombrio.” Virou pra mãe. “O que o Jaime vai achar quando voltar?” A Patrícia sorriu. “A gente ainda tem três dias. O Jaime e a Júlia não veem o Lucas desde o Natal.” Fez uma pausa. “Não se preocupa com sua irmã. Ignora se ela falar alguma coisa.”

Olhei pra baixo e vi meus mamilos inchados. A Patrícia acrescentou: “Espera só ver a Júlia. Comprei uma inscrição na academia pro aniversário de dezoito anos dela. Ela não é mais uma adolescente gordinha.” Eu não estava entendendo tudo que a Patrícia falava. Os mamilos dela estavam enormes. Seria isso que ela tinha reservado pra mim? Vi ela apertando os próprios mamilos com os dedos enquanto eu ficava ali de pau duro, logo abaixo da água.

A mãe conversava com a Ana como se eu não estivesse ali. “O Lucas não faz ideia do que o espera.” Depois olhou pra mim. “A Ana me contou como você traiu sua primeira namorada, a Beatriz. Comeu a amiga dela, a Diana, antes da Beatriz voltar das férias? Meu Deus, Lucas, você é igualzinho ao seu pai!” Não esperava por isso. Sim, a Ana sabia. A gente conversava por telefone toda semana desde que eu cheguei na faculdade. Eu não sabia que ela contava tudo pra Patrícia. E a minha irmã Júlia? Como isso apareceu?

Patrícia e Ana pareciam duas mulheres com um plano. Não precisei esperar muito. A mãe se levantou e veio sentar do meu lado. A mão dela foi direto pro meu pau. A outra apertou meu mamilo e apertou forte. Porra. Ela adorava me torturar. “Sobe na borda, filho. A Ana quer chupar seu pau.” Fiz o que ela pediu. Ana se levantou, ficou entre minhas pernas, agachou e se inclinou pra frente enquanto os dedos dela envolviam meu pau. Em segundos, a boca dela já estava engolindo a cabeça inchada como se fosse dela. Começou a masturbar enquanto me engolia fundo. Apoiei as mãos pra trás, olhando, latejando. A Patrícia foi trabalhando meus mamilos devagar. Eu estava no paraíso, chapado, sem conseguir pensar em mais nada. Caralho. Era gostoso pra caralho ser o foco do desejo delas.

Corpos molhados na hidro

Foi quando Ana se levantou e estendeu a mão. Quando peguei, ela me puxou pra dentro da hidro, me deixando de pé na frente dela. A Patrícia estava atrás de mim. Senti as mãos dela nos meus ombros enquanto Ana passava os braços em volta do meu pescoço. Depois disse: “Vamos mostrar pra sua mãe como a Emília te comeu na piscina no último fim de semana em casa.” Me deu um beijo forte, levantou os pés e enrolou as pernas na minha cintura. “Enfia em mim, Lucas! A Patrícia vai gostar disso!”

Senti Ana se mexer pra encaixar a boceta na cabeça do meu pau. Eu estava duro pra caralho. Ela desceu a mão e me guiou pra dentro. A mão da mãe escorregou pelas minhas costas até chegar na minha bunda. Não paramos. Ana começou a gemer enquanto a Patrícia sussurrava no meu ouvido: “Fode minha irmã mais nova! Faz ela gozar, Lucas! Não se preocupa em me magoar.” Ficou barulhento. As duas falando putaria enquanto Ana rebolava no ritmo das minhas estocadas. Meu Deus. As coxas dela apertando forte quando ela começou a gozar. Eu sabia que não ia aguentar muito mais. Senti o gozo subindo. Porra! Jatos grossos, um atrás do outro. Ana não soltava. Gritou: “Me dá tudo, seu filho da puta!” Os peitos dela estavam na minha cara, as unhas cravadas nas minhas costas. “Aahh porra, continua! Não para!”

Gozei muito forte. Gozamos juntos. A Patrícia sentou de volta na hidro e observou enquanto Ana escorregava do meu pau, que continuava duro pra fora d’água. Que cena. Eu tinha acabado de comer a irmã dela e ela claramente adorou cada segundo. O sol já tinha descido quando os três ficaram relaxando lá fora. Meu trabalho era acender a churrasqueira. Eu estava morrendo de fome. O efeito do remédio foi passando conforme o dia virava noite. Parecia irreal, só um ano depois de comer a Ana e ver como meu mundo tinha mudado pra sempre. Deveria parecer estranho, mas não parecia. Eu estava entrando num universo alternativo.

No carro, voltando pra casa, com a mão da mãe esfregando a parte de dentro da minha coxa, dava pra ver que ela estava muito satisfeita. A voz dela quebrou o silêncio. “Tem uma coisa que você precisa saber antes do seu pai e da sua irmã chegarem.” Não pude evitar de pensar que ela ia dizer que o Jaime estava comendo a Júlia. Seria a conclusão mais lógica depois do que aconteceu nos últimos três dias. Mas não foi isso que a Patrícia falou. “Sua irmã está comendo o marido da Jana, o Davi.”

“Caralho, sério?” Não consegui acreditar. Ela falou do jeito mais natural, mas sabia que eu ia ficar chocado. “Seu pai não faz ideia. Tudo que ele sabe é que a Júlia começou a treinar com o Davi pra meia ironman há três meses. Foi a Jana que ligou pra me contar. Depois a Júlia me contou tudo no dia seguinte, quando eu confrontei ela.” Eu tinha conhecido a Jana pela primeira vez dois dias antes, quando treinei com a mãe na academia. O Davi não estava lá. A mãe me contou que Jana e Davi eram donos da academia e da sex shop. Não falou mais nada até agora.

A gente ainda estava no meio do caminho quando a Patrícia continuou. “Jana e Davi são swingers, igual a Emília e o Beto. Fazem parte do mesmo grupo.” Meu Deus. Eu tentava processar tudo. Depois comecei a montar a imagem de Jana, Davi, Emília, Beto e agora minha irmã Júlia. Entramos na garagem enquanto minha cabeça girava com a ideia da Júlia comendo o marido da Jana. A Ana tinha insinuado isso outro dia, mas eu tinha esquecido. Segui a Patrícia pra dentro e sentei na ilha da cozinha. Ela me deu uma cerveja da geladeira antes de fazer outra bebida pra si mesma. Depois enfiou a mão na bolsa de praia e pegou a caixinha de comprimidos. “Vamos tomar outro.” Abriu a caixa de prata, me entregou um e tomou o dela me olhando. “Foi a Ana que me apresentou isso. É muito melhor que maconha.” Ficou ali sorrindo. “Vamos pra fora fumar. A gente conversa mais depois que relaxar.”

A mãe saiu usando o robe transparente que usou na minha primeira noite em casa. Nossa noite de núpcias. Eu via os peitos perfeitos e o contorno dos mamilos grandes dela ao luar. Acendeu um cigarro e me passou o isqueiro. Eu ainda estava de sunga. Tinha um milhão de perguntas, mas foi ela quem falou. “Eu não fazia ideia de quem era a Jana quando a Júlia e eu começamos a treinar na academia. Foi a Ana que me contou que eles eram swingers. Do mesmo jeito que me contou sobre o Beto e a Emília… e sobre você, seu safado.” Não parou aí. “Eu sei que o Beto já sabia que você estava comendo a mulher dele antes da noite em que ele te chupou. Foi no fim de semana antes de você ir pra faculdade, né? Não se preocupa com quem sabe. Eles guardam tudo dentro do grupinho deles.”

“Se quiser me contar mais sobre isso, eu adoraria ouvir.” A Patrícia sorriu. “Tô só chutando, mas sabendo que Emília e Beto são swingers, foi a primeira vez que ele chupou seu pau?” Fiquei sem graça e tentei mudar de assunto. “Então, você e a Ana fazem parte do grupo deles?” Ela foi esperta demais. “Não muda de assunto, filho. Eu tô de boa com o que aconteceu, então me conta sobre a Emília. Você comia ela toda quarta-feira à tarde. O Beto estava lá?” Percebi que não tinha saída boa além da verdade. “Tinha. Não na primeira vez, mas na segunda ele estava lá e assistiu.” A Patrícia disse: “Continua. O que o Beto fazia enquanto assistia? Tirava a roupa?” Respondi: “Tirou. A gente ficou todo mundo pelado e ele sentou na cadeira ao lado da cama pra me ver comer a Emília.”

Meu coração batia forte enquanto eu contava. A Patrícia tinha muito mais perguntas. Dava pra ver que ela estava excitada com o que eu confessava. “Ele só ficava sentado ou aconteceu mais alguma coisa?” Os olhos dela brilharam quando eu contei o que veio depois. “Ele ficou batendo o tempo todo e, quando a gente terminou, ele chupou meu pau e depois lambeu a boceta dela enquanto eu assistia. Foi ela que mandou.” A Patrícia perguntou: “O Beto já te chupou sem a Emília no quarto?” Como se ela lesse minha mente. “Quantas vezes ele brincou com você sozinho?” Pareceu satisfeita quando eu disse que só uma vez. Não era exatamente verdade, mas acho que ela percebeu que eu não aguentava mais falar disso.

A Patrícia olhou pra mim. “Sabe, filho, nada é realmente como parece na superfície. Algumas pessoas são mais sexuais que outras. É fácil cair na teia quando você é exposto a isso.” Soltou a fumaça e continuou olhando. “Sua irmã estava comendo seu melhor amigo Bruno duas semanas depois de fazer dezoito anos. Lembra como ela sempre provocava ele? Do jeito que a Júlia e a Sueli ficavam pulando de pijama quando vocês dois ficavam lá embaixo, bebendo cerveja e se achando os grandes?” Respondi: “Sim, elas adoravam mostrar os peitos na nossa frente, especialmente a Júlia. Então ela fez o Bruno trair a Mônica?” A Patrícia sorriu. “Bom, a Júlia já é adulta agora. Por isso fico feliz que ela vá pra faculdade, mas as coisas mudaram. Ela decidiu cancelar o semestre de verão. Ligou ontem pra dizer que vai ficar em casa até a segunda semana de agosto. Acho que ela está viciada em comer o Davi, sem contar o ménage com ele e a Jana.”

Caralho. Eu não tinha ficado nem um ano fora e era difícil acreditar em como tudo tinha mudado. Bom e ruim. Parecia que meu amigo Bruno levou uma rasteira. Otário. A Patrícia continuou: “Essa cidade é pequena demais pra minha Júlia. Ela comeria uma cobra se conseguisse segurar ela quieta tempo suficiente! Agora o Davi e a Jana. Eu sei que parece torto, mas as coisas acontecem. Ela vai enjoar deles também.”

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“E respondendo sua pergunta, sim, eu caí na teia. Você já sabe que minha irmã estava comendo o Beto muito antes de voltar pra cá. Bom, ficou ainda mais louco quando a Ana foi apresentada pra Jana e Davi.” Fez uma pausa. “Foi a Ana que sugeriu que eu começasse a treinar na academia pra acabar com minha ansiedade.” Parou de novo antes de soltar a próxima bomba. “Fui convidada pra uma festa quando seu pai viajou por uma semana. Foi na casa da Jana e do Davi.”

Dava pra ver que ela tentava me contar devagar, mas caralho… finalmente saiu. “Não vou suavizar. A Ana e eu fomos juntas. A gente ficou alta antes de chegar. Não se preocupa, a gente tinha motorista. Tinha mais três casais além de mim e da Ana. A Emília e o Beto estavam lá e outro casal de fora da cidade. Eu sabia que todos eram swingers e fiquei curiosa. A Ana não precisou me convencer.” Continuou falando enquanto fumava cigarro atrás de cigarro. A gente estava muito alto com os remédios. “A festa foi louca. Todo mundo estava usando alguma coisa. Remédio, maconha, álcool. A Jana perguntou se eu queria ver a casa. Eles têm uma casa linda do outro lado da cidade. A gente estava no andar de cima, olhando pro quintal da varanda do quarto principal. Todo mundo, inclusive a Ana, estava na hidro pelado.”

A Patrícia ficou pensativa. “Foi quando a Jana me beijou. A gente acabou na cama e sim, foi muito excitante transar com outra mulher!” “Então sim, filho, eu sou uma pagã.” Fez uma cara safada enquanto me olhava. “Quero que você e sua irmã experimentem isso comigo.” Continuou. “Fica me deixando muito excitada contar isso agora. Eu só quero te foder agora mesmo!”

A gente foi direto pro quarto dela. Ela subiu na cama, deitou nos travesseiros e abriu as pernas. “Vem comer a boceta da sua mãe, seu jovem chupador de pau… e filho da puta!” Riu. “Agora! Vem cá!” Eu estava deitado entre as pernas dela, pronto pra provar a boceta depilada, quando ela exclamou: “Quando a Júlia ver esse pau grande seu, ela também vai te comer!” Uau. Não conseguia acreditar que a mãe tinha falado isso. E depois o que veio em seguida. “A Ana e eu concordamos. Se a gente tivesse um irmão como você, a gente teria comido ele também.” Não, ela não suavizou nada. Ficou ainda mais louco.

Minha língua estava agradando o clitóris inchado dela enquanto ela gemia como uma vadia. A Patrícia estava animada. “Você vai entrar nisso comigo, seu safado!” Uma palavra suja atrás da outra. Tinha certeza de que era o diabo falando. “Me fode, Lucas! E pensa na Júlia hoje à noite quando enfiar esse pau enorme dentro da sua mãe!” Meu Deus. Comi a boceta dela enquanto ela se contorcia e xingava. Tenho certeza de que ela gozou pelo menos duas vezes antes de exigir que eu enfiasse meu pau nela. Foi além do mal. Não consigo nem descrever a eletricidade no ar. Meu orgasmo foi como um raio atravessando o corpo. Não sei quanto tempo a gente transou, mas foi diferente de tudo que eu já tinha sentido. A Patrícia estava pegando fogo. Estava muito além de transar com a Emília e o Beto. Meu Deus do céu… era pra lá que a gente estava indo.

A gente ficou deitado depois, suado. A Patrícia voltou a falar como uma pessoa normal. Como se tivesse trocado o canal. “Tem mais uma coisa que você precisa saber sobre a Ana. Ela está comendo o filho da Jana, o Breno.” Tinha que ser o barato dos comprimidos. A Patrícia parecia gostar de me chocar com uma revelação atrás da outra. “Vocês têm muito em comum. A Jana está comendo o Breno desde que ele fez dezoito anos.” Pareceu uma pergunta idiota quando eu perguntei: “Quantos anos ele tem?” Ela não hesitou. “O Breno está na Universidade Estadual da Flórida. Vai ser formado esse ano. Tenho certeza de que você vai conhecer ele na academia, mas ele treina a maior parte do tempo no complexo com a Ana.” Continuou. “O Breno faz parte do time de natação da faculdade e é bissexual, como a maioria dos caras que praticam esse esporte.”

Aí eu tive que perguntar: “O pai sabe de tudo?” Eu estava ali, depois de comer minha mãe ninfomaníaca, fazendo perguntas que nunca imaginei fazer uma semana antes. Não esperava a resposta que ela deu. “Seu pai está comendo a recepcionista dele há dois anos e Deus sabe quem mais. De qualquer forma, filho, a gente chegou a um acordo.” Essa talvez tenha sido a maior surpresa de todas. Eu me peguei prendendo a respiração pro que veio depois. “O Jaime está de boa com isso agora. Ha… Ele mentiu tantas vezes que eu contratei um detetive particular. Ele estava comendo a Gina no mesmo hotel toda semana. Quando a verdade saiu, a gente concordou que divórcio não era algo que nenhum dos dois queria.”

Dormi com a mãe aquela noite depois de transar como demônios. Informação demais girando na cabeça pra conseguir dormir. Meus mamilos doíam de novo depois que ela torceu eles várias vezes. Mesmo assim, era bom sentir o corpo nu dela encostado no meu. A ideia da Júlia comendo um cara mais velho me chocou, antes de pensar na minha própria situação. Veio uma certa calma quando percebi que a Patrícia confiava em mim. Sem mentiras, sem segredos, só a verdade.

Acordei com a Patrícia chupando meu pau, como se estivesse compensando o tempo perdido. Ah porra. Os peitos dela pressionavam meu corpo enquanto ela me deixava completamente duro. Montar em mim era o jeito favorito dela de transar. Ela demorou aplicando as ventosas nos meus mamilos e depois rebolou até gozar de novo. Dava pra ver que aquilo a excitava. Posicionou a boceta em cima do meu pau e desceu devagar. A bunda dela apertava minhas bolas, que ficavam pra fora por causa do anel. Ela me obrigou a ficar com ele a noite toda. Não parou por aí. Continuou girando as alças das bombas, puxando meus mamilos com força. Porra. Ela estava passando do meu limite de dor e adorava. Ficava tão excitada que não conseguia parar. Tão orgásmica. Eu me sentia um sacrifício pros deuses. Posso falar sobre adoração ao diabo depois. A Patrícia pulou de uma religião pra outra. Sexo virou nossa nova forma de culto. Dava pra ver que ela mal podia esperar pra me apresentar à doutrina do hedonismo psicológico.

A gente estava deitado se recuperando de novo quando a Patrícia perguntou: “Te excitou quando o Beto chupou seu pau?” Fez uma pausa. “Quando seu colega de quarto chupou seu pau, foi porque foi tão gostoso que você quis de novo?” Incrível como a liberação de endorfinas durante o sexo leva à verdade. “Pra ser sincero, sim, me excitou muito.”

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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