Resumo:
Lucas fica retido em uma pequena cidade quando seu carro quebra e decide passar a noite no hotel “O Érotica”. A recepção oferece quartos compartilhados, e ele acaba dividindo o quarto com Camila, uma hóspede mais velha, casada e insatisfeita com o casamento. Entre conversas, refeições e momentos de intimidade, os dois se aproximam rapidamente e passam três dias juntos, explorando uma conexão física que Camila nunca havia experimentado antes. Ao final da estadia, ela propõe uma relação estável fora do hotel.
Quando o carro do Lucas quebrou a quilômetros de qualquer lugar, ele conseguiu pegar uma carona com um caminhoneiro que o deixou na cidade mais próxima. A comunidade local tinha sido uma área deprimida depois que o moinho de algodão fechou, mas agora eles tinham revivido a sorte com um hotel e cassino chamado “O Érotica”. Como a oficina local disse que não poderiam ir buscar o carro dele até o dia seguinte, ele decidiu se hospedar no hotel, que ficava no que era o antigo moinho.
Claro que o lugar tinha sido modernizado e reformado com bom gosto, mas ainda havia algumas peças de equipamento antigas usadas como esculturas para lembrar a história. Lucas ficou um pouco surpreso ao ver que as atendentes da recepção estavam sem sutiã e que os carregadores pareciam saídos de um show dos Chippendales. As paredes estavam cobertas de murais com arte erótica e, no centro da recepção, uma fonte em formato de pênis jorrava água dentro de uma bacia em forma de vagina.
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Chegada ao hotel
Quando ele se aproximou do balcão, uma jovem muito bonita, com seios grandes, sorriu e perguntou qual era o seu prazer. Ele ficou confuso quando ela perguntou se ele queria um quarto individual ou para dividir. “Dividir?”, repetiu ele. “Sim, temos várias mulheres jovens, se for a sua preferência, e vários homens que também procuram companhia.” “Você está dizendo”, gaguejou ele, “que oferecem divisão de quarto com pessoas do sexo oposto.” “Claro. Mas se você for gay, também temos vários rapazes disponíveis para esta noite.”
Lucas não era puritano, mas aquilo parecia exagerado demais, então decidiu ficar sozinho. A atendente ficou surpresa, mas verificou a disponibilidade no computador. Depois de alguns minutos ela balançou a cabeça. “Sinto muito, não temos nada disponível para uma pessoa só. Posso colocar você na lista de espera. Enquanto isso, pode passar um tempo no cassino. A gente te chama pelo sistema de som.”
Ele começou a achar que estavam tentando enganá-lo, mas resolveu seguir o jogo. “Tá bom”, disse. “Quem são as mulheres que estão procurando dividir?” “Acho que você vai gostar da Camila Dior”, respondeu ela, virando o monitor para que ele visse a foto. Era uma morena bonita, um pouco mais velha que ele, mas definitivamente alguém que valia a pena. “Claro que a Camila vai querer ver você primeiro”, avisou a atendente. Lucas foi levado para uma área ao fundo da recepção, onde tiraram uma foto de corpo inteiro.
Depois de mais alguns minutos mexendo no computador, a atendente sorriu. “A Camila aceitou dividir o quarto. Ela é uma pessoa charmosa. Acho que vocês vão se dar bem.” Um carregador chamado Cadence, com o nome tatuado no peito, ofereceu-se para levar as malas, mas Lucas não tinha nenhuma. Com a chave na mão, subiu para o quinto andar, quarto 508.
Ele ficou nervoso parado na frente da porta. Em vez de usar a chave, bateu de leve. Ouviu movimento lá dentro e a porta se abriu. “Entra, entra”, disse ela, sorrindo. “Bem-vindo ao quarto 508. Eu já estava quase desistindo de encontrar alguém. Estava começando a achar que tinha algo errado comigo.” Ainda inseguro com a situação, ele murmurou: “Ah, eu acho que uma mulher bonita como você não precisa se preocupar com isso.”
Foi quando ele percebeu que havia apenas uma cama, king size, e um espelho gigante no teto. Camila sentou-se em uma das poltronas de veludo e cruzou as pernas, cobertas por meia-calça. “Você deve achar que sou uma vadia por fazer isso”, disse ela. “Mas sou casada com um empresário muito bem-sucedido em São Paulo, e ele é casado com o trabalho. Faz mais de um ano que a gente não transa. Na verdade, essa vai ser a primeira vez em mais de um ano. Sempre fui fiel, mas todo mundo tem um limite.”
Lucas, impressionado com aquela mulher de corpo curvilíneo e seios grandes, mal conseguia acreditar que qualquer marido conseguiria resistir a ela. Camila pegou o telefone. “Você já almoçou?” Quando ele respondeu que não tinha comido nada o dia todo, ela ofereceu-se para pedir para os dois. Ele concordou. Ela pediu um almoço gourmet e duas garrafas de champanhe.
Depois de dar vinte reais para o garçom, que usava apenas uma sunga, eles se sentaram à mesa perto da janela. Lucas não conseguia tirar os olhos dela. Cada vez que ela levava um pedaço de comida à boca, ele imaginava o que seria enfiar o pau ali. De vez em quando ela sorria, como se soubesse o que ele estava pensando. Quando as pernas deles se tocaram embaixo da mesa, ela parou por um segundo e olhou para ele com um brilho nos olhos. O pau dele ficou cada vez mais duro.
Quando terminaram de comer, ela limpou a boca com delicadeza e sugeriu que ele tomasse um banho. Vendo que ele estava nervoso, propôs que ficassem só abraçados na cama por um tempo, para ver o que acontecia. Ele concordou. “Eu também estou um pouco nervosa”, admitiu ela. “Não é o jeito mais comum de duas pessoas se conhecerem, mas quem sabe pode dar certo.”
Lucas entrou no banho e se lavou bem, especialmente o pau. Quando saiu, vestindo um dos roupões brancos de toalha, encontrou Camila tirando algumas coisas da mala, inclusive um vibrador grande. “Acho que você não vai precisar disso”, disse ele, apontando para o próprio pau. “Tenho um aqui que funciona bem.” “Que bom”, riu ela, jogando o vibrador de volta na mala.
Camila soltou o cabelo nos ombros e ficou ainda mais bonita. “Na contagem de três”, disse ela, “a gente tira o roupão e pula direto debaixo do lençol.” Lucas sorriu. “Beleza. Você conta.” “Um, dois, três”, gritou ela. Os dois riram e se jogaram na cama.
Encontro no quarto
O corpo dela colado no dele parecia ótimo. Em pouco tempo estavam se beijando e o pau dele pressionava a barriga dela. Ela desceu a mão e tocou. “Como é que liga isso aqui?”, provocou. Lucas ficou muito excitado, chutou os lençóis para o lado e começou a lamber os mamilos dela. Camila suspirou: “Isso é tão bom… tão, tão bom.”
Ele desceu a boca pelo ventre dela até chegar na boceta. Camila arqueou as costas. Ele lambeu a parte interna das coxas primeiro, fazendo o corpo dela tremer. Depois se ajoelhou no chão, puxou as pernas dela até a beirada da cama e começou a lamber devagar, abrindo os lábios com a língua. O espelho do teto deixava tudo mais excitante. Camila começou a gemer alto e o corpo dela tremia tanto que a cama balançava. Quando gozou, ela gritou para ele meter logo.
Lucas levantou, puxou ela para a beirada e enfiou o pau fundo. “Ai, porra”, gemeu Camila. Ele segurou as coxas dela e começou a meter com força, primeiro devagar, depois cada vez mais rápido. Ela segurou na cabeceira da cama enquanto ele ia e voltava sem parar. Os dois gozaram quase ao mesmo tempo. Depois ficaram deitados lado a lado, só segurando as mãos.
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“Foi o melhor sexo da minha vida”, disse Camila depois de um tempo. Antes que Lucas respondesse, ela desceu na cama, pegou o pau dele na boca e começou a chupar. “Merda”, gemeu ele. Ela chupava cada vez mais rápido, massageando os ovos também. Lucas repetia “merda, merda” até gozar na boca dela. Ela engoliu tudo.
Camila subiu de volta e se deitou ao lado dele. “Sabe de uma coisa?”, sussurrou. “Nunca dei o cu. Você acha que a gente pode tentar? Depois de você descansar um pouco, claro.” Ele ainda estava cansado, mas quando ela começou a acariciar o pau com os dedos quentes, ele ficou duro de novo. Virou ela de bruços na beirada da cama, passou um pouco de óleo e foi entrando devagar. Camila soltou um gemido longo enquanto ele ia fundo. Ele segurou os seios dela e meteu até gozar mais uma vez.
Depois disso, os dois ficaram deitados vendo um filme pornô na TV, se tocando de leve de vez em quando. Em um momento Lucas enfiou dois dedos na boceta dela e mexeu devagar. Camila ficou tensa, fechou os olhos e deixou que ele chupasse os mamilos no mesmo ritmo. Quando gozou, ela apertou as pernas para manter a mão dele ali por mais um tempo. “Não vou conseguir mais hoje”, sussurrou ela. “Pelo menos até mais tarde.”
Eles ficaram três dias no hotel. No final, Camila propôs comprar um apartamento para ele perto de onde morava em São Paulo e ainda arrumar um emprego com um dos amigos dela. “Você pode ter outras namoradas”, disse ela, “mas quero uma noite por semana só para mim. E não quero que você transar com nenhuma das minhas amigas.” Lucas aceitou na hora. Depois de uma noite por semana com Camila, ele duvidava que tivesse energia para mais alguém.
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