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Conto de corno: Minha primeira vez com mulher pra dar de presente pro marido

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Resumo:

Letícia e Rafael formam um casal de quarenta anos com quinze anos de casamento. Em uma conversa sobre o aniversário do marido, ele revela o desejo de vê-la com outra mulher. Inicialmente resistente por se considerar hétero, Letícia acaba conhecendo Amanda, uma amiga da academia divorciada. O contato entre as duas desperta sensações novas em Letícia, que começa a considerar a possibilidade de realizar o pedido do marido como presente de aniversário.

Aqui está sua História: Minha com mulher pra dar de presente pro marido

Meu nome é Letícia e sou casada com o Rafael. Estamos casados há quinze anos e acabamos de completar quarenta. A vida tem sido boa pra gente. Nossos filhos estão prestes a virar adolescentes, eu cuido da casa e a carreira do Rafael nas vendas vai bem. Nosso casamento é sólido, não sem dificuldades, mas firme.

Nossa vida sexual também anda boa. A gente se encontra umas duas vezes por semana. Às vezes eu deixo ele me virar de quatro pra ele resolver logo, outras vezes são aquelas sessões longas que eu gosto.

Nosso site parceiro nosso portal ES publica histórias similares em espanhol.

Nos conhecemos num casamento depois da faculdade e casamos logo em seguida. O que torna nosso casamento tão bom é que a gente entende que casamento é abrir mão pelo bem do casal. Ninguém ganha cem por cento, mas a gente ganha o suficiente pra continuar investindo. Os sacrifícios que fazemos, fazemos por amor. E é isso que me traz à nossa história.

Sempre tivemos uma boa vida sexual, mas sempre fomos só nós dois. Antes de nos conhecermos cada um teve outros parceiros, porém desde então só existiu Rafael e eu. Não somos swingers, nunca traímos. Já tivemos oportunidades, mas sempre viramos as costas. É engraçado e até bajulador quando casais nos chamam ou dão indiretas pra gente brincar junto, mas não é nosso estilo.

O que ainda faltava

Cada um tem suas taras e a gente já ajudou o outro a realizar algumas. Eu adoro chupar meu marido depois que ele goza dentro de mim. Gosto do gosto misturado no pau dele. É muito gostoso. Ele já deixou eu mijar nele também. Foi o maior sacrifício que ele fez. A gente riu bastante na hora, mas eu achei aquilo muito excitante, ver o xixi espirrando no peito dele. Costumo fazer isso depois que a gente faz as pazes de uma briga. Parece coisa de criança, mas é só brincadeira.

A maior delas foi a inversão de poder. Meu marido é hétero assumido e, quando contei que queria comer ele, ele acabou aceitando. Não ficou empolgado no começo, mas quando expliquei que queria segurar a cintura dele e meter com força, ele entendeu e concordou. Comprei um cinto com um dildo do lado de fora e outro menor curvado que entra em mim.

Ele vibra no ponto G e cada estocada me dá prazer também. Foi divertido. Ele gostou da submissão, a gente usou bastante lubrificante e não doeu muito pra ele, mas eu gozei bastante.

As maiores taras dele são com anal. Ele adora chupar minha bunda. Tenho a bunda pequena e apertada, os quadris não cresceram depois dos filhos. Boa genética, acho. Ele lambe, enfia o dedo, tudo. Normalmente eu fico de quatro. Quando ele está quase gozando, tira o pau, coloca um consolo e lambe meu cuzinho enquanto eu uso o vibrador.

Acho sujo, mas excitante, e sempre me faz gozar forte. Depois que eu gozo ou ele se acalma, volta pro sexo normal. Ele também gosta de me comer atrás. Não é minha preferida, mas faço umas duas vezes por ano. Consigo gozar com o vibrador no clitóris enquanto ele mete. Ele é paciente e nunca me machuca.

No dia seguinte é um pouco difícil evacuar, mas faço pelo casamento.

Ele também curte a nossa babá adolescente. Já fingi ser ela algumas vezes. Admito que é bem gostoso. Gosto tanto quanto ele. Por fim, ele adora gozar na minha cara. Não entendo, mas ele gosta da imagem, então faço.

Voltando à história. Há algumas noites estávamos deitados na cama antes de dormir. O aniversário dele se aproximava e perguntei o que ele queria fazer.

— Não precisa ser nada especial. Talvez a Clara fique com as crianças e a gente saia pra jantar.

— Clara, né? E depois quer que ela te chupe ou você coma ela quando voltar? — perguntei, rindo, enquanto segurava o pau dele.

Ele riu.

— Eu nunca vou dizer não a essa brincadeira. Mas nem estava pensando nisso.

— Então tem algo novo que quer tentar?

— Não, não é isso. Ficaria satisfeito só com sexo. Tem coisas que ainda não fizemos, mas nem estava pensando nisso. Só queria curtir meu aniversário.

— Coisas que ainda não fizemos? Eu já fiz de tudo.

Ele parou um instante.

— Nem tudo.

— Tá brincando? O que eu já recusei?

Ele me olhou nos olhos, segurou meu rosto e respirou fundo.

— Tá bom, não fica brava. Você que perguntou.

— Eu não fico, fala.

— Quero te ver com outra mulher. Não preciso participar. Só quero ficar olhando vocês duas transando.

Minha mão parou. Olhei pra ele, tentando entender se era sério.

— Tá brincando?

Ele desviou o olhar, respirou de novo e voltou.

— Não. Quero isso.

— Por quê? Pra poder comer ela?

Fiquei com ciúmes e não escondi.

— Não, de jeito nenhum. Só olhar. Posso até filmar umas partes.

— De jeito nenhum, Rafael! Nem pensar.

— Por que não?

— Pra começo de conversa, eu sou hétero.

— Então deixa ela fazer as coisas em você. Você não precisa fazer nada.

— Não! Por que trazer outra pessoa pra nossa cama? Eu não sou suficiente?

— Claro que é, Letícia. Para. Você perguntou, eu respondi. Esquece isso. Pelo amor de Deus.

Ele virou de costas sem nem dar boa noite. Eu percebi que tinha magoado ele. Tentei consertar, passei a mão no braço.

— Vai, desculpa. Eu exagerei. Não fica bravo.

— Não estou bravo. Só esquece, por favor.

Concordei e dormi. No dia seguinte tudo voltou ao normal, mas quando ele chegou em casa notei que ainda estava magoado. Me senti mal, mas não tinha interesse em mulher nem em trazer ninguém pra cama. Deixei o assunto de lado. Ainda assim a ideia não saía da minha cabeça.

Algumas noites depois, depois do sexo, estávamos deitados aproveitando o depois. Virei, belisquei os mamilos dele e comecei a chupar devagar.

— Tenho pensado no seu pedido de aniversário.

— Ai, Letícia, eu disse pra esquecer. Não quero briga.

— Não vou brigar. Só quero fazer umas perguntas.

Ele hesitou, depois se virou de lado.

— Tá bom. Pergunta.

— Tem alguma garota específica? Você pensou na Clara?

— O quê? Não. Ela acabou de fazer dezoito e é filha dos nossos amigos. Nunca.

— Então me explica. Ajuda eu entender.

— Não tem ninguém específico. Se você topasse, eu deixaria você escolher. Depende de como você preferir. Pode ser uma amiga ou uma desconhecida que nunca mais vai ver. Ia deixar você decidir.

Fiquei quieta pensando. Não via graça em nenhuma das opções. Gosto de homem. Gosto do meu marido. Até acharia outros homens atraentes se ele quisesse, mas outra mulher estava fora de cogitação.

— Tá, vamos supor que eu faça isso. Mas só se você chupar o marido dela também. Você faria isso só pra me ver?

Segurei o riso. Ele percebeu que eu estava zoando.

— Para. Você não quer me ver com outro homem. Mas, já que deixei você mijar em mim, se fosse realmente importante pra você, eu tentaria.

Ficamos em silêncio. Depois falei baixo.

— Acho que não sou tão generosa quanto você. Desculpa, Rafael. Eu sei que você quer, mas não consigo.

— Tá tudo bem. Não se preocupa. Já superei.

— Mas você ainda quer… né?

— Quero. Já falei. Mas não vai acontecer, então esquece.

Ele me deu um beijo e virou.

— Vou dormir. Te amo.

Faltavam poucas semanas pro aniversário. Combinei com a Clara pra noite inteira. Ela já ficou até de manhã várias vezes. Reservei um hotel perto do restaurante. Agora só faltava o presente. Não somos ricos, os hobbies das crianças gastam quase tudo. Enquanto pensava nisso na fila da cafeteria, esbarrei na Amanda. A gente se via na academia.

— Oi, faz tempo que não te vejo.

Abraçou e beijou meu rosto.

— Eu sei, andei preguiçosa e o trabalho está louco. Você está ótima.

Ri e girei devagar pra mostrar a roupa. Estava de jeans, bota e suéter, mas marcava bem a silhueta.

— Obrigada. Não é fácil.

— O que você vai fazer agora?

— Nada. Tirei o dia pra um compromisso e agora só queria tomar café.

— Tenho umas duas horas antes das crianças voltarem. Quer vir em casa bater papo?

— Se você não estiver ocupada.

— Bobagem. Vamos.

Ela me seguiu de carro. Sentamos na sala. Apesar de conhecê-la há uns dois anos, percebi que não sabia quase nada sobre ela. Amanda é coreana, tem um metro e sessenta e seis, uns cinquenta e nove quilos. É miúda. Os seios são maiores que os meus e a bunda também é mais cheia. Cabelo escuro até os ombros, preso num rabo de cavalo, olhos castanhos bonitos. Também estava de jeans e blusa.

Conversamos um pouco e depois perguntei do passado dela.

— Só te conheço da academia. Não sei quase nada.

Ela ficou tímida.

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— Não tem muito a contar. Sou divorciada, sem filhos, trabalho em marketing numa startup de medicamentos.

— Divorciada? O que aconteceu?

— Casei com alguém que não era o que parecia. No final era um filho da puta traidor.

Senti pena. Ela é bonita, simpática, jovem. Ninguém merece ser traído.

— E agora? Tá de boa sozinha?

— Saio um pouco, mas ainda estou machucada. Prefiro uns encontros casuais. Não acontecem sempre. Não quero relacionamento agora. É difícil reconstruir confiança.

Depois trocamos de assunto. Perdi a noção do tempo. Quando as crianças chegaram, ela foi embora.

Um presente diferente

Dias depois ela me mandou mensagem e marcamos almoço na casa dela. Fizemos salada, conversamos bastante. Apesar de eu ser seis anos mais velha, tínhamos bastante coisa em comum. Rimos por horas. Quando mencionei o aniversário do Rafael e a dificuldade de achar presente, ela perguntou:

— E o que ele quer?

— É que ele não curte muitas coisas. O hobby é golfe e ele já tem tudo. Acho que o jantar já seria suficiente, mas quero fazer algo diferente.

Ela riu.

— Com esse corpo você consegue pensar em alguma coisa.

— Já fizemos de tudo.

— Tem certeza?

— Tem uma coisa que ainda não fiz e não quero fazer.

Ela levantou a sobrancelha.

— O quê?

— Não posso contar. É muito safado.

— Vai, me conta. Não vou me chocar.

Olhei pra ela.

— Tá, mas você nunca pode falar nada se um dia encontrar ele. Ele quer me ver transando com outra mulher.

Ela esperou.

— E?

— E nada. É só isso.

— É um pedido bem comum. Você vai fazer?

— Não. Sou hétero.

— E daí?

— Como vou fazer sexo com uma mulher se não sinto atração?

— Nunca experimentou?

— Não. E você?

— Claro. Tinha uma amiga da faculdade que a gente transava. Ainda nos encontramos de vez em quando, mas sem sexo. Não tem nada igual ao toque de outra mulher.

Fiquei vermelha.

— Uau. Seu ex sabia?

— Sabia. Fizemos um ménage uma vez, mas era com ele e outro cara. Eu disse que podia trazer uma mulher, mas nunca rolou. Depois que casei, a gente parou. Quando descobri a , botei ele pra fora.

Ficamos quietas um instante. Depois ela falou:

— Se você quer dar algo especial pra ele, por que não?

Respirei fundo.

— Não sei. Quando olho pra um homem eu sei o que fazer. Com mulher… não sei. Colocar a cara entre as pernas de outra menina nunca passou pela minha cabeça.

Amanda sorriu.

— Eu entendo. Também só fiquei com uma mulher na vida. Gosto de homem. Mas sexo é como sorvete. Você pode preferir chocolate, mas se provar outro sabor ainda pode gostar.

Ri.

— Você é demais. Mas e se eu odiar?

— Só tem um jeito de descobrir.

Ainda rindo, concordei.

— Você me pegou.

Mudamos de assunto. Quando fui embora, nos abraçamos na porta. Ela segurou meu rosto e me deu um beijo de leve na boca. Meu coração disparou. Os lábios dela eram macios, diferentes dos do Rafael. Ficou só um segundo. Depois sorriu.

— E aí, gostou do outro sabor?

Gaguejei qualquer coisa, me virei e saí correndo pro carro. Não conseguia formar um pensamento direito. Borboletas no estômago, ofendida, excitada, mamilos duros, será que traí o Rafael, o que ia fazer de jantar. Tudo misturado. Cheguei em casa distraída, joguei energia nas tarefas domésticas.

Quando o Rafael chegou, estava quase pulando de alegria. Beijei ele com vontade. Ele retribuiu. Quando nos afastamos, ele sorriu.

— Uau, alguém sentiu minha falta.

— Você não faz ideia.

O resto da noite foi normal: jantar, crianças na cama. Depois ataquei ele no quarto. Tirei a cueca, deixei ele duro. Tirei minha regata e a calça de pijama. Fiquei só de calcinha, já molhada. Ele me deitou, abriu minhas pernas e massageou meus seios. Respirei mais rápido.

— Me chupa, amor. Por favor.

Ele desceu beijando minhas coxas. Senti a boca quente. Quando tirou minha calcinha devagar, cada pedaço de pele ficou sensível. Meu corpo inteiro pedia.

Naquela noite, depois de gozarmos juntos e ficarmos abraçados no escuro, percebi que a ideia não me assustava mais tanto. O beijo da Amanda tinha mexido comigo de um jeito inesperado, e pela primeira vez imaginei que talvez eu pudesse dar ao Rafael o presente que ele tanto queria.

Não era sobre substituir nada, era sobre confiar nele e em mim. Quando ele dormiu, fiquei acordada um pouco mais, pensando que o aniversário dele podia ser o começo de algo novo, sem pressa, só com a certeza de que estávamos juntos nisso.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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