Resumo:
Em um cruzeiro de aniversário de casamento, Camila encontra o primo do cantor Rafael Costa em um lounge do navio. O encontro evolui para uma interação íntima que o marido observa de longe. A mulher, incentivada pelo parceiro, explora a atração com o advogado de São Paulo, que a leva à suíte dele. Ao voltar ao quarto, Camila compartilha os detalhes da noite com o marido, reforçando o vínculo do casal por meio dessa experiência compartilhada.
Minha mulher adora o cantor Rafael Costa desde a adolescência. Hoje, aos 48 anos, ela está voando para Quito para ver o show dele à noite. Isso me lembra uma história boa de alguns anos atrás. Camila sempre colocava as músicas dele no carro quando íamos para o trabalho, cantava alto e ficava com aquele olhar distante, como se o ritmo a levasse para outro lugar. Aos 48 anos ela continuava linda, corpo ainda firme depois de criar nossa filha, e eu via como a paixão pela música dele mexia com ela de um jeito que ia além de fã comum. Quando comprou a passagem para o Equador, fiquei excitado só de imaginar o que ela contaria depois.
O Cruzeiro dos Cinco Anos
Camila e eu estávamos no nosso cruzeiro de cinco anos de casados, o primeiro viagem só nós dois depois da filha nascer antes do casamento. Demoramos cinco anos para conseguir esse tempo a sós. O navio saiu de Miami rumo às Bahamas, três noites de mar calmo e cabines com varanda. Na primeira noite entramos num lounge pequeno escondido na área das suítes luxuosas, luz baixa, sofás de couro macio, cheiro de perfume caro misturado com álcool. Quando sentamos, tinha um homem no canto, cerca de quarenta anos, cabelo escuro, terno bem cortado. Ele nos cumprimentou em espanhol perfeito: “Buenas noches!”. Camila olhou duas vezes e sussurrou que ele parecia conhecido. Depois de um drinque ela ficou mais ousada e disse que o cara lembrava o primo do Rafael Costa. Eu desafiei ela a ir perguntar, o coração batendo mais rápido só de pensar na possibilidade.
Esta história também existe em espanhol: o site Cuentos Eróticos.
Ela foi até a mesa dele. Descobriu que era Tiago Almeida, primo do cantor, advogado de São Paulo que cuida dos assuntos jurídicos da turnê. Tiago viajava junto nos shows, resolvendo contratos e problemas de última hora. Camila ficou animada, olhos brilhando, e quando ele convidou para tomar champanhe eu incentivei com um aceno. Eu também fui chamado, mas deixei os dois conversando e disse que ia ao banheiro. Dei a ela um sinal claro de que podia curtir a noite. Camila sabia das minhas fantasias e eu sempre incentivei as dela. Antes de sair do quarto eu tinha colocado um afrodisíaco na bebida dela, sabia que ia ajudar a soltar as inibições, deixar o corpo mais quente e sensível ao toque.
O Observador no Canto
Fiquei andando pelo navio uns trinta minutos, passando por corredores iluminados, sentindo o balanço suave do mar. Quando voltei, sentei num lugar onde eles não me viam, mas eu via tudo. Camila já estava sentada ao lado dele no sofá, pernas cruzadas, vestido leve subindo um pouco na coxa. Enquanto contava histórias engraçadas sobre shows do Rafael Costa, a mão de Tiago desceu devagar até a coxa dela. Ela não impediu. A mão continuou subindo por baixo do vestido. Eu via o dedo dele começar a mexer na boceta de Camila, deslizando entre os lábios molhados. Ela abriu mais as pernas, ofegante, rosto ficando vermelho. Eu tinha pedido para ela não usar calcinha e ela obedeceu. O dedo dele entrou e saiu devagar, depois mais rápido, e logo veio o primeiro orgasmo. Camila encostou a cabeça no ombro dele enquanto o corpo tremia, gemendo baixo, boceta apertando o dedo, suco escorrendo pela coxa. Depois inclinou o rosto para beijar Tiago, ainda gozando, língua enrolando na dele, mãos apertando o braço dele.
Eles riram, beberam mais champanhe, o líquido frio descendo pela garganta enquanto o calor entre as pernas continuava. Depois Camila resolveu retribuir. Passou a mão na calça dele, abriu o zíper e puxou o pau para fora, grosso, veias saltadas, cabeça rosada brilhando. Começou a masturbar devagar, unhas vermelhas subindo e descendo no pau, polegar espalhando o líquido que saía da ponta. Então se inclinou e colocou o pau na boca, língua lambendo a cabeça, sugando fundo, garganta relaxando. Tiago gemeu, segurou o cabelo dela, e gozou rápido, jorrando porra quente na boca dela, porra escorrendo pelo queixo, pingando no decote. Quando ela se ajeitou, tinha um pouco de porra no queixo. Eles riram de novo, limpando com os dedos, lambendo os restos.
Eu aproveitei o momento e voltei à mesa. Disse baixinho no ouvido dela que seria ótimo se ela fosse com Tiago até a suíte dele. Camila sorriu e respondeu: “Obrigada, amor.” Eu fingi estar enjoado do mar e disse que ia deitar no nosso quarto. Fiquei esperando, ansioso, pela volta dela com as histórias. Quando ela voltou de madrugada, entrou no quarto cheirando a sexo, pele quente, boceta ainda inchada e molhada. Contou tudo enquanto eu a fodia, gemendo os detalhes, e gozamos juntos pensando na próxima vez que ela pudesse repetir.
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