Resumo:
Em uma clareira na selva brasileira, Larissa exerce domínio sobre Lucas e Tiago durante um encontro intenso. Enquanto se envolve com Lucas, ela ordena que Tiago se ajoelhe para lamber seus pés suados e aliviá-los com a língua. Tiago obedece, explorando cada calosidade e cheiro forte dos pés da mulher. O encontro mistura desejo e submissão, culminando em uma noite selvagem marcada por poder e entrega.
Lucas não sabia dizer quanto tempo ficou ali, exposto por completo diante da pressão implacável da vontade dela, até que um brilho rompeu a escuridão. Ele percebeu o sorriso malicioso no rosto de Larissa. No instante seguinte, ela selou os lábios nos dele e passou as mãos com força pelo corpo musculoso dele. Lucas afastou o pânico aos poucos e se entregou ao prazer. Ela ainda dominava, mas aquela paixão ardente era melhor que o vazio. O cheiro de suor misturado ao da terra úmida da selva invadia tudo, e o calor subia pela pele dele como fogo lento.
Os Pés da Deusa
Larissa empurrou o peito dele com as duas mãos. Lucas caiu de costas sobre a comida espalhada, como se tivesse levado um golpe de sabre de luz. De pé, ela olhou o homem grande, descendo o olhar até o pau longo e grosso. Sentiu-se poderosa, gostosa. A Força não só corria por ela naquele dia: crepitava nos ossos, pronta para explodir. Deixou escapar um fio daquela energia. O pau dele tremeu em reverência. O vento quente da noite trazia o aroma de folhas podres e desejo cru.
Uma versão semelhante está disponível em a versão francesa para leitores franceses.
Larissa tirou as botas e o macacão justo. O calor da selva batia forte, mas ela ignorou o crepúsculo que caía. Ficou só de calcinha e sutiã esportivo, simples, dos que usa por baixo do uniforme. Ajoelhou-se entre as pernas de Lucas e ergueu o olhar para o pau verde que se erguia. “Hmmm… pronto, grandão?” O suor escorria entre os seios dela, e o gosto salgado da própria pele misturava-se ao ar denso.
Lucas soltou um grunhido cauteloso que virou um gemido fundo quando a boca dela envolveu a cabeça do pau. Larissa teve de abrir bem os lábios para caber. Selou a boca quente na pele e lambeu devagar. O pau pulsou forte, soltando um jorro doce. Ela saboreou, cantarolando baixo. Outro solavanco quase a tirou do lugar. Larissa respirou, esfregou o rosto no eixo e continuou lambendo. O som úmido ecoava na clareira enquanto as mãos dela apertavam as coxas grossas.
Sentiu de novo aquela presença necessitada pulsando pela Força. Olhou por cima do ombro, passando a bunda empinada. Tiago continuava parado, o pauzinho torto para o lado, como se soubesse que não merecia estar duro ali. “Ei, fracote. Não fica aí babando. Os pés da sua deusa estão doloridos depois de um dia inteiro lutando contra os Vong.” O coração dele batia descompassado, o rosto corado de vergonha e excitação misturadas.
Ele piscou, sem entender. “Desce aqui e adora meus pés!”, ela gritou, furiosa. As palavras cortaram o ar como chicote, e Tiago sentiu o corpo obedecer antes mesmo da mente registrar o comando. O chão frio sob os joelhos contrastava com o calor que subia do pau dele.
Tiago caiu de joelhos atrás dela. Larissa segurou o pau de Lucas com uma mão e continuou masturbando devagar, balançando o quadril devagar para incentivar o fraco. Ele ainda não sabia o que fazer. “Coloca a cara nos meus pés, caralho!” O cheiro forte dos pés suados invadiu o espaço, ácido e doce ao mesmo tempo, misturado ao aroma de terra e folhas.
Ele encostou o rosto com cuidado. Lágrimas escorriam. Larissa sentiu nojo. “Cheira! Sente o cheiro da sua deusa, Kung.” Tiago estava humilhado e excitado ao mesmo tempo. O aroma forte dos pés invadiu o nariz dele, primeiro ácido, depois mais doce. Ele respirou fundo, repetidas vezes. O embaraço sumiu num nevoeiro quente. “Bom menino”, Larissa murmurou. “Agora lambe. Alivia os pés cansados da sua deusa com a língua.” A língua dele tocou a sola quente, explorando cada calosidade com devoção lenta.
Pela primeira vez desde que tudo começou, Tiago respondeu com vontade de verdade. Ele esfregou a bochecha na sola grossa, quente, e passou a língua devagar por cada ruga e calo. Beijou o arco até o tendão e chupou o calcanhar inteiro, olhos fechados. Trocou de pé, babando, lambendo a pele dura, explorando cada textura. Enfiou o nariz entre os dedos e aspirou o cheiro forte de vinagre. A língua entrou entre os dedinhos, provando o gosto azedo. Chupou cada um deles, soltando com um estalo. Tentou enfiar todos os cinco na boca de uma vez e engasgou. O som molhado misturava-se aos gemidos distantes da mata.
O barulho molhado que ele fazia misturava com os sons que Larissa fazia chupando Lucas. Tiago ergueu o olhar por entre as coxas dela e viu Larissa descendo a boca no pau verde grosso. Um cheiro novo, mais delicado, chegou até ele. Olhou para a mancha úmida na calcinha dela. A excitação era clara. Ele se aproximou, agarrou os quadris dela e enterrou o rosto entre as nádegas, lambendo o pano encharcado. O gosto salgado da boceta dela através do tecido encharcado o fez gemer baixo.
Larissa sentiu o fraco finalmente ceder. As mãos dele apertavam com fome agora. Ela se levantou um pouco, sentou nos calcanhares e deixou que ele rolasse de costas para continuar lambendo. Desceu devagar, sufocando o rosto dele com o peso do corpo. Lucas se levantou e se aproximou. Larissa tirou o sutiã branco num movimento só e jogou de lado. Ele se inclinou, segurou os seios pequenos dela e apertou devagar. Os polegares rolaram os mamilos até endurecerem. Os lábios se encontraram de novo. Ele beliscou os bicos e puxou de leve. Larissa soltou um gritinho. Lucas segurou o queixo dela, apoiou o pau na língua estendida e, quando ela não avançou, bateu a cabeça na língua duas vezes antes de empurrar para dentro.
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A boca dela se abriu. Lucas segurou a cabeça com as duas mãos e começou a meter devagar, firme, alimentando o pau centímetro por centímetro. Larissa engasgou, babou, mas não recuou. Ele sentiu o controle sumir e acelerou, enfiando até o fundo da garganta dela. Tiago, ainda deitado embaixo, viu o pau verde desaparecer quase inteiro na boca da deusa. Lucas gemeu baixo, as coxas tremeram e ele gozou fundo, pulsando na garganta dela. O esperma quente escorreu pela boca dela enquanto ela engolia com fome.
Larissa engoliu tudo. Levantou-se devagar, passou as mãos pela garganta e pelo peito, sentindo o calor do sêmen dentro de si. A Força pareceu mais forte. Olhou para os dois homens ofegantes no chão. Tinha acabado de começar. Puxou a calcinha para baixo com um gancho de dedo e a jogou na cara de Lucas com a Força. Em seguida desceu sobre o rosto de Tiago, mergulhando ele de novo na escuridão. O orgasmo dela explodiu em ondas intensas, o corpo tremendo enquanto a boceta encharcada cobria a boca do submisso. O gozo dela escorreu quente sobre o rosto dele, marcando o fim daquela noite selvagem na selva brasileira.
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