Resumo:
Camila e Beatriz mantêm um relacionamento secreto que se intensifica quando a filha é amarrada com lenços de seda na cama. Enquanto Beatriz provoca Camila com toques e carícias, elas são interrompidas pela chegada inesperada de Larissa, que quase as descobre. Depois de despistarem a amiga, as duas retomam o momento de intimidade antes que outra visita aconteça.
Passaram-se alguns dias desde aquela noite com a cinta. O apartamento parecia carregado, como se o ar guardasse cada gemido e cada estocada. Elas ainda iam aos encontros, ainda riam com o grupo e fingiam que nada mudara. Mas toda vez que os olhares se cruzavam no boteco ou no carro, o segredo pulsava entre elas, quente, perigoso e vivo. Camila sentia o corpo reagir só de lembrar o cheiro de suor de Beatriz misturado ao dela, o som da carne batendo, a umidade escorrendo pelas coxas.
Era quinta à noite. Larissa tinha mandado mensagem no grupo mais cedo: cinema com Ana e Patrícia, chegava por volta das onze e meia. Dava tempo de sobra para brincar. Camila chegou primeiro, o pulso já acelerado. Passara o turno inteiro no boteco pensando nas mãos de Beatriz, na boca de Beatriz e no jeito que a mãe montara no dildo roxo como se fosse dono dele. O cheiro de feijoada do almoço ainda pairava, misturado à excitação que subia.
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Beatriz entrou às oito e quinze, chutando as botas, o cabelo bagunçado pelo vento. Viu Camila parada no corredor, vestindo apenas uma camisa velha de Beatriz, aberta até o meio, mangas dobradas e a barra mal cobrindo a bunda. O ar condicionado zumbia baixo, mas o calor entre as duas era maior.
Amarras de seda
— Jesus, Camila. Tá querendo me dar um ataque antes de começar? Beatriz largou a bolsa no chão, os olhos percorrendo o corpo da filha devagar.
Camila se aproximou, a voz baixa. — Fiquei molhada o dia todo, mãe. Pensando em você me amarrando. Em não poder te tocar de volta. O gosto de Brahma ainda estava na boca dela do boteco, mas agora queria outro sabor.
Os olhos de Beatriz escureceram. Ela trancou a porta da frente, o trinco soando alto no silêncio do apartamento. O coração batia forte, o medo de ser descoberta misturado à vontade.
— Na nossa cama. Agora.
Elas foram para o quarto, o quarto delas agora, o mesmo que dividiam desde que Camila voltara. Beatriz pegou dois lenços de seda na gaveta, os que usava em jantares chiques quando ainda bebia. Camila deitou de costas, braços acima da cabeça. Beatriz montou em seus quadris, joelhos prendendo os lados de Camila, e passou os lenços devagar pelos pulsos, amarrando-os nas ripas da cabeceira. Não apertado demais, só o suficiente para Camila sentir a restrição e o desamparo. O tecido frio contrastava com a pele quente.
— Você fica boa assim. Minha filha, toda amarrada pra mim. Sem fugir hoje. Beatriz passou a mão pelo peito de Camila, sentindo os mamilos endurecerem.
Camila puxou de leve, testando os lenços. Eles seguraram firme. A respiração dela acelerou. O cheiro de suor começava a subir, doce e salgado.
— O que você vai fazer comigo, mãe?
Beatriz se inclinou, os lábios roçando a orelha de Camila. — Te provocar até você implorar. Depois te foder até você esquecer o quanto isso é errado. O hálito quente fez Camila tremer.
Ela desceu beijando o pescoço de Camila, devagar e deliberado. Abriu o resto da camisa, expondo os seios pequenos, os mamilos já duros. Chupou um deles com calma, depois mordeu de leve. Camila arqueou o corpo, os pulsos tensionando a seda. O som úmido da boca ecoava.
— Por favor, mãe… me toca mais embaixo. Camila mexeu os quadris, tentando encostar.
Beatriz sorriu, safada. — Paciência, gata. Anos de decisões ruins me ensinaram a prolongar isso. Ela desceu beijando barriga e ossos do quadril, depois se acomodou entre as coxas abertas de Camila. Ela já brilhava, inchada. Beatriz soprou ar frio sobre o clitóris, vendo-o tremer. Camila soltou um gemido baixo.
— Mãe… não provoca. Eu preciso disso… A buceta latejava, molhada escorrendo.
— Você recebe o que eu dou. Beatriz lambeu uma vez só, língua larga e plana, da entrada até o clitóris. Os quadris de Camila saltaram. Beatriz os prendeu com as duas mãos.
— Fica parada ou eu paro. O gosto salgado invadiu a boca de Beatriz.
Camila mordeu o lábio e assentiu. Beatriz lambeu de novo, círculos lentos ao redor do clitóris, sem encostar direto. As coxas de Camila tremeram. Suor brotou na pele. Caralho, mãe… você tá me matando. Eu sinto o cheiro de como estou molhada por você.
Beatriz soltou um gemido baixo, a vibração contra a boceta de Camila. — Gosto de pecado, gata. De tudo que eu não devia querer.
Por fim chupou o clitóris com suavidade, depois com mais força. Enfiou dois dedos devagar, curvando-os. Camila gemeu, a cabeça revirando no travesseiro. Porra… aí mesmo. Não para. Os dedos entravam e saíam com som molhado.
Quase pegas
Beatriz tirou os dedos exatamente quando os quadris de Camila começaram a persegui-los. — Não… não, mãe, por favor… Camila puxou as amarras, desesperada.
— Ainda não. Beatriz subiu, montando no peito de Camila, o robe se abrindo. Sua boceta estava escorregadia, pairando a centímetros da boca dela.
— Me prova primeiro… você tem que merecer. O cheiro forte de excitação subiu.
Camila esticou o pescoço, a língua saindo. Beatriz baixou só o suficiente para o contato, esfregando devagar contra os lábios e a língua de Camila. Ela lambeu com vontade, sugando o clitóris de Beatriz, sentindo o gosto salgado e doce. Beatriz rebolou, a mão na cabeça de Camila. — Isso… come sua mãe como uma boa menina.
Camila gemeu contra ela, a vibração fazendo Beatriz tremer. O celular de Beatriz vibrou na mesinha de cabeceira, alto e insistente. Beatriz parou. A língua de Camila parou. Beatriz estendeu a mão, olhou a tela. Era Larissa. — Merda… Ela adiantou. Disse que está a cinco minutos.
Os olhos de Camila se arregalaram. — Mãe, me solta… Rápido, por favor. O coração martelava.
Beatriz se apressou, desamarrando os lenços com dedos trêmulos. Camila fechou a camisa de um puxão, o coração martelando. Beatriz pegou a cinta debaixo da cama, enfiou tudo na gaveta junto com os lenços. Elas alisaram o cabelo e arrumaram a roupa. O rosto de Camila estava vermelho, os lábios inchados. O robe de Beatriz estava torto.
A porta da frente rangeu. Chaves entraram na fechadura. — Ei! Vocês estão aí? Trouxe biscoitos de emergência… veganos, aprovados pra quem não bebe!
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Beatriz respondeu, a voz firme mas um pouco alta demais. — Aqui! Só… terminando um momento mãe e filha.
Larissa apareceu na porta do quarto, segurando um pote. Franziu a testa. — Por que tá cheirando a… sexo e pânico aqui dentro? E por que vocês duas estão ofegantes como se tivessem corrido uma maratona?
Beatriz cruzou os braços, o sarcasmo clássico voltando. — A gente tava fazendo ioga. Alongamentos profundos. Sabe, resolvendo nossas questões. Quer participar da próxima?
Camila riu, agudo demais. — É, cachorro olhando pra baixo bem intenso.
Larissa ergueu uma sobrancelha, mas deu de ombros. — Tanto faz. Os biscoitos estão na bancada. Vou pegar meu carregador e sair de novo.
Desapareceu pelo corredor. Assim que a porta da frente bateu, Beatriz se virou para Camila, os olhos flamejando. — Quase fomos pegas e eu ainda tô pingando. A buceta latejava, úmida.
Camila pegou a mão de Beatriz e a puxou de volta para a cama. — Termina o que começou. Me fode rápido. Forte. Antes que ela mude de ideia e volte. Os dedos de Camila já procuravam o pau de borracha.
Beatriz não hesitou. Empurrou Camila para baixo, abriu suas pernas e enterrou o rosto entre elas. Língua rápida, dedos bombeando fundo. Camila mordeu a própria mão para abafar os gemidos. Isso… mãe… aí… eu vou gozar… O orgasmo se aproximava forte.
Beatriz chupou com força. Camila se desfez, as costas arqueando, as coxas apertando a cabeça de Beatriz, um grito abafado e rouco. O gozo jorrou, molhando o queixo de Beatriz. Beatriz subiu, beijou Camila fundo, deixando-a sentir o próprio gosto.
— Agora é sua vez de me fazer gozar, gata. Rápido. Beatriz abriu as pernas, a boceta encharcada brilhando.
Camila virou as posições, mergulhou entre as pernas de Beatriz. Lambia com fúria, sugando o clitóris da mãe, dois dedos curvados por dentro. A mão de Beatriz fechou os lençóis. Porra… isso… minha filha… faz sua mãe gozar… Os quadris rebolavam contra a boca de Camila.
Ela gozou forte, os quadris empurrando, um gemido baixo engolido pelo travesseiro. O leite escorreu pelos dedos de Camila. Desabaram, ofegantes. Beatriz puxou Camila para perto, beijou sua testa e depois a boca, devagar e doce.
— Isso foi perto demais.
— Eu sei. Meu coração ainda tá batendo forte. Mas… caralho, ficou mais gostoso. E se da próxima vez a gente não parar mesmo que alguém estiver aqui? Camila apertou o corpo contra o de Beatriz.
Beatriz riu baixo, um pouco trêmula. — Você vai nos meter em encrenca, gata.
Elas ficaram ali, enroscadas nos lençóis, ouvindo a cidade lá fora. A fome estava mais forte agora. E mais arriscada. O suor secava devagar enquanto os corpos se acalmavam, mas o desejo já planejava o próximo risco.
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