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Conto de sodomia: A cientista se fez burra e agora quer foder

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Resumo:

Larissa Mendes, uma executiva e cientista de sucesso, utiliza uma tecnologia experimental para reduzir sua própria inteligência e alterar sua aparência, transformando-se em uma loira voluptuosa. Após perder o controle sobre o dispositivo que gerencia suas alterações, ela se vê incapaz de recuperar sua personalidade original. Desorientada e dominada por impulsos físicos intensos, procura Felipe, o técnico de laboratório que conhece os segredos da fórmula. A narrativa acompanha o conflito interno de Larissa e a reação de Felipe diante da situação, explorando as consequências de suas escolhas.

Sara ficou pensando, angustiada. Que porra eu faço agora? Bruno tinha deixado ela em casa bem cedo na manhã de domingo. Entrou pra dar uma rapidinha de despedida e saiu logo depois, prometendo ligar mais tarde. Ela tomou um banho demorado e apagou pelo resto do dia. Quando acordou, já estava escuro lá fora.

Mesmo burra como estava, Larissa ainda tinha os hábitos de sempre. Sabia que precisava se arrumar pro trabalho na segunda e, principalmente, voltar ao normal. Antes de se transformar, ela tinha deixado instruções bem claras pra si mesma. Colocou um post-it no tablet explicando como carregar o perfil “Eu”. A primeira coisa que mandava era apertar “Carregar Perfil”.

Se você lê francês, o site francófono oferece o mesmo estilo de conteúdo.

Mas ela subestimou o quanto ficaria burra. Primeiro apertou o botão escrito no papel, como se aquilo fosse funcionar. Apertou várias vezes até perceber o erro, arrancou o post-it e olhou a tela. Em algum momento, com tantas batidas, tinha trocado de tela. O botão “Carregar Perfil” simplesmente sumiu. Ela lembrava que tinha criado e carregado perfis antes, mas agora não fazia ideia de como fazer aquilo de novo.

Que merda eu vou fazer? Pensou. Tô presa. Presa assim. Presa como uma loira gostosa e burra. “Hmmm…” gemeu baixinho. Depois de dormir o dia inteiro sem gozar, o tesão estava insuportável. “Porra, tô com muito tesão”, disse em voz alta, se esfregando. “É difícil pensar quando tô assim…”

Deixou o tablet de lado, abriu a gaveta da mesinha e pegou o vibrador.

Perdida no Prazer

“Sua vadia burra do caralho.”

O sol da manhã entrava pelas janelas do quarto. O vibrador zumbia sem parar. Larissa gemia e se revirava na cama. Estava presa num ciclo sem fim. Os hormônios estavam à flor da pele, como sempre. Não estava inteligente o suficiente pra descobrir como recuperar a cabeça. E ficar imaginando que agora era uma loira gostosa e burra só aumentava ainda mais o tesão. Cada vez que tentava raciocinar, ficava excitada, se distraía e depois se xingava por ser tão idiota, o que só a deixava mais molhada. Era impossível encontrar qualquer solução. Passou a noite inteira se masturbando. Quando o tesão baixava um pouco, forçava o cérebro limitado até o limite e falhava. Aí voltava a se xingar.

“Vadia burra e inútil”, repetia pra si mesma enquanto o sol nascia. “É só pra isso que você serve. Só sabe foder como uma puta.” Apertava os mamilos duros. “Você é só um brinquedinho sexual.” Pegou o vibrador, enfiou entre as pernas e começou a bombear com as duas mãos, rebolando contra o colchão. “Sua puta burra e tarada”, gemeu enquanto gozava de novo, esguichando.

Felipe franziu a testa quando bateram na porta do laboratório. Por que não entravam direto? Ninguém ligava pra ele mesmo, então por que fingir que precisavam de permissão? No fundo sabia que, se a pessoa entrasse sem bater, ele também reclamaria da falta de respeito. Estava irritado pra caralho, mais que o normal. Na verdade, era mais depressão do que raiva. A vida era muito injusta.

Tinha feito umas coisas questionáveis? Sim, talvez. Mas não era culpa dele. Se ao menos tivesse recebido algum reconhecimento… Uma garota decente que visse que ele era gente boa e não ia enganar ela. Ou um chefe que percebesse que ele era mais capaz que um simples técnico de laboratório. Alguém que lhe desse uma chance. Mas não. Ia ficar preso em trabalhos medíocres pro resto da vida, à mercê dos executivos lá em cima, que faziam coisas bem piores e nunca pagavam por isso. E, por causa da falta de sucesso na carreira e no dinheiro, também nunca ia ter sucesso na vida pessoal.

Burro, burro, burro, pensou de repente, tentando sair daquele pensamento sombrio com um movimento de cabeça. Era exatamente essa linha de raciocínio que o tinha metido nessa encrenca toda. Achar que não tinha mais nada a perder. Que gente como a Dra. Mendes recebia mais reconhecimento do que merecia, quando na verdade não era mais inteligente que ele. Quando Rafael se aproximou pedindo que aplicasse a fórmula I-New nela, Felipe aceitou na hora. Queria derrubar a “gênia” e ao mesmo tempo se aproximar de um executivo da BioTech Brasil. Rafael devia ter reconhecido o talento dele pra ir direto ao seu encontro. Aquilo seria o começo da ascensão dentro da empresa.

Não era só isso. Felipe também tinha motivações menos nobres. Se a I-New funcionasse como deveria, ele imaginava ter uma mulher completamente sem inibição nas mãos. A Dra. Mendes não era feia, e um pouco de Enhancin resolveria o resto. Nunca importou que Rafael não tivesse pedido pra misturar aquilo na fórmula. Era um fetiche dele: ver aquela cientista brilhante e reconhecida reduzida a um ser movido só por instinto. Mas tudo deu errado. A explosão que ele armou matou dois técnicos. E quando Rafael descobriu que a fórmula não tinha surtido efeito nenhum na Dra. Mendes, surtou de vez. Tudo tinha sido em vão, e o único resultado foi Rafael agora ter Felipe pelas bolas, mandando nele o tempo todo.

Agora Rafael tinha partido pro próximo plano com a nanotecnologia, e dessa vez funcionou com Larissa Mendes. Felipe nunca esteve numa posição pior. Ou Rafael ou a própria Larissa podiam acabar com ele num segundo. Ele era diretamente responsável por injetar nanites em vários funcionários, inclusive numa executiva. Uma executiva com quem já tinha transado algumas vezes, mesmo antes dela mudar a aparência. Que fraco e patético ele era, igual na vida pessoal: transava com qualquer uma que aceitasse, não importava o quanto achasse feia.

Tudo isso deixou Felipe no limite, especialmente deprimido naquela manhã. Com a depressão veio uma clareza cruel. Ele sabia que era medíocre. Sempre dizia que tinha sido Summa Cum Laude em Biotecnologia na melhor universidade do país, mas era a melhor só em Filosofia Grega. Universidade particular, não pública. Turma de doze alunos. Os discursos de “bonzinho sempre fica por último” serviam pra disfarçar que ele não conseguia chegar numa garota bonita e simplesmente conversar. Ninguém o tinha ignorado de verdade. Ele simplesmente era comum. Pensamento desanimador. Era baixa autoestima ou ele estava finalmente reconhecendo a verdade? Difícil saber, estando tão pra baixo.

Bateram de novo.

“Entra logo”, gritou, irritado.

A porta se abriu e, mesmo já tendo acontecido algumas vezes, ele se surpreendeu. Larissa Mendes entrou, não como ela mesma, mas na versão absurdamente gostosa, enrolada num sobretudo longo, braços cruzados. Dava pra ver que estava angustiada e com tesão de novo, mas tinha algo diferente no olhar. Os olhos pareciam vazios, sem aquela atenção afiada que sempre deixava Felipe nervoso, não importava a aparência dela.

“Você tem que me ajudar!”, explodiu logo. “Eu fodi tudo, fodi muito feio!”

“É, tá bom”, gaguejou Felipe, esquecendo por um instante os próprios problemas. Mesmo com tudo que já tinha acontecido entre eles, nunca a tinha visto tão descontrolada. “Me conta o que aconteceu?”

“Não consigo voltar ao normal”, balbuciou ela, ainda agitada. “Você não consegue voltar…?”

“Alguma coisa aconteceu com o tablet? Porque eu posso carregar outro…”

“Não, não é isso. Eu tenho o tablet.”

“Ah, então… as nanites acabaram? Eu não posso acelerar isso, como você sabe…”

“Hmmm… o quê? Não, acho que não é isso…”

“Beleza…” Felipe ficou sem saber o que dizer. “Então o que foi?”

Houve uma pausa curta.

“Eu… eu não sei usar.”

“Você ‘não sabe usar’? Como assim?”

Felipe franziu a testa, mas já começava a entender o que tinha acontecido.

“Claro que sabe. Você já usou antes…”

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“Eu sei que usei… só não consigo… lembrar como.”

A executiva gostosa gesticulou com os braços finos e definidos, fazendo os peitos grandes balançarem. “Você esqueceu como usar?”

Felipe sentiu o coração acelerar. Agora tinha certeza. Sabia exatamente o que ela tinha feito consigo mesma, embora mal conseguisse acreditar. Queria tanto que fosse verdade que duvidava se não estava se iludindo.

“Como é possível você ter esquecido?”

“Eu te falei… eu fodi tudo. Muito feio.”

“Como, exatamente?”

“Eu, hmmm… usei o tablet…” Parou, tentou de novo. “Usei. Pra…”

Felipe esperou, o coração martelando no peito, prendendo a respiração sem perceber. Depois de alguns segundos, Larissa conseguiu falar, com uma voz pequena e derrotada que ele nunca tinha ouvido dela.

“Eu me deixei… burra.”

Sim! Quase gritou. Todos os pensamentos de depressão e autopreservação sumiram na hora. Ao ouvir aquilo, Felipe sentiu uma ereção forte latejar dentro da calça, o sangue subindo rápido. Aquela loira gostosa, tarada, peituda… agora burra feito uma porta. E o mais quente de tudo: ela mesma tinha feito isso. Apesar de ser inteligente, bem-sucedida e rica, Larissa Mendes escolheu virar uma bimbo loira gostosa. Agora estava ali, no laboratório dele. Felipe mal acreditava na sorte. Por mais atraente que ela já fosse, saber o que tinha feito consigo mesma a deixava dez vezes mais desejável. A única coisa que conseguia pensar era em abrir aquelas coxas longas e foder aquela puta burra.

E aparentemente Larissa estava na mesma sintonia. Quando admitiu, bem na hora que disse a palavra “burra”, os olhos azuis claros semicerraram e ela tremeu. Os lábios grossos se abriram num gemido baixo. Abriu o sobretudo e Felipe viu que estava usando só uma gata-doll preta curta por baixo.

“Meu Deus, eu não sei o que fazer”, gemeu. “Tô burra e com muito tesão…” Começou a se tocar sem pudor nenhum na frente dele.

“Eu consigo te arrumar”, soltou Felipe imediatamente. A ereção doía.

“Sério?”

Os olhos dela se iluminaram de esperança, mesmo enquanto continuava se masturbando.

“Mas não aqui”, acrescentou Felipe. “Tudo que eu preciso tá no meu apartamento.”

“Ah.” Larissa fez cara de leve desconfiança por um segundo, e o coração de Felipe parou. Mas logo a expressão sumiu e um sorriso largo e luminoso apareceu no rosto bonito. “Tá bom, vamos.”

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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