Resumo:
Larissa chega ao apartamento de Rafael na manhã seguinte a uma noite agitada e transforma o momento em um café da manhã íntimo. Após o encontro, ela prepara café com ritual próprio e conversa sobre preferências e hábitos cotidianos. A chegada inesperada de Felipe traz um pedido de desculpas, que é recebido com reservas por ambos. Mais tarde, os dois seguem para um shopping discreto, onde Larissa acompanha a prova de roupas feitas sob medida por uma alfaiataria conhecida.
Vanessa praticamente ronronou ao pressionar os quadris contra os dele e sentir o pulso seguido do gozo. A cabeça inclinada para trás, ela lambeu os lábios devagar. James, perdido no orgasmo mais intenso da vida, mal percebeu. Larissa cavalgava sem parar, a buceta quente apertando a rola dele enquanto o esperma jorrava dentro, encharcando tudo. O cheiro de sexo preenchia o quarto, suor escorrendo entre os peitos dela, os mamilos duros roçando no peito dele. Rafael gemeu rouco, mãos apertando a bunda redonda dela, sentindo cada contração da xoxota molhada ao redor do pau latejante. Porra, aquilo era demais. Ela desceu mais fundo, rebolando devagar, prolongando o prazer até o último tremor.
Café da manhã intenso
Na manhã seguinte acordou enroscado entre Ana e Beatriz. Elas recolheram as coisas, deram abraços e beijos leves na saída e foram cuidar da vida. Pouco depois, uma batida suave na porta anunciou Larissa. Ela apareceu com a cabeça inclinada, comentou que, mesmo depois da noite com as duas, ele ainda acordara com uma vitalidade completa. Em seguida deu um sorriso safado, pousou a mão no peito dele e o empurrou de volta para o sofá. Chamou aquilo de café da manhã. Rafael sentiu o corpo dela pressionando contra o seu, a mão descendo até apertar a verga já dura por baixo da toalha. Larissa beijou o pescoço dele com fome, mordiscando a pele enquanto tirava a própria blusa, deixando os peitos à mostra. Os mamilos rosados chamavam atenção. Ela desceu beijando o peito, a barriga, até abrir a toalha e engolir o pau num só movimento. A boca quente chupava fundo, língua lambendo o saco, saliva escorrendo pela rola grossa. Rafael gemeu, dedos enfiados no cabelo dela, quadris empurrando devagar para dentro da garganta molhada.
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Duas horas depois, ainda ofegante, Rafael conseguiu falar. Que bom que você gostou do cardápio. Eu pensei em você na hora de montar. Larissa riu baixo, beijou a testa dele e saiu devagar do colo, prolongando o contato até a ponta escapar. Rafael sentiu um tremor residual. Olhou o relógio e praguejou. Merda. Não chegamos no trabalho a tempo. Larissa já vestira a camiseta que ele havia jogado no chão e caminhava descalça até a cozinha. Sorte sua que sua assistente remarcou tudo e marcou você como fora do escritório o dia inteiro. Que sorte a minha ter uma assistente tão eficiente, ele respondeu, arqueando a sobrancelha. Ela soltou uma risada curta. Realmente, você é um homem de sorte.
Enquanto preparava café no coador, ela ignorou a cafeteira dele e montou seu ritual com termômetro, água filtrada e grãos dosados. Os suprimentos dela apareciam no apartamento quase toda vez que ela vinha, e a coleção só aumentava. Entregou a xícara fumegante e sentou ao lado dele no sofá. O primeiro gole fez Rafael fechar os olhos e soltar um som satisfeito. O que você tem com café? perguntou. Cafeína nem faz efeito em você, né? Larissa deu de ombros. É a maior contribuição cultural da humanidade. Se vou beber, bebo direito. E, sim, a cafeína faz efeito quando eu quero. O mesmo vale para álcool e maconha. Outra coisa que os humanos acertaram. E quando você não quer? ele insistiu. Aí não faz.
Rafael ficou quieto um segundo. Isso é… bem legal, na verdade. Ela piscou para ele. O torradeira saltou. Larissa voltou com torradas passadas na manteiga, entregou um prato e sentou de novo. Ele brincou sobre o contraste entre o café excelente e a torrada simples. Ela respondeu, sem hesitar: Ótimo. Porque eu não vou aprender a cozinhar pra você. Ele ainda não entendia por que ela se dava ao trabalho de comer, mas deixou pra lá. Ia falar algo quando ouviu a batida na porta. Vestiu uma calça de moletom, decidiu ficar sem camisa porque Larissa usava a dele, e abriu. Felipe estava do outro lado, com cara de ressaca e de quem se sentia constrangido. Segurava um papel dobrado. Ia enfiar isso embaixo da porta, disse ele, mas ouvi vozes e resolvi bater.
Ficou em silêncio até Rafael esperar. Por fim, desabafou o pedido de desculpas. Tinha sido babaca sem motivo, tinha surtado ao ver as mulheres bonitas ao redor dele e agora reconhecia que não tinha desculpa. Rafael ouviu até o fim. Agradeço, mas não sou só eu que mereço desculpa. Empurrou a porta o suficiente para Larissa aparecer. Ela ficou um passo atrás, braço cruzado, xícara na mão, peso jogado no quadril, olhando Felipe com irritação evidente. O silêncio ficou pesado até ele pedir desculpas de novo. Larissa respondeu fria: Não gostei do jeito que você tratou o Rafael. E não gosto de quem mexe nas minhas coisas sem pensar. Rafael chamou o nome dela baixinho. Ela revirou os olhos, abriu os braços e soltou: Tá bom. Mas ele está sendo mais legal do que eu teria sido. Não esquece isso.
Virou as costas, esvaziou a xícara na pia e foi para o quarto. Felipe esperou a porta fechar. Ela é assustadora pra caralho. E um pouco louca, né? Você não faz ideia, Rafael respondeu, ainda olhando o corredor por onde ela tinha sumido. Os dois combinaram de se encontrar em breve, mas não naquele fim de semana. Felipe assentiu, aceitou e foi embora. Rafael saiu do banho com a toalha na cintura. Larissa já tinha escolhido as roupas: jeans, camiseta e jaqueta leve. Jogou tudo para ele sem olhar. Você tem bom gosto pra roupa e móvel, disse enquanto revirava o armário, mas falta um pouco de polimento pro que eu planejo. Ele se vestiu. Ela tirou a camiseta dele, vestiu a própria roupa e girou uma vez. Saia cinza plissada, camiseta branca, jaqueta jeans curta e botas até a coxa. Rafael soltou um caralho sem querer e ela sorriu.
Rumo ao shopping discreto
A gente não está fugindo do trabalho, corrigiu ela quando ele perguntou. Estamos só fora do escritório. Me dá meia hora. Tenho umas coisas pra resolver. Come alguma coisa melhor que torrada, porque a tarde vai ser corrida. Rafael esperou na calçada. Ouviu o ronco grave do motor antes de ver o carro. Um Aston Martin DB4 GT Zagato, impecável. Larissa baixou o vidro do passageiro. Vai entrar ou vai babar na pintura? Ele entrou com cuidado. Ela acelerou em direção à rodovia. Depois de quase uma hora e meia pararam num shopping a céu aberto. O manobrista reconheceu Larissa pelo nome e levou o carro sem pergunta. Eles caminharam até uma loja discreta. A porta abriu antes mesmo de tocarem. O segurança sorriu. Bem-vinda de volta, senhorita Valentine. Dentro, uma mulher apareceu correndo, abraçou Larissa e trocou beijos no rosto. Quando reparou em Rafael, sorriu. Esse é ele? Larissa apresentou. A mulher, Patrícia, olhou Rafael de cima a baixo, aprovou e levou os dois até uma área de fundo com sofás e cortina. Um alfaiate apareceu com fita métrica. Mediu Rafael por completo, murmurou algo em português carregado de sotaque e saiu. Patrícia já tinha separado várias peças. Experimenta nessa ordem, disse, entregando a pilha.
Rafael passou a tarde provando roupas enquanto as duas comentavam, riam e ajustavam. Larissa parecia à vontade ali, e Patrícia claramente conhecia os gostos dela. Quando o alfaiate terminou as anotações e saiu, Patrícia se jogou no sofá ao lado da amiga. Caralho, Larissa. Ele tem noção do efeito que causa num ambiente? Larissa sorriu sem responder direto. Olhou para o lado onde Rafael ainda se trocava e baixou a voz. Ele tem uma ideia. Mas não total. E, olha, se você tentasse agora… Ela mostrou o celular com a tela de avaliações. Patrícia engasgou com o champanhe. Jesus. As duas ficaram quietas um momento. Patrícia encostou a bochecha na mão de Larissa. Eu sinto sua falta. Vamos marcar alguma coisa na semana que vem? Larissa assentiu. Vamos.
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