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Conto de sexo anal: Eu fodi com a fera vermelha depois da avalanche

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Resumo:

Uma caçadora enfrenta uma criatura vermelha antropomórfica durante uma expedição em terreno hostil. Após uma avalanche, ambas ficam presas sob os escombros e o contato físico desperta uma tensão intensa. No espaço confinado, a interação corporal evolui para um encontro íntimo marcado pela diferença de tamanho e pela urgência mútua, enquanto exploram o desejo que surge entre elas.

Mergulhando pro lado, eu desvio por pouco do golpe de seis garras afiadas mirando minha garganta. Ao erguer minha lâmina, uma cauda vermelha pesada bate de lado na minha espada grande e me faz deslizar pra trás. Meu pé prende num osso que sobe do chão desse terreno podre que chamamos de campo de caça, e um borrão vermelho avança rápido. Largando a lâmina pra conseguir me mexer, rolo pra trás e desvio por pouco de um golpe que meu alvo agora virado predador tenta dar. O coração batia forte no peito, suor escorrendo pela nuca, e eu pensava caralho, essa fera é rápida demais pra uma caçadora como eu que vive de feijoada e treino na Vila Madalena.

Os dois ofegamos. Os olhos dela correm pelo meu corpo largo. Meus seios são grandes o bastante pra precisar de um binder por baixo da armadura, que já está caindo aos pedaços com os cortes fundos que ela abriu. Desfaço o resto e fico quase nua, só com um macacão preto justo que ainda guarda um pouco de decência. Nem o bastante pra querer ser vista na rua. Ela também não está muito melhor. O que sobrou de roupa são as escamas vermelhas que cobrem as pernas dela abaixo dos joelhos, o lado de fora das coxas e descem pela coluna. Fora as mãos com garras extras saindo entre os nós dos dedos e a cauda longa que sai da base da coluna e chega no tamanho do meu corpo inteiro, ela está nua. Os seios grandes balançam um pouco quando ela aterrissa do golpe e me olha de cima, cabelo vermelho longo emoldurando o rosto, suor escorrendo pelos braços e ombros musculosos. Eu sentia o cheiro dela misturado ao meu, um calor subindo pela barriga, a buceta já começando a latejar só de olhar aquelas tetas pesadas.

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Queda na Avalanche

Limpo o suor da testa e olho pra minha lâmina. Ela pega primeiro, joga longe e fica em quatro patas. As duas cabeças sobem juntas quando sentimos um tremor fraco no chão. Rolamos pro lado e escapamos por pouco de um monstro que passa correndo. Fico de pé, confusa, e olho pra altura real dela. A diferença de tamanho é absurda. Ela tem mais que o dobro da minha altura, minha cabeça mal chega na coxa dela, com um par de bolas visíveis e seios e coxas enormes que contrastam com o resto do corpo forte. Puta que pariu, pensei, como vou foder com uma coisa assim gigante sem ser esmagada antes.

O tremor volta. Olhamos pra cima e vemos que a fera fugia de uma avalanche de pedras lá de cima. Corremos. Ela cai em quatro patas pra ganhar velocidade. Vejo a bunda grossa dela correndo na altura dos meus olhos e as bolas pesadas balançando no mesmo ritmo. Quase tropeço olhando aquilo, mas reparo nas almofadinhas pretas embaixo dos pés dela e nas garras que facilitam a descida. Sento no chão e deslizo atrás, ignorando os rasgos novos que o macacão ganha. No fundo não temos mais impulso pra escapar. Somos atingidos. Eu levo primeiro e sou jogada contra as costas dela. O peso faz ela tropeçar e cair, e logo depois é soterrada também. A terra cobre tudo, o cheiro de pedra e suor invade o nariz, e eu sinto o corpo dela quente embaixo do meu.

Abro os olhos e encontro escuridão quase total. Não vejo nada. Tento sentir em volta. Tem algo pesado nas minhas costas me prendendo, então exploro o que está embaixo. Sinto algo firme contra meu peito e barriga, e minhas pernas em cima de algo macio, tipo travesseiros grandes. As mãos tocam o que meu rosto encosta e percebo algo esponjoso, quente, como um balão de água. Aperto algumas vezes. De repente um cheiro forte de almíscar sobe pelo nariz. Algo dispara dentro de mim. Aperto mais, querendo mais daquele cheiro quase de carne, o corpo esquentando e a boceta pulsando. Um rosnado baixo vem de baixo de mim. Congelo. Consigo ver agora, mesmo com medo de descobrir que a fera que caçava está embaixo. Meu dedo desliza devagar, sentindo a pele macia e quente, e eu gemo baixo, tipo, meu deus, isso é real.

Duas bolas pesadas e pálidas estão nas minhas mãos. Minha cabeça está entre elas e algo duro que cresce debaixo do meu queixo. Viro o rosto e vejo um pau rosa enorme, cheio de veias, do tamanho do meu tronco inteiro. Meu corpo está em cima dos músculos abdominais dela, o que explica a superfície firme. As mãos fortes dela agarram minha bunda grossa, rasgam o que sobrou do macacão e abrem as nádegas. Sinto ela cheirando minha bunda e solto um suspiro. O medo se mistura com excitação na mesma medida. O pau lateja contra meu queixo, pré-cume escorrendo quente, e eu penso porra, isso vai me rasgar toda se ela meter.

Lambo as bolas dela. Têm gosto primal, salgado e selvagem. Ela responde lambendo em volta da minha boceta, limpando os líquidos que escorrem, e solta um ronco satisfeito no fundo do peito. De repente a língua dela entra em mim. Eu ofego e tremo. É longa, preenche a vagina inteira e pressiona o colo do útero com a ponta grossa e bifurcada, tão larga quanto meu braço e com força suficiente pra me deixar mole. Sou puxada um pouco pra cima. Minha cabeça fica apoiada na base do pau dela, o pré-cume escorrendo pelo nó grosso. O negócio é enorme, do tamanho da minha cabeça. Eu chupo o nó, lambo as veias grossas, sentindo o gosto forte subir pela garganta enquanto a língua bifurcada me fode por dentro, me deixando encharcada e gemendo sem parar.

Subida no Pau Grosso

Depois de um tempo que parece eterno, o entulho em cima mexe. As pernas dela sobem e chutam a terra que nos cobre. Ela se levanta de uma vez. Fico tonta com o movimento repentino, os olhos tentando acompanhar o pau como se a vida dependesse disso. Quando ela para, estou sentada em cima do pau, minhas coxas grossas, treinadas por anos de caça e comida extra, envolvendo o eixo que me obriga a abrir as pernas só pra segurar. Ela vira um assento só com aquilo. Olho pra cima e vejo os seios balançando na minha cara. Seguro um com as duas mãos e levo o mamilo até a boca pra chupar. Os gemidos dela são graves, quase um rosnado rouco. O pau pulsa e jorra mais pré-cume. Eu lambo o mamilo duro, sinto o suor salgado, o cheiro de almíscar forte me deixando louca, a buceta escorrendo no pau quente enquanto eu me esfrego devagar.

Ela rosna baixo, me segura pela cintura com as almofadinhas pretas dos dedos e me levanta até a ponta do pau. Não gosto de sair dos seios dela, mas fico parada ali, o líquido quente escorrendo pra dentro de mim enquanto o pau lateja quente e grosso embaixo. Olho pra cima. A figura dela é imensa. Vejo os músculos abdominais fortes, os seios grandes com um deles brilhando de saliva e o rosto marcado. A língua longa lambe os caninos e os lábios. Ela me encara com olhos cheios de desejo, como se eu fosse uma presa fácil. Eu gemo “me come”, sentindo o pau enorme pressionar a entrada da buceta, pronta pra ser estocada até gozar forte. O calor sobe, a fricção começa, e eu tremo toda, gemidos escapando enquanto o pau grosso me abre devagar, molhada pra caralho.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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