Resumo:
Lucas adquire um spray químico de origem duvidosa que induz obediência temporária em quem o inala. Na biblioteca, ele o usa em Larissa, uma estudante que estuda sozinha, e observa os primeiros sinais de transe. Mais tarde, no final do expediente, ele a encontra na escada leste e ordena que ela o siga. A jovem obedece sem resistência, permitindo que Lucas a toque e a penetre no local isolado. Ao término do encontro, ele a instrui a voltar para casa e a esquecer o ocorrido. No dia seguinte, Larissa cruza com Lucas sem demonstrar qualquer lembrança do que aconteceu.
Lucas encontrou um site obscuro na deep web enquanto navegava pelos cantos mais estranhos da internet. O anúncio falava de um spray químico que colocava as pessoas em um transe obediente. Algumas ficavam dóceis, outras eram dominadas por desejos intensos. Ele comprou algumas garrafas sem pensar duas vezes.
Algumas semanas depois a caixa chegou em casa. Lucas passou os dedos pelo cabelo preto curto e girou o frasco sem rótulo nas mãos. O plástico estava frio. As instruções mal traduzidas diziam que os efeitos eram temporários, mas a palavra era vaga.
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Primeiro teste na biblioteca
Ele escolheu a biblioteca de propósito. Silenciosa, poucas testemunhas e Larissa sempre sentava no mesmo canto perto dos livros antigos de biologia, com fones de ouvido. A garota era bonita de um jeito nerd: cabelo preto curto bagunçado, blusão largo escorregando por um ombro. Nunca olharia duas vezes para ele fora de um trabalho em grupo. Agora ela estava sozinha.
Larissa virava a página do livro com uma mão enquanto os olhos castanho-avellã percorriam o texto e com a outra girava um marca-texto. A garganta de Lucas apertou. O reflexo no vidro mostrava um garoto de 19 anos, pele pálida, olhos verdes por baixo dos óculos. Ele respirou fundo quando ela esticou o corpo, arqueando as costas. O blusão subiu, mostrando uma faixa de pele acima da calça jeans.
Três passos rápidos e ele chegou perto. O bico soltou um chiado baixo. Larissa piscou devagar e virou a cabeça. As pupilas dela dilataram, o preto engolindo o castanho-avellã. O marca-texto caiu da mesa.
“Lucas?”, a voz dela saiu sonhadora, sílabas arrastadas, um sorriso sonolento nos lábios. “Ei… você é… muito…” As pálpebras tremeram e fecharam, depois abriram pesadas. O cheiro químico era metálico, misturado com algo floral. Lucas soltou o ar. A tensão no peito desapareceu e deu lugar a algo mais quente.
Os dedos de Larissa roçaram o pulso dele, quentes e descoordenados. O coração dele batia forte. “É… eu sou mesmo”, ele sussurrou. A cabeça dela inclinou, expondo a curva do pescoço. O cheiro do spray grudava na pele dela junto com o shampoo de baunilha. O pau dele latejou dentro da calça.
Larissa riu, um som que ele nunca tinha ouvido dela. “Você é… importante”, murmurou, dedos traçando padrões no antebraço dele. “Quero… que me diga coisas.” O joelho dela bateu no dele embaixo da mesa e pressionou mais, jeans contra jeans. O livro ficou esquecido.
“Levanta”, ordenou o rapaz. Larissa obedeceu na hora, balançando um pouco. O blusão escorregou mais pelo braço. De perto ele via a borda de renda da alça do sutiã. A respiração dela acelerou quando ele entrou no espaço dela. A mão livre encontrou o quadril. O polegar afundou na carne macia. Sem protesto. Só um tremor e lábios entreabertos.
A percepção veio como um raio: ele podia mandar qualquer coisa agora. “Me beija”, ele falou, ansioso. Larissa derreteu contra ele, a boca quente e maleável. Lucas soltou um gemido baixo, dedos apertando o quadril dela. Ela estava excitada. Um cheiro doce e almiscarado subia por baixo do odor químico.
Quando ele recuou, as pupilas dela estavam dilatadas e as bochechas vermelhas. Um fio fino de saliva os ligou por um segundo. “Mais… por favor… Lucas… eu preciso…”, ela ofegou, mãos agarrando a camisa dele, voz pastosa mas urgente. Passos ecoaram no corredor ao lado. Lucas se afastou de repente.
Escada leste ao anoitecer
A biblioteca fecha em vinte minutos. Me encontra na escada leste. E Larissa… não conta pra ninguém. Ela assentiu, mordendo o lábio inferior com força. Lucas hesitou e borrifou ela de novo. Os ombros dela caíram no instante, olhos vidrados mais fundo. Uma linha fina de baba escapou do canto da boca.
A escada cheirava a produto de limpeza industrial e fumaça de vape velha. Lucas andava de um lado para o outro. Uma porta rangeu lá em cima. Larissa desceu devagar. O blusão estava do avesso, etiqueta aparecendo perto da clavícula. “Você veio!”, Lucas soltou um suspiro aliviado. “Você mandou”, ela respondeu, voz grossa e melosa.
Ela se pressionou contra ele sem que ele pedisse. Os quadris esfregavam na ereção dele. O corrimão de metal cravou nas costas. “Quero ser boa. Quero…”, a mão dela escorregou entre os dois e apertou o pau dele por cima da calça jeans. “Merda, Larissa…”, Lucas ofegou. A porta de cima bateu. Risadas ecoaram. Dois caras de futebol passaram. Ela só piscou devagar e inventou uma desculpa sobre química orgânica.
Os dois desceram batendo os pés. Lucas soltou o ar. Os dedos dela voltaram para o zíper. “Espera”, ele sibilou. O efeito devia passar logo. Mas ela soltou um gemido e esfregou a coxa contra a dele como uma gata no cio. A calça jeans estava úmida. A hesitação evaporou. “De joelhos”, ordenou.
Larissa caiu no instante, mãos tremendo no cinto. As pupilas eram pontos minúsculos na luz fraca. Lucas agarrou o corrimão enquanto a boca quente dela o engolia. A língua subia pelo pau com entusiasmo desajeitado. Os lábios brilhando de baba e pré-gozo. Ele apertou o corrimão para se equilibrar. Ela engasgou um pouco quando ele meteu mais fundo, mas não recuou. Os dedos dela cravaram nas coxas, unhas doendo através do jeans.
Quanto tempo restava? Trinta minutos? Vinte? Larissa estremeceu, mas continuou chupando, bochechas afundando com som molhado. Os quadris dele tremeram. Ele nunca tinha recebido um boquete assim, tão desesperado e faminto. Os cílios dela tremeram para cima, escuros e úmidos de lágrimas. “Levanta”, ele rosnou.
Ela obedeceu na hora. Lucas a virou, pressionando-a contra a parede de concreto. A superfície fria fez ela soltar um suspiro que virou gemido quando ele puxou a calça jeans para baixo dos quadris. Sem calcinha. Só calor molhado. Ela rebolava contra ele, a bunda pressionando o pau como se não aguentasse esperar. Lucas mexeu no zíper com pressa. Larissa choramingou, dedos arranhando a parede.
“Por favor…”, ela arrastou as palavras, empurrando os quadris para trás. “Preciso… preciso de você…” As palavras viraram um suspiro trêmulo quando ele entrou nela. O corpo dela apertou ao redor do pau, quente, apertado e molhado demais. A escada agora cheirava a sexo e alvejante. O shampoo de baunilha desaparecia sob o cheiro de excitação.
Lucas segurou os quadris dela com força. Metia curto e rápido. Cada estocada arrancava um som rouco da garganta dela. Os dedos dela raspavam a parede, unhas arranhando o concreto. Lá em cima passos passaram sem parar. As costas dela arquearam, blusão subindo e mostrando as covinhas acima da bunda. Ele passou o polegar por uma delas e deu um tapa. O estalo ecoou.
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Larissa empurrou mais forte, respiração saindo em ofegos curtos. Lucas cobriu a boca dela no meio de um gemido. Os lábios dela se moveram contra a palma, quentes e molhados. A língua lambeu a pele dele. A ideia de que ela estava provando o próprio gosto mandou um choque novo de calor para o pau dele. Ele meteu mais rápido, som de pele contra pele abafando as vozes distantes.
O corpo dela apertou ao redor dele, coxas tremendo. Ela estava perto. “Vou gozar”, ele rosnou no ouvido dela, dedos apertando a mandíbula. Larissa assentiu rápido, quadris vacilando. Lucas deu três estocadas brutais e saiu no último segundo. Jatos quentes pintaram a bunda dela, escorrendo pelas coxas. Ela tremeu forte, joelhos cedendo. Ele a segurou ereta, punho torcido no blusão.
O resto do gozo escorreu da cabeça do pau sobre a pele trêmula dela. Lucas recuou, ofegante. Larissa encostou a testa no concreto frio. A calça jeans estava nos tornozelos, blusão torto. O gozo brilhava na pele dela sob a luz piscante. O cheiro floral-metálico do spray ainda pairava entre os dois. Em algum lugar um relógio marcava os segundos.
Lucas fechou o zíper com dedos trêmulos. Larissa virou a cabeça, lábios inchados, pupilas ainda dilatadas, e lambeu o próprio ombro onde uma gota tinha caído. “Bom?”, ela arrastou as palavras, piscando devagar. O estômago dele apertou. Ele precisava agir rápido. O efeito não era permanente e ela já mostrava sinais de lucidez entre os momentos de obediência vazia.
“Vai pra casa”, Lucas disse, seco. Larissa piscou, balançando um pouco. Ele se inclinou até os lábios quase tocarem a orelha dela. “Agora. Como se nada tivesse acontecido. Como se você só tivesse estudado demais. E Larissa… amanhã você não vai lembrar de nada.” Os dedos dele apertaram o pulso dela com força. As pupilas dela dilataram ainda mais. A respiração falhou.
Ela puxou a calça jeans para cima com dificuldade. A calcinha tinha sumido em algum lugar na escada. Lucas observou ela abotoar com as mãos tremendo. Os movimentos eram lentos e descoordenados. A porta da escada leste rangeu exatamente quando Larissa tropeçou para fora, na luz da tarde. Ele prendeu a respiração, mas ela não olhou para trás. Apenas caminhou, um passo depois do outro, andar instável mas decidido.
Lucas soltou o ar, testa encostada no concreto frio. O pulso batia forte nos ouvidos. “Tinha funcionado. Caralho, tinha realmente funcionado”, murmurou para si mesmo. No dia seguinte na escola, Lucas ficou preocupado que Larissa pudesse lembrar de algo e confrontá-lo. Mas os minutos viraram horas e nada aconteceu. Ele nem a viu.
Quando já estava aliviado e arrumando as coisas para ir embora no fim do dia, esbarrou nela no corredor. Os livros dela caíram no chão. Ele se agachou para pegar. “Desculpa!”, ele disse, entregando os livros. “Tranquilo. Coisas que acontecem. Valeu… Lucas, né?”, Larissa respondeu, sem nenhum sinal de lembrar do dia anterior. “É, Lucas”, ele disse com um sorriso e foi embora para casa.
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