Elas estão ao vivo agoraConta grátis, e até -90 % na primeira recargaVer modelos
💋 Ver perfis

Conto BDSM: Conheci os pais do meu namorado e vi o pai controlando a mãe como uma escrava

Reading Time: 6 minutes
0
(0)

Resumo:

Miranda visita a casa dos pais do namorado Lucas e conhece David e Júlia. O pai demonstra autoridade sobre a mãe de forma ostensiva, usando um colar com sininho como símbolo de controle. Durante a conversa, Lucas e David comentam sobre o uso de habilidades mentais para influenciar outras pessoas, revelando que Júlia se encontra em posição de submissão total. A visitante percebe que a dinâmica entre o casal pode indicar seu próprio futuro ao lado do namorado.

Enquanto subíamos a escada da frente da casa, a mão do Lucas me guiava pela parte de baixo das costas de um jeito que parecia ofensivamente possessivo. Minha cabeça já estava nas pessoas que iam me receber. Pelo que me contaram, os pais dele também tinham aqueles poderes absurdos de mexer na mente dos outros. O pai, principalmente. Era dele que vinha tudo aquilo. Eu sentia o calor da palma dele queimando minha pele por baixo da blusa fina, e cada passo me deixava mais tensa, pensando no que viria.

Ele abriu a porta e me puxou para dentro. Eu já imaginava encontrar um velho de casaquinho vermelho e barrete, fumando cachimbo de ópio. O cheiro de madeira velha e um leve perfume de colônia masculina invadiu minhas narinas. O interior era simples, mas organizado, como se alguém tivesse cuidado para esconder qualquer sinal de riqueza de verdade.

Esta história também existe em espanhol: o site Cuentos Eróticos.

Encontro na sala

— É você, Lucas? — chamou uma voz de homem mais velho, vinda da sala. — Tá um pouco atrasado, não?

— Oi, pai! — ele respondeu, animado. — Desculpa se preocupou. Trouxe companhia.

Ficou um silêncio curto. Depois ouvi passos pesados vindo da sala de estar até a entrada. O som ecoava no piso de madeira, e meu coração batia forte, antecipando o primeiro olhar.

— Bom, então… acho que sua mãe e eu devíamos ir lá dar um oi pra ela, né?

Duas coisas me incomodaram logo de cara. Primeiro, ele já sabia que a visita era mulher. Segundo, o tom brincalhão que usou. Isso bastou pra me deixar tensa. Eu apertei os dedos na alça da bolsa, sentindo o suor começar a formar na palma.

Quando ele dobrou a esquina e parou na nossa frente, eu estranhei. Sempre soube ler as pessoas, mas com ele não rolou fácil. Na minha frente estava um cara branco, um pouco acima da média, na casa dos quarenta e poucos, cabelo grisalho, barba por fazer. Vestia de um jeito que só dá pra chamar de hipster chique: óculos de marca cara, relógio caro no pulso esquerdo. Ele cheirava a sabonete caro e um leve toque de uísque.

— Como foi a escola, filho? — perguntou, dando um abraço no Lucas.

— Ah, sabe como é. Nem tão boa, nem tão ruim.

No começo achei que o pai dele era arquiteto ou algo do tipo. Mas a casa não combinava. Parecia uma casinha de boneca de dois andares, com janelas de sacada. A decoração era coisa de catálogo comum. Os Williamson tinham dinheiro, mas não o suficiente pra viver do jeito que minha família vivia. Ainda assim, ele era designer de alguma coisa. Provavelmente trabalhava em casa, no notebook. Magro demais pra serviço braçal, moderno demais pra repartição pública. Só que aquilo não podia ser o pai do Lucas. O homem era… normal demais.

— E quem é essa moça bonita, filho? — perguntou, ajeitando os óculos.

— Pai, essa é a Miranda. Minha… namorada.

O jeito que ele falou “namorada” tinha segundo sentido. O pai entendeu na hora. Não tinha dúvida: ele estava dentro do plano do filho. Eu senti um arrepio subir pela espinha quando o olhar do homem parou em mim, avaliando.

Virou pra mim e sorriu de um jeito até simpático, mas não estendeu a mão. — Muito prazer, Miranda. Eu sou o David, pai do Lucas.

— Oi… — respondi, na defensiva. Minhas palavras saíram secas, mas por dentro eu já imaginava o que ele podia fazer com aquela voz calma.

— Júlia! Vem cá dar um oi pra namorada nova do Lucas, gritou pro fundo da casa.

— Namorada nova? — veio uma voz doce. — Ué.

Outra pessoa apareceu. Diferente do David, a mãe do Lucas era absurdamente bonita pra idade dela. Parecia ter a mesma idade do marido, mas passava fácil por trinta e poucos, ou até vinte e tantos com maquiagem certa. Cabelo preto brilhoso, preso num coque retrô dos anos cinquenta, com uma flor vermelha. Tinha feito plástica. Os seios eram do tamanho dos da Beatriz, só que pareciam desafiar a gravidade dentro daquele vestidinho vermelho justo e do avental. A bunda também era generosa. Ou ela gastou muito dinheiro em cirurgia, ou a roupa tinha mais estrutura que a Capela Sistina. Eu apostava na primeira opção. O tecido marcava os mamilos duros, e eu não conseguia desviar o olhar.

De vários ângulos, a Júlia parecia uma pin-up dos dias de hoje. Cabelo, maquiagem, corpo… tudo combinava com aquela estética. Só destoava o colar vermelho com um sininho dourado na frente. O sininho tilintou levemente quando ela se moveu, e eu imaginei o que aquele acessório significava.

Ao ver o filho, ela sorriu largo, abraçou ele com força e deu um beijo na bochecha. — Como foi seu dia, amor?

Ele deu de ombros. — Foi normal.

Depois apontou pra mim. — Mãe, essa é a Miranda. A garota que eu falei hoje de manhã.

Ela me olhou de cima a baixo, com um sorrisinho de quem já sabia de tudo. Segurou meu queixo com dois dedos e virou meu rosto pros lados. Seus dedos estavam quentes, macios, e eu senti o cheiro de perfume doce misturado com algo mais animal.

— Que gracinha… Olhos azuis bonitos, maçã do rosto boa. Só podia usar um tom mais escuro nos lábios, ia deixar eles mais cheios.

— Eu prefiro tons claros, respondi, seca. Meu queixo ainda preso pelos dedos dela, eu sentia a força controlada.

Ela riu baixinho e deu um tapinha na minha cara. — Não precisa ficar tímida, amor. Como sua futura , só quero o melhor pra você.

💬 Quer viver uma cena como esta ? Fale com uma parceira em privado →

Meu estômago revirou. A palavra “sogra” soou como uma sentença.

Revelação do controle

— Qual é o histórico da família dela, filho? — perguntou o David. — Tem bipolaridade ou esquizofrenia que a gente precise se preocupar?

— Pelo que sei, não. Mas ainda não olhei o prontuário médico dela.

— Se precisar de ajuda, me avisa. Tenho uns contatos que conseguem puxar os registros sem complicação.

— Não, amanhã eu passo na da escola e convenço ela a entregar, respondeu o Lucas, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Eu ouvia as palavras e imaginava a enfermeira obedecendo sem questionar, as pernas abertas se ele mandasse.

— Só toma cuidado ao usar o dom dentro da escola, avisou o pai. — Depois que o comando passa, a pessoa fica desconfiada. Lembra do segundo comando que eu te ensinei pra ela esquecer o que fez?

Ele resmungou, mas concordou. — Tá bom, tá bom. Eu lembro. Vocês sabem que eu já não sou mais iniciante, né?

— A gente só quer que você fique seguro, amor, disse a mãe. — Você tem dezoito anos agora. Legalmente é adulto. Esse dom é uma responsabilidade grande. Seu pai só quer que você use com cabeça.

Ele suspirou e sorriu pra ela. — Eu entendo, mãe. Desculpa, pai, se falei grosso.

A Júlia levou as mãos ao peito, os olhos marejando. — Nosso menino já cresceu, querido.

O David assentiu, orgulhoso. — Cresceu mesmo.

Ela começou a abanar o rosto. — Eu prometi que não ia fazer isso. Me perdoem, gente. Eu fico muito emotiva.

Ele riu, puxou a mulher pela cintura do mesmo jeito que o filho me segurava e balançou o sininho do colar dela. — É compreensível, minha pet. Mesmo assim, melhor não perder a compostura na frente da nova escrava.

Aí estava a confirmação. Olhei de um pra outro e entendi tudo. A Júlia era escrava do David, exatamente como eu era do Lucas. Ele tinha lavado o cérebro dela. Aquilo seria eu daqui a trinta anos, se ele conseguisse o que queria. Tal pai, tal filho. Filhos da puta. Eu imaginei a Júlia de joelhos, a boca aberta, o pau do David batendo contra sua língua, o sininho tilintando a cada estocada. Meu próprio corpo reagiu, a buceta ficando úmida apesar do medo. O calor subiu entre minhas coxas enquanto via o jeito possessivo com que ele segurava a cintura dela, apertando a bunda generosa por baixo do avental. A Júlia gemeu baixinho quando o sininho tocou seu queixo, e eu soube que aquele som era um gatilho. David sorriu, meteu a mão por baixo do vestido dela e eu ouvi o som molhado de dedos entrando na xoxota encharcada. “Boa pet”, ele murmurou, e Júlia estremeceu, os peitos subindo e descendo rápido dentro do decote justo. Eu sentia meu próprio mamilo endurecer só de imaginar o mesmo acontecendo comigo em alguns anos, o Lucas me usando na frente de visitas, me fazendo gozar sem poder resistir. O cheiro de excitação feminina misturou-se ao perfume da sala, e eu apertei as coxas, tentando não gemer quando Lucas apertou minha cintura com mais força, como se já lesse meus pensamentos. Porra, aquilo era real. E meu corpo, traidor, respondia com umidade escorrendo pela calcinha fina.

Avalie esta História?

Avalie esta História!

Avaliação Média 0 / 5. Seus resultados: 0

Seja o Primeiro a avaliar esta História!

Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

🔴 Modelos ao vivo agora. Quer passar da fantasia à realidade?
Entrar no live grátis →

🔥 Elas estão ao vivo agora

Fale com elas ao vivo, com até −90 % na primeira recarga

Modelos de verdade, transmitindo ao vivo neste momento. Criar a conta é grátis e sem cartão — e a sua primeira recarga tem até −90 % de desconto.

Ver modelos ao vivo →

Até −90 % na primeira recarga · 18+

Todos os contos eróticos · por tema, de graça
Leia também em: Français — HistoiresX · English — StoriesX · Español — CuentosEróticos