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Conto de novinha: Lucas comeu a coroa no boteco da Vila Madalena

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Resumo:

Lucas, um jovem de 25 anos, decide passar uma sexta-feira tranquila no boteco da Vila Madalena. Após algumas horas, ele conhece Joana, uma mulher de quarenta e poucos anos, que o aborda e inicia uma conversa. O clima entre eles evolui rapidamente, levando os dois ao apartamento dele. Lá, o encontro toma um rumo íntimo e intenso, marcado pela iniciativa de Joana e pela troca de desejo entre os dois.

Lucas estava no bar do Zé havia algumas horas. Relaxava depois de uma semana longa e conversava com os clientes habituais numa sexta à noite. Era exatamente o que precisava: o conforto do boteco do bairro na Vila Madalena, uma pizza de frango com catupiry bem servida e algumas Brahma geladas. Na maioria das sextas, o rapaz de vinte e cinco anos saía para balada, marcava encontro ou ia a alguma festa mais perto do centro. Mas aquela sexta era só para desacelerar, descansar e tirar o peso dos dias de doze horas. O ar cheirava a fritura e cerveja derramada. Ele sentia o corpo pesado, os músculos doem de tanto treino.

Decisão de ir embora

Os dois colegas de apartamento estavam fora. Uma trabalhava como garçonete e a outra saíra com o namorado meio abusivo. Algumas das garotas com quem ele costumava transar estavam na balada, suando, rebolando e bebendo. Ele, porém, precisava de um intervalo. Era hora de pausar, curtir um fim de semana sem compromisso. O time de basquete do colégio onde ele treinava não teria treino no sábado por causa do torneio de luta. No fim da temporada, o técnico resoluto decidiu aproveitar o descanso. Lucas imaginava as garotas rebolando funk, corpos colados, mas seu pau não reagia. Precisava de quietude.

Esta história também existe em espanhol: o site Cuentos Eróticos.

Saiu cedo, por volta das dez, deixou a gorjeta de costume para o Miguel e caminhou até a porta dos fundos. O chão de azulejo estava escorregadio de cerveja. Ele pisou firme, sentindo o frescor da noite paulistana entrar pela camisa.

— Saindo tão cedo?

Lucas parou e se virou. Viu um rosto desconhecido. Uma mulher de uns quarenta e poucos anos, morena, rosto simples, mas com uma postura confiante. Ele ficou confuso, porém intrigado com o corpo dela. Aproximou-se devagar. Ela usava salto de três centímetros e meia-arrastão preta que subia pelas pernas firmes até uma bunda bem desenhada. O tecido marcava cada curva, a pele morena brilhava sob a luz fraca do bar.

— É… eu ia dormir cedo, respondeu, ainda sem entender. A voz dele saiu rouca, surpresa.

— Desculpa, a gente já se conhece? Acho que nunca te vi aqui.

— É minha . Eu e as minhas amigas trocamos de lugar de vez em quando. Mantém as coisas interessantes e dá pra conhecer gente nova, ela falou com segurança, um brilho nos olhos e um sorriso de quem já sabia o que queria. Joana inclinou o corpo para frente, os peitos pressionando o decote justo.

— Que tal eu pagar uma cerveja pra gente conversar? Brahma, né?

Joana já levantava a mão chamando o Miguel e acenava na direção de Lucas. O bartender sorriu, já tinha visto aquela cena antes. Trouxe o copo, balançou a cabeça e riu de leve. O vidro gelado escorria água.

— Saúde, disse ela, entregando a cerveja e encostando seu copo de vinho no dele. O tilintar soou alto no bar quase vazio.

A ideia de voltar pra casa e ficar em frente à TV sumiu. Os dois conversaram e flertaram sem esforço. O desejo crescia a cada minuto. A colega dela, Márcia, cedeu o lugar para que o rapaz pudesse se aproximar mais. “Pelo menos alguém vai transar hoje”, pensou a mulher elegante de trinta e cinco anos, lamentando o próprio casamento sem sexo. Joana ria alto, jogando o cabelo para trás, os olhos fixos na boca de Lucas.

A mão esquerda de Joana desceu até a calça dele. Ela acariciou a coxa por dentro, subiu devagar e passou os dedos pela ereção que crescia. “Hmmm, parece que alguém ficou feliz por ter ficado”, provocou, apertando o pau duro. O calor da mão dela atravessava o jeans. Lucas sentiu o pau pulsar, latejando contra o tecido.

Lucas sorriu, orgulhoso. Normalmente era ele quem corria atrás, mas aquela noite era diferente. Joana havia tomado a iniciativa desde o primeiro toque. O cheiro de perfume doce dela misturado com suor leve invadia suas narinas.

— Moro a uns oitocentos metros daqui, disse ele. — Não ia conseguir dormir se não te levasse pra minha casa. A voz dele saiu baixa, rouca de tesão.

Joana riu. O som era rouco, maduro.

— Meu jovem, eu sou mais velha e mais esperta que as meninas com quem você anda. Eu já marquei esse pau quando encostei a mão nele. Vou te seguir até lá.

Eles saíram juntos. Na porta do carro dela, um Gol preto, Lucas girou o corpo de Joana, encostou-a na porta e a beijou com vontade. As línguas se encontraram. O gosto do vinho misturado com baunilha era novo pra ele. Ele apertou a bunda dela e roçou o pau contra o quadril da mulher. O metal frio da porta contrastava com o calor dos corpos.

No apartamento dele

Entraram tropeçando pela porta dos fundos. Caíram no sofá. O casaco, o vestido e o sutiã dela sumiram rápido. Restou apenas a cinta-liga preta, as meias e as calcinhas de renda. Lucas tirou a camisa. O corpo definido chamou a atenção dela. Joana apertou o mamilo dele com os dedos, depois chupou com calma e precisão. Ele segurou o cabelo dela, puxou de leve e depois com mais força, controlando o ritmo. O som de sucção molhada encheu o cômodo.

Ele a levantou. Ela enrolou as pernas na cintura dele. Beijaram-se de novo enquanto ele a carregava até o sofá maior. As mãos dele exploravam tudo. Quando finalmente desceu até a boceta, sentiu a calcinha encharcada. O cheiro forte e quente tomou conta do cômodo. Dedos dele afundaram na umidade, sentindo os lábios inchados por baixo do tecido.

Lucas beijou o pescoço dela, desceu até os seios e rodeou os mamilos sem tocar direto. Joana gemeu. Só depois de muito tempo ele chupou com força, prendendo o bico entre os dentes e chupando. Ela arqueou o corpo. Os gemidos dela ecoavam baixos, urgentes.

Ele continuou descendo. Beijou a barriga, cheirou a mata cerrada e curta. Desprendeu as ligas uma perna de cada vez, beijou cada centímetro até os pés e chupou os dedos dela com calma. Joana rebolava no sofá, impaciente. A pele dela tremulia sob a língua quente.

— Caralho, você está me deixando louca, reclamou.

Ele riu.

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— Paciência, né? Ainda não é hora de dormir.

— Tá bom, grandão. Espero que valha a pena.

Lucas tirou a calcinha dela. Soprou de leve sobre a boceta molhada, depois passou a língua bem de raspão. Joana tentou puxar a cabeça dele, mas ele segurou as coxas dela abertas e continuou provocando. Depois de dez minutos de tortura lenta, ela estava tremendo. A buceta latejava, encharcada, pingando no sofá.

— Porra, para de me provocar!

— Eu que mando agora, respondeu ele, calmo. — Deixa acontecer.

Ele lambeu devagar, subindo e descendo, evitando o clitóris até o momento certo. Quando finalmente chupou o botão inchado, Joana gozou forte, apertando as coxas na cabeça dele e molhando tudo. Lucas continuou até ela parar de tremer. O gosto salgado do gozo dela ficou na boca dele.

Levantou-se, foi buscar água e voltou. Depois a levou pela escada até o quarto. Lá, Joana ajoelhou e tirou a calça dele. O pau grosso saltou. Ela chupou com vontade, língua firme, engolindo o que podia. Lucas segurou a cabeça dela, parou o movimento e a deitou na cama. O quarto cheirava a sexo e suor.

Ele esfregou o pau na entrada molhada, provocou mais um pouco, até ela pedir baixo: o clitóris roçando na glande inchada, a buceta escorrendo.

— Entra, Lucas… me fode.

Ele sorriu, ainda brincando.

— Tem certeza que quer esse aqui? Um garoto desses consegue dar conta de uma mulher como você?

Joana olhou fixo para ele, sem paciência para mais joguinhos. Segurou o pau dele com força e puxou para dentro. Lucas meteu fundo de uma vez, sentindo a buceta quente apertar cada centímetro. Começou a estocar devagar, depois mais forte, a carne batendo molhada. Joana gritava seu nome, as unhas cravando nas costas dele. O suor escorria entre os corpos. Ele meteu sem parar, sentindo o orgasmo subir. Quando gozou, explodiu dentro dela, jatos quentes enchendo a boceta enquanto ela gozava de novo, tremendo e gemendo alto. Os dois caíram exaustos, corpos colados, respiração ofegante preenchendo o quarto escuro.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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