Resumo:
Após uma viagem de avião, quatro modelos chegam ao Rio vestidas apenas com lingeries coloridas e saltos altos. No aeroporto e depois na avenida central, elas desfilam em uma passarela improvisada, chamando a atenção de curiosos e passageiros. Duas delas usam vibradores controlados por controle remoto durante o percurso, mantendo o equilíbrio e a postura mesmo sob estímulo. O grupo segue até uma mansão onde recebem massagem nos pés e, em seguida, se dividem em quartos para momentos íntimos em grupos de três. A narrativa descreve os detalhes do desfile público, as reações do público e o início das interações privadas na residência.
A orgia no avião terminou bem a tempo de todo mundo descansar antes do pouso no Rio. O grupo inteiro tomou outro banho, mais rápido dessa vez. O mais importante durante e depois de uma suruba é a higiene, né? Depois do banho ficaram nus, tomando drinques e comentando o que tinha rolado. Pouco antes de aterrissar, cada um vestiu a roupa. Os milionários e os seguranças usaram trajes comuns. As modelos colocaram lingerie: sutiã de renda, calcinha combinando, cinta-liga e meia fina. Cada conjunto tinha a cor que elas usaram no leilão, dourado para Camila, vermelho para Bruna, verde para Larissa e roxo para Júlia. Elas também calçaram saltos da mesma cor. Camila e Bruna usaram sandálias comuns de tiras com quinze centímetros de salto. Larissa e Júlia receberam algo diferente, botinhas de balé firmes o bastante para segurar os tornozelos, mas leves para combinar com a lingerie. Todos permaneceram presos nos cintos até o avião pousar sem problemas.
Antes de descer, Camila e Bruna receberam um brinquedo, um vibrador controlado por controle remoto inserido na buceta. Os aparelhos eram pequenos, mas o tamanho não era o principal. Larissa e Júlia não ganharam nada. Andar de salto de balé já era desafio suficiente, qualquer distração extra podia causar uma queda. Nos saltos de vinte centímetros, as modelos, principalmente Júlia, ficavam bem mais altas que todo mundo, mas precisaram de ajuda para sair do avião. Os milionários poderiam ter mandado um carro quase até a porta da aeronave, porém acharam a ideia sem graça. Queriam exibir as modelos para quem estivesse olhando. Um trenzinho pegou o grupo e levou até o terminal.
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Desfile no Aeroporto
Nenhuma burocracia era necessária, mas os milionários queriam que as modelos fizessem o que sabem fazer de melhor, desfilar. O terminal serviu de passarela improvisada, mesmo com o público surpreso. Assim que saíram do trenzinho, os vibradores de Camila e Bruna foram ligados em velocidade baixa. As duas soltaram um suspiro, mas mantiveram a postura. O grupo entrou no terminal em ordem fixa, dois seguranças na frente abrindo caminho, outros dois nas laterais. O objetivo era manter as pessoas a uma distância confortável sem bloquear a visão. As modelos caminhavam no meio, com espaço entre elas. Estavam tão graciosas, confiantes e provocantes quanto em qualquer desfile. Os saltos de balé e os vibradores não foram suficientes para distraí-las. Os milionários fechavam o grupo, quase como se fossem um detalhe. Pouca gente olhava para eles, que era exatamente o que queriam.
O barulho dos saltos chamou atenção. Quando os viajantes e funcionários perceberam quem fazia o ruído, pararam no lugar, alguns de boca aberta. Muitos seguiram o grupo para continuar olhando. Não é todo dia que se vê supermodelos de lingerie desfilando a poucos metros. Quando a multidão cresceu, Rafael aumentou a intensidade dos vibradores. As duas gemeram, mas Camila fez mais barulho e encobriu o som da outra loira. Nenhuma errou o passo. Os espectadores mais próximos ficaram surpresos, alguns trocaram comentários safados, a imaginação já trabalhando. Rafael manteve o nível por alguns segundos e arrancou mais um gemido audível de Camila. O olhar do público foi das loiras para as morenas altas nos saltos de balé. Todas mantiveram o ritmo até o fim do terminal. Rafael desligou os vibradores, mas não antes de fazer Camila gemer mais uma vez. O público aplaudiu a performance inesperada.
Algumas pessoas perguntaram aos seguranças se haveria mais exibições. Receberam confirmação e correram para pegar táxi. O grupo continuou andando, seguido pela plateia, até chegar ao ônibus particular estacionado perto da entrada. O público bateu palmas de novo quando as modelos subiram. Subir escadas de salto de balé era mais fácil que descer, mas Larissa e Júlia seguraram o corrimão com cuidado. Mesmo assim, continuaram graciosas. O motorista, novo na equipe, observou tudo com um sorriso largo. Quando todos se acomodaram, Rafael foi o primeiro a falar. “Já estão esquentadas, meninas?”, perguntou com um sorriso malicioso. “Esquentadas pra quê?”, respondeu Camila, desconfiada. Ela sentia calor por causa do vibrador, mesmo desligado. “Pro desfile principal, claro”, respondeu o milionário. “Vamos mostrar pra cidade que um circo novo chegou.”
“Quem são os macacos, a gente ou vocês?”, provocou Bruna, mostrando a língua. “Eu devia ter falado de outro jeito”, admitiu Rafael, depois se virou para Larissa e Júlia com expressão mais séria. “Vocês conseguem andar mais duzentos ou trezentos metros nesses saltos ou preferem trocar por saltos comuns?” As duas pensaram um instante e responderam juntas: “Damos conta.” “Perfeito”, sorriu Rafael. “Vocês vão ganhar massagem nos pés quando chegarmos.” A viagem até a cidade foi curta e as paisagens, bonitas. As modelos não estavam tímidas nem constrangidas. Já posaram de lingerie várias vezes e o caráter improvisado do desfile não era problema. Os vibradores em público eram novidade, mas ninguém sabia e alguns gemidos de tesão poderiam gerar fofoca, não constrangimento de verdade.
Caminhada pela Avenida
A avenida principal e algumas ruas laterais estavam fechadas para carros. O motorista parou o ônibus no estacionamento da entrada e o grupo desceu. Ele observou as modelos de novo. Rafael ligou os vibradores de Camila e Bruna no nível mais baixo. As duas inspiraram forte, mas ficaram em silêncio. O grupo começou outra caminhada, mais longa. A ordem era a mesma. Várias pessoas que estavam no terminal chegaram de táxi e esperavam para acompanhar. Era início de noite e a cidade estava cheia. Turistas lotavam cafés, bares e restaurantes. Muitos clientes passeavam nas lojas ou olhavam vitrines. Um burburinho percorreu a multidão à medida que mais gente percebia o desfile. As reações foram parecidas com as do terminal, só que o público era bem maior. Quem estava sentado em mesas ao ar livre pegou o celular para filmar. Muitos compradores pararam o que faziam e seguiram o grupo. Os seguranças mantiveram distância sem deixar ninguém chegar perto demais.
Quando as meninas se aproximaram do primeiro bar lotado, Rafael aumentou a potência. A reação foi igual, gemidos audíveis, Camila mais alta que Bruna. Nenhuma errou o passo. O chão era plano, mas os saltos de balé exigiam passo mais lento e controlado. Larissa e Júlia caminhavam com maestria, sem mostrar cansaço. Algumas pessoas assobiaram, outras aplaudiram. A reação foi positiva. Ninguém pareceu ofendido. Em um lugar onde biquínis aparecem por baixo de vestidos curtos, lingerie não chocava tanto, mas ainda chamava atenção. As modelos sorriam e acenavam de vez em quando, convidando o público a olhar ou seguir. Camila e Bruna faziam isso mais. Larissa e Júlia precisavam de mais concentração para não cair. Rafael aumentava os vibradores sempre que elas passavam por aglomerações maiores. Camila nunca decepcionava e gemia alto toda vez. Isso atraía ainda mais gente. As bochechas das duas estavam vermelhas de excitação, mas o público não sabia o motivo real. A travessia do centro durou poucos minutos, mas bastou para virar atração. Uma pequena multidão seguiu o grupo, metade filmando. O ônibus já esperava no outro lado. As modelos pararam na frente, viraram para o público e fizeram reverência. Foram recompensadas com gritos e aplaudiram entusiasmados.
“Obrigado pela companhia, senhoras e senhores”, anunciou Rafael em voz alta. “Vai ter mais nos próximos dias.” Ele não deu detalhes. O público aplaudiu de novo e só parou quando todas entraram no ônibus. As meninas finalmente tiraram os saltos e sentaram. Os vibradores continuaram dentro, mas Rafael desligou. A viagem foi curta. Com sapatos comuns, elas poderiam ter ido a pé. A mansão ficava longe o bastante para dar privacidade, mas perto o suficiente para não incomodar. O tamanho impressionava mais que a localização. O prédio principal era enorme, tinha piscina grande, garagem espaçosa e bangalôs para quem quisesse mais privacidade. O ônibus não cabia na garagem, então o motorista parou na entrada. As modelos desceram descalças, ainda de meia. O concreto estava morno. Elas conseguiram chegar à mansão sem rasgar as meias. Os milionários levaram as meninas para uma área sombreada perto da piscina, com espreguiçadeiras confortáveis. Os empregados prepararam bebidas, petiscos e bacias com água morna. Os “donos” cumpriram a promessa e lavaram os pés das modelos antes de massagear.
“Fiquem à vontade, meninas”, disse Rafael, apontando as espreguiçadeiras. “Agora é nossa vez de mimar vocês. Vamos tirar a lingerie primeiro.” “E os vibradores”, completou Camila. “Tem certeza?”, provocou Rafael. “Não quer que eu ligue de novo?” “Depois”, respondeu ela com um sorriso. Quatro modelos nuas se deitaram. Pegaram os drinques enquanto os milionários sentavam em banquinhos ao lado, com esponjas nas mãos, e começaram a lavar os pés. Depois veio a massagem longa e relaxante. Nenhum deles era massagista profissional, mas todos tinham prática e sabiam deixar a sensação gostosa e erótica. Quando terminaram, chegou a hora de conhecer a mansão. As modelos passariam a maior parte do tempo com os “donos”, mas não todo, então precisavam saber onde ficavam as coisas. Elas continuaram nuas e calçaram chinelos comuns, confortáveis. A mansão tinha academia, cinema em casa, salão grande com pista de dança e, por fim, uma sala de jogos com brinquedos para adultos de gosto específico. Havia também os quartos. Os principais eram enormes, luxuosos, com banheiro e closet próprios. As modelos passariam a noite com seus “donos”. Os seguranças tinham quartos separados, menos luxuosos, mas confortáveis.
“Já que estamos no quarto”, disse Rafael, “que tal a gente se dividir e passar um tempo aqui antes do jantar?” Todo mundo achou boa ideia. Camila e Rafael foram para o quarto deles. Bruno foi convidado a entrar. Os outros também seguiram em grupos de três. Camila já estava nua. Largou os chinelos e pulou na cama grande com dossel. Fez uma pose provocante, como em ensaio boudoir, e sorriu para os homens. “Por que vocês ainda estão vestidos?”, perguntou em tom de provocação. “Que impaciente”, respondeu Rafael com um sorriso malicioso. “Ainda bem que tenho reforço. Seria difícil demais pra um só.” Os dois tiraram a roupa devagar, sem tirar os olhos dela. Quando ficaram nus, subiram na cama com movimentos calmos, porém intencionais. Bruno passou a palma na panturrilha de Camila e subiu devagar pelas pernas. Rafael sentou ao lado, segurou um seio com uma mão e a nuca com a outra. Eles se beijaram longo e sensual. Quando os lábios se separaram, Bruno já tinha chegado aos quadris. Uma mão apertava a nádega firme, a outra explorava o quadril.
“Vamos começar assim”, sugeriu Rafael, e explicou a posição. Os outros concordaram. Bruno pegou um plug anal médio e lubrificante na mesa de cabeceira enquanto Rafael e Camila se beijavam de novo. Ela ficou de quatro, virando a bunda para o segurança, abriu os joelhos, empinou o quadril e curvou as costas. O homem passou lubrificante no ânus e no brinquedo, depois empurrou devagar. “Hmmm”, gemeu ela. Quando o plug se acomodou, Camila mexeu a bunda e ganhou um tapa leve de Bruno. Rafael deitou de costas. Camila sentou no rosto dele. Bruno voltou para a cama e se posicionou de lado para o chefe, perto o bastante para Camila alcançar o pau com a boca. Rafael começou primeiro. A língua dele percorreu as bordas da vagina, cutucou o plug com uma mão e esfregou o clitóris com a outra. O primeiro gemido de Camila foi baixo, os seguintes abafados pelo pau de Bruno. Ela provocava o segurança com a língua e os lábios, sem pressa para fazer ele gozar. Bruno retribuía brincando com os mamilos no mesmo ritmo lento. Todos pareciam querer prolongar o momento. Os gemidos de Camila eram baixos, irregulares e abafados. Aos poucos, a língua e os dedos de Rafael ficaram mais firmes. Ele chupava os lábios da vagina, lambia por dentro e esfregava o clitóris com mais intenção, sempre sem ser bruto. Camila gemeu mais alto, mesmo com a boca cheia. Chupava com mais força agora, lambia a base da glande e descia para molhar o pau com saliva. Massageava os testículos o tempo todo. Bruno, sem muito o que fazer na posição, continuava brincando com os seios. Todos aumentavam o ritmo, mas ainda era preliminar.
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Rafael pediu mudança e escolheu a nova posição. Bruno deitou de costas. Camila montou nele, de frente, e encaixou o pau na vagina já molhada. Assim que se acomodou, ele voltou a brincar com os seios. Rafael segurou a base do plug, mexeu um pouco e arrancou um gemido mais alto. Depois puxou o brinquedo devagar. Camila soltou outro gemido longo. Rafael guardou o plug, pegou lubrificante, passou no ânus dela e no próprio pau. Pressionou devagar. Era gentil, mesmo com o preparo. Nunca é demais ter cuidado no anal. Ela gemeu de tesão enquanto ele entrava por completo. Bruno continuava apertando os seios, o pau dele enterrado na vagina. Os dois homens começaram a se mexer. Já tinham feito aquilo várias vezes e conheciam o ritmo. Camila precisou de um instante para acompanhar. Gemia o tempo todo. Quando acharam o compasso certo, começaram devagar. O aquecimento tinha acabado, mas não havia motivo para correr. Aumentaram a velocidade aos poucos. Os gemidos dela cresceram em volume e frequência. Bruno brincava com os mamilos. Os homens mantinham as estocadas profundas e ritmadas, sem deixar os paus escaparem. Camila oferecia o corpo, fazendo o possível para manter o ritmo. Os gemidos e gritos mostravam quanto gostava da dupla penetração. Depois que o ritmo ficou bom para os três, não havia mais o que mudar. Trocar de posição só atrapalharia. Continuaram assim. Os paus entravam e saíam ritmados da vagina e do ânus, fazendo Camila soltar todo tipo de som. Os homens às vezes seguravam o corpo dela, outras vezes acariciavam a pele.
Camila gozou primeiro. Os gritos ficaram mais agudos, o corpo tremeu. Os dois homens aumentaram o esforço sem quebrar o ritmo. Rafael a segurou firme. Bruno apertou os mamilos com mais força até o orgasmo acabar. Ela ficou quieta, mas os homens não tinham terminado. Continuaram fodendo no mesmo ritmo, agora decididos a gozar. Em menos de um minuto, gozaram dentro dos dois buracos e continuaram por mais alguns segundos. O quarto cheirava a suor e sexo. Camila ofegava deitada entre os dois, o corpo ainda tremendo com o calor residual. Os homens se afastaram devagar, o pau de Bruno escorregando da buceta encharcada, o de Rafael saindo do cu dela com um som molhado. Ela sorriu, satisfeita, e fechou os olhos enquanto o prazer se espalhava. Fora, o som distante de carros na rua misturava com o silêncio confortável do quarto. Era só o começo da noite na mansão.
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