Resumo:
Durante a festa após o casamento, uma recém-casada atende ao desejo de estar com homens negros. Deitada sobre um pufe, recebe Bruno, que a penetra com dificuldade devido à grossura do membro. O ato provoca nela uma série de orgasmos intensos. Em seguida, Rafael, seu marido, a penetra sem resistência e ejacula dentro dela. A cena termina com outros homens se organizando para continuar a relação sexual.
Não havia dominação nem degradação, apenas uma sugestão calma e clara: “Se você precisa ser uma vadia de pau preto agora, deite e deixa a gente te ajudar a atender essa necessidade.” Eu gostei da palavra “necessidade” na sugestão dele. Significava que ele estava bem ciente do que tinha feito comigo. Meu corpo inteiro vibrava com aquela certeza, a pele quente, o coração batendo forte no peito enquanto eu pensava em tudo que já rolou naquela noite. A sala cheirava a suor, a porra seca e a cerveja Brahma que os caras tinham bebido mais cedo. Eu me sentia molhada, encharcada, pronta para mais, sem precisar de ordens duras. Só aquela voz calma de Gabriel, meu Senhor, já bastava para me deixar obediente e excitada.
Bruno se Aproxima
Deitei no pufe e logo vi a utilidade dele. Era do tamanho perfeito para os homens me pegarem de todos os lados, e foi o que fizeram. Meu Senhor disse: “Bruno, você tem o pau mais grosso que alguém já viu. Entra aí e arrebenta essa buceta.” Bruno, um homem baixo e atarracado, se aproximou. Caiu de joelhos, ficando na altura exata para me penetrar. Senti o couro do pufe frio nas costas enquanto abria as pernas, o ar condicionado da sala de estar em São Paulo batendo na minha pele suada. Meus mamilos estavam duros, os peitos subindo e descendo rápido com a respiração. Os outros caras, todos brasileiros como Rafael e os amigos de futebol, observavam em silêncio, só o som do funk baixo no fundo da sala.
Uma versão semelhante está disponível em a versão francesa para leitores franceses.
Meus olhos ficaram fixos num pau que justificava a descrição do meu Senhor. “Dois de vocês seguram as pernas dela pra cima. Rafael, abre a buceta dela.” Rafael se ajoelhou, enfiou dois dedos de cada mão na minha buceta e abriu. Bruno avançou e encostou a cabeça do pau na entrada. Ainda bem que eu estava bem lubrificada de porra. Ele empurrou até a cabeça entrar e todos olhamos, impressionados. Era a visão mais gostosa que já vi. O pau de Bruno, do tipo que poucas mulheres tentariam, estava transformando minha buceta num buraco enorme. Eu gemia baixo, sentindo cada centímetro esticando os lábios, o cheiro de sexo subindo forte, o calor úmido escorrendo pelas coxas.
Rafael tirou os dedos, mas ficou ajoelhado ao meu lado. Olhava, pasmo, vendo a noiva nova sendo transformada numa mulher que ia precisar de paus grossos pro resto da vida e que sempre teria um cara chamado Bruno na lista de contatos. Sentia uma dorzinha, mas estava tão empolgada por conseguir aguentar um pau daqueles que só queria mais. Ele tinha só uns dezoito centímetros, mas a grossura deixava minha buceta extremamente cheia, e pra uma vadia isso é sensação boa. Eu me sentia mulher de verdade. Meu corpo tremia, os músculos internos apertando ao redor daquela verga grossa, o suor escorrendo entre os seios enquanto eu mordia o lábio inferior.
Ele foi entrando devagar e eu sentia o alongamento por toda a buceta. Eu ia amar meu Senhor pra sempre, mas sempre haveria um lugar especial na minha buceta pro Bruno, que eu ia apelidar de Bruno Cabeçudo. Quando senti os pelos pubianos encostando nos meus, gozei. Fiquei orgulhosa de ter engolido o Bruno até o fundo. Gritei “eu sou uma vadia” o mais alto que pude. O orgasmo veio forte, as paredes da buceta pulsando, o prazer subindo pela espinha até a cabeça, fazendo tudo ficar branco por um segundo. Meu corpo inteiro convulsionou no pufe.
Meu Senhor mandou: “Fala pro Bruno o que você precisa.” “Fode sua vadia, Bruno. Termina o serviço e me vicia em pau de negro.” Bruno começou a meter. Eu via meus lábios da buceta acompanharem as saídas e voltarem quando ele empurrava. Parecia que ele estava me virando do avesso. Foi mais gostoso do que eu imaginava que transar pudesse ser. Meus orgasmos, a cada quinze segundos, foram os mais fortes que já senti, confirmando meu lugar de vadia de pau preto. Eu sabia que nunca ia ter pau preto demais na minha vida. O som de carne batendo contra carne enchia a sala, misturado com meus gemidos roucos e o cheiro de suor masculino.
Uma fome cresceu na minha buceta pelo gozo do Bruno. “Goza em mim, Bruno. Me enche de porra de negro. É disso que eu vivo agora, de ser enchida e coberta de porra suja de negão bonito. Por favor, Bruno.” Eu estava aprendendo como conversa safada ajuda o homem a gozar. Na vida nova que eu estava começando, nunca ia precisar que um cara durasse mais, porque sempre teria outro pra continuar de onde o anterior parou. Funcionou no Bruno. Eu adorei os gemidos roucos dele enquanto ele jorrava uma porrada de porra dentro de mim, enchendo o espaço que ele mesmo tinha alargado. Claro que gozei de novo. Meu corpo tremeu inteiro, a buceta apertando forte ao redor da rola grossa, o leite quente jorrando e escorrendo para fora.
Rafael Entra em Cena
Quando ele saiu, mandei o Rafael se abaixar e me contar como estava. Ele se posicionou bem na frente da minha buceta, indo pro lugar onde tantos homens iam entrar em seguida. “E aí?” perguntei. Ele ficou a centímetros da minha buceta, olhando como se não acreditasse. “Nunca vi sua buceta tão aberta assim.” “E o que você acha dessa aparência nova?” “É linda. Foi gostoso ficar esticada?” “Você me viu gozando várias vezes.” “Talvez seja isso que deixa tão bonito pra mim. Sua buceta parece bem fodida. Tá escorrendo porra.” “Tá bom, Rafael. Eu ia te fazer esperar até todos esses negões terem o que quisessem de mim, mas fiquei curiosa. Tira essa piroquinha e me fode.”
Ele se encaixou e eu observei enquanto ele enfiava o pau sem nenhuma resistência. “Uau”, falei, “parece que alguém tá enfiando o mindinho ou um lápis. Mal sinto que tem alguma coisa aí dentro. E pra você, como é?” “Parece que eu casei com a maior vadia da cidade, como se todo homem num raio de quilômetros já tivesse passado a vez.” “Pois é, mas eu quis dizer: você gosta?” “Não consigo imaginar nada mais excitante. Sua buceta tá enorme e escorrendo porra escorregadia. Meu pau mal toca nas paredes porque paus pretos grossos esticaram tudo.” O calor da porra de Bruno ainda escorria, misturando com o suor que escorria pelas minhas coxas, o som molhado ecoando enquanto Rafael metia devagar.
Uns gritos de aprovação subiram quando os novos amigos aplaudiram o comentário dele. “Com uma ajudinha dos nossos amigos novos, eu nunca mais vou sentir seu pau, e eles vão poder revezar sem eu ficar dolorida.” Rafael gozou dentro de mim enquanto gritava “até que a morte nos separe”, e o casamento foi consumado. Eu gritei “quem quer foder uma vadia branca casada e bem aberta?” e eles formaram fila, consumando minha nova identidade de vadia de pau preto. Meu corpo estava exausto, mas faminto por mais, os gemidos ainda escapando enquanto a fila se formava.
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Não sei se eu e o Rafael fizemos alguma coisa de verdade pra reduzir a tensão racial, mas nesse ponto, que se foda, os dois estamos tendo nossas necessidades sexuais atendidas, e como ele disse, até que a morte nos separe. A sala ficou em silêncio depois, só o som da nossa respiração ofegante e o cheiro de sexo por toda parte. Eu me sentia completa, saciada, pronta para o que viesse pela frente no nosso novo casamento.
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