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Conto de coroa: Eu me masturbei pra vizinha milf e ela descobriu tudo

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Resumo:

Lucas, um jovem que trabalha para a Sra. Patrícia, é convidado a obedecer ordens sexuais e registrar cada masturbação. A exige que ele relate fantasias, permita toques e evite o orgasmo até autorização. Em encontros posteriores, outras mulheres participam de um jogo que distribui tempo a sós com ele. A condição para continuar é filmar relações com a namorada e enviar o material. No dia marcado, ele se depila, chega à casa e é avaliado por um grupo de mulheres maduras que disputam minutos de uso do seu corpo, impondo tarefas e punições quando ele ejacula antes do combinado.

Na manhã seguinte, depois de bater uma pra foto das três milf na casa da Sra. Patrícia, recebi outra mensagem dela. Ela me lembrava que qualquer vez que eu me masturbasse teria de contar pra ela, na hora, o que me deixou excitado e por quê. Imaginei tendo que fazer isso na frente dela e fiquei duro de novo. Tentei tirar aquilo da cabeça e me preparar pro dia. O cheiro da colônia ainda pairava no ar enquanto eu olhava pro celular, o pau latejando dentro da cueca.

Preparação para o encontro

Desci pra cozinha e peguei um café. Minha mãe comentou que a Sra. Patrícia parecia gostar bastante de mim e que era generoso da parte dela me oferecer um jeito de ganhar um dinheiro extra. Hesitei um segundo, pensando se havia algo por trás da frase, mas logo concluí que ela estava falando sério. Respondi que sim e contei que a Sra. Patrícia já tinha passado meu nome pras amigas também. Disse que eu podia acabar sumindo em horários diferentes nos próximos dias. Minha mãe achou ótimo e voltou pro que estava fazendo. O sol entrava pela janela da cozinha, aquecendo o balcão de granito.

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Olhei pra ela pela só como uma mulher de meia-idade em boa forma e me perguntei se ela também tinha desejo. Isso me deu um gelo. Larguei o pensamento. Meu pau ainda latejava da noite anterior, imagens da foto voltando sem parar.

Mais tarde, chegou outra mensagem da Sra. Patrícia. Ela queria que eu estivesse lá às duas em ponto. Sobrava só uma hora. Entrei no banho, passei desodorante, colônia e troquei de cueca. Meu pau ficou semi-duro o tempo todo. A água quente escorria pelo corpo definido, mãos escorregando pela pele enquanto eu tentava não tocar demais.

Cheguei pontual, toquei a campainha e esperei nervoso. Ela abriu a porta de jeans justo e uma blusa branca aberta nos botões de cima, deixando os seios à mostra dentro de um sutiã meio-copa. O cheiro de perfume doce invadiu o ar.

Entra, Lucas. Hoje tenho umas tarefas diferentes pra você, disse ela, virando as costas e indo sentar na poltrona grande da sala. Eu a segui e fiquei ali, sem saber o que fazer, com cara de quem viu fantasma. Ela mandou que eu tirasse a roupa devagar pra ela ver meu corpo jovem e definido. Eu só tinha short, camiseta e chinelo, mas obedeci no ritmo que ela pediu. Sempre gostei de mostrar o corpo pras mulheres sem parecer que percebia, mas isso era diferente: eu estava sendo obrigado por uma mulher mais velha, vestida.

Bom garoto, Lucas. Você obedece muito bem e seu pau gosta disso, ela disse, inclinando o corpo até ficar com o rosto a centímetros do meu pau. Lembra do que eu falei sobre você me contar toda vez que bater uma?

Lembro, Sra. Patrícia.

Conta agora. E vai se tocando enquanto fala. Contei que tinha batido uma olhando a foto dela e das duas amigas, imaginando que as três me usassem como brinquedo, mexendo no meu pau e na minha bunda e me chamando de pussyboy. Enquanto eu falava, ela circulava em volta de mim, passando as unhas na minha bunda, nos mamilos e nas bolas, sussurrando que eu não podia gozar porque ela tinha outros planos. O calor da mão dela fazia meu pau pulsar forte.

Você gosta de chupar buceta, né, meu pussyboy?

Gosto, Sra. Patrícia. Gosto do cheiro, do gosto, da sensação. Já chupou buceta depois que outro homem gozou dentro? Não. Isso seria nojento. Hum… parece que você esqueceu qual é a sua situação aqui. Deixa isso pra depois. Agora ajoelha na minha frente.

Ela desceu o jeans, mostrou a buceta vermelha, inchada e pingando, e puxou minha cabeça com força. Eu sempre fico muito excitado quando uma mulher me obriga a chupar ela assim. Meu pau ficou duro pra caralho. Como eu não podia tocar nele, usei os dedos nela e na bunda dela enquanto ela rebolava na minha cara. O gosto salgado invadiu a boca, a língua deslizando pela carne quente e molhada. Ela gozou em menos de dez minutos, o corpo tremendo, gemidos ecoando pela sala.

Depois me mandou levantar, colocou uma venda nos meus olhos e me levou até a porta de vidro da sala. Parou ali e sussurrou: Imagina que tem umas amigas minhas no quintal agora, olhando seu corpo definido e esse pau pronto pra explodir. Ela apertou minha bunda e meu pau ao mesmo tempo. Meu lado exibicionista misturado com a obsessão por ela deixou meu pau latejando. Ela autorizou que eu me masturbasse, mas proibiu de gozar sem permissão. Ficou atrás de mim, apertando meus mamilos, esfregando os peitos nas minhas costas e rebolando a buceta na minha bunda enquanto falava que talvez alguém estivesse filmando. O som da carne contra a pele ecoava baixo.

Eu estava desesperado. Pedi licença pra gozar. Ela apertou meus mamilos com força e mandou: Goza pra gente, Lucas. Agora. Só em você mesmo. Eu gozei em várias jorradas, melando barriga e peito. O esperma quente escorreu pela pele, o cheiro forte subindo. Enquanto eu ainda tremia, senti uma boca engolir meu pau. A Sra. Patrícia continuou brincando com meus mamilos e sussurrando que eu nunca saberia quem estava me chupando. Meu pau endureceu de novo. Ela riu: É por isso que a gente gosta deles jovens…

Parou tudo de repente e disse que eu podia ir pra casa. Avisou que ia falar com minha mãe que eu era um bom garoto e fazia um ótimo trabalho. Me entregou a roupa, deu um tapa na minha bunda e me empurrou pra porta. Eu já estava duro de novo quando cheguei em casa. Subi pro quarto e comecei a me tocar. Chegou uma mensagem com uma foto minha vendado, batendo do outro lado da porta de vidro, com a legenda você arrasou no show e vários emojis. Quem estava lá? Quem tinha visto? Quem tinha filmado?

A Sra. Patrícia estava me dominando mentalmente. Até aquele momento eu só tinha gozado com a própria mão, mas ela conseguia criar uma experiência sexual que eu nunca tinha vivido. Amanhã eu ia encontrar minha namorada e não via como aguentar sem gozar dentro dela. Ela é muito sexual, adora chupar meu pau e fazer eu gozar na boca dela. O é só sobre você não ia colar sempre. Mandei mensagem pra Sra. Patrícia pedindo permissão pra gozar com minha namorada. Ela demorou horas pra responder. Disse que eu ainda não tinha merecido esse privilégio e que ia pensar se concedia e o que eu teria que fazer pra ganhar. Me deixou esperando até o dia seguinte, quase na hora de sair pra buscar minha namorada.

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Condições da sexta-feira

A mensagem chegou: como eu era jovem, tinha esperma e stamina pra atender todo mundo. A condição era gravar o sexo com minha namorada e mandar pra ela avaliar. Concordei, mesmo sabendo que estava metendo minha namorada nisso sem ela saber. Quando cheguei lá, os pais dela estavam fora. Começamos a ficar quentes. Eu sugeri filmar ela me chupando. Ela relutou um pouco, mas acabou topando, curiosa pra ver como ficava. Prometi que seria só pra mim e que ia apagar depois. Mandei o vídeo pra Sra. Patrícia assim que terminei. O som da boca dela no meu pau ficou gravado na memória.

Ela respondeu que eu deveria estar na casa dela na sexta, o marido estaria viajando, e eu não podia transar mais até lá. Também mandou que eu chegasse completamente depilado em volta do pau. Tive que inventar uma desculpa pra namorada. Na sexta cheguei na hora. A Sra. Patrícia me recebeu de regata solta, saia curta, meia-calça e salto. Eu brinquei que estava mal vestido. Ela respondeu que eu estava vestido demais pro que elas queriam. Eu ouvia várias vozes de mulher no fundo da casa. Ela me empurrou pro meio da sala. Eram as mesmas do dia anterior mais algumas novas, todas pelo menos vinte anos mais velhas que eu. Mandou que eu tirasse tudo, ficando só de cueca. As mãos começaram a me apalpar enquanto ela gravava. Meu pau logo ficou duro pra fora da cueca. O calor das palmas na pele era intenso.

Elas inventaram um joguinho: quem vencesse ganhava quinze minutos a sós comigo. A vencedora ainda levaria uma noite inteira. A Sra. Patrícia acrescentou que, se eu gozasse antes de todas passarem, teria que chupar buceta gozada. Eu odiava a ideia, então ia tentar segurar. A primeira foi Larissa, ruiva peituda. Ela me puxou pro quarto pelo pau, tirou os seios e enfiou minha cara na buceta. Gozou rápido, depois mandou que eu fodesse os peitos dela enquanto ela lambia a cabeça do meu pau. Quando o tempo acabou eu estava quase gozando. O cheiro de excitação dela impregnava o ar.

A segunda foi Bruna, loira atlética. Mandou que eu masturbasse na frente dela enquanto ela inspecionava minhas bolas lisas. Fez eu implorar pra chupar ela e gravou o pedido. Depois virou de quatro e mandou que eu comesse a bunda dela. Gozou forte e saiu rindo. A terceira foi Beatriz, ruiva gostosa que adora minha bunda. Lambuzou meu cu com a língua enquanto masturbava meu pau. Quase me derrubou. Quando parou, mandou que eu fodesse ela. Fomos interrompidos de novo. O suor escorria pelas costas.

A quarta foi Camila, morena de ancestralidade indiana, bunda grande e abdômen definido. Me ensaboou no chuveiro, sentou no meu pau e controlou os músculos até eu quase explodir. Depois sentou na minha cara e mijou no meu peito enquanto masturbava a cabeça do meu pau. Eu gozei na mão dela. Ela enfiou os dedos na minha boca e mandou que eu comesse meu próprio gozo. Quando saí do banheiro, o outro cara estava fodendo a Sra. Patrícia no meio da sala enquanto as outras gritavam. Ela mandou que eu chupasse os peitos dela. Beatriz chupava meu pau, Bruna dedava minha bunda. Eu via o pau preto entrando e saindo da buceta da Sra. Patrícia. Quando ele gozou, ela puxou minha cabeça pra buceta dela e mandou que eu comesse o porra quente, porque eu tinha perdido o jogo. Eu obedeci. Enquanto lambia, as outras mulheres já estavam distraindo o outro cara de novo. O gosto amargo misturado com o sal do suor ficou na língua por muito tempo.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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