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Conto de sodomia: Duquesa voltou pra casa e já meteu o consolo no cu

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Resumo:

Após uma longa viagem, a Duquesa Larissa retorna à Mansão Femme em Petrópolis. Ao chegar ao quarto, encontra uma carta e uma nova peça no guarda-roupa. Vestida com um modelo branco justo, ela se prepara para o momento de intimidade, ajustando uma gaiola no pênis. De joelhos na cama, utiliza um consolo para obter prazer, concentrando-se nas sensações até alcançar o clímax.

O fôlego prendeu no peito quando a carruagem parou diante dos portões cobertos de videiras. O coração acelerava. Cada som parecia um pulso, cada imagem um lampejo. As mãos apertaram as coxas uma vez e relaxaram. Só uma. Decoro exigia pelo menos a aparência de calma. O cheiro de terra molhada subia do chão, misturado com o perfume doce de flores silvestres que cresciam ao redor dos muros altos da mansão em Petrópolis.

Chegada à mansão

A porta da carruagem se abriu. Os portões também. Ele saltou do assento, olhos fixos na porta pintada à frente. O ar lá fora estava frio e agitado, nuvens pesadas se formando no céu. Não deu atenção. As governantas se curvaram à passagem, murmurando saudações que ele respondeu sem desviar o olhar. A porta se abriu antes que ele chegasse. O corpo inteiro vibrava de expectativa, o pau já meio duro dentro da calça apertada da viagem longa de ônibus até ali.

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O calor do interior o envolveu no instante em que pisou no mármore trabalhado. Expectativa e contentamento se misturaram. Ele sorriu. Mãos suaves tiraram seu casaco. Virou-se e viu Dona Patrícia, a governanta-chefe da Mansão Femme. Ela ergueu as sobrancelhas, esperando a ordem de sempre. O cheiro de feijoada recém-feita vinha da cozinha, misturado ao aroma de vela de baunilha que Dona Patrícia sempre acendia nos dias de retorno.

Prepare uma refeição quente e um banho ainda mais quente. Para depois, disse ele. Sim, Duquesa, respondeu Dona Patrícia com uma leve reverência e um sorriso cúmplice. Obrigado, Dona Patrícia. Duquesa… quase. Enquanto as outras governantas entravam, ele atravessou o vestíbulo e subiu a escada curva, uma mão deslizando no corrimão, a outra resistindo à vontade de bater na perna. Tão perto… O pau latejava agora, pressionando contra o tecido.

O lustre lançava reflexos alaranjados sobre o salão amplo. No patamar superior, seus passos aceleraram. Sem ninguém por perto, ele correu os últimos metros, entrou no quarto, fechou a porta e trancou com um clique seco. Encostou-se na madeira, fechou os olhos e respirou o cheiro conhecido do lugar. Perfume delicado pairava no ar: baunilha, cítrico e um toque de canela. As narinas se abriram. As costas afundaram mais contra a porta. Lá fora, as primeiras gotas de chuva começaram a bater no vidro à esquerda. Retorno perfeito, pensou.

Abriu os olhos. O quarto estava exatamente como lembrava. Luz suave banhava os tecidos lavanda e branco. A chaise sob o espelho estava cheia de almofadas. A escrivaninha ao lado da porta tinha tinta e papel suficientes para vários livros. O centro da atenção, porém, era a cama de dossel enorme, com cobertas lilases macias que faziam as pálpebras pesarem só de olhar. No meio dos travesseiros fofos havia uma carta. O coração bateu mais forte, o pau inchando contra a calcinha que ele já usava por baixo da roupa de viagem.

Curioso, atravessou o quarto, pegou o envelope e abriu. Minha querida Duquesa, bem-vinda de volta. Estamos sempre contentes em recebê-la. Há uma nova peça em seu guarda-roupa, cortesia da Lady Bruna. Tenho certeza de que vai gostar. Governanta-chefe Dona Patrícia. As sobrancelhas se ergueram. O coração deu um salto ao nome de Lady Bruna. Ele chutou as botas, correu até a porta lateral do boudoir. O tapete parecia nuvem sob os pés. O guarda-roupa parecia um templo. Um calor subiu entre as pernas ao entrar, o corpo condicionado por tantas noites passadas ali. O pau já latejava forte, a cabeça sensível roçando no tecido.

Diante dele, fileiras de vestidos de todos os cortes e cores. Saias, tops, lingeries de renda, cetim, transparência. Gavetas cheias de calcinhas combinando com sutiãs, meias e ligas. Prateleiras de sapatos e botas, algumas de salto alto, outras até a coxa. No centro, uma caixa preta brilhante com um bilhete colado. Ele mordeu o lábio. Leu o bilhete: Não abra até eu mandar, querida Duquesa. Isso é só para meus olhos. O formigamento entre as pernas aumentou. Sorriu para a caixa, a imaginação disparando. Depois voltou ao presente. Escolheu um vestido branco justo, curto, de decote drapeado, que brilhava como poeira de lua. Tirou as roupas de viagem no chão, pegou o resto do que precisava.

Tirou o chapéu, soltando o cabelo escuro longo até os ombros. Prendeu o sutiã branco no peito liso. Enrolou meias brancas até as coxas. Deslizou o vestido para cima, sentindo o tecido apertar as nádegas e a cintura. Por fim, subiu a calcinha de seda branca com rosas rosadas, sentindo o cós esticar sobre a pele. O pênis tremeu ao toque do tecido. Agora vestida, a Duquesa Larissa se olhou no espelho. Cabelo escuro contra o branco do vestido. Virou o corpo, observou como a barra mal cobria as nádegas. A calcinha apertou, inchando. Sorriu. O pau latejava dentro da calcinha, já começando a pingar um pouco de pré-gozo.

Voltou ao quarto. Abriu a gaveta superior da cômoda, tirou uma gaiola rosa pequena. Com algum esforço, enfiou o pênis dentro dela e fechou a trava. O formigamento percorreu todo o corpo. Quando a peça enjaulada ficou escondida de novo sob a calcinha, sentiu-se certa. Pronta. Caiu na cama de costas. Uma mão desceu pelo corpo até as coxas, a outra passou pelo cabelo. Sim… murmurou. Estou em casa. O cheiro da calcinha nova misturado ao suor da viagem deixava tudo mais quente.

Touchou-se por cima da calcinha, traçando o contorno da peça restrita, depois descendo até o ânus. O toque leve fez o corpo tremer. Pensou em Lady Bruna. A respiração ficou mais pesada. Não aguentava mais esperar. Lambuzou o dedo com saliva, puxou a calcinha para o lado e molhou a entrada. O arrepio foi imediato. Fez círculos, mexendo os quadris no mesmo ritmo. Porra, disse. Quando enfiou a ponta do dedo, precisou agarrar o lençol. Porra! Entrou e saiu, apertando o dedo, até encontrar o ponto que fazia o prazer subir. Meu Deus, sim. O cu apertava ao redor do dedo, quente e úmido, o pau preso na gaiola latejando sem poder crescer.

Enfiou outro dedo. A sensação lembrou Bruna ajoelhada sobre ela, segurando-a contra a cama. Parou com esforço, saiu da cama e pegou o consolo na cômoda junto com o lubrificante. Voltou, ajoelhou-se, levantou os joelhos. Passou bastante lubrificante frio no brinquedo, posicionou na entrada e empurrou devagar. O consolo entrou centímetro a centímetro até preenchê-la por completo. Gemeu, trabalhando o brinquedo para dentro e para fora, sentindo cada roçar no ponto mais fundo. Queria que fosse Bruna. Acelerou o ritmo. Depois parou. Não assim, disse. Queria gozar de joelhos. Colocou o consolo de pé na cama, posicionou-se por cima e desceu devagar. Suor escorreu sob o vestido. A chuva batia forte na janela. Larissa subia e descia, rebolando, sentindo o consolo bater sempre no mesmo lugar. Uma mancha úmida apareceu na frente da calcinha. Continuou, olhos fechados, perdendo-se no prazer. O cu estalava molhado a cada descida, o pau preso latejava inútil dentro da gaiola.

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Sentiu que ia gozar. O ritmo ficou mais rápido. O corpo inteiro tremia. Com um impulso final, encaixou o consolo até o fundo. Um grito agudo escapou. O orgasmo veio de dentro, subindo pelas pernas, espalhando-se pelo corpo inteiro. As pernas tremeram. O pênis enjaulado jorrou dentro da calcinha. Quando acabou, o ânus apertou forte ao redor do brinquedo. Ficou ali de joelhos, ofegante, até deixar o consolo sair. O vazio foi grande depois de tanto preenchimento. Suspirou, satisfeita. Depois se levantou, abriu a janela e deixou a chuva fria bater no corpo quente. Ainda sentia o aperto das meias e do vestido, o formigamento no ânus, o calor úmido dentro da calcinha. Sorriu, orgulhosa do retorno. A Duquesa Larissa da Mansão Femme sempre se orgulhava de suas voltas para casa.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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