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Conto gay: Eu aprendi a dar o cu com o meu professor em São Paulo

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Resumo:

Bruno e seu aluno se encontravam com frequência em São Paulo, trocando carícias e explorando o corpo um do outro. Entre beijos, toques e momentos de intimidade, o jovem descobriu prazer em ser passivo e aprendeu a relaxar com o uso de consolos e lubrificantes. O professor guiava cada etapa com calma, aumentando a intensidade até a penetração completa. Os encontros alternavam entre momentos suaves e outros mais vigorosos, sempre com consentimento e comunicação. Após várias experiências, ele partiu, deixando recordações que o aluno guarda até hoje.

Bruno e eu nos encontrávamos sempre que dava, porque a gente gostava mesmo de ficar junto. Eu dormia na casa dele de vez em quando, quando não precisava trabalhar nem ir pra aula. Ele era um bom professor e eu descobri que gostava mais de ser passivo, embora tenha tentado ser ativo algumas vezes também. Cada encontro deixava meu corpo quente, o cheiro de suor dele misturado com o meu, a sensação da pele dele roçando na minha.

Passamos semanas assim, explorando. Eu sentia o pau dele latejando contra minha coxa, o gosto salgado da pele no meu pescoço. Bruno gemia baixo quando eu apertava a bunda dele. A gente transava devagar no começo, depois mais rápido, gemidos ecoando no quarto pequeno dele em São Paulo.

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Consolo e novas sensações

Ficamos nisso por um tempo até que, num dia, Bruno disse que tinha uma coisa pra me mostrar. Eu estava pronto. Ele me levou pro quarto e tirou um pau de borracha, não era gigante, mas era maior do que eu já tinha visto. Enfiou na boca e quase engoliu tudo. Eu fiquei impressionado, porque eu engasgava fácil e não conseguia engolir ele nem de longe daquele jeito. A visão do consolo sumindo na garganta dele me deixou duro na hora, meu pau latejando dentro da cueca.

Ele falou que queria usar aquilo em mim. Eu fiquei na dúvida, mas ele disse que ia ser bem devagar e no meu ritmo. Eu aceitei. Até então, a única coisa que já tinha entrado na minha bunda eram os dedos dele. Ele passou lubrificante, enfiou um dedo, depois dois. Tentou um terceiro, mas apertou um pouco. Depois pegou um consolo menor, com pilha, e foi empurrando devagar. Depois de uns minutos ele entrou. A vibração era uma sensação nova, gostosa. Ele via que eu estava curtindo e falou que logo eu ia estar pronto. Meu cu apertava em volta do brinquedo, o zumbido subindo pela espinha, fazendo meu pau pingar.

Depois de um tempo pegou o consolo maior e começou a encostar na minha bunda. Foi com calma, sem forçar. A cabeça entrou. Eu senti uma pressão forte, como se estivesse muito cheio. Ele tirou e colocou de novo algumas vezes. Cada vez ficava mais fácil. Eu fui relaxando e ele foi entrando mais. Eu falei que queria chupar ele. A gente se ajeitou de 69. Enquanto ele metia o consolo na minha bunda, eu chupava o pau dele. Foi muito gostoso. Eu gozei primeiro. Ele engoliu tudo e logo gozou também. Eu tomei tudo e continuei chupando, querendo que ele ficasse duro de novo. O gosto do gozo dele na língua, quente e salgado, misturado com o cheiro de sexo no ar.

Ele tirou o consolo, me limpou e passou a língua na minha bunda. Depois falou que a próxima coisa que ia entrar ali era o pau dele. Naquele ponto eu já estava querendo. A gente ficou se chupando, se tocando, dedando. Quando os dois estavam prontos de novo, ele me colocou na beirada da cama, ficou em pé e esfregou a cabeça do pau no meu cu. Empurrou devagar. A cabeça era grossa, demorou um pouco, mas entrou. Eu senti de novo aquela sensação de estar cheio. Ele saiu e entrou mais algumas vezes, falando que eu estava muito apertado e que não queria gozar antes de me foder direito. Meu cu ardia de prazer, o pau dele quente e grosso me abrindo.

Mais bruto e intenso

Ele foi devagar no começo. Eu comecei a empurrar contra ele. Quando ele falou que ia gozar, eu senti ele jorrando tudo dentro. Foi bastante porra. Quando ele saiu, eu percebi que tinha gostado de ser fodido e queria mais. Ele disse que minha bunda era quente e apertada, mas que tinha sido rápido demais. A gente descansou, comeu alguma coisa e depois ficou vendo um pouco de pornô. Tinha uns vídeos gays que eu quase não conhecia. Eu fiquei vidrado. Ele contou que tinha tentado trabalhar com isso numa cidade grande, mas que era pesado e acabou saindo. Eu falei que por isso ele era tão bom. Ele sorriu, veio até mim e falou que queria me foder mais forte, que achava que eu ia gostar de algo mais bruto.

Na hora eu estava aberto pra qualquer coisa. Ele mandou eu deitar na cama. Massageou meu corpo inteiro até eu ficar mole. Virou meu corpo de barriga pra baixo, abriu minha bunda e enfiou o pau de uma vez. Doeu um pouco, mas ele não parou. Entrou tudo. Eu fiz cara de dor e ele diminuiu o ritmo por um segundo, depois voltou a meter forte. Tirou, me virou de novo, jogou minhas pernas nos ombros dele e enfiou de novo, bem fundo. Eu comecei a empurrar junto com ele. O ritmo aumentou. De repente ele puxou o pau, enfiou na minha boca e gozou, mandando eu engolir tudo. Quando terminou, segurou minha cabeça e mandou eu lamber a bunda dele. Eu fiz. Ele mandou enfiar a língua. Eu fiz e gostei. O cheiro dele, o gosto amargo e quente, meu pau duro de novo só de fazer aquilo.

Depois ele saiu de cima da minha cara, sentou no meu pau e começou a rebolar como se não houvesse amanhã. Eu aguentei mais do que esperava e gozei dentro dele. A gente ficou deitado. Ele perguntou se eu tinha curtido o sexo mais bruto. Eu disse que sim. A gente descansou e dormiu. Meu corpo doía de tanto prazer, a bunda latejando, o pau ainda sensível.

Eu gostava de aprender tudo aquilo com alguém que dava e recebia na mesma medida. Quando o trabalho dele acabou, ele voltou pro estado dele. Me deu o endereço, mas eu entrei pro serviço militar e nunca consegui ir. Ainda penso nele às vezes, o pau dele me abrindo, a porra escorrendo, o som da carne batendo. Caralho, que saudade.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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