Resumo:
Lucas, Bruna e Camila dividem um apartamento e precisam esconder que mantêm um relacionamento íntimo do Sr. Silva, o locador que mora no andar de baixo. Quando o vizinho aparece sem aviso, Bruna tenta fugir do flagrante e se esconde sob a mesa. Camila precisa desviar a atenção dele enquanto Bruna permanece imóvel, mas a situação se complica ainda mais com a chegada da Sra. Silva.
A manhã começou normal, até que tudo mudou de repente. Lucas tinha acabado de assar um bolo para o evento especial daquela noite no restaurante onde trabalhava. Queria tirar isso logo do caminho, então acordou mais cedo, misturou os ingredientes, despejou a massa nas formas, assou e depois cobriu com cobertura. Deu um passo atrás e admirou o próprio trabalho; o bolo parecia delicioso. Colocou a sobremesa pronta na mesa da cozinha enquanto trocava de roupa para correr. Nesse momento, Bruna entrou na cozinha e ficou completamente hipnotizada pela bela confeitaria que a encarava da mesa. Lucas voltou, agora de shorts de corrida e regata, para cobrir o bolo. Viu então uma cabeça loira… com um garfo… curvada sobre o bolo. Lucas ofegou e quase desmaiou. Bruna girou, olhos arregalados, garfo na mão, chocolate nos lábios, sabendo que estava completamente culpada. Faltava um pedaço visível no lado do bolo.
“Lucas! Desculpa! É que…” Ela deu outra mordida. “…está tão bom! Ai! Desculpa de novo!”
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Lucas viu vermelho. Bruna encolheu diante da fúria dele e baixou o garfo devagar. “Lucas! Eu… eu não consegui evitar! Hmmm… eu… faço qualquer coisa pra compensar!”
Castigo na cozinha
Lucas caminhou até ela, segurou seus ombros e a levantou. Sem dizer nada, a levou ao redor da mesa e a inclinou para trás. Bruna assentiu rápido. “Sim! Eu… eu posso compensar, Lucas!” Tirou a blusa curta e jogou na cadeira onde estava sentada, liberando os seios. Depois se deitou de costas na mesa, dividindo o espaço com o bolo parcialmente comido. Suas pernas bronzeadas subiram retas. Lucas segurou as duas com as mãos.
“Agora, Bruna… essa é sua punição por comer meu bolo. Vou te foder enquanto como o bolo na sua frente!”
Os olhos de Bruna se arregalaram. Ela olhou para o bolo gostoso. “Ah, não! Por favor, Lucas… só mais uma mordida!”
Lucas tirou a calcinha dela, jogou por cima do ombro, baixou o shorts e enfiou o pau grosso na loira, que gemeu. “Uhhh! Lucas!” Depois de algumas estocadas profundas, ele se inclinou, pegou o garfo de Bruna, cortou um pedaço grande do bolo e comeu por cima dela. Bruna reclamou de inveja mesmo sendo fodida com força. Os seios dela tremiam enquanto a mesa balançava. Lucas deixou migalhas caírem sobre aqueles peitos que sacudiam.
“Lucas! Uhhh! Por favor… UHHH… só… só… uhhh… mais… unnfff… uma… mordida!”
Lucas olhou para a deusa na ponta do pau dele e sorriu de forma maldosa. “Essa é sua punição, Bruna!” Comeu outro pedaço. Bruna soltou um gemido bem erótico. “Eu nunca… nnnnggghhh… vou fazer… ahhhhh!… de novo, LUCAS! PLLLLEEEEASEEE!”
Nenhum homem aguentava negar Bruna por muito tempo. Entre estocadas fortes, Lucas pegou mais um pedaço e levou até os lábios dela. A loira ofegou. “Uhhh! Obrig… obrig… uhhh… ada, Lucas! UHHHH!” Abriu a boca. Lucas deu o pedaço. Bruna mordeu algumas vezes e gozou na hora, fazendo a mesa tremer ainda mais.
Camila ia para a cozinha quando ouviu os gemidos de Bruna gozando e parou no meio do caminho. Sorriu e começou a tirar a camisola para se juntar aos amigos, mas a campainha tocou. Franzindo a testa, foi até a porta e abriu. Ficou gelada.
“Bom dia, Camila! Como vai?”
“Hmmm… Oi, Sr. Silva! Como vai nosso locador favorito?”
Estanislau Silva olhou a morena com desconfiança. Quando permitiu que Lucas morasse com Camila e Bruna, foi porque Camila convenceu que Lucas era gay. Mas havia incidentes que furavam essa história. Silva achava que os três moradores tramavam algo para esconder que Lucas não era gay e que um cara hétero não conseguiria viver com duas beldades como Camila e Bruna sem rolar sexo. Ele não aceitaria isso no imóvel, ainda mais no andar de cima do dele. Se provasse, os três iriam para a rua.
“Estou bem, Camila. Só passei para ver meus três inquilinos.”
“Ah! Claro, SR. SILVA!” Camila virou a cabeça e projetou as últimas palavras em direção à cozinha. Os olhos do homem se estreitaram.
“Os outros estão na cozinha?” Ele caminhou direto para lá, Camila atrás tentando distraí-lo.
“AHA!” O Sr. Silva abriu a porta de vaivém da cozinha e parou, franzindo a testa de novo. Lucas estava sentado, de regata e avental. Havia um bolo meio comido na frente dele.
“Oi, Sr. Silva!”
Roper olhou ao redor. “Achei que tinha ouvido a Bruna…”
Lucas deu de ombros. “Não! Só eu. Comendo bolo no café da manhã!”
Debaixo da mesa, Bruna estava nua e tentando ficar quieta. Via sombras, mas o pano de mesa impedia que visse mais. Lembrou de repente da blusa… tinha deixado na cadeira em frente a Lucas. Esticou o braço devagar por baixo da mesa para pegar.
“Não quer… sentar?”
“Claro, Lucas… não me importo.”
Camila, ainda na porta, viu o Sr. Silva prestes a sentar na blusa azul de Bruna que estava na cadeira. “AAHH!” O grito dela congelou os dois homens. Silva olhou chocado, corpo a meio caminho do assento. A mão de Bruna encontrou a blusa rápido e puxou para baixo da mesa.
“Hahh! Desculpa, Sr. Silva! Achei… achei que tinha visto uma aranha!”
O Sr. Silva riu nervoso, assim como Lucas, que lançou a Camila um olhar assustado que logo virou jovial quando o locador olhou para ele. Os olhos de Silva voltaram para Lucas e cravaram nele.
“Bolo no café da manhã, Lucas?”
“Sim! Delícia! Quer um pedaço, Sr. Silva?”
Camila correu, pegou outro garfo e colocou na mesa. “Claro, Lucas!” O Sr. Silva pegou o garfo e encarou Lucas. Camila tentava controlar a respiração, especialmente depois de notar que Lucas não usava calça, mas o avental escondia. Sorriu, olhou a cozinha e parou o olhar nas calcinhas de renda penduradas na maçaneta da geladeira.
“AAAAH!!!!” Os dois homens congelaram de novo. “OUTRA ARANHA!” Camila apontou para o chão. Silva olhou para baixo. “Debaixo da mesa?”
“NÃO!!! PERTO DA PORTA!”
O Sr. Silva virou a cabeça em pânico para achar a aranha. Camila agarrou as calcinhas, sem lugar para esconder, e vestiu na hora. Puxou para cima, um pouco largas nela, e usou como fio-dental para não cair. O tecido pressionava direto na boceta e ficava encaixado entre as nádegas. Camila esquentou só de saber que aquelas calcinhas estavam na bocetinha de Bruna minutos antes.
“Onde está a aranha?!”
Camila voltou à realidade e gaguejou. “Hmmm… acho… que deve ter… CORRIDO… quando você olhou! Obrig… obrigada, Sr. Silva!”
Silva acalmou a respiração e olhou para Lucas, que estava muito ereto, sem se mexer. A batalha de inteligência recomeçou.
“Você parece nervoso. Está nervoso, Lucas?”
Com isso, o Sr. Silva puxou a cadeira mais para perto da mesa.
Bruna se afastou rápido dos joelhos do Sr. Silva que se aproximavam e se moveu para o único lugar seguro: entre as pernas de Lucas. Escondida sob o avental, colocou as mãos nas coxas do colega e se sentiu mais segura. Os lábios roçaram o pau meio duro de Lucas, ainda molhado com a umidade dela. Não pensou duas vezes. Inclinou-se e chupou o membro.
Lucas estava no meio de uma mordida quando gemeu alto. Os outros dois pararam e olharam. Lucas tentava disfarçar que estava levando uma boa chupada embaixo da mesa. “Esse… uhhh… esse bolo é… hmmm… tão bom!”
Os olhos de Camila se arregalaram. Ela percebeu o que acontecia. O Sr. Silva, por outro lado, não fazia ideia. Pegou um garfo de bolo, colocou na boca e fez cara de impressionado enquanto mastigava e engolia.
“Está… está bem bom!”
“Uhhhh… sim… sim… é… hmmm… gostoooso!”
Debaixo da mesa, Bruna estava no ritmo. Cuidava para não bater a cabeça embaixo da mesa enquanto chupava o pau de Lucas. Ouviu conversa em cima, mas se concentrava em fazer Lucas gozar. Segurou os ovos dele com a mão e massageou de leve enquanto descia a cabeça e sugava forte. Isso funcionou.
Lucas pegou mais uma mordida rápido, sabendo que precisava disfarçar o que ia acontecer. “UHHHH!!! AAAHHHMMMM!”
O Sr. Silva recostou na cadeira, alarmado com a reação exagerada de Lucas ao bolo. “Tá bom, não pode ser TÃO bom!”
Os olhos de Lucas perderam o foco enquanto sentia os ovos descarregarem um jato de porra em uma boca quente embaixo da mesa. Continuou mastigando o bolo sem perceber, inclinando bem para trás na cadeira. O Sr. Silva, desconfortável, levantou e olhou para Camila, que encarava boquiaberta a reação orgásmica do colega.
“Tá bom, vou embora. Queria dar tchau para a Bruna…”
“Ah! Hmmm… ela deve estar… hmmm… no banheiro! Vamos… vamos ver!”
Silva levantou e olhou para trás para Lucas com cara ligeiramente nojenta. Lucas, zonzo, levantou o garfo para o locador. “B-Bom… bolo!”
Camila escoltou o Sr. Silva para fora da cozinha rápido. Enquanto isso, as calcinhas de Bruna deslizavam para frente e para trás na boceta dela, deixando Camila tonta. Precisava de um dos colegas logo. Talvez dos dois. Parou os dois no meio da sala e chamou.
“Hmmm… BRUNA? Você está no banheiro?”
Bruna saiu debaixo da mesa e engoliu com um barulhinho gostoso. Sorriu feliz quando viu Lucas sorrir para ela. “Sua porra com bolo é boa!”
Da outra sala… “BRUNA?”
Ela ia responder quando veio a segunda parte. “Você está no banheiro?”
Os olhos de Lucas se arregalaram quando Bruna agiu no instinto. “Sim! Estou no banheiro! Já saio!”
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As duas pessoas na sala pararam. O Sr. Silva virou devagar para a cozinha e focou na porta. Estava sendo enganado. Sabia disso. O corpo dele entrou em ação. A campainha tocou de novo.
Camila estava completamente desfeita. A libido parecia se alimentar desse estado de alerta e o corpo inteiro dela queimava. Sabia que estava prestes a ser despejada, mas só queria ser fodida por Lucas ou Bruna ou pelos dois ao mesmo tempo. Quem quer que estivesse na porta… não podia piorar. Em um segundo a porta abriu e Camila sorriu.
“Oi, Sra. Silva!”
Estanislau Silva ficou rígido e quase caiu com a parada súbita. Olhando para trás, viu a esposa Helena entrar, o robe longo fluindo de forma provocante. “H-Helena? O que você quer?”
“Estanislau, por que você está incomodando nossos inquilinos? São só nove da manhã de sábado!”
Estanislau virou de vez e avançou para a esposa. “Olha, Helena! Eu te falei que tem coisa estranha acontecendo aqui em cima! A Bruna… ela deveria estar no banheiro!”
Helena fez cara de superioridade, cruzando os braços. “Ah, é?”
Bruna espiava agora pela porta de vaivém da cozinha. Os olhos dela encontraram os de Helena, que piscou de leve antes de voltar à expressão severa. Helena Silva soube rápido que Lucas não era gay e percebeu que os três inquilinos transavam entre si. Também percebeu que esteve perto de ser convidada para algo com um ou mais deles, inclusive um banho compartilhado com Camila que foi muito relaxante. Bruna, recebendo o sinal, gesticulou para Camila, que abriu a porta do banheiro devagar e ficou ao lado, esperando ver Bruna semi-vestida correndo pela sala para se salvar. O tesão de Camila estava no máximo, o corpo dela pronto. O desejo subiu mais um nível quando Bruna saiu em velocidade máxima, completamente nua. Só essa garota conseguia fazer correr rápido parecer gostoso. A boceta de Camila quase pingava enquanto via o corpo bronzeado de Bruna passar quase em silêncio pelo Sr. Silva, que reclamava e gesticulava sobre o que achava que acontecia ali. O jogo quase acabou quando ficou claro que a Sra. Silva não conseguia deixar de olhar a loira linda passar, os olhos dela arregalados. Estanislau viu o olhar da esposa seguir algo e começou a virar.
“O quê? O que foi?”
Helena olhou de volta. “Ah! AH! Foi… uma… ARANHA!”
Estanislau virou num instante. “O QUÊ? Você também?!”
Bruna alcançou a porta e passou voando, mas o impulso a jogou dentro da banheira, com um baque alto e um grito mais alto. Enquanto o Sr. Silva virava para o barulho novo, Camila já fechava a porta quando Bruna caiu na banheira. Ainda segurando a maçaneta, abriu um pouco, preocupada com a colega.
“Bruna, você está bem?”
O Sr. Silva ia rir alto da tentativa fraca de Camila de enganá-lo de novo quando ouviu a voz de Bruna de novo. Dessa vez veio do banheiro. “Hmmm… sim… estou bem. Acho que… vi… hmmm… uma aranha.”
O Sr. Silva quis explodir. “O QUÊ?!”
Camila, bem dramática, gemeu. “Ah, Bruna! Deixa eu te ajudar!” Entrou e fechou a porta atrás dela.
Bruna estava como uma tartaruga virada de costas na banheira, tentando se levantar. Sorriu feliz quando a colega se aproximou, com cara de quem se importa. “Bruna… você se machucou?”
“Acho que não! Só preciso… hmmm… levantar!” Esticou as duas mãos. Camila segurou. Com toda a força, a morena levantou a loira pequena. Bruna fez uma reverência e abraçou Camila, pressionando o corpo nu contra ela de todas as formas boas. O lado racional de Camila teve que lembrar que Bruna, apesar de às vezes ser desastrada, tinha essa habilidade de sair ilesa de quase tudo. Podia tropeçar e cair de cara, mas sair sem arranhão. Era incrível. Assim como esse abraço.
“Você precisa foder, né, Camila?”
“Hmmm…”
“Posso te foder com meu strapon rosa favorito?”
Os olhos de Camila se arregalaram. Conhecia bem aquele brinquedo. A capacidade dele de acertar todos os pontos sensíveis dentro dela o tornava favorito também. “Simmm…”
“Ótimo. Só precisamos chegar ao meu quarto passando pelos Silva. Tenho um plano.”
Camila piscou. “Você… tem?”
“É… espera o Lucas sair, depois dou oi para todo mundo, entro no nosso quarto e te fodo até você gritar! Bom, essa parte ainda não acabou, mas é a MELHOR parte! Tá bom, tira isso para eu ver o que vou foder.”
Camila corou e tirou a camisola longa, revelando só as calcinhas. “São… minhas calcinhas? Camila… você está usando minhas calcinhas!”
Camila brincou com uma ponta solta com o dedo. “Estava pendurada na… geladeira e eu tive que esconder do Silva, então… coloquei.”
Bruna riu. “Não fica tão bem… porque eu tenho uma bunda gorda!”
“Você NÃO tem! Sua bunda é perfeita! A minha é muito ossuda.”
Bruna fez tsk. “Para com isso. Prometo nunca mais chamar minha bunda de gorda se você prometer nunca mais chamar a sua de ossuda. Promete?”
Camila assentiu sério. “Prometo.”
“Posso ver as calcinhas?”
Camila tirou relutante e entregou. Bruna pegou, cheirou fundo. “Ah… ah elas cheiram a você, Camila. Obrigada.” Devolveu. A mandíbula de Camila caiu.
“Posso ficar com elas?”
“Claro! Você quer, né?”
“Sim! Eu gosto delas… tenho que puxar bem para cima para ficarem, mas elas apertam na minha boceta e fazem formigar.”
Bruna assentiu. “Precisamos ter noites regulares de troca de calcinhas. Vou tentar encaixar minha… quero dizer, minha bunda redonda em um par das suas…”
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