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Conto de sexo anal: Luana me deu o cu na festa depois do jogo

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Resumo:

Luana é um jovem transformado em mulher temporariamente para se aproximar de Bruno, o capitão do time de futebol. Durante a festa pós-jogo, ela segue as orientações de Ana e conquista a atenção do jogador. O encontro evolui para um momento íntimo no quarto, onde Luana entrega-se completamente, marcando a que se entrega dessa forma. A narrativa explora as sensações e as adaptações de Luana ao novo corpo, enquanto ela tenta cumprir a missão sem levantar suspeitas.

Não! Para com isso e tenta de novo, disse Ana. Lucas parou no meio do quarto, o corpo ainda estranho dentro da legging justa que marcava cada curva nova. Ele não entendia o que estava errado, só andava como sempre andara na vida inteira, passos largos e ombros soltos. Ana balançou a cabeça, os olhos atentos. Como um cara, ela repetiu. Lucas franziu a testa. Não vejo diferença, respondeu, a voz já mais fina depois das pílulas.

Ana explicou com calma: os caras andam assim porque têm os bagos entre as pernas. Você não tem mais isso. Toca aí e confere. Lucas achou ridículo, mas obedeceu. Deslizou a mão entre as pernas, sentiu o tecido liso da legging, a calcinha de algodão por baixo e a protuberância macia da boceta. O toque leve já deixou ele inquieto. Nunca se lembrava de estar tão sensível. Talvez só quando descobriu a masturbação anos atrás, escondido no quarto dos pais em São Paulo.

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Para, mandou Ana. O quê? Menina não se toca desse jeito em público. Você mandou! Mandei você checar se os bagos sumiram. Não pra começar a dedar a xota. Você precisa de controle. Os caras não querem uma garota safada demais. Lucas puxou a mão rápido, o rosto quente. Ser menina é cheio de contradição, reclamou. Como elas aguentam isso?

A primeira vez pelada

Ana riu. Isso aí. Relaxa, Lucas. Você não vai ficar Luana pra sempre. Pelo menos se não quiser. Os últimos dias tinham sido difíceis. Luana não podia voltar a ser Lucas. Ana dava outra pílula de X-change todo dia. É fase de indução, ela explicou. A fórmula está mais suave. Queremos que você seja Luana por um tempo sem castigar tanto o corpo. Por que não tomar a versão forte logo? Porque você pode engravidar e ficar presa como menina. Se não se importa, me avisa. Ana falava com naturalidade sobre Lucas virar menina definitiva. Depois da primeira transformação, a cabeça dele ficou confusa. Aceitava tudo que Ana sugeria e acreditava ser Luana de verdade. Quando a neblina passou, ela entrou em pânico, mas Ana explicou tudo de novo. Você precisa de uma persona convincente. Não queremos que Bruno perceba algo estranho quando falar com você.

Isso é só por causa do futebol. Não, gata. O técnico Silva trata o time como guerra e você é uma operação especial. O que eu me meti? Ana sorriu. Só agora percebeu? Vamos começar de novo. Anda até aqui. Sente as curvas do corpo e deixa elas te guiarem. Luana obedeceu. Dessa vez parou de pensar demais e funcionou. Melhor, aprovou Ana. Você tem uma bunda boa. Usa ela. Nem todo mundo tem isso. Lembro que as mulheres não querem bunda grande. Depende da moda. Tudo muda conforme o que os caras gostam. É idiota? Sim. Mas é assim que funciona. Absurdo. Algumas partes de ser menina são ruins mesmo. Se ficar tempo demais, começa a menstruar. Isso bagunça a cabeça.

A educação continuou. A semana passou. A sexta-feira se aproximou junto com o jogo. O técnico queria que ela aparecesse antes, mas Ana pediu mais tempo. Felizmente o adversário era fraco e ele contava com a vitória. Luana iria só à festa depois do jogo. Seria o golpe duplo na confiança de Bruno. Pelo menos era o plano. O dia chegou. Luana vivia como menina a semana inteira. Já custava pensar em si mesma de outro jeito. Lucas sumira fazia dias. Quando tentava imaginar o próprio corpo antigo, a imagem não vinha. Contou isso a Ana. A outra respondeu que não seria problema. Começaram a se arrumar horas antes do jogo. O banho de Luana virou algo maior. Ana foi ajudar a lavar o cabelo, o toque simples virou carícia e acabou com as duas peladas e Luana chupando a xota dela de novo.

Desde a primeira vez que Ana a tocou, Luana não parava mais. Queria sempre. Ana tentava manter o profissionalismo, mas aceitava o carinho com vontade. Todo dia as duas acabavam se pegando. Luana adorava esse lado de ser menina. Ana sabia exatamente como fazer ela gozar forte. Em alguns momentos Luana pensou que ficaria assim para sempre. Ana já confiava que Luana sabia se cuidar sozinha, mas insistiu em ajudar. Depois do banho, raspou as pernas e a boceta dela. Normalmente o X-change não exige isso, mas o corpo de Luana já estava se adaptando. Ela ficou preocupada. Ana disse que estava tudo bem. Luana vestiu uma saia xadrez simples e uma blusa branca com decote fundo para mostrar os peitos. Quero que pensem que você é aluna, não prostituta, comentou Ana. Vou ver como fica. Luana se olhou no espelho. Parecia estranho. Balançou a cabeça. Não acredito que vou fazer isso. Não dá pra cancelar? Ana ergueu as sobrancelhas. Está brincando? É que eu gosto de você agora. E você gosta de mim também, então… Ana pigarreou e ficou olhando. Você tem razão, admitiu Luana. Desculpa. Tive que tentar. Ninguém disse que você precisa casar com Bruno ou ficar menina pra sempre. Já está na hora de parar com a pílula um tempo. Deixar Lucas voltar. De verdade? Segurança em primeiro lugar. Vou voltar mesmo? Claro. Confia em mim. Até as que não voltam acabam felizes em algum lugar.

Luana olhou para ela, sem certeza de nada. Ana mandou não se preocupar. Em poucas horas a missão terminaria. Isso deveria deixar ela feliz. Luana esperava que Ana estivesse certa. Elas passaram rápido pelo jogo. O campo iluminado, o gramado verde perfeito. Luana viu Bruno liderar o time contra o Colégio Elite. O adversário jogou melhor do que esperavam, mas o time de Bruno venceu mesmo assim. O técnico Silva não respondeu a mensagem de Ana. Estava concentrado. Elas não se aproximaram de ninguém. Só o suficiente para explicar depois por que Luana estava na festa. Enquanto andavam, Luana viu Júlia, a namorada de Bruno. Alta, loira, de família rica. O pai era pastor de uma igreja grande. Júlia usava anel de pureza. Muita gente achava que o namoro era arranjo. Luana sentiu que não daria conta. Mesmo com o treino, ainda sabia pouco sobre ser menina, quanto mais conquistar alguém como Bruno. Vou falhar, pensou. Júlia estava cercada pelas amigas. As meninas más do colégio.

No meio da festa

Depois do jogo, Ana pegou a mão dela. Vamos. Sei onde é a festa. Espero que esteja pronta. Elas pegaram o carro de Lucas. Chegaram na casa. Música alta saía pelas janelas. Gente entrava e saía sem parar. Luana parou na calçada. O que foi? perguntou Ana. Não sei se consigo. Isso é loucura. Ana resmungou, parou o carro e saiu. Pegou um boné e um moletom no banco de trás, cobriu a cabeça e baixou os olhos. Tá bom. Vou entrar com você. Parece primeiro dia de aula. Luana seguiu. Ana tentava passar despercebida. Luana não tinha essa opção. Era para chamar atenção. Entraram na casa. A música estava tão alta que doeu nos ouvidos. Luana recuou rápido. Eu avisei que estava alto, gritou alguém. Ninguém consertou. Elas seguiram. Ana apareceu ao lado. Está bem? Luana concordou. Não vou muito a festas. Então se controla. Precisa parecer à vontade. Beleza. Eu consigo. Ela respirou fundo. Pouca gente reparou. Outra garota bêbada não era novidade. Deixou que pensassem isso. Não ia beber. O X-change com álcool tirava o controle rápido. Ana já tinha usado isso contra Lucas uma vez. Agora não podia acontecer. Tinha que focar em Bruno e evitar acabar com a linha ofensiva inteira.

Luana procurou o alvo. Viu o grupo de Bruno com os atacantes. Eles protegiam o barril de chope como se fosse deles. Ela sorriu do jeito que Ana ensinou e foi direto. Os caras notaram, mas não barraram. Felipe serviu chope. Luana agradeceu chamando pelo nome. Todos estranharam. Não fiquem chocados, disse ela. Muitas garotas conhecem vocês. Você estuda aqui? perguntou Diego. Estudava. Faço aula online agora. É opção? Se sua mãe reclamar o bastante. Isso arrancou risadas. Luana se aproximou de Bruno. Você jogou bem hoje. Aquele passe longo no terceiro tempo… a maioria cobra caro pra fazer isso. Nenhum sack também. Respeito. Bruno riu. Você é olheira ou o quê? Queria. O que quer dizer? Ela deu de ombros. Vida, né? Bruno não perguntou mais. Estava sóbrio o bastante. Ana disse que era só isso que importava. Luana elogiou de novo. Os caras aplaudiram. Ela tinha a aprovação deles. Agora precisava de Bruno. Júlia não estava lá. Luana estava. Era só continuar. A festa continuou. Bruno comentou: Você é diferente das outras. Por quê? Não sei. Como são as outras? Bruno respondeu que muitas se importavam só com status. Luana concordou. A família dele cobrava tanto que coisas de colégio pareciam bobagem. Eu realmente não deveria estar falando com você, disse Bruno. Tenho namorada. É? Onde ela está? Bruno riu sem graça. Ela não gosta dessas festas. Vou ver ela amanhã. Ela manda mensagem. Que tipo de namoro é esse? Ela é boa menina. Fala de casamento o tempo todo. Legal. Mas ela não quer estar com você agora? Luana encostou o corpo no dele, os peitos roçando de leve, e sussurrou no ouvido: Então me come aqui, Bruno. Me fode forte como você quer. Bruno gemeu baixo, as mãos descendo para a bunda dela. Elas foram para um quarto nos fundos. Luana tirou a blusa rápido, os mamilos duros. Bruno chupou os peitos dela com fome, a língua quente. Luana gemeu, a xoxota encharcada. Tira essa calça, pediu ela. Bruno meteu o pau grosso dentro da boceta molhada, estocando fundo. A carne batia com som molhado. Mais forte, gritou Luana. Me come, caralho. Bruno investiu mais rápido, o suor escorrendo. Luana gozou forte, o corpo tremendo, o gozo escorrendo pelas coxas enquanto Bruno ejaculava dentro dela, ofegante.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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