Resumo:
Em um armazém isolado no interior de São Paulo, terroristas da Cisjordânia sequestram o governador Silva e sua filha de 23 anos. Movidos por vingança após a morte de um parente em operação policial autorizada pelo governador, os sequestradores submetem a jovem a torturas sexuais e choques elétricos na frente do pai. Obligado a assistir, o governador é forçado a participar de atos humilhantes para tentar proteger a filha, enquanto os agressores ameaçam executar os dois ao final do cativeiro.
Num armazém isolado no interior de São Paulo, uma garota de 23 anos, completamente nua, contorcia-se e mordia com força o mordaça em formato de pênis que tinha na boca. O nível mais baixo de estimulação de uma bateria superpotente passava pela clítoris dela. “UUUUUUU!!!!!!!!!!”
— Acho que ela está sentindo, comentou Bruno, dando um soquinho em Rafael.
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Com os pulsos acorrentados acima da cabeça e os tornozelos amarrados, Júlia só conseguia se contorcer e soltar gemidos abafados. O pior era o pai dela, o governador, preso a uma cadeira de metal e obrigado a assistir tudo. Ele via a filha, recém-formada na faculdade, sendo submetida àquela depravação sexual.
Os sequestradores chegam
Bruno e Rafael eram terroristas da Cisjordânia. Homens sombrios, fanáticos, com um único objetivo: fazer os “imperialistas ocidentais sem deus” pagarem. O irmão mais novo de Bruno fazia parte de um grupo que tentou sabotar uma usina em São Paulo. Uma unidade especial de polícia os pegou antes, matando o irmão e os outros quando tentaram resistir. Essa unidade havia sido criada pelo próprio governador Silva, e Bruno ainda culpava o governador pela morte do irmão. Jurou vingança. Agora, depois de sequestrar o governador e a filha de 23 anos, estava cumprindo a promessa.
— Tá gostando do show que sua filha está dando? Olha essa xota se contorcendo! E ainda nem colocamos numa voltagem de verdade. Isso aqui é só beijinho de eletricidade. Quer um pouco também? — provocou Bruno.
Ele pegou outro fio da mesma bateria e prendeu o jacaré nas dobras enrugadas dos testículos do governador.
— Seu filho da pu—
Antes que o governador terminasse de xingar, Rafael enfiou uma bola mordaça rosa em formato de pênis na boca dele e apertou.
— Pronto. Isso vai te manter ocupado, porco.
Logo pai e filha se contorciam, soltando gemidos longos e agudos pelos mordaças.
— Porra. Nem estamos machucando de verdade ainda, mas acho que esse estímulo elétrico é novidade pra eles, né? — disse Rafael, impressionado.
Bruno concordou e apontou para Júlia.
— Olha. Acho que a vadia tá gostando.
Os olhos dela reviraram. Os seios tremeram enquanto ela gritava e gozava, o líquido escorrendo pela fiação que ligava à clítoris.
— Essa putinha, cuspiu Rafael. — Igual todas as ocidentais, não controla a xota. É a natureza vadia delas.
Ele aumentou o dial. Júlia se contorceu, o corpo brilhando de suor. A pele dela, antes impecável, agora exibia marcas vermelhas e inchadas do chicote nos seios, nas costas, na bunda e principalmente nas pernas. O governador tinha ficado inconsciente durante a surra, mas as marcas continuavam ali, zombando dele.
Os olhos de Júlia estavam arregalados. As bochechas queimavam de vergonha.
— PPPPLLLSSS… NNNN… hmmm RRRRRR!!! — implorou, abafado.
Bruno pensou por um segundo e aumentou o dial pela terceira vez. O grito abafado subiu. A eletricidade continuava martelando a clítoris sensível dela. De repente ela perdeu o controle da bexiga. O mijo escorreu pelas pernas e formou uma poça no chão.
— Não sei quanto mais sua filha aguenta, observou Rafael, dando um tapinha no ombro de Bruno.
O governador berrou com toda a força pela mordaça.
— UUUU!!!! TTTTTKKK UUUTTT!
Os dois se olharam.
— Vamos ver se o governador tem algo útil pra dizer? — perguntou Rafael.
Bruno assentiu. Quando tiraram a mordaça, o governador começou a falar atropelado:
— Por favor, não façam isso. Minha filha é inocente. Eu sei que vocês não ligam, mas… por favor, tem algo que eu possa fazer pra dar um alívio pra ela, um descanso desses… jogos doentes de vocês.
Bruno esfregou o queixo e olhou de lado para Rafael, que sorriu e fez que sim com a cabeça.
— Você pede desculpas por ter matado nossos irmãos, governador? Hein? PEDE?
O governador olhou com ódio, mas assentiu devagar, soltando um grito quando levou outro choque nos testículos.
— AHH!!! Por favor!
— Outro toquezinho e já reclama? — debochou Bruno. Ele se inclinou e segurou os testículos do governador. — Pensar que esses aqui foram férteis o suficiente pra gerar aquela garota ali. Quando a gente terminar com você, governador, você não vai ser mais tão fértil.
Bruno e Rafael repararam na diferença dos sons. Os gemidos de Júlia eram mais agudos e refinados mesmo abafados. Os do governador eram mais roucos, puramente masculinos, enquanto Bruno aumentava o dial mais algumas vezes.
Os dois olharam para os próprios paus, agora duros como pedra.
— A putinha reacendeu nossa libido, governador. Olha nossos paus, bem duros e prontos pra foder sua preciosidade de novo, acrescentou Bruno, convencido.
Mas Rafael o parou.
— Não, não, irmão. A vadia ainda não mereceu outra foda. Ainda não.
Júlia pendia frouxa nas correntes, a respiração pesada, o mijo brilhando nas pernas. Bruno deu um estalo de língua.
— É verdade, Rafael. Olha essa puta inútil mijando depois de um choquinho na xota. Que vergonha. Que sujeira. Ela precisa de mais punição.
Quando Bruno aumentou o dial de novo, os olhos de Júlia se arregalaram e o corpo dela girou. O governador gritou o pedido mais desesperado até então:
— Por favor, parem de brincar com minha filha! Eu faço o que vocês quiserem! QUALQUER COISA! Matem eu! Cortem minha garganta! Me façam o que as mentes doentes de vocês inventarem, só não machuquem mais minha filhinha!
O apelo pareceu surtir efeito. Rafael teve uma ideia. Olhou para Bruno e sussurrou algo no ouvido dele. O sorriso de Bruno fez o coração do governador afundar, mas também acendeu uma pequena esperança.
Rafael empurrou a cadeira do governador para trás, derrubando-a no chão. O governador caiu com tudo, sem ar.
— Fique aí e não se mexa, governador. Você disse que faria qualquer coisa, né? Então comece limpando sua filha imunda pra gente. Você vai lamber ela toda… especialmente a xota, e deixar limpa. Entendeu?
O governador abriu a boca, mas não saiu nada. Ouviu Júlia soluçando enquanto Bruno baixava as correntes até os pés dela tocarem o chão. Soltou os pulsos dela e prendeu de novo na frente do corpo. Quando tirou o jacaré da clítoris, Júlia soltou um gemido rouco com o retorno do sangue. Depois afrouxou a mordaça, deixando-a pendurada no queixo.
Com uma mão na bunda da garota, Bruno a empurrou na direção da cadeira caída.
— Por aqui, xota. Seu pai vai te consolar. Ele vai lamber sua xota. Não tá agradecida?
— Isso… isso é errado! — soltou Júlia, os olhos arregalados de horror. — Vocês não podem nos obrigar a isso!
— Não podemos? — rosnou Bruno. Por trás, ele apertou com força o seio direito dela.
— AI!
Ele a colocou num mata-leão e rosnou no ouvido:
— Prefere o jacaré de volta na sua clítoris?
— AAYY!!! Não, Mestre. Por favor, perdoa essa vadia… eu… vou fazer o que vocês mandarem.
Bruno passou os dedos entre as pernas dela e deu alguns toques suaves, como recompensa.
— Assim é melhor, xota. Agora vira de frente pra mim e senta na cara do seu pai. Deixa ele sentir o cheiro dessa xota cheia de porra e começa a limpar com a língua.
Júlia piscou, sentindo ânsia de vômito. A garota de 23 anos virou devagar e começou a se ajoelhar sobre o rosto do pai. “Não acredito que isso está acontecendo. Me perdoa, pai. Por favor me perdoa”, pensou.
Sentiu os lábios da xota encostando nos lábios do pai.
— Quero ouvir lambidas, pai, ordenou Rafael. — Bruno, pega o chicote. Talvez o pai queira ver mais marcas nos peitos da filha!
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Isso resolveu. Toda a resistência do governador desmoronou. Júlia segurou a base virada da cadeira com as mãos algemadas, de frente para os pés do pai ainda presos nas pernas da cadeira. Sentiu a língua dele começar a empurrar entre as dobras rosadas, doloridas e violadas. A língua explorou mais fundo, lambendo com cuidado, despertando sensações que a encheram de vergonha.
Os sons úmidos das lambidas do pai encheram o porão. Júlia sentia ondas pequenas e traiçoeiras de excitação vindo da xota machucada enquanto o pai lhe dava o único tipo de amor que podia naquele momento. O governador tentava desligar a mente. Tentava apenas fazer o que precisava ser feito pela filha. Tentava ser uma máquina. Tentava não pensar que estava com a língua dentro da xota da própria filha, violando-a por ordem daqueles dois doentes. Tentava não sentir o gosto salgado dos dois homens que tinham gozado dentro dela.
Bruno resmungou:
— Não está ruim, governador, mas você pode melhorar. Quero que você faça sua putinha gozar. Sim, ouviu direito. Quero ver amor proibido de pai e filha agora. Quero que ela se contorça, gema e goze nos próximos minutos ou vou ficar muito PUTA. Entendeu?
O governador redobrou os esforços. A língua dele passou a esfregar com força nas paredes internas da xota de Júlia. Chupou e mordeu de leve o clitóris para aumentar a estimulação. Logo sentiu, por mais repulsivo que fosse, a resposta primal da filha. O líquido dela começou a escorrer na língua dele. Ele lambeu com desespero, chupando o clitóris com fervor, empurrando a filha para o clímax mais obsceno possível.
Júlia tentava não pensar. Fingia que era o namorado debaixo dela. Era a única forma de continuar sã. Começou a rebolar devagar contra a boca do pai, mordendo o lábio inferior para segurar os gemidos.
TCHAC!
O chicote acertou as costas dela, abrindo uma nova marca.
— YAAAA!
Ela se contorceu no rosto do pai. Ele continuou lambendo freneticamente, pensando: “Seus filhos da puta! Não batam nela! Eu estou obedecendo!”
— Eu disse que queria ouvir seus gemidos, vadia. Não os segure. Deixe sair ou da próxima vez o chicote vai na sua bunda, e quem sabe eu erro e acerto seu pai.
A ameaça ficou no ar. Os sons molhados das lambidas do governador enchiam o cômodo enquanto ele chupava o clitóris da filha com força. Júlia apertou a base da cadeira.
— Aaahhhhh… oh… meu Deus… por favor, soltou por fim, odiando-se imediatamente.
Ela rebolava contra a boca do pai, gemendo baixo enquanto ele chupava e estimulava o clitóris dela rumo ao orgasmo. Rafael agarrou o cabelo de Júlia e virou o rosto dela para ele.
— Ele está te deixando com tesão, vadia? Quer gozar? Hein??
Júlia sentiu o último pedaço de dignidade derreter. Sentiu-se menos que animal. Menos que a puta que eles diziam que ela era.
— Sim, Mestre, conseguiu responder, a voz falhando.
Os mamilos dela estavam duros. Ela continuou rebolando, o rosto contraído entre nojo e prazer. Finalmente não aguentou mais. O orgasmo a atingiu com força brutal.
— AAAAHHHHHHH!!!!!
O corpo dela tremeu inteiro. O governador sentiu jatos do líquido doce da filha banhando a língua e o rosto. Ele engoliu sem pensar. O gosto dela desceu pela garganta. O orgasmo durou menos de um minuto, mas pareceu uma eternidade para os dois.
Quando o último tremor passou, Júlia ficou mole, exausta e tomada de nojo de si mesma.
— Porra. Isso foi gostoso, disse Rafael.
Bruno concordou.
— Foi. Acho que meu pau precisa de alívio.
— O meu também, concordou Rafael. — Fica sentada na cara do pai. Ele pode continuar lambendo sua xota mais um pouco, rosnou Bruno.
Os dois se aproximaram e apresentaram os paus latejantes bem na frente do nariz de Júlia. Ela não hesitou. Inclinou-se e lambeu a cabeça de cada um, depois chupou o pau de Rafael com vontade por uns vinte segundos antes de trocar para o de Bruno. Depois pegou um pau com a mão algemada enquanto chupava o outro, alternando.
— Uhhhh!! — gemeu Rafael. — Essa vadia está ficando criativa. Acho que o treinamento dela está quase perfeito.
— AHHH!! — suspirou Bruno. — Ela chupa bem, tenho que admitir. Vai ser uma pena ter que matar ela na frente do pai só pra ver o olhar dele, a miséria no rosto dele e completar minha vingança, completou, sombrio.
Ao ouvir isso, Júlia redobrou os esforços, engolindo o pau de Bruno até o fundo, quase engasgando, o nariz pressionado contra os pelos pubianos. A língua dela lambia debaixo dos testículos enquanto ela sugava com desespero. “Meu Deus”, pensou, “por favor não me matem. Por favor não matem meu pai. Eu vou ser a puta de vocês, eu faço qualquer coisa, só não nos matem.”
Os pensamentos de sobrevivência a empurraram ainda mais fundo na humilhação. Ela continuou chupando até Bruno não aguentar mais. Ao mesmo tempo, as mãos dela bombearam o pau de Rafael até ele gozar também.
— UUUGGGHHH!! PORRA!
— AAAAAHHHH! SIM!
Os dois gozaram quase juntos. Bruno jorrou fundo na garganta dela. Ela engoliu o que conseguiu, o excesso escorrendo pelo queixo e caindo nos seios. Rafael gozou no rosto e no cabelo dela, com alguns jatos grossos acertando os peitos.
Enquanto o pai continuava lambendo entre as pernas dela, Júlia sentiu uma nova onda de excitação se formando. Olhou para os dois paus moles e sentiu, com horror, uma espécie de orgulho primitivo por ter satisfeito aqueles dois homens.
Os dois deram um suspiro satisfeito e recuaram, olhando para o resultado: o rosto, o cabelo e os seios dela brilhando de porra.
— Nada mal, vadia. Você está aprendendo. E o papai também está aprendendo a ser um bom chupador de xota. Pena que todo esse aprendizado não vai salvar vocês, disse Bruno, virando-se para Rafael. — Está na hora. Vamos eletrocutar essa vadia até a morte na frente do pai.
Rafael deu de ombros.
— É a honra da sua família que exige vingança, irmão. Embora seja um desperdício, que seja como você quiser.
Ele levantou a cadeira do governador de volta à posição vertical. Depois, só para lembrar o governador de que ele seria o próximo, prendeu um dos fios com o jacaré nos testículos dele.
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