Resumo:
Durante as rondas noturnas no campus da USP, um grupo de garotas conduz patrulhas sem roupas para garantir a segurança do local. Em uma das noites, surge uma emergência no estacionamento que exige ação imediata. A líder Bruna revela habilidades extraordinárias ao lidar com a situação, alterando a memória das envolvidas e ocultando evidências. As semanas seguintes trazem mudanças na dinâmica do grupo, com a chegada de novos equipamentos e a inclusão de voluntários. A narrativa acompanha a rotina das patrulhas, os relacionamentos entre as participantes e os eventos que moldam a convivência no campus.
Patrulhas e problemas! As rondas começaram uma semana antes do Halloween na USP. A gente planejava ir pra festa em São Paulo, mas claro que deu encrenca. Normalmente a gente saía em grupos de pelo menos quatro, divididos em dois pares. Eu, Larissa, e a Bruna também fazíamos nossa parte, a gente não era daquelas líderes que ficam só no escritório. O time sabia disso. A Bruna me olhava com aqueles olhos escuros cheios de fome, e eu sentia a buceta já úmida só de imaginar a noite.
O esquema era dois pares fazendo um oito alongado. Um ou dois supervisores soltos usavam um z ou um traçado de raio. A ideia era cobrir mais campus do que se fazia antes. A gente queria deixar o lugar seguro e impedir as coisas antes que começassem. O cheiro de grama cortada misturava com o suor das garotas peladas correndo, e eu via os peitos balançando, mamilos duros no vento fresco.
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Perigo no Estacionamento
A Camila e a Maria Luísa podiam circular sozinhas, igual a gente. Já a Júlia e a Micaela a gente pediu pra ficarem juntas por enquanto. Uma contra uma, sem problema. Duas ou três contra uma, aí complicava. Como eu ou a Bruna podíamos assumir uma patrulha ou cobrir um supervisor sozinhas, dava pra rodar tudo sem apertar ninguém. A Susana conseguiu rádios pessoais com o reitor. O alcance era curto, mas servia pro campus. Cada par levava um, e os supervisores soltos também. Eu e a Bruna dormíamos com os nossos, o rádio frio encostado na minha bunda nua.
Na segunda semana, às três da manhã, chegou um chamado de socorro. A gente parava as rondas às duas, mas se alguém estivesse acordado e com vontade de andar mais, podia. As duas ouviram a voz tensa da Suzana dizendo que tinha uma garota caída no estacionamento. A gente saiu correndo do dormitório. A Bruna pegou minha mão, os dedos apertando forte. Chegamos quase meio quilômetro em menos de um minuto, o ar cortando os pulmões, a buceta latejando da adrenalina.
A Suzana estava de pé, sangrando. A Daniela, nossa Booby Begonia, estava de lado e parecia ruim. Pálida, sem se mexer. A Bruna perguntou se a Suzana estava bem. Ela fez que sim. Aí a Bruna se virou pra Daniela. Eu não via o peito dela subir e descer, e olha que o peito era grande, tetas pesadas e rosadas. A Bruna xingou em japonês, pelo menos acho que era, e virou a garota de costas. Cutucou aqui e ali, pegou o pé esquerdo, fez alguma coisa e cravou o polegar com força na sola. Depois pulou e desceu com o punho no peito dela, o som seco ecoando.
Eu já tinha visto isso antes, mais de um ano atrás. Foi assim que o Gunnar voltou a andar. E também começou a idolatrar a Bruna. Mas nada aconteceu. A Bruna gritou “não!” e socou o asfalto com tanta força que deixou marca. Depois beijou a Daniela. Não foi beijo de príncipe acordando Bela Adormecida. Foi beijo de quem não aguenta mais e precisa de mais agora. A língua dela invadiu a boca da Daniela, e eu senti meu próprio corpo esquentar, a xoxota encharcada pingando na coxa. De repente os braços da Daniela subiram e agarraram a Bruna. Ela retribuiu o beijo como se não fosse parar nunca, gemendo baixo.
A Bruna demorou pra se soltar, mas conseguiu. Depois puxou a Booby pra cima. A cena teria sido um espetáculo, mas eu e a Suzana ficamos mudas. A gente tinha acabado de ver uma ressurreição no estacionamento às três da manhã. O cheiro de terra e sangue misturava com o suor das duas, e eu via os corpos nus colados, tetas roçando.
A Bruna olhou pra Suzana e mandou “psiu” com cara séria. Depois perguntou pra Daniela como ela estava. A Daniela sorriu e falou: “Ótimo. A gente casou agora, né, gata?” A Bruna me deu um olhar que eu conhecia bem: “Merda, e agora?” A Suzana repetia baixinho “a garota estava morta”. A Bruna tirou a pérola que a gente achou no Cabo de algum lugar, acho que ela tem bolsos invisíveis, e apertou tão forte que pareceu soltar vapor. Colocou a Booby ao lado da Suzana e falou, sem emoção: “Vocês decidiram parar cedo e ir dormir. Foi a noite mais tranquila de todas.”
Mandou a Suzana embora e olhou de novo pra Daniela. “E você se sente ótima, mas sonhou que casou comigo, com um peixe grande e muitos pássaros. Foi tão engraçado que você quer contar pra gente no café da manhã.” Mandou ela pra cama também. Depois olhou em volta e balançou a cabeça. “Esses caras não são alunos. São ladrões. Estavam roubando rádios e toca-fitas dos carros. A Suzana ouviu o barulho e veio ver. Ela é competente demais, caralho. Enfrentou a faca e a corrente e deixou a Booby com o cara desarmado. Só que ele tinha uma pistola caseira na manga.” Ela mostrou um buraco no asfalto e disse que tinha um chumbo lá dentro.
Resgate e Agradecimento
Perguntei onde estava o terceiro. A Bruna finalmente sorriu. “Embaixo daquele carro. A Booby acertou o atirador enquanto caía. A garota tem estilo.” Aí ela foi pro canto do estacionamento, ajoelhou na grama e cantou baixinho, de novo em japonês. O chão abriu, a grama dobrou pra trás e a terra escorregou de lado. A gente jogou os três no buraco. Ela cantou de novo e tudo fechou como se nunca tivesse sido mexido. O cheiro de terra fresca subiu, misturado com o gozo que eu sentia escorrendo das coxas só de ver a Bruna pelada e poderosa.
Voltamos pro dormitório, tomamos banho e deitamos. Não achei que ia conseguir dormir, mas dormi um pouco. No café da manhã a Booby contou o sonho engraçado em que casou com a Bruna, com um peixe azul e verde de barbatanas brancas nadando no ar, vários passarinhos amarelos de cara preta e uma raposa estranha com caudas demais. Eu olhei pra Bruna. Ela balançou a cabeça devagar. Não tinha mencionado raposa nenhuma na noite anterior. A Bruna caminhou comigo até meu escritório. Perguntei o que diabos tinha sido aquilo. Ela respondeu: “Minha mãe garantindo que eu estava bem de novo.”
Naquela semana a Bruna patrulhou com várias das garotas, inclusive a Suzana e a Booby. Também me contou uma coisa nova: conseguia ler mentes se se concentrasse. Perguntei o que eu estava pensando. Ela riu e disse que eu era uma garota muito safada, depois me beijou. Então sim, lia a minha. Depois de patrulhar sozinha com cada uma, ela me disse que estavam bem e não lembravam de nada do incidente. Achei bom, considerando tudo. Não precisava lembrar de matar alguém ou de ter morrido, se não fosse necessário. A Bruna concordou.
Era véspera de Halloween. A Bruna pediu voluntárias pra ficar e fazer patrulha. Eu e ela avisamos que ficaríamos de supervisores soltos pra elas poderem curtir a noite. Foi uma noite tranquila. O pior foi um garoto mal-educado que precisava aprender modos e três garotas bêbadas se segurando umas nas outras e cantando até o dormitório. Nada de fantasmas. A vida continuou normal por uns dias, mas eu sentia a tensão sexual crescendo entre as garotas peladas, olhares demorados nas bundas e tetas.
A semana seguinte foi normal. Parecia que os atletas chatos tinham aprendido a lição ou saído do campus. Pequenas vitórias. A Suzana saiu do grupo em meados de novembro. Só disse que precisava ir e foi embora. Eu tinha uma ideia do motivo: a Booby não estava bem. Pra quem não conhecia, parecia normal. Ela não corria mais atrás da Bruna do que as outras, mas a hippie despreocupada tinha sumido. Agora era introspectiva e um pouco melancólica. O rosto sempre sorridente com uma flor no cabelo não estava mais ali. Eu sentia falta dela. Tinha certeza de que, em algum nível, ela lembrava de ter matado o homem que a matou. Sim, ela estava morta aquela noite, não só desmaiada. Isso muda uma pessoa. A buceta da Booby devia estar seca de tanta tristeza, pensei.
Liguei pra Jo e pedi pra ela verificar umas coisas. Ela fez. Melhor irmã do mundo. Contei pra Bruna e a gente chamou as garotas pra passar o Thanksgiving em casa. Avisei o reitor que talvez não fizéssemos patrulhas no feriado e expliquei o motivo. Ela aprovou. Quarta-feira a gente pegou o carro lotado de garotas peladas e subiu a estrada em volta de São Paulo até a casa da família. Quinta cedo a Jo nos levou pra igreja metodista local. A pastora Júlia Hall nos recebeu e disse que o salão era nosso. A Jo levou todo mundo pra cozinha grande e velha e pôs todo mundo pra trabalhar: assar perus, cozinhar legumes, descascar batatas, fazer tortas. A Booby e a Camila pegaram o ônibus da igreja com permissão e saíram recolhendo gente. A Júlia tinha dado uma lista de endereços. Quando o Thanksgiving manda a Booby Begonia e a Cherry Bomb toda maquiada, a pessoa sorri e sobe no ônibus.
À uma e meia o salão estava lotado de gente pobre, limpa e educada, ansiosa pra comer. A gente serviu pão quentinho, peru, batata, vagem, milho e bastante molho de cranberry. Tinha umas quarenta pessoas mais dois terços do time. As garotas se espalharam pra que cada mesa tivesse uma ou duas delas sorrindo. Depois do jantar elas trouxeram as tortas. Rostos felizes por todo lado. Algumas pessoas eram só sozinhas no mundo e gostaram da companhia. A Bruna me olhou de lado, a mão escorregando na minha bunda, e eu senti o calor subir.
A Booby e a Cherry levaram todo mundo de volta pra casa enquanto a gente arrumava o salão e limpava a cozinha até brilhar. Quando a Júlia apareceu, a Jo entregou pra ela uma marmita com peru e torta. Ela sorriu muito. Eu e a Bruna agradecemos a ela pela chance de ajudar e perguntei se podíamos usar o salão de novo no Natal. Ela sorriu ainda mais e disse que sim, que não importava se a gente era pagã pelada, a gente estava fazendo a obra de Cristo. A Bruna respondeu com cara séria que Jesus com certeza aprovava. A Júlia provavelmente não imaginava que a Bruna podia ter almoçado com o cara recentemente.
A Booby apareceu toda sorridente e disse que a gente já tinha sido pelada um dia, só o conhecimento do mal é que fez a gente vestir roupa. A hippie estava de volta. A Júlia ficou pensativa. Também falou que o salão e o ônibus eram nossos quando quiséssemos. A gente voltou pra casa, relaxou e a Chloe começou a trazer docinhos da cozinha. Sexta ela e a Booby cozinharam juntas e o time fez seu próprio Thanksgiving. A Camila subiu na mesa, se encolheu como peru amarrado e ganhou várias ofertas pra beliscar as coxas dela. A Booby trouxe o peru de verdade, riu, pegou a Cherry da mesa e colocou no meu colo. A gente fez um jantar longo, carinhoso e feliz. Cada uma falou do que estava grata. Pra muitas, as patrulhas e o jantar que a gente serviu no dia anterior entraram na lista.
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A Booby falou melhor: estava mais grata pela família nova que tinha aqui. Virou aplausos e abraços em grupo. Sábado a Chloe preparava o café e a Booby ajudava de novo enquanto a Cherry fazia palhaçada. A Jo entrou lendo o jornal e disse que todo mundo precisava ver. Antes do feriado a assembleia tinha aprovado a “Lei da Peladeira”. Agora era legal ficar pelado em qualquer lugar de São Paulo. E outros estados do Sudeste tinham feito o mesmo. O Sudeste virou zona livre de roupa, ou pelo menos opcional. A gente riu, e eu senti a rola de um dos garotos novos já dura só de imaginar.
Depois, quando falei com o Luis, confirmei que os nossos braceletes, principalmente os meus e da Bruna, eram o mesmo modelo que eles faziam pras forças especiais. Ele prometeu que a próxima atualização ia trazer comunicação bidirecional pra todo o time. Também disse que desde a terceira atualização a gente tinha tecnologia à frente do Exército. Eu ri e falei “ratos de laboratório, né?”. Ele respondeu sério que nossos testes inteligentes tinham adiantado a tecnologia em anos, então a gente era parceiro de laboratório honorário e tinha atualizações vitalícias direto dele. Contei o que a gente descobriu com a Camila e a Micaela quando passamos os braceletes velhos pra elas e como a gente tinha encontrado novas formas de trabalhar com a física. Ele ficou empolgado, fez várias perguntas, agradeceu muito e desligou.
Dias depois eu estava no escritório da Susana quando o cara da transportadora trouxe duas caixas grandes da empresa. O Luis mandou braceletes novos com comunicação bidirecional. Dentro tinha um estojo com dois pares especiais pra mim e pra Bruna e quatro pares com efeito de sinergia igual aos nossos. No almoço eu avisei e as garotas passaram pela sala ao longo da tarde. Os braceletes especiais foram pra Camila, Micaela, Cindy Lu Who e Booby Begonia. Eu pensei na Maria Luísa, mas elas já eram letais o suficiente. Pedi pras quatro irem treinar pra aprender o que podiam fazer agora. Elas tinham as mesmas divertidoções extras de física que as nossas. Com um pouco de prática aprenderam a direcionar a força rebatendo nos punhos umas das outras. A Camila foi a primeira a descobrir que conseguia correr em paredes. O ginásio parecia filmagem de palhaços pelados. Quatro garotas subindo paredes e dando cambalhotas enquanto eu e a Bruna ficávamos no meio rindo. A Booby Begonia e a Camila subindo parede e fazendo triplo pra frente eram incrivelmente gostosas, as bucetas abertas no ar.
Na quinta-feira todo mundo viu como funcionava a comunicação bidirecional e pareceu aliviado. A gente decidiu contar que algumas tinham mais divertidoções. As quatro especiais fizeram uma demonstração com a gente. Sem ciúmes, elas sabiam que eram as melhores do grupo. Quando as quatro subiram a parede e fizeram triplo pra trás em sincronia, todo mundo admirou de verdade. Se a gente tivesse pinto, estaria em posição de continência. Os pares de patrulha mudaram. Micaela e Camila agora andavam juntas. Era divertido ver a Cherry pequena e pintada caminhando ao lado da Micaela grande e pálida. A Booby Begonia ficou com a Cindy Lu Who. Deveriam chamar o par de Gêmeas Peitudas ou Irmãs Bundudas, porque as duas pareciam ótimas andando juntas, tetas balançando.
A vida continuou. Com os rádios novos a gente ouvia mais das patrulhas. Coisas tipo “bunda gostosa à frente, ah, oi Booby e Cindy!” e outras brincadeiras. Mas também passavam informação. Paravam problemas antes que alguém se machucasse. Pararam vandalismo e até um roubo. O reitor estava feliz. A Catherine disse que não tinha intenção de dispensar os seguranças do campus, mas agora o lugar era seguro e educado também. A gente até impediu um suicídio. Perto das provas uma dupla viu um garoto andando sozinho, triste. Era a dupla das PJs. Elas relataram um cara nerd com cara de quem tinha perdido o melhor amigo e o gatinho. Ele andava na direção da biblioteca. A Cindy Lu Who e a Booby Begonia estavam subindo o campus, viram ele desviar e seguiram. Encontraram ele em pé num galho, olhando pra um laguinho. Ele não queria descer e estava oscilando, pronto pra pular. Elas bateram na árvore ao mesmo tempo. O galho quebrou, ele caiu e a Booby pegou. Cair de cabeça nos peitos dela salvou a vida dele e mudou a ideia. Elas caminharam com ele e conversaram. As duas têm tudo que chama atenção de garoto. Quatro atributos e bundas ótimas também. Em vez de levar pra saúde estudantil, elas deram um passeio. Atrás da biblioteca a Booby mostrou pra ele as alegrias da cozinha. Ou do sexo. Não consigo lembrar o título do livro. A Cindy ficou de olho, e também só ficou olhando, safada. Depois levaram ele pro dormitório, ensinaram o juramento do chuveiro, lavaram ele e trouxeram pra prática daquela noite. Pelado igual elas. Tinha um pau bonitinho que ficava duro o tempo todo. Talvez fossem os peitos e as bundas. O clube adotou ele. Não sei se a Booby transou com ele de novo, mas alguém transou e várias gostavam de dar tapinha no pau quando estavam perto. Ele parecia gostar da atenção, e o pau também.
O Jake começou a vir pro clube também. Agora tinha dois paus por perto. Não tanto pendurados quanto em continência. A Micaela ou a Camila disse que eles podiam ser o esquadrão de torcida e a ideia pegou. A Camila arrumou pulseiras e pompons nas cores da escola. Eles começaram a dar gritos engraçados tipo “Façam os peitos pularem, deem uma surra no time nas peladas!”. Bobagem de torcida, mas divertido, com dois paus duros marcando o ritmo. Logo pareceu que eles sempre tinham estado com o time. Começaram a patrulhar, meio que. Normalmente com a Booby e a Cindy Lu, mas o Sam também seguia a maioria das garotas. O garoto era solitário e a gente gostava dele. A Maria Luísa e a Júlia agora eram supervisoras soltas. Eu vi ele uma tarde seguindo a Maria Luísa como cachorro perdido. Não foi surpresa. Quando elas pararam, puxaram o pauzinho dele com sorrisos grandes e depois bateram na bunda, eu ri por dentro. Elas não transam com homens, só entre elas e com a Júlia, que é namorada delas. Mas acharam ele bonitinho de filhotinho, então gostam de fazer carinho. Eu também via o Jake andando com as garotas, principalmente com a Booby e a Cindy Lu, a namorada dele. Ela mandava ele andar atrás pra o pau duro apontar pra bunda dela. Era divertido ver isso nos caminhos do campus. No final da noite, depois de tudo, a Bruna me puxou pro quarto, meteu os dedos na minha buceta encharcada e me fez gozar forte, o corpo inteiro estremecendo enquanto ela lambia meu pescoço e sussurrava meu nome.
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