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Conto de trio: Coroa se masturbou e acabou fodendo com os dois encanadores

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Resumo:

Camila, uma dona de casa de 42 anos, é surpreendida pelos encanadores do condomínio enquanto se masturbava. O encontro que ela não esperava transforma-se em uma experiência intensa entre os três, levando a mulher a descobrir desejos que seu casamento já não atendia. Ao final, a situação muda de constrangimento para acordo entre os envolvidos, que passam a planejar novos encontros.

Camila terminou de se secar depois do banho. A dona de casa de 42 anos entrou no quarto da casa térrea e jogou a toalha na cesta de roupa suja. Olhou-se no espelho enquanto penteava o cabelo loiro, curto no estilo pixie. Era uma mulher bonita. Os olhos azuis claros eram o que mais chamava atenção no rosto. Tinha mandíbula firme e rosto redondo simétrico que a maioria achava atraente, embora a mãe sempre dissesse que ela deveria deixar o cabelo crescer. Media 1,73 m e tinha corpo magro, medidas 81-61-81, com seios firmes de copa A. Os mamilos longos e inchados estavam duros por causa do frio do quarto depois do banho. Baixou o olhar até a virilha, vendo a mata de pelos castanho-claro, só um tom mais escuro que o cabelo sujo de loiro. Tinha aparado as laterais no banho e se arrependia de não ter feito isso no dia anterior, antes de transar com o marido à noite. Se tivesse feito, talvez Rafael tivesse lambido ela antes de meter.

Camila e Rafael estavam casados havia vinte anos. Tinham uma filha de 18 anos que agora estava na Academia Naval dos EUA. Rafael era catorze anos mais velho. Se conheceram quando ela terminou a escola e começou a trabalhar como auxiliar jurídica. Os pais dela se preocuparam com a filha de 21 anos saindo com um homem de 35, mas acabaram gostando dele. Ele era um bom marido. Ganhava bem o suficiente para Camila ficar em casa quando a filha nasceu. Depois que a filha entrou na academia, Rafael decidiu que deviam sair da casa grande e ir para uma casa térrea em um condomínio de idosos ativos, já que ele tinha acabado de fazer 55 anos. Não importava que Camila ainda tivesse mais de dez anos para chegar aos 55. Ela admitia que às vezes se sentia estranha por ser mais nova que a maioria dos vizinhos, mas encontrou algumas mulheres que também ainda não tinham chegado aos 50 e fez amizade com elas.

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Rotina e desejo acumulado

Camila gostava do condomínio e do clube, que ficava a uma curta caminhada de casa e tinha piscina, academia e outras coisas que ela podia usar durante o dia enquanto o marido trabalhava. Pensando nele e na noite anterior, deitou na cama e passou a mão direita devagar entre as pernas. Gostava de sexo, mas não estava muito satisfeita havia mais de dez anos. Antes de casar, se considerava novata nisso. Diferente de algumas amigas, a adolescente magra esperou para perder a virgindade. Quando finalmente perdeu, foi no último ano do ensino médio, logo depois de fazer 18 anos, com o namorado que também era virgem. Transaram algumas vezes antes da formatura. Depois ela atrasou a menstruação e teve medo de estar grávida. Felizmente a menstruação veio, mas só depois que contou ao namorado e ele terminou o namoro.

Namorous algumas vezes na faculdade enquanto fazia o curso de auxiliar jurídica, mas só transou com dois homens. Os dois terminaram o relacionamento depois de dormir com ela. O primeiro ela saiu três vezes antes de transar e ele sumiu depois. O segundo foi no primeiro encontro: ela bebeu demais em uma festa e acabou deixando ele meter no banco de trás do carro. Ele nunca ligou de novo e ela mal lembrava do que tinha acontecido. Começou a achar que tinha algo errado com ela até conhecer Rafael.

Rafael era um bom marido, mas não era o melhor amante. Mesmo assim ela o amava e não se importava. Não tinha muito com quem comparar. Pelo menos ele ficou depois de transar. Um ano mais ou menos depois que a filha nasceu, Camila teve problemas de saúde e fizeram histerectomia. Perdeu o desejo por um tempo, mas voltou. Rafael nunca ficou tão ativo depois disso. Era difícil com a filha dormindo no quarto ao lado. Nos últimos dez anos ou mais, o sexo ficava limitado a uma noite por semana no máximo, quase sempre domingo. Rafael era homem de rotina e isso valia também na cama. O sexo virava basicamente duas opções: às vezes ele chupava ela até ela gozar e depois rolava de barriga para cima para ela sentar na pica até ele gozar, o que levava no máximo três ou quatro minutos. Ou então subia em cima dela no papai-mamãe e metia os mesmos três ou quatro minutos até gozar dentro e rolar para dormir, deixando Camila usar a mão para terminar sozinha.

A barriga de Rafael tinha crescido bastante nos últimos dez anos e ficava desconfortável ter ele por cima, então ela até preferia que ele gozasse rápido quando estava nessa posição. Na noite anterior tinha sido papai-mamãe, por isso ela não gozou. Mesmo quando ela subia nele, o orgasmo geralmente vinha primeiro com a língua. Não lembrava a última vez que gozou na pica dele. Como não gostava de se masturbar ao lado do marido dormindo, esperava até de manhã. Agora estava deitada, esfregando o clitóris devagar para conseguir o prazer que não teve na noite anterior.

Dois homens chegaram à porta da frente: Bruno e Tiago. Os dois trabalhavam na manutenção do condomínio. Bruno cuidava de ar-condicionado. Tiago era pedreiro e fazia vários serviços. Bruno tinha 34 anos, era recém-divorciado, cabelo castanho curto e olhos castanhos. Media cerca de 1,83 m e era atlético. Tiago tinha 29 anos, 1,88 m, cabelo mais escuro, barba e bigode cheios. Também estava em boa forma e tinha várias tatuagens nos braços.

Camila esqueceu que Rafael tinha marcado a manutenção preventiva do ar-condicionado para a primavera e o verão. Bruno tocou a campainha, que estava quebrada e não fez som. Bateu, mas Camila não ouviu do quarto. Então digitou a senha que Rafael tinha passado na fechadura eletrônica e abriu a porta. Chamou para ver se alguém estava em casa, mas de novo Camila não escutou. Os dois foram primeiro para o armário de utilidades, mas Tiago ouviu um barulho. Deixaram as bolsas de ferramentas no chão e foram investigar. Chegaram quietos até o quarto principal, cuja porta estava escancarada. Pararam ao ver Camila se masturbando na cama.

Encontro inevitável

O primeiro que notaram foi que ela era bem mais bonita que a maioria das mulheres mais velhas que encontravam no condomínio. Ver ela se tocando foi uma visão boa. Bruno reconheceu Camila. Tinha tido um encontro parecido meses antes no vestiário feminino do clube. Lembrava bem: tinha sido mandado para verificar algo lá dentro. Chamou antes de entrar, mas Camila estava no chuveiro e desligava a água exatamente quando ele chamou, sem ouvir. Quando Bruno entrou na área do chuveiro, Camila abriu a cortina para pegar a toalha e ele ficou parado olhando. Ela gritou, cobriu o corpo com os braços e Bruno saiu rápido. Depois que ela se vestiu, resolveram o mal-entendido. Agora, com Bruno marcado para vir e depois de tentar bater e chamar antes de entrar, ele começou a achar que Camila estava armando esse encontro “acidental” de propósito, como talvez tivesse feito da outra vez.

Bruno tirou o celular do bolso e começou a gravar a mulher se masturbando. “Que porra você está fazendo?”, sussurrou Tiago. “É a segunda vez que ela se expõe para mim. Quero prova do que a gente encontrou”, sussurrou Bruno de volta.

Camila estava perto de gozar. Esfregava dois dedos em círculos no clitóris enquanto apertava o mamilo esquerdo com a outra mão. Ouviu vozes baixas. Viu movimento, levantou a cabeça e viu os dois homens olhando da porta. “Que merda é essa?”, gritou, tentando cobrir os seios e a buceta com as mãos. “O que vocês estão fazendo aqui? Saiam daqui!”

Tiago já ia virar e correr, mas Bruno entrou no quarto. “A senhora sabe por que a gente está aqui, dona Camila.” Ela balançou a cabeça, depois lembrou que o marido tinha avisado da visita. Mortificada por ter sido pega assim, gaguejou: “Desculpa. Esqueci que vocês iam vir. Por favor, saiam daqui…” Vendo o celular na mão de Bruno, perguntou: “Espera, você filmou eu?”

“Vídeo. Quer ver?”, respondeu Bruno. A boca dela ficou aberta. “Como você ousa gravar isso. Apaga agora!” Bruno se aproximou da cama. Tiago foi junto. Os dois olharam para a mulher que ainda tentava se cobrir. “É a segunda vez que você me deixa te ver pelada”, disse Bruno. “Seu marido é bem mais velho que você. Acho que está fazendo isso de propósito para arrumar um pouco de ação.”

“Não, eu não faria isso”, respondeu Camila. “Admite, você quer ser fodida”, acusou Bruno. “Não quero”, insistiu ela. “Vamos, Tiago, vamos dar para essa cougar o que ela quer.” “Não, parem!”, começou ela, enquanto os dois homens pulavam na cama, seguravam ela, apertavam os seios pequenos e esfregavam a buceta. “Parem com isso, caralho! Parem!”

Bruno abriu as pernas dela e enfiou o rosto na virilha. Antes que ela pudesse fazer qualquer coisa, sentiu a boca contra a buceta e a língua batendo no clitóris. “Não, parem!”, implorou, tentando tirar as mãos de Tiago dos seios. Chutou as pernas enquanto a buceta era chupada. Tiago se inclinou e começou a lamber o mamilo esquerdo. Camila não acreditava que aquilo estava acontecendo. “Você tem um gosto bom, dona Camila”, elogiou Bruno enquanto lambia a boceta. Ela se debatia na cama enquanto os dois homens a tocavam. Lutou, mas não conseguia escapar. Bruno enfiou o dedo indicador na buceta. “Tira isso, por favor tira!”, gritou, só para sentir o dedo do meio entrar também. Agora estava sendo dedada enquanto ele chupava o clitóris. Os dedos encontraram o ponto G e o corpo dela começou a responder. “Ah não, por favor parem. Não façam isso comigo!”, implorou. Mas os dedos dentro da buceta, a língua no clitóris e a boca e os dedos de Tiago nos mamilos mandavam ondas de prazer forçado por todo o corpo.

“Ah meu Deus, não… estou gozando…”, soltou enquanto o corpo chegava ao clímax sob o ataque dos dois. Tremeu, querendo escapar do orgasmo forçado, mas sabendo que o corpo estava aceitando ao mesmo tempo. Sentiu mistura de humilhação, vergonha e prazer ao mesmo tempo enquanto os homens continuavam. “Vamos foder ela”, decidiu Bruno. “Não, vocês não podem!”, declarou Camila, enquanto os dois revezavam para segurar ela no lugar e tirar a roupa. Camila viu os homens nus se aproximando. Eram os primeiros homens nus que via desde antes de conhecer Rafael. Viu a pica grossa de Bruno, pelo menos quatro ou cinco centímetros maior que a de Rafael, que media pouco mais de 13 cm. Depois a pica completamente depilada de Tiago, que ela calculou ter uns 20 cm. “Não, fiquem longe de mim”, implorou.

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Bruno a agarrou e colocou de quatro. Segurou os quadris com força e enfiou a pica por trás. Camila ofegou quando ele meteu até o fundo. Fazia anos que não era comida de quatro. Tiago contornou e ajoelhou no colchão, enfiando a pica na cara dela. Camila não era contra , embora só tivesse feito com Rafael e calculava que fazia cinco ou seis anos que tinha feito um completo. Agora um homem que mal conhecia enfiava a pica na boca dela. Estava sendo fodida na boca e na buceta ao mesmo tempo. Como aquilo podia estar acontecendo? Se perguntou enquanto levava duas picas ao mesmo tempo.

Bruno metia forte na buceta. Enquanto fazia isso, inclinou o corpo e segurou os seios pequenos com as mãos, continuando a socar. “Porra, sua buceta é gostosa”, disse. Camila grunhia enquanto o corpo era perfurado por trás e pela frente pelas picas dos dois homens. Lembrou que Rafael durava no máximo três ou quatro minutos, mas esses dois pareciam ter muito mais fôlego. Já tinha passado pelo menos cinco minutos e os dois ainda estavam indo forte. “Ah meu Deus…”, gemeu com a boca cheia enquanto sentia o corpo responder. Estou gostando disso? Pensou em silêncio ao perceber que estava prestes a gozar de novo. Não, não, não, isso não pode estar acontecendo. Camila gemeu alto quando a buceta gozou na pica de Bruno. A mulher que não gozava em uma pica havia anos estava gozando para outro homem. E ele ainda não tinha terminado. O orgasmo diminuiu e voltou quando Bruno continuou metendo. “Ah porra, sim! Estou gozando!”, gritou. Mesmo com a pica grossa de Tiago na boca, as palavras foram entendidas enquanto ela rebolava entre os dois. “Ah porra, sim”, disse Tiago, logo antes de gozar na boca de Camila. Ela ainda gozava na pica de Bruno quando sentiu Tiago jorrando na boca e chupou e engoliu cada gota. Bruno acelerou. “Ah, ah, porra, sim!”, exclamou enquanto gozava dentro da buceta. A mulher mais velha rebolava contra ele, acompanhando as estocadas enquanto ele esvaziava as bolas dentro dela. Tiago tirou a pica da boca e deitou na cama, olhando o fio de porra que escorria do canto direito da boca dela. Bruno também deixou a pica sair da buceta.

“Não acredito que vocês fizeram isso comigo”, ofegou ela. Os dois homens ficaram em silêncio, percebendo pela o tamanho do problema em que estavam metidos. Então Camila olhou para a pica de Tiago, que ainda estava meio dura. Antes de pensar no que fazia, pegou com a mão direita e começou a masturbar devagar até ficar totalmente dura de novo. “Preciso sentar nisso”, disse com um sorriso. Subiu no colo de Tiago. “Que putinha safada”, comentou Bruno ao ver a mulher montar na pica de 20 cm do colega. “Tive uma ideia”, disse. Pulou da cama, correu até o banheiro e voltou com um tubo de vaselina. “O que você está fazendo?”, perguntou Camila quando ele subiu atrás dela. Bruno passou um pouco do lubrificante na pica, depois pegou um dedo cheio e esfregou no cu dela, antes de enfiar o dedo no esfíncter e lubrificar também. “Não, não isso”, disse Camila, entendendo a intenção. “Ah, vai ser isso sim”, respondeu Bruno enquanto pressionava a pica contra o cu. Camila gritou de dor quando ele foi enfiando devagar a pica dura no cu. Sentiu-se sobrecarregada no começo, com a pica abrindo o cu enquanto ela estava sentada na maior pica que já tinha sentido dentro da buceta. “Vamos foder ela”, disse Bruno para Tiago. Camila grunhia alto enquanto os dois homens começavam a meter nos dois buracos ao mesmo tempo. No início doeu pra caralho, mas depois o corpo acordou. Camila sabia que aquilo estava errado. Estava sendo obrigada a transar com os dois, mas estava começando a gostar. Por isso estava traindo o marido amado, mas nunca tinha se sentido tão sexualmente viva na vida. Então outro orgasmo começou. “Fodem, ah sim, fodem com essas picas. Me fazem gozar!”, gritou em luxúria enquanto a buceta e o cu eram preenchidos. Os homens sentiram o corpo de Camila tremer entre eles enquanto ela começava a ter múltiplos orgasmos. Isso continuou por vários minutos até os dois gozarem dentro dela. Depois tiraram as picas e deixaram Camila cair de lado no colchão, ofegante depois de ser fodida por eles.

“Não acredito nisso”, falou por fim. “Acho melhor a gente ir trabalhar no ar-condicionado”, disse Bruno. Camila olhou para ele. “Façam isso. Eu fico aqui até vocês terminarem. Depois quero que voltem e façam isso de novo. Dessa vez trocando os buracos.” “O quê?”, disseram os dois ao mesmo tempo, surpresos. “Vocês ouviram”, respondeu Camila. “Olha, estou puta por terem pulado em mim contra a minha vontade. Mas isso foi ótimo. Amo meu marido, mas ele nunca me satisfez assim. Então, se estiver tudo bem para vocês, acho que podemos marcar para vocês virem fazer manutenção em alguma coisa de dois em dois meses.” Os dois homens sorriram. “Vamos trabalhar”, disse Bruno para Tiago, “para a gente voltar logo e foder essa mulher mais uma vez.”

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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