Resumo:
Durante uma semana em Ipanema, um homem passa férias na casa da cunhada e descobre atração pela sogra que chega de visita. Enquanto as demais saem para caminhar na praia, ele permanece no quarto e é surpreendido pela sogra ao usar uma peça íntima dela. O encontro evolui para uma relação sexual rápida e intensa na cama da cunhada, marcada pelo risco de serem descobertos pelas filhas. O relato descreve o ambiente doméstico, a excitação gerada pelo contexto familiar e o caráter furtivo do momento.
Minha cunhada Bruna morava pertinho da praia em Ipanema. Quando ela viajava, minha mulher Camila e eu aproveitávamos para passar uns dias de folga na casa dela. Sol, mar e areia sempre deixavam a gente com tesão, a ponto de foder mais em uma semana do que em um mês inteiro em casa. Eu tinha uma queda pela Bruna. Transar em vários cantos da casa dela, até no quintal, me deixava ainda mais excitado. Ela era parecida com a irmã, mas diferente o bastante para chamar atenção. As duas tinham cabelo curto: a Camila era loira, a Bruna morena. A bunda da Bruna era um pouco maior e as duas tinham peitos grandes que balançavam quando caminhavam. Eu imaginava como seria apertar aqueles mamilos grossos, sentir o peso deles nas mãos enquanto metia fundo. O cheiro de protetor solar misturado com suor me deixava louco toda vez que a gente voltava da praia.
Quando a Camila saía, eu abria a gaveta de calcinhas da Bruna e o cesto de roupa suja. Ficava pelado na cama dela, cheirando uma calcinha usada e enrolando outra no pau e nas bolas, batendo punheta até gozar tudo. O tecido macio contra a rola dura me fazia gemer baixo, imaginando a Bruna usando aquelas peças enquanto eu fodia ela por trás, estocando sem parar até o cu dela apertar meu pau. O gosto salgado do suor na pele, o som molhado da punheta rápida, tudo isso me deixava perto do gozo em minutos.
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Helena Assume o Quarto
Num verão estávamos passando a semana na casa da Bruna. Na quarta-feira a mãe delas, minha sogra, veio passar dois dias com a gente. A Helena era uma mulher simpática, nada daquelas figuras de filme. Tinha quase sessenta anos, era baixa como as filhas, cabelo grisalho curto, peitos grandes e bunda ainda maior que a da Bruna. Entrou pela porta parecendo bem cuidada: maquiagem leve, cabelo tingido de um cinza prateado que caía bem nela. O vestido branco e vermelho marcava as curvas, os seios quase escapando, e os sapatos brancos de tiras completavam o visual. Mal ela chegou e eu já estava duro só de olhar. A gente se abraçou. O perfume dela era bom, doce e quente. Apertei forte e ela retribuiu, o corpo macio colado no meu. Quando se afastou, sorriu e acho que deu uma olhada rápida na minha calça. Fiquei nervoso. Será que ela sentiu o pau duro? Achei que não tinha encostado tanto, mas o calor subindo pelas minhas coxas dizia que sim. Pensei em como seria lamber aqueles mamilos furados, chupar devagar enquanto ela gemia meu nome.
Depois do chá e da conversa, a Bruna sugeriu caminhar na praia. Todo mundo topou. Eu disse que estava com dor de cabeça e ia deitar um pouco. “Talvez eu alcance vocês depois”, falei. Assim que elas saíram, subi pro quarto da Bruna. Ia mexer na gaveta de calcinhas quando vi a mala da Helena ao lado da cama. Mudei de ideia. Ajoelhei no chão, abri o zíper e procurei até achar um sutiã preto de renda grande. Tirei a roupa num segundo, deitei na cama da Bruna, amarrei as alças do sutiã nas bolas e coloquei as taças de renda em volta do pau duro. Apoiei a cabeça nos travesseiros, fechei os olhos e imaginei a Helena apertando os seios grandes, levando-os à boca, lambendo os mamilos grossos e chupando devagar. O pau latejava, pingando porra preta no tecido. Eu esfregava devagar, sentindo o cheiro de talco e suor que ainda restava no sutiã.
Tive que diminuir o ritmo porque o tecido de renda e a imagem dela se tocando estavam me deixando perto demais. Não ouvi a porta da frente nem os passos na escada. Só percebi que não estava sozinho quando escutei a voz da Helena: “Dor de cabeça, né?”. Abri os olhos. Ela estava ao lado da cama, olhando pra baixo. Tentei cobrir o pau, mas ela disse: “Não adianta, já vi tudo”. Sorriu e apontou pro sutiã enrolado em mim. “Acho que a Bruna não ia gostar de saber que você tá batendo punheta com o sutiã dela.” Virou pra atravessar o quarto. “Não é da Bruna”, consegui falar. “É seu.”
Corpos na Cama de Bruna
Ela parou, deu meia-volta e sentou na beira da cama. “Que surpresa gostosa”, disse, sorrindo. “Ficou assim todo duro por causa de uma velha como eu.” Puxou o sutiã. As alças apertaram minhas bolas e o pau ficou duro de novo. Sem falar nada, ela se levantou, tirou o vestido e ficou só de sapato branco. Os seios grandes e pesados tinham mamilos grossos e furados. Subiu na cama, tirou o sutiã da minha mão e começou a esfregar os peitos no meu pau. Eu me mexi contra a pele dela, sentindo o calor úmido. Ela apertou os seios em volta e eu comecei a foder entre eles, melando tudo de porra preta. O som molhado ecoava no quarto, cheiro de sexo subindo rápido. “Não temos muito tempo”, avisou ela. “Não quero que as meninas nos peguem.” Rolou de lado, abriu as pernas e eu desci pra chupar a buceta dela. Mordisquei o clitóris, enfiei a língua fundo, o rosto ficou encharcado com o gosto salgado dela. Ela gemeu alto, agarrou meu cabelo e apertou minha cara contra ela. Quando levantei a cabeça, ela abriu mais as coxas. Entrei devagar no começo, depois comecei a meter com força. Os gemidos dela ficaram mais altos, os meus misturados. Suor escorria dos dois. Chupava os mamilos furados, mordia a pele macia. O corpo dela tremeu quando gozou, apertando meu pau com força. A gente se beijou com força, línguas se enroscando. Não aguentei mais. Quando ela gritou que estava gozando de novo, gozei forte dentro dela, esporrando tudo, o leite quente jorrando enquanto ela tremia e gemia meu nome. Caralho, que delícia. Ficamos ali ofegantes, colados, até o som de passos lá embaixo nos fazer rir baixo e nos separar rápido.
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