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Conto de traição: Eu transei com a minha assistente depois da festa da firma

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Resumo:

Rafael, dono de uma empresa de engenharia, mantém sua identidade em segredo e contrata Bruno para gerir os negócios enquanto ele se dedica à pesquisa. Em uma festa de Natal da firma, ele conhece Ana, funcionária do departamento de pesquisa, que se destaca pela inteligência e elegância. Eles iniciam um relacionamento e passam a trabalhar juntos, desenvolvendo projetos com sucesso. Quando um novo vendedor tenta se aproximar de Ana, Rafael reage com ciúme e confronta a situação, o que leva ao afastamento do colega. O casal adota duas crianças e constrói uma vida estável e harmoniosa.

Meu nome é Rafael Silva. Sou baixo, inteligente e treinado em artes marciais desde os cinco anos. Tenho trinta anos e herdei a empresa do meu pai, que fabricava peças especiais de máquinas. Não queria administrar nada, então contratei Bruno como presidente. O acordo era simples: ele dirigia tudo e mantinha minha identidade em segredo total. Eu ficava no meu laboratório particular fazendo o que quisesse. Quando surgia um problema complicado de construção, passavam para mim. Nos últimos cinco anos registrei três patentes que renderam muito lucro. Contratei um assistente inteligente, capaz de construir qualquer protótipo, mas sem criatividade. Paguei bem e ele me ajudava em tudo, inclusive comprava meu almoço todo dia na cidade. Ficava até tarde terminando experimentos e recebia hora extra em dobro. Eu estava satisfeito no trabalho.

Minha vida pessoal era uma merda. Ruivo, um metro e meio, sabia que levaria bullying na escola, por isso meu pai me colocou nas artes marciais cedo. Continuei treinando a vida inteira, duas vezes por semana. Meu corpo era puro músculo sólido por causa de levantamento de peso e corrida. Quem me via achava normal para o tamanho, mas era tudo força compacta. Não atraio mulheres. Tenho rosto bonito e cabelo ruivo cacheado. Algumas flertavam só porque sabiam do dinheiro. O único momento perto de muitas era nas festas de Natal da empresa. Dançava algumas vezes, mas passava a maior parte sentado, só olhando, imaginando bocetas e bundas balançando ao som da música.

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Encontro na pista

Minha vida mudou numa dessas festas. Sentado sozinho, vi uma mulher muito atraente sentar ao meu lado. Vestido preto com decote generoso, bunda deliciosa que chamava atenção, rosto perfeitamente proporcional. Ela me convidou para dançar. Fiquei surpreso. Era sem dúvida a mulher mais bonita da sala. Enquanto dançávamos, perguntei por que se aproximou. Ela disse que ouvira falar que eu era um gênio. Que todos os homens com quem lidava só queriam foder ela. Queria um parceiro para conversa decente. Também gostava do meu cabelo ruivo. O que eu podia responder? Eu estava apaixonado, pau já endurecendo dentro da calça só de sentir o cheiro dela.

Contei que só sabia dançar valsa. Ela disse que estava tudo bem, mas ia a uma aula onde eu poderia aprender qualquer estilo. Nosso primeiro encontro foi uma aula de dança. Gostei. Percebi que meu corpo respondia à música, quadril mexendo, respiração acelerando perto dela. Depois fomos a um museu. Ela comentava tudo com conhecimento. Fiquei impressionado. Quando falávamos de ciência era incrível. Ana foi a primeira pessoa com quem conversei recentemente que entendia química no meu nível. Trabalhava no departamento de pesquisa da empresa. Descobri que era excelente. Falei com Bruno sobre ela e ele só tinha elogios. Tive uma conversa longa com Ana. Queria que ela trabalhasse comigo. Expliquei que resolveria muitos projetos sozinho, alguns com ela e outros sozinha. Salário dobraria. Ela ficaria em período de experiência por um mês. Se não gostasse ou se eu achasse que não dava certo, voltaria ao cargo anterior. Ela aceitou, mas pediu para continuar almoçando com o grupo de sempre. Queria saber das fofocas e manter amizades. Concedi.

Continuamos namorando. O trabalho ia bem. Ela não era só assistente, era parceira de igual para igual. Um de nós resolvia qualquer problema que aparecesse. Finalmente ela perguntou por que eu nunca iniciava sexo. Respondi que só transaria com alguém que aceitasse exclusividade. Também disse que por causa do meu tamanho pequeno era extremamente ciumento. Não conseguia evitar. Se ela flertasse com outro cara aquilo acabaria. Ela respondeu que entendia meu ciúme e faria o possível para não provocar. Disse que tinha se apaixonado profundamente por mim e que ninguém conseguiria tirá-la de mim. Isso levou a ela passar a noite no meu apartamento. Eu não tinha experiência sexual, mas tinha lido todos os livros sobre como fazer. A noite foi um sucesso. Ana ajudou bastante. Explicou exatamente o que gostava e o que não gostava. Foi a melhor experiência da minha vida. Ela também gostou. Disse que ver meu cabelo ruivo balançando durante o oral a excitava e que adorava sentir meu pau na boca dela.

Nosso romance decolou. Combinamos que o trabalho acabava às cinco. Depois disso só falávamos de nós. Frequentemente caminhávamos ao redor do lago atrás da minha casa. Nos abraçávamos e dizíamos como éramos atraentes um para o outro. Fazíamos brincadeiras um com o outro. Nossas vidas estavam entrelaçadas e não podíamos nos amar mais. Ela se mudou para cá e viramos um casal sólido. Fizemos um cruzeiro e os dois gostaram. Eu não queria ter filhos baixos como eu. Combinamos que adotaríamos um menino e uma menina depois de morarmos juntos alguns anos. Viajávamos a cada seis meses. Sempre para lugares com história. Visitamos o Egito e vimos as pirâmides. Fomos à França e aos museus de arte. Nossa vida era completa, cheia de foda gostosa todas as noites.

Problema na mesa

Todo mundo tem um pouco de chuva. A nossa veio na forma de um cara chamado Diego. Ele era novo na empresa e tinha um ótimo histórico de vendas. Logo superou os outros vendedores. Era inteligente e também era mulherengo. Quando viu Ana na mesa do almoço puxou uma cadeira e sentou. Encantou todas as mulheres da mesa. Tinha cabelo loiro comprido e era extremamente bonito. Conseguia conversar sobre qualquer assunto. Ana gostava de falar com ele. Estavam no mesmo nível. Ele flertava um pouco, mas Ana sempre cortava. A mulher de Bruno também sentava na mesa e tentava desviar a conversa de Ana, porém sem sucesso. Isso continuou por mais de um mês. Eu via e meu pau ficava mole de raiva, imaginando ele tentando meter nela.

A festa de Natal se aproximava. Diego perguntou se Ana dançaria com ele. Ela respondeu que só uma vez, o resto era para o marido. As aulas de dança de Ana e Rafael continuavam. Quando entravam na pista para um jitterbug ou qualquer música de swing chamavam atenção. Começaram a ir a uma casa de shows uma vez por mês. Só dançavam um com o outro. Quando tocava swing as pessoas paravam para olhar. Eram ótimos. Nas festas de Natal dançavam com os outros funcionários, mas só uma vez. Chegou a festa. Vestiu um smoking. Ana usou um vestido bonito que destacava a bunda magnífica. Eu dizia que toda vez que via aquilo queria beijar, lamber, meter a cara entre aquelas nádegas. Chegamos um pouco atrasados. A dança já tinha começado. Diego pediu Ana para dançar logo. Ela aceitou. Era uma valsa lenta. Diego não perdeu tempo. Passou a mão na bunda de Ana. Ela afastou, mas eu vi. Perguntei à mulher de Bruno quem era Diego. Ela respondeu que era o novo vendedor bom. Disse também que almoçava com elas todo dia. Quando a música acabou falei para Ana: não quero que você dance com aquele idiota nunca mais. Vi ele agarrando sua bunda. Também não quero que você almoce com ele. Ana quis responder, mas decidiu esperar até chegarmos em casa. Também ficou irritada quando ele agarrou sua bunda.

Ana e eu dançamos várias vezes. O grande momento foi um jitterbug que fez todo mundo bater palma. Diego se aproximou depois da dança e disse para Ana: eu também sei dançar swing, vamos. Ela levantou para dizer não. Eu vi e saí. No caminho pedi à mulher de Bruno que avisasse Ana que ela tinha uma hora para chegar em casa. Ana ficou chateada porque eu tinha entendido errado. Diego ouviu o comentário e ofereceu carona. Ela respondeu que eu daria uma surra nele se ele a deixasse em casa. Diego disse que não tinha problema, que explicaria que foi um acidente. Ana pensou. Achou que contar para Diego na frente de mim poderia ser uma boa solução. Diego levou Ana para casa. Desceu do carro com ela. Eu estava na porta. Assim que Diego chegou perto dei um soco nos testículos dele. Diego se levantou devagar. Tentou esconder um soco na garganta. Quebrei o braço dele. Chamaram uma ambulância. Disse que Diego estava demitido. Ana falou que ele era um porco. Disse que tinha avisado no almoço que estava apaixonada pelo marido e que ninguém o substituiria. Que ele levasse as vendas e enfiasse. Uma das minhas patentes valia mais que um ano das vendas dele. Agora que pedisse desculpas para os dois e eles não dariam referência ruim. Diego pediu. Ana disse: nunca mais fale com nenhum de nós.

Nós fizemos as pazes. Depois disso ninguém mais convidava Ana para dançar. Os dois ficaram contentes. Adotamos duas crianças de inteligência normal. Apreciamos a vida. Ana nunca me deixou com ciúme. Vivemos muito e felizes, fodendo todas as noites como se fosse a , meu pau dentro da buceta quente dela, gemidos ecoando pela casa até o orgasmo explodir em nós dois.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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