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Me deu um plug e um massageador na volta da viagem

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Resumo:

Após uma longa viagem, Gabriel chega em casa e é carregado escada acima por Rafael, que o leva direto para o banho. No chuveiro, Rafael descobre que Gabriel usou um plug anal durante a ausência, treinando para recebê-lo. Os dois exploram brinquedos eróticos como massageadores de próstata, combinando toques e estímulos até o clímax compartilhado. A intimidade evolui para novas práticas, com Rafael planejando continuar a relação mantendo o plug inserido.

Não trocamos uma palavra naquela subida de escada. O Gabriel só soltava um gemido cada vez que o pé batia no degrau e o pau dele, já dolorido, roçava contra meu corpo. Depois confirmei: ninguém antes, nem depois, tinha pegado aquele corpo magro e definido de setenta e sete quilos como se fosse nada e carregado ele escada acima pra foder. Eu sou o que o time de rúgbi chama de tanque. E aquele tanque tinha planos. Meu peito subia e descia com força, o suor escorria pelas costas enquanto eu sentia o calor dele colado em mim, o cheiro de viagem misturado ao desejo que já subia pela garganta.

O pedido do banho foi uma surpresa, mas eu encaixei fácil. Ele tinha viajado bastante e ainda levou uma surra assim que pisou na porta. Qualquer um ficaria abalado. Se minha vontade aguentasse, eu teria enchido a banheira. Mas, se ele quisesse depois que eu comesse ele até não aguentar mais, eu acendia as velas com as próprias mãos. O cheiro de sabonete já pairava no ar do banheiro pequeno, e eu imaginava o corpo dele molhado, os músculos relaxando sob a água quente que ia escorrer por cada curva.

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Água quente e toque firme

Com um malabarismo rápido, que arrancou mais gemidos, liguei o chuveiro, esperei a água esquentar e entrei com ele, encostando o corpo forte contra a parede de azulejo. Quando colei a boca na dele de novo, baixei os pés dele no chão. Sou forte, mas não sou o Super-Homem. A água caía quente, batendo nos ombros, escorrendo entre nossos corpos colados, o vapor subindo e misturando o cheiro de pele suada com o desejo que já latejava no ar.

— Quero você — rosnei entre os beijos. Meu pau roçava contra a coxa dele, duro, latejando, e eu sentia cada tremor que percorria o corpo magro preso entre mim e os azulejos frios.

Sou uns centímetros mais alto que o Gabriel. Sem pensar, puxei o cabelo dele pra trás, melhorando o ângulo pra beijar. Ele não reclamou. Pelo contrário. A língua dele encontrou a minha com fome, os lábios inchados de tanto beijo, o gosto de suor ainda presente na pele.

— Sim. Por favor. Agora. Dentro de mim, pediu ofegante. A voz saiu rouca, quase um sussurro contra minha boca, e eu senti o pau dele pulsar contra minha barriga.

Aquilo era gostoso pra caralho. Quase meti ali mesmo, com a água caindo em cima da gente. Precisei de toda a força de vontade pra recuar e falar num tom quase normal: o cheiro de desejo subia forte, misturado ao vapor do chuveiro.

— Vira de costas. Quero ver essa bunda molhada pra mim.

Ele gemeu e girou tão rápido que eu até me encolhi, imaginando o pau inchado batendo no azulejo. Começou a se curvar, repetindo “sim, sim, sim” baixinho. Segurei o peito dele com o braço esquerdo e puxei de volta. A pele dele escorregava sob meus dedos, quente, úmida, vibrando de expectativa.

— Ainda não. Você pediu banho. Vai tomar banho. Depois eu fodo essa xoxota até você implorar pra parar.

Peguei o sabonete espumante. Apertei o botão e saiu um jato branco pronto. Passei um pouco na mão esquerda na frente dele, pra ele ver. Depois dividi entre as duas mãos e desci devagar pela frente do corpo. Os dedos escorregaram pelos mamilos duros, desceram pela barriga lisa, sentiram cada contração dos músculos sob a espuma.

— Se você ensaboar meu pau agora, juro por Deus que vou gozar tudo nesses azulejos, ele falou, quase rosnando. O pau dele tremia, a cabeça roxa latejando, pingando pré-gozo que se misturava à água.

Eu ri. Ia mesmo pra lá, mas mudei o rumo e passei as mãos nas coxas internas, subi devagar, rocei de leve nas bolas e segui até a bunda. Ele começou a tremer quando minhas mãos se aproximaram do meio. Então, só pra provocar, subi as mãos pelas costas. Ele soltou um gemido frustrado, o corpo inteiro tenso, a bunda empinando sozinha.

Minha mão direita desceu rápida pela coluna, dedo médio estendido, direto entre as nádegas. Aí senti algo duro. Uma pedra preciosa bem no lugar do cu. O plug preto brilhava sob a água, encaixado firme, e eu senti o calor subir pela espinha só de imaginar o quanto ele já estava aberto pra mim.

— Que porra é essa? — engasguei. Meu pau latejou forte, quase doendo de tão duro.

Ele se virou com um sorrisinho safado, os olhos semicerrados de tesão.

— Eu estava treinando, sussurrou. A voz saiu baixa, rouca, cheia de vergonha e excitação ao mesmo tempo.

— Você comprou um plug?

— Não. Comprei três. Esse é o maior. O maior que coube depois de três dias treinando.

Meu coração subiu pela garganta. O sangue latejava nas têmporas, descendo direto pro pau que batia contra a barriga dele.

— Mas eu disse sem !

— Quem falou que eu estava batendo punheta? Só segui seu conselho sobre brinquedos. Fui na loja, comprei três tamanhos diferentes e lubrificante. A atendente foi bem prestativa. Nos últimos três dias, toda vez que eu falava com você, estava sentado num plug. Tá bem? Meu cu ficou molhado só de ouvir sua voz.

Meu cérebro travou. Todo o sangue do corpo correu pro pau. Ele continuou, calmo: o plug movia levemente enquanto ele falava, e eu via o anel do cu apertando ao redor dele.

— Não saiu uma gota. Mas não vou mentir: pensei em você o tempo todo com um dos brinquedos dentro. Imaginava seu pau grosso substituindo ele.

Desliguei o chuveiro, virei de costas, agarrei o pau dele sem olhar e arrastei ele pro quarto. O plug ainda estava ali, balançando levemente, e eu sentia o cheiro de excitação subindo forte.

Apontei pra mesinha de cabeceira. Os brinquedos estavam organizados, a tigela com água quente soltando vapor, o lubrificante boiando.

— Eu também comprei coisas. No meio tem uma tigela com água quente e o lubrificante relaxante boiando. À direita estão minhas contas anais e meu massageador de próstata. À esquerda estão os seus. Tudo pra abrir esse cu devagarinho.

Ele ficou boquiaberto. Aproveitei a vantagem. O pau dele pingava no chão, duro, latejando.

— Mas você me economizou tempo com o plug. Podemos pular as contas. Quero te ver sentar nesse massageador agora.

Segurei o massageador dele, passei lubrificante quente e o encaixei devagar enquanto ele gemia baixinho. Quando o brinquedo entrou todo, a alça preta ficou aparecendo entre as nádegas. Ele parecia gostoso pra caralho. O cu apertava ao redor, o corpo tremendo, os mamilos duros.

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— Como tá? — perguntei, preocupado. Meu dedo roçou na alça, puxando de leve.

— Tá bom… gostoso… tá tudo dentro mesmo? Sinto o plug ainda, caralho, tá me abrindo tanto.

— Vai sentir mais quando sentar. Quando eu te foder com ele dentro.

Empurrei ele pra cama. Ele soltou um gritinho agudo. O plug moveu, o massageador vibrou baixo, e ele arqueou as costas, o pau batendo na barriga.

— Caralho! Agora sim! Me fode com isso, Rafael, me usa.

Sentei do lado, liguei o meu também e senti a pressão familiar. Depois puxei as pernas dele, arrumei uma por baixo e outra por cima até ficarmos frente a frente, pau com pau. Segurei os dois com uma mão e comecei a esfregar devagar. O pré-gozo escorria, misturando-se, o cheiro de sexo enchendo o quarto.

— A gente não precisa de lubrificante nisso também? — ele perguntou. A voz saiu entre gemidos, os olhos fixos nos nossos paus se esfregando.

Sorri. Liguei os dois massageadores. O pré-gozo começou a sair aos poucos, escorrendo e servindo de lubrificante natural. Friccionei as cabeças uma contra a outra, alternando o ângulo. Ele ficou olhando hipnotizado. O som de carne molhada ecoava, nossos gemidos se misturando.

Quando gozei primeiro, o jato quente caiu no pau dele e o fez explodir logo em seguida. O primeiro jato dele acertou meu braço. O segundo veio forte no meu peito. O esperma escorreu quente, pegajoso, o cheiro forte subindo. Ficamos ali, sujos, ofegantes, olhando um pro outro sem conseguir falar. Meu pau ainda pulsava contra o dele, mole agora, mas satisfeito.

— Que porra foi essa? — ele conseguiu dizer depois de um minuto. O peito subia e descia rápido, o sêmen secando na pele.

— Tecnicamente, frottage. Mas eu quero chamar de pauzinhos grudados. Foi tão gostoso ver você gozar assim.

Ele caiu na gargalhada. Desde aquele dia, pauzinhos grudados virou nosso jogo favorito depois de qualquer tempo sem transar. Todo mundo ganha. Só recomendo capa de chuva se for depois de uma semana ou mais. O quarto cheirava a sexo, a suor, a nós dois.

— Caralho, a gente precisa de outro banho, ele disse, olhando a bagunça entre a gente. O esperma escorria devagar pela barriga dele.

— Na verdade, respondi baixo —, eu tive uma ideia. Quero te foder agora, com o plug ainda dentro, até você gozar de novo.

Ele me olhou rápido e senti o pau dele pulsar contra o meu. O tesão voltava rápido, o pau dele endurecendo de novo contra minha coxa.

— Você vai falar alguma safadeza que vai me deixar duro de novo, né? Me conta o que vai fazer.

— É como se você me conhecesse. Vou te virar de quatro, puxar esse plug devagar e meter até o fundo enquanto você geme meu nome.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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