Resumo:
Beto, aos dezenove anos, descobre o dono da loja de ferragens da cidade se masturbando e oferecendo-se para satisfazê-lo. O encontro secreto junto ao rio transforma-se em uma rotina de encontros íntimos. Anos depois, a morte do Sr. Soares deixa Beto como herdeiro da loja e da casa. Jéssica, sobrinha do falecido, chega para o enterro e desperta em Beto uma atração inesperada. O relacionamento entre os dois evolui até o casamento, criando uma nova dinâmica de convivência e intimidade.
O pastor batista falava sem parar. Caramba, eu achava que ele nunca ia parar. Era meu tio Heraldo, irmão da minha mãe. Finalmente, minha mãe, que tocava o órgão, começou a tocar o hino de bênção. A congregação se levantou e cantou, encerrando o culto. Saí de lá o mais rápido que pude. Sabia que o Sr. Soares estaria esperando por mim no rio pra eu chupar ele.
Eu tinha acabado de fazer dezenove anos quando chupei o Sr. Soares pela primeira vez. Agora, com vinte, já fazia isso há mais de um ano. Ele me pagava bem, mas eu teria feito de graça. Virei viciado no gozo dele desde o primeiro jato na boca. Queria o gosto dele tanto quanto ele queria minha boca. O Sr. Soares era dono da loja de ferragens da cidade. Comecei a trabalhar como atendente quando completei dezoito. No meu aniversário de dezenove anos, estava entediado e fui até a loja perto do horário de fechar. Fiquei surpreso ao ouvir gemidos vindo dos fundos. Me aproximei devagar e o vi de pau na mão, se masturbando. Fiquei ainda mais chocado quando ele gemeu: “Ah, Beto, chupa ele.”
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Encontro no rio
Como eu sou o Beto, fiquei paralisado. O Sr. Soares soltou um gemido alto e gozou. Fiquei hipnotizado vendo aquilo. Fiz um barulhinho sem querer. Ele virou e me viu ali. “Meu Deus, Beto, eu não queria que você visse isso”, disse ele. “Mas o senhor falou meu nome, Sr. Soares. Quer dizer que queria mesmo que eu chupasse?”, perguntei. Ele ficou sem resposta por um segundo. Aí eu completei: “Eu faço, se o senhor quiser.” “Você faria mesmo, Beto?”, perguntou ele. Antes que respondesse, eu me ajoelhei, peguei o pau dele e enfiei na boca. Senti ele começar a endurecer de novo. O pau pulsava enquanto ele gemia: “Ah, Beto, você não sabe quanto tempo eu esperei por isso.”
Como ele já tinha gozado, o Sr. Soares aguentou bastante. Eu aprendi na hora e fui pegando o jeito rápido. Decidi que ia deixar ele gozar na minha boca. Quando ele gozou, guardei o gosto antes de engolir. Fiquei viciado na hora. “Beto, essa foi a melhor chupada da minha vida. Minha falecida esposa era boa, mas você ganhou fácil”, disse ele. Fiquei orgulhoso. Naquela semana, recebi um bônus no envelope. Virou meu cliente fixo. Os bônus só melhoravam.
A gente gostava de se encontrar no rio, num lugar escondido. Como eu imaginava, ele já estava lá. “Achei que você não vinha”, disse. “O sermão do tio Heraldo não acabava nunca. Ele falava dos pecados da carne enquanto eu só pensava no seu pau duro me esperando aqui. Quase gozei na calça só de imaginar chupando e engolindo”, respondi, descendo até engolir o pau dele.
O Sr. Soares me surpreendeu: “Beto, eu quero te foder.” Deixei o pau escapar da boca. “O senhor quer me foder?” “É isso mesmo. Faz tempo que penso nisso”, respondeu. Eu demorei a reagir. “Não tô chupando bem o suficiente?” “Chupa ótimo, adoro. Mas sonho em te foder”, confessou. Eu pensava no tamanho dele entrando no meu cu apertado. Sabia que o aperto era o que dava mais prazer. “Quer fazer agora?”, perguntei. “Quero”, disse ele.
Ele me puxou pelos ombros e me beijou. Enfiou a língua na minha boca. Eu nunca tinha sentido tanto tesão. Ele me despiu devagar. Meu pau ficou duro pra fora. Deitou-me de costas, levantou minhas pernas e encostou o pau na minha entrada. Usou só saliva. A cabeça forçou, minha musculatura resistiu, depois cedeu com um estalo. Entrou devagar, até tocar minha próstata. Meu pau começou a pingar. Uma sensação quente tomou conta de mim. Quando ele encaixou tudo, parou um instante e começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte, até estar me socando sem parar. Gemia alto. Ele também soltava grunhidos. Queria que durasse pra sempre, mas ele soltou um urro e gozou fundo dentro de mim. Eu gozei ao mesmo tempo, jatos caindo no meu rosto e peito. Foi o melhor orgasmo da minha vida.
Vida nova com Jéssica
Depois disso, o Sr. Soares me fez sócio da loja. Saí de casa e fui morar com ele. Meus pais reclamaram, mas eu já era maior de idade. Dormíamos na mesma cama: eu chupava ele toda manhã e ele me fodia toda noite. Até que ele teve um derrame forte. Ficou acamado quatro semanas e morreu. No testamento, deixou tudo pra mim, menos um dinheiro que foi pra uma sobrinha que eu nem sabia que existia.
Jéssica era filha da irmã do Sr. Soares. Veio pro enterro, que o tio Heraldo celebrou. Ficou hospedada na casa. A gente se aproximou rápido. Eu achava ela bonita e gostosa. Era a primeira vez que sentia atração por uma mulher. Várias vezes fiquei duro e precisei me afastar pra bater uma no banheiro. Não entendia o que estava acontecendo. Tinha aceitado ser viado, mas meu corpo reagia diferente.
Uma noite, acordei com algo quente e molhado no pau. Era Jéssica me chupando. Pela primeira vez entendi por que o Sr. Soares gostava tanto. Gozei na boca dela em segundos. Depois pedi que ela ficasse. Ela aceitou. A primeira vez que transei com ela foi tão boa pra mim quanto a primeira vez que o Sr. Soares me fodeu. O tio Heraldo casou a gente. Hoje a gente mantém o mesmo costume: ela me chupa toda manhã e eu como ela toda noite.
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