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Minha mulher raspou a xoxota pro amante e só me deu punheta

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Resumo:

Lucas e Bruna mantêm um casamento marcado por uma nova dinâmica: ela passa a se encontrar com Tiago, que serve de modelo para seus quadros e, gradualmente, torna-se seu amante. Lucas aceita participar da busca por parceiros sexuais para a esposa, mas percebe que as regras do relacionamento estão mudando. Bruna volta de um encontro usando lingerie nova e sem pelos pubianos, após raspar a região a pedido de Tiago. Ao ser confrontada, ela admite que recebeu ordens para não permitir a penetração com o marido enquanto o ciclo de pinturas durar. Lucas, dividido entre ciúme, desejo e lealdade, recebe apenas carícias e masturbação. A história acompanha o impacto emocional dessa situação sobre o casal.

Lucas estava curvado sobre meu ombro enquanto eu escolhia uma foto na biblioteca do computador para o perfil no Bumble. O escritório bagunçado tinha duas mesas, cada uma com seu notebook. Dois painéis de cortiça pendiam na parede. O meu estava lotado de fotos e bilhetes, um a fazer urgente sem abrir. Minha mesa era um amontoado de cartas sem abrir, páginas de sites impressas e rabiscos soltos. A dela e o painel dela estavam impecáveis, uma ordem escandinava perfeita.

Eu apoiava os cotovelos na mesa. Bruna rolou a cadeira até ficar ao meu lado enquanto eu passava por centenas de fotos guardadas ao longo dos anos. A imagem que parei era um retrato feito no trabalho para o LinkedIn, uma boa semelhança, pensei, embora um pouco rígida.

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Escolha Difícil no Computador

Os caras não têm a menor ideia do que as mulheres acham atraente, ela repreendeu. Confia em mim, essa foto não vai te arrumar ninguém. Deletei a foto e deixei que ela passasse o dedo sobre o arquivo. Havia muitas fotos nossas juntos, fotos de família, fotos da época da escola. Ela parou numa que tirou de mim com Rufus, o cachorro velho que tínhamos quando nos casamos, um labrador misturado que morreu há um ano. A morte dele ainda doía nos dois. Falávamos em pegar outro bicho, mas nunca saíamos do luto. A lealdade à memória dele mandava esperar mais um pouco. Lealdade era um valor central pra mim: lealdade a Rufus, lealdade à minha mulher adúltera.

Fazer parceria com ela pra encontrar outra mulher, alguém com quem eu teria só sexo, parecia estranho, quase surreal. Chegamos ali depois de muita conversa e depois que Bruna encontrou Tiago pelo menos três vezes pra transar horas seguidas. Talvez mais. Eu já não podia ter certeza de que ela estava me falando a verdade. Depois da noite da tempestade, Tiago começou a vir pra casa posar pros quadros de Bruna.

Numa quarta-feira da semana seguinte, ao chegar do trabalho, vi o Corvette conversível dele estacionado na rua, bem em frente à porta. Entrei e chamei Bruna. Como ela não respondeu, fui até a garagem. Lá estava ela de avental, misturando tinta com verniz damar, óleo de linhaça e terebintina, o medium de óleo que ela mais gostava. Tiago estava deitado nu no sofá. Eu via que ela trabalhava na tela grande que eu tinha salvo da chuva. O pau dele descansava sobre a barriga, não do tamanho de uma tromba de elefante, mas grande, com certeza maior que o meu. Olhei duas vezes e notei o glande roxo-escuro, do tamanho e da cor de uma ameixa italiana, que, mesmo meio mole, parecia ter um rosto na superfície.

Bruna me deu um beijo no rosto. Tiago nem tentou se cobrir. Sorriu pra mim. E aí, Lucas, tudo bem? Tiago veio posar pra essa parte do quadro, Bruna explicou. Me irritou vê-los tão à vontade, tão tranquilos. Embora ela às vezes usasse fotos como rascunho rápido, Bruna preferia desenhar modelos ao vivo e só depois refinar com fotos. Não era fácil achar bons modelos. A maioria ficava nervosa quando era observada com atenção, mexia, cansava, impacientava. Sempre que podia, Bruna começava com modelos profissionais que sustentavam a pose. Tiago, como ela explicou depois, era exceção. A impaciência dele perdia pra vaidade intensa. Ele gostava de ser olhado, se exibia sob o olhar dela.

Te vejo em casa, disse Bruna. Acenei pra Tiago e resmunguei alguma coisa. Não falei mais nada. Alguns dias depois cheguei mais cedo. Bruna se preparava pra sair. Subi a escada até o quarto. Ela andava de um lado pro outro, virou a cabeça quando entrei, mas não me olhou nos olhos. Usava uma saia que não vestia há mais de um ano e uma blusa de renda que eu tinha dado no Natal dois anos antes. Bruna era de calça jeans. Quase nunca se arrumava assim. Os movimentos dela estavam hesitantes, nervosos. Ela exalava uma energia inquieta, quase pânico, enquanto eu me aproximava por trás.

Preparativos para o Encontro

Você chegou cedo, ela conseguiu dizer. Terminei um projeto, pensei em te levar pra jantar, mas parece que você tem outros planos. Fiquei a poucos passos, examinando-a como se fosse uma estranha. Vi a maquiagem, batom, sombra e rímel suficientes pra destacar os olhos azuis. Meu Deus, ela estava linda. Uma tristeza me invadiu ao entender que a roupa, a maquiagem, os pensamentos não eram pra mim. A voz dela ficou miúda, quase um sussurro. Por favor, não me odeie, Lucas. Eu sei que sou uma péssima esposa, mas juro que ainda te amo. Preciso resolver isso mais um pouco, deixar rolar e encontrar um jeito de terminar. Tem paciência comigo. Vou jantar com Tiago. Quero observá-lo em situações diferentes. Faz parte dessa história de musa. Não tem nada a ver com a gente.

O sentimento dentro de mim era difícil de processar. Havia ciúme, raiva, amor profundo e uma tristeza enorme. Acima de tudo, uma sensação de impotência. Eu amava aquela mulher e não queria perdê-la. A dor que ela causava era quase insuportável. Naquele momento, não falei nada disso. Ela estava errada. Tinha tudo a ver com a gente. Eu tinha dificuldade pra impor limites porque, toda vez que eu traçava uma linha, ela a atravessava. Você volta hoje? perguntei. Soou mais como exigência que pergunta. Sim, ela respondeu. Com certeza. Tiago só precisava de companhia num coquetel de trabalho. É tipo um jantar de premiação pros revendedores da General Motors no estado. É o primeiro evento desse tipo desde que ele terminou com a Larissa, e ele não queria ir sozinho. Eu quis vê-lo em outro ambiente, captar mais da personalidade dele. Vai ajudar nos quadros. É só jantar e o coquetel. Não vai ter mais nada. Posso demorar um pouco, então não fica me esperando acordado.

Ela se aproximou, jogou os braços na minha cintura. Eu te amo tanto e não quero te perder. Sei que isso com Tiago é loucura. Sei como está sendo difícil pra você. Preciso que entenda o quanto significa pra mim você me dar espaço pra viver essa obsessão de artista e musa. A maioria dos homens não faria isso. Você é incrível, Lucas. Não dá pra dizer o quanto eu te agradeço, te amo, respeito sua paciência e sua força. Depois ela saiu, entrou no carro e foi embora. Apesar das promessas, algo me dizia que aquela blusa de renda e aquela saia bonita iam sair do corpo muito antes de ela voltar. Subi pro quarto e sentei no lado dela da cama. Não sei quanto tempo fiquei ali, olhando a parede, a mente em branco, depois enchendo de uma escuridão que eu nunca tinha sentido. Era mais que tristeza. Isso devia ser depressão, pensei. E fiquei imaginando se aquilo ia durar pra sempre.

Assisti um pouco de TV, li uma hora, dormi um pouco, mas o sono de verdade não veio. As paredes pareciam fechar. Todo som lá fora ecoava pela casa. Eu escutava o barulho dos carros passando devagar na rua, o ouvido atento ao ronco baixo do Honda híbrido dela, torcendo pra que ela voltasse cedo. Uma solidão tomou conta de mim, tão forte que parecia uma presença física, um animal sentado no peito, me esmagando. Tentei me masturbar, mas não consegui entusiasmo. Estava excitado, mas queria mais que isso. Acordei de quinze em quinze minutos pra olhar o relógio. Meia-noite, uma da manhã, uma e meia. Ainda sem Bruna. Pouco depois das duas ouvi a porta da frente abrir e os passos dela subindo a escada. Ela parou do lado de fora do quarto e, com cuidado, tirou a maior parte da roupa pra não me acordar. Entrou na ponta dos pés. Mesmo com a luz fraca que vinha da rua, vi que ela ainda usava lingerie, um conjunto preto minimalista de sutiã e calcinha que eu não tinha visto quando cheguei em casa. Ela ficava gostosa naquilo. Doeu perceber que nunca tinha visto antes, que ela nunca tinha vestido nada parecido pra mim.

Pensei em fingir que dormia, mas o ciúme e a excitação falaram mais alto. Como foi o coquetel? perguntei. Você está bem? Bruna demorou um segundo. Estou bem, Lucas. Mas não quero falar disso agora. Tá bom assim? Não vou esconder nada nem inventar desculpa. Você deve estar se perguntando, então sim, eu transei com ele de novo. Desculpa. A visão dela na lingerie, o cheiro de corpo, o cheiro de sexo misturado, começou a me excitar quase a ponto de doer. A excitação vinha com uma tontura, uma sensação de irrealidade. Isso estava mesmo acontecendo? E eu estava mesmo aceitando? Minha necessidade venceu a raiva e a mágoa. Eu estava com tesão e não escondi. Tá bom, respondi, levantando, tirando o pijama e estendendo os braços pra abraçá-la.

Bruna estava parada na frente do espelho de corpo inteiro preso na porta do quarto. Virei ela de frente pro espelho e comecei a acariciá-la, as mãos descendo dos ombros pros seios, o quadril empurrando contra a bunda dela, o pau duro pressionando. Ela resistiu quando eu enfiei a mão por baixo da renda da calcinha, segurou meu pulso. Preciso tomar banho, Lucas. Tô muito cansada. E, pra ser sincera, minha xoxota tá dolorida. Ele me fodeu três vezes, bem forte. Foi como um tapa na cara. Não quis mostrar. Não quis que ela tivesse pena. Mas os olhos encheram d’água mesmo assim. Você não pode me excluir assim, Bruna. Eu também tenho necessidades. Bruna suspirou e empurrou o quadril pra trás. Relaxou a mão e deixou meus dedos descerem até a vulva. Sentia diferente. Demorei um segundo pra entender. Não tinha pelo nenhum na xoxota dela. Que porra é essa, Bruna! quase gritei. Onde está o pelo pubiano? Com a voz mais baixa possível, ela confessou. Ele mandou eu raspar. Quis me ver fazendo. E você obedeceu? Que merda está acontecendo com você?

Meu dedo médio traçou o contorno dos lábios, leve, bem leve, pra não machucar. Eu precisava conhecer a genitália nova da minha mulher. Os dois olhamos pro espelho. Examinei a expressão dela mudando enquanto o dedo percorria os lábios da vagina e a mão pressionava o monte liso. Bruna estremeceu e encostou as costas em mim. Você está fazendo cócegas, ela disse. Mas eu não queria parar. Ia sentir falta da mata, pensei, mas aquilo não estava ruim. Pele tão macia, tão acetinada. Tão quente e molhada. E, caralho, tão recém-fodida. Por favor, eu disse. Preciso sentir que você ainda é minha mulher. Ela suspirou e fez que sim com a cabeça. Eu entendo. Sei que estou pedindo muito. Sei que é injusto e preciso que saiba o quanto te amo, o quanto agradeço a situação impossível que criei pra nós. Estou implorando que tenha paciência mais um pouco. Eu sei que fico repetindo, mas é verdade. Vou voltar pra você, pra gente, logo. Prometo. E vou compensar tudo, seja o que for. Por enquanto, vamos seguir assim.

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Ela passou a mão entre as pernas, pegou meu pau, não pra enfiar, mas pra posicionar entre as coxas, encostado na vulva. Começou a me masturbar com a mão e com a pele macia das coxas, ainda escorregadia dos fluidos dela e do gozo de Tiago. A mão apertava a cabeça do pau contra o clitóris enquanto ela balançava o quadril. Meu rosto aparecia no espelho atrás do dela. Ela me observava, os olhos arregalados, a boca num meio-sorriso. Eu queria ver amor, excitação, desejo. Vi só pena e talvez um toque de impaciência. Empurrei o quadril pra frente e vi a cabeça do pau aparecer entre as pernas dela. Queria entrar, mas ela segurava firme. A fricção, mesmo assim, era gostosa. Não demorei cinco minutos. Senti a contração e gozei forte, parte do sêmen espirrando no espelho, parte escorrendo pelas coxas longas e magras dela. Gritei. Bruna gemeu. Os dois ofegávamos. Você gozou, Bruna? Não, amor, mas tá tudo bem, ela respondeu. Eu tive três orgasmos mais cedo. Tô acabada. As palavras dela ficaram no ar enquanto eu me encostava nos ombros dela. Ai, desculpa, ela sussurrou. Saiu tudo errado. Sempre é bom pra mim com você, Lucas. Eu gosto de te fazer gozar.

Fomos pra cama. Deitamos em cima dos cobertores. Segurei ela nos braços, a mão percorrendo o corpo enquanto ela ficava de lado. Senti as costelas delicadas, a curva do quadril, a linha das coxas longas. Fiquei excitado de novo. A mão dela roçou no pau duro, fechou em volta e apertou de leve. Eu amo os jeitos que você me dá prazer, Bruna, mas faz semanas que a gente não transa de verdade. Não fodemos desde que você voltou do reencontro. Eu sei, amor. E você não me deixou entrar agora, na frente do espelho. Era afirmação e pergunta ao mesmo tempo. Tô uma bagunça lá embaixo e minha xoxota não aguenta mais nada hoje. Sinto muito ter que dizer isso, mas é verdade. É só por isso, Bruna? Ela ficou quieta um tempo. Mesmo na penumbra, vi que desviava o olhar, o rosto virado pra baixo. Agarrou meu pau e começou a masturbar devagar, com a pressão certa. Eu te amo, Lucas, ela sussurrou. Você sabe que amo. Mas Tiago me fez prometer que não ia te deixar me foder. Ela se afastou alguns centímetros, como se esperasse uma reação forte. O quê? minha voz subiu. Você é minha mulher, não dele! Filho da puta!

Faz parte dessa loucura, amor. Eu mesma não entendo direito. Essa coisa de artista e musa é complicada. Sempre foi homem controlando mulher. Pensa no Picasso com a Dora Maar, no Dalí com a Gala. Eles pareciam sugar a inspiração das mulheres, pintando, fodendo, obcecando. Tem um lado vampiro nisso. É como se eu estivesse tirando a inspiração do Tiago enquanto a gente está junto, sugando, quer seja quando ele posa ou quando a gente transa. É difícil explicar porque eu não entendo direito. Mas sei que, se vou fazer isso, viver essa fantasia, essa obsessão, tenho que fazer por completo. Ele disse que eu posso te dar oral, , qualquer coisa assim. Mas, se eu quiser ele como musa, não posso te foder. Desculpa. É temporário, pode ter certeza, ela continuou. Só até eu terminar esse ciclo de quadros. Prometo. Me dá mais um ou dois meses. Prometo que compensa tudo. Você continua sendo o único que eu realmente amo. E te amo ainda mais pela paciência e pela compreensão. Mesmo depois do orgasmo forte, senti o pau endurecer de novo. Precisei de outra vez. Beijei o pescoço dela, passei a língua na orelha, beijei os lábios. Eles se abriram e as línguas se tocaram. Eu amava o gosto da boca dela. A mão direita desceu entre as pernas, subindo devagar pela coxa enquanto ela continuava a me masturbar, a mão girando sutilmente no pau. Ela se mexeu quando cheguei na calcinha, apertou as coxas e reclamou baixinho. Deixa ser só sobre você de novo, tá bom, amor?

Bruna esticou o braço por cima de mim, abriu a gavela da minha mesinha de cabeceira e pegou o frasco de lubrificante de silicone. Espalhou na mão direita e voltou pro pau. Ela era expert em punheta. Aqueles dedos longos, a mão que manejava o pincel com tanta habilidade, conseguiam me fazer gemer de prazer. Naquela noite, porém, eu queria, precisava, de algo além de uma punheta passiva. Não sei por que tinha concordado com aquele arranjo estranho, mas, mesmo permitindo que ela negasse a penetração, eu não podia ficar completamente passivo. Preciso sentir você, Bruna. Por favor, não me exclua de vez. Ela suspirou e, devagar, abriu as coxas. A mão deslizou pela vulva lisa e depilada, sentindo a umidade, o líquido que escorria da vagina. Ela não raspou pra mim, pensei. E não estava molhada por mim. Aquela umidade era o resto da foda com Tiago, ainda vazando. Ela ainda estava cheia do sêmen dele. Ela se mexeu quando enfiei o dedo e tentou puxar o quadril pra trás. Por favor, eu disse. Sem palavras, ela consentiu, aproximando o quadril enquanto a mão continuava o movimento. Curvei o dedo, explorando as paredes lisas e molhadas, sabendo que o calor líquido da xoxota dela incluía o gozo de outro homem. O pensamento provocou excitação selvagem e uma tristeza profunda. A mão dela acelerou no pau, esfregando e puxando o glande, e eu comecei a gemer baixo. Meu Deus, Bruna. Segurei os ombros dela enquanto o pau jorrava na mão dela, jatos de sêmen respingando na barriga. Depois fiquei ali, ofegante, a mão dela ainda agarrada no pau mole, só o aperto sutil dos dedos continuando. Não era igual a quando a gente terminava de foder e eu ficava em cima, dentro dela, num silêncio gostoso. Mas era alguma coisa.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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