Elas estão ao vivo agoraConta grátis, e até -90 % na primeira recargaVer modelos
💋 Ver perfis

Conto lésbico: Eu transei com a sargento Ana na caverna

Reading Time: 7 minutes
0
(0)

Resumo:

Em uma caverna úmida e fria, uma sargento recebe um grupo de soldados e civis que acabam de descer por um túnel estreito. Entre náuseas, tensão e a presença inquietante de incubadoras, ela toma decisões operacionais enquanto observa o comportamento de cada um. O encontro breve com a médica Ana revela o desejo contido entre as duas, interrompido pela necessidade de retornar à superfície.

Eu olhei para o túnel alto por onde havíamos entrado na caverna. Aquela passagem era nossa única ligação com o mundo lá fora e começava a parecer bem frágil. Atravessei ela três vezes já, entre náuseas, visões e uma dor forte nas pernas. A ideia de fazer de novo me deixava procurando motivos pra ficar ali embaixo. Eu iria se fosse preciso. De verdade. O ar úmido subia carregado de cheiro de pedra molhada e suor seco, e eu sentia o coração bater mais forte só de imaginar voltar por aquele buraco.

Chegada dos Soldados

Havia uma luz fraca e tremeluzente lá em cima agora, iluminando as fendas na parede como se fosse uma abóbada antiga. Era fácil imaginar as garras que abriram aqueles cortes. Mesmo tendo sentido elas na própria carne, ainda custava acreditar que conseguiam raspar pedra sólida. Se eu, que já vi de tudo nessa guerra, tinha dificuldade com aquilo, imagine quem nunca viu um lobo-navalha de perto. Meu corpo ainda guardava o calor das passagens anteriores, a pele arrepiada, os mamilos duros contra o tecido da camisa por causa do frio cortante que entrava nos ossos.

Nosso site parceiro nosso portal ES publica histórias similares em espanhol.

Pra maioria dos civis, o perigo ainda parecia distante, quase teórico. Como um pesadelo. Como uma notícia na televisão. Era ruim e assustador, sim, mas tinha louça pra lavar, conta pra pagar, geladeira pra consertar. A vida seguia. Nem todo mundo conseguia tirar o assunto da cabeça com facilidade, mas tentava. Era o jeito de aguentar. Depois que via as marcas de perto, ficava bem mais difícil. Eu me apoiei na rocha fria, sentindo o contraste com o calor que subia entre minhas pernas toda vez que pensava em como seria bom ter um corpo quente colado no meu agora.

Fiquei na base da escada de pedra pra receber quem chegasse e acalmar o que fosse possível. Não demorou. Eles surgiram no fim do túnel e começaram a descer. O silêncio era pesado. Entre os soldados que desciam com firmeza, vi Felipe, Larissa e Júlia, cada um lutando com o próprio equilíbrio. Felipe tentava cuidar das duas, mas mal conseguia se firmar. Notei, irritada, que só Larissa recebia ajuda dos soldados. Rosto bonito ajuda, mas não precisava ser tão óbvio. Os peitos dela subiam e desciam rápido, a blusa colada no suor, e eu desvie o olhar antes que o desejo me traísse.

Gabriel vinha logo atrás. Era de longe o melhor escalador do grupo. Começou no final, mas logo ultrapassou todo mundo pulando de pedra em pedra, sem hesitar, por um caminho mais curto e íngreme. Chegou até mim bem à frente dos outros. “Sargento”, disse ele, ainda ofegante, mas com energia. O som do túnel não parecia ter mexido com ele. “Sr. Silva”, respondi. Com o dom que tinha, ele podia ter ajudado os outros, mas eu gostava dele mesmo assim. Era direto, observador, seguro de si e ainda tinha bom humor. Tinha aquela calma paciente de quem rastreava predadores, e isso, junto com os olhos e ouvidos afiados, dava a ele um ar de sabedoria. O rosto marcado e o sotaque também ajudavam. Eu imaginei por um segundo como seria sentir aquelas mãos fortes me segurando, apertando minha bunda enquanto o calor subia.

“Como está lá em cima?”, perguntei. Ele abriu um sorriso largo, daqueles ensaiados. “Desolado. Nenhuma atividade animal há semanas.” “Hm. Tem certeza? As pegadas podiam estar cobertas de neve nova.” Ele balançou a cabeça. “Ainda haveria sinais. Não tem nada. Nem lobos-navalha, nem qualquer outro animal. Isso não está certo. É como se a terra estivesse morta.” Ele se sacudiu, desconfortável, e tentou mudar de assunto. “E está muito frio.” Apesar do incômodo dele, fiquei aliviada com a falta de animais. Menos comida pra eles, menos motivo pra descer. Por outro lado, qualquer lobo-navalha que aparecesse teria só a gente pra comer. Concordei sobre o frio. Era cortante. Entrava pelas roupas, pela carne, e ficava nos ossos. Daria o braço direito por uma lareira e uma xícara de chocolate quente. Ou a perna direita, pelo menos. Aquela perna maldita.

Eu vinha de um clima ameno. Imaginei como devia ser pra um queniano. Ainda assim, Gabriel parecia sofrer mais do que eu esperava. Mesmo no calor relativo da caverna, continuava tremendo, e o olhar dele entregava mais do que queria. Era como eu. Como Ana também. Cada um carregando algo que não mostrava. Não o conhecia o suficiente pra perguntar. Lis conhece, pensei. Talvez eu devesse comentar. Enquanto isso, o resto do grupo se aproximava. Eu o encaminhei para as luzes. O próximo a chegar foi o cabo Silva, da Esquadra Charlie. Parou ao meu lado, olhou ao redor distraído e só depois me encarou. Estava pálido por causa das vibrações do túnel.

“Sargento”, disse ele, parando pra se recompor. “Tem um problema com a balsa que pediu.” Eu já desconfiava. “É?” “Um canto do túnel é estreito demais.” É claro. Deveria ter previsto. A balsa que conhecíamos vinha em cilindros de fibra de carbono, fácil de passar em qualquer fresta. Eu já tinha arrastado uma por quilômetros de mata. Mas a do Cróga era diferente. Maior, mais rígida, do tamanho de um caixão. Não cabia. Lopes ofereceu, inseguro: “A gente acha que consegue cortar a rocha com ferramentas. A Delta está pronta, mas vai precisar de remédio pro enjoo. O túnel está ruim.” “Melhor do que o quê?” Ele hesitou. “Fúria acha melhor desempacotar a balsa e trazer as partes soltas.” Eu não gostei da ideia. Fúria sempre preferia o caminho mais rápido, nem que fosse arriscado. Ainda assim, perguntei: “O capitão deu opinião?” “Ele disse que a senhora decide.” Pensei um pouco. Imaginar soldados arrastando um monte de poliuretano inflável por um túnel cheio de lâminas não parecia boa coisa.

Decisões na Escuridão

“Só um ponto apertado?”, perguntei. “Sim, sargento. Um civil simulou com os dados do scanner.” Tá bom. “Vamos tentar o cinzelamento primeiro. Mantenha a ideia dela como plano B.” Lopes sorriu, aliviado. “Sim, sargento. Ah, e o capitão quer a Esquadra Echo na próxima subida. Preciso mandar Dearden, Wiśniewski, Ana e Moreau.” Eu indiquei a alcova. “Eles estão lá. Mande Ana examinar todo mundo antes de subir.” Ele assentiu e saiu trotando. Sorri sozinha. Duro, né, cabo? Ouvi um grito atrás de mim. Júlia quase caiu num degrau maior. Felipe tentava segurá-la, mas ela era pesada e ele não era forte. Eu me aproximei e peguei a mão dela nos últimos passos. Ela agradeceu, com a voz trêmula, e só me soltou quando chegou na rocha firme. “Você está bem?”, perguntei. Ela se afastou até encostar na parede. Deixei pra lá. Felipe parou perto de mim com um sorriso tímido. Ai, meu Deus, pensei. Vou ter que lidar com essa paixonite o tempo todo. “Oi, Felipe”, disse. “Bem-vindo à escuridão.” Ele riu nervoso. “É… oi.” “Passou mal no túnel?” “Foi ruim, mas tô bem.” “Ótimo.”

Eu chamei Larissa. Ela ainda estava subindo devagar, com dois soldados ajudando. “Você está bem?” “Não muito…” “Sem pressa”, avisei. “Pode vir no seu tempo.” Quando ela chegou, agarrou minha mão. Tremia mais que Júlia. Coloquei o braço nos ombros dela e mandei os soldados seguirem. Alvarez deu de ombro e foi. Morgan olhou pra Larissa de um jeito que não gostei, mas fiquei quieta. “Qual o problema?”, perguntei baixinho. “O túnel”, ela respondeu, os olhos arregalados. “Não é real”, falei. “É só truque da cabeça.” “Não é isso”, murmurou. “Ou é, mas…” “Então o que foi?” Ela suspirou. “Você vai achar besteira. Eu sabia que ia vir pra um ninho de lobo-navalha, mas agora que estou aqui… não consigo.” “Ah.” Dei um tapinha nas costas dela. “Entendo. Não se culpe por isso.” “Mas o capitão falou dos ovos. E se…” “Shhh. Mesmo que eclodam, são filhotes. Como filhotes de cachorro. Sem garras ainda.” Ela me olhou, assustada. “Tem certeza?” “Absoluta.” Eu não tinha certeza nenhuma. Mas levei ela pela crista até a alcova. Quando viu as incubadoras, ela parou. “Meu Deus…” “Foca no trabalho”, disse. “Tem bastante coisa pra fazer. E ali está a Ana, dando remédio pro enjoo. Ela vai te dar algo também.” Entreguei Larissa pra Izzy e fiquei observando o grupo se acomodar. Agora éramos treze. Logo onze, quando Ana e Moreau subissem. O canto parecia menos sinistro, mas as incubadoras continuavam inquietantes sob a luz forte.

Ana montou uma espécie de posto médico com uma cadeira de lona. Eu fiquei de olho enquanto ela atendia todo mundo. Alvarez resistiu, como sempre. Dizia que estava bem mesmo tremendo e engasgando. Só cedeu quando Lopes falou com ela. Aquela dinâmica entre os dois funcionava. Eu não gostava de relacionamentos no quartel, mas resultados eram resultados. Ana terminou e veio se despedir. Entregou-me um frasco de ondansetrona. “Melhor você ficar com isso enquanto eu estiver fora.” Eu peguei o frasco, mas meu olhar encontrou o dela por mais tempo que o necessário. O calor da caverna, o cheiro de suor misturado com o dela, tudo isso me deixou úmida. Ana percebeu. Seus dedos roçaram os meus e desceram devagar pelo meu braço. “Você está tensa, sargento”, murmurou ela. “Deixa eu te ajudar.” Antes que eu pudesse responder, ela me puxou para trás de uma rocha maior, longe dos outros. Suas mãos subiram por baixo da minha camisa, apertando meus peitos, os polegares roçando os mamilos duros. Eu gemi baixo, mordendo o lábio. “Porra, Ana… aqui?” “Aqui”, ela respondeu, a voz rouca. “Ninguém vai ver.” Ela me beijou com fome, a língua quente explorando minha boca enquanto uma mão descia e abria o zíper da minha calça. Seus dedos encontraram minha boceta já encharcada, deslizando entre os lábios inchados. “Tá molhada pra caralho”, sussurrou ela. Eu me apoiei na pedra, abrindo as pernas. Ana ajoelhou, puxando minha calcinha pra baixo e mergulhando a língua na minha xoxota quente. Eu ofeguei, segurando a cabeça dela enquanto ela lambia e chupava meu clitóris, dois dedos entrando fundo e me fodendo devagar no começo, depois mais rápido. O som molhado ecoava baixo na caverna. “Me come mais forte”, exigi, gemendo. Ela obedeceu, estocando os dedos enquanto chupava com força. Meu corpo tremeu inteiro quando o orgasmo veio, forte, molhando a boca dela com meu gozo quente. Eu puxei Ana pra cima, beijando o gosto de mim nos lábios dela, e desci a mão pra apertar o pau dela por cima da calça. “Sua vez”, disse, abrindo o botão. A rola dura saltou livre, grossa e latejando. Eu me ajoelhei e engoli o pau até o fundo da garganta, chupando com vontade enquanto ela gemia meu nome. “Sargento… caralho…” Não demorou. Ela gozou forte, o leite quente jorrando na minha boca enquanto eu engolia tudo, gemendo de prazer. Quando terminamos, ofegantes, nos ajeitamos rápido. Ana sorriu. “Volto logo. Fica com o remédio.” Eu assenti, ainda sentindo o gosto dela na língua e o calor entre as pernas. A escuridão da caverna parecia menos fria agora.

💬 Quer viver uma cena como esta ? Fale com uma parceira em privado →

Avalie esta História?

Avalie esta História!

Avaliação Média 0 / 5. Seus resultados: 0

Seja o Primeiro a avaliar esta História!

Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

🔴 Modelos ao vivo agora. Quer passar da fantasia à realidade?
Entrar no live grátis →

🔥 Elas estão ao vivo agora

Fale com elas ao vivo, com até −90 % na primeira recarga

Modelos de verdade, transmitindo ao vivo neste momento. Criar a conta é grátis e sem cartão — e a sua primeira recarga tem até −90 % de desconto.

Ver modelos ao vivo →

Até −90 % na primeira recarga · 18+

Todos os contos eróticos · por tema, de graça
Leia também em: Français — HistoiresX · English — StoriesX · Español — CuentosEróticos