Resumo:
Após semanas de lembranças intensas, o narrador recebe um convite do casal Jake e Sarah para participar de uma nova experiência. Sarah, agora ciente da identidade do parceiro anterior, propõe que ele escolha a próxima fantasia. Ele decide por uma dinâmica de dominação e submissão, com Sarah amarrada, vendada e usando uma bola na boca. A noite se desenrola com ele explorando a relação de poder e intimidade, enquanto Jake registra e participa da sequência de atos sexuais combinados entre os três.
Semanas se passaram desde aquela tarde insana na casa do Jake, mas as lembranças me acertavam como um caminhão toda vez que eu ficava sozinho. Eu estava no sofá da sala, luz baixa, cerveja na mão, olhando a TV sem prestar atenção. Meu pau já endurecia só de pensar, inchando dentro do moletom enquanto a cabeça voltava pra buceta apertada da Sarah apertando em volta de mim e pra boca quente e molhada dela me engolindo até o fundo.
Tudo começou com o Jake metendo nela de quatro naquela cama grande, bunda empinada, a lingerie verde esticada nos peitos balançando a cada estocada forte. Ela estava de venda nos olhos, sem saber de nada, gemendo como uma vadia enquanto o pau grosso dele batia na buceta raspada, o mel escorrendo pelas coxas. Eu me lembrava do susto de entrar, da confusão com as mensagens silenciosas nos celulares e depois da empolgação quando entendi o que ia rolar.
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Memórias que queimam
Lembrei de ficar atrás daquela bunda gostosa, a calcinha verde enfiada entre as nádegas. A excitação de empurrar meu pau latejando até o fundo. Porra, ela estava encharcada, as paredes dela me apertando como um torno, me puxando mais fundo enquanto eu metia sem parar, quadril estalando, saco batendo no clitóris. “Meu Deus, Jake, me fode mais forte!”, ela gemia, a venda impedindo que visse qualquer coisa, o corpo empurrando pra trás pra me receber. Eu agarrei os quadris dela, dedos cravados na carne macia, metendo sem piedade, sentindo a buceta pulsar e apertar.
O Jake assistia com aquele sorrisinho, celular na mão tirando fotos pra mandar pra gente depois. Nunca mandou, mas eu também não tive coragem de pedir. Depois de ter fodido a mulher dele junto com ele, parecia estranho. Dei um gole na cerveja e tentei voltar pra TV, mas a imagem da Sarah de costas, chupando meu pau enquanto os peitos presos no sutiã subiam pra mim, invadiu a cabeça de novo.
O auge mesmo foi depois que a gente revelou a surpresa. Foder ela sem que soubesse quem era uma coisa, mas poder comer aquela bunda gostosa enquanto o Jake metia na buceta dela parecia um sonho que eu nunca imaginei que ia acontecer. E depois ela disse, quando a gente terminou: “Afinal, a gente tem que testar se dá pra repetir essa sensação única na vida.” Aquela frase ecoava na minha cabeça agora, fazendo meu pau latejar contra a coxa. Eu ia mesmo foder ela de novo? Repetir aquele tesão de ménage?
Percebi que já tinha a mão dentro da calça, acariciando o pau só de imaginar. De repente o celular vibrou na mesa de centro. Peguei, franzindo a testa pro aviso: um novo grupo. “Fantasias Virando Realidade.” Criado pelo Jake. Dei uma olhada na foto do grupo e congelei. Era uma das fotos que ele tinha tirado de mim metendo nela de quatro, venda ainda nos olhos, antes dela saber que era eu. Dava pra ver só pela metade inferior do rosto dela o quanto estava gostando do meu pau naquele momento. Fiquei imaginando que cara ela faria se soubesse que era eu, não o Jake.
O Jake mandou no grupo: “A gente realizou uma fantasia da Sarah e deu certo pra caralho. Achei que seria legal deixar ela escolher quem vai definir a próxima.” Eu fiquei olhando, atordoado, polegar pairando. Por que caralho eu estava nesse chat? Digitei rápido: “Espera, por que eu tô aqui?” A Sarah entrou quase na hora, resposta aparecendo com um emoji piscando: “Seria cruel te deixar de fora depois que você foi tão gente boa. Além disso, eu te devo pelo menos uma fantasia. Você escolhe primeiro, manda algo gostoso e a gente vê como fica antes de continuar.”
Minha cabeça rodava, pulso latejando nas têmporas, pau agora duro pra valer. Eu ia mesmo dividir uma fantasia com meu best amigo e a mulher gostosa dele? E ela ia cumprir mesmo? Duvido que os dois soubessem o quanto algumas ideias que eu tinha eram safadas. Imaginei que o Jake ia ter que participar de tudo e, estranhamente, isso não me incomodava. Não tinha nenhum interesse em roçar pau com ele, mas a presença dele talvez impedisse que as coisas ficassem muito esquisitas entre mim e a Sarah, ao mesmo tempo que tornava tudo suficientemente diferente pra ciúme não ser problema.
O Jake respondeu: “Sua vez, cara. Não desperdiça.” Logo em seguida veio outra mensagem: “Ah, e faz ela trabalhar, hein. O DP foi tecnicamente outra fantasia dela, então ela se empolgou e fez duas de uma vez.” Jesus, ele realmente curtia isso. Será que o tesão dele era ver a mulher sendo usada? Ou ele só gostava da aventura? “Ei, nada justo!”, a Sarah digitou de volta. “Não dá pra culpar a menina por aproveitar o momento, ainda mais com o resultado que a gente teve!”
Ela mandou outra foto em seguida, uma que eu nem lembrava dela ter tirado. Era ela fazendo selfie enquanto cavalgava o Jake e meu pau estava na bunda. Mão pra cima fazendo paz, piscando pro celular. O Jake olhando pros peitos dela e minha cabeça baixa, concentrada em comer o cu. Porra, eu estava ficando duro demais. Precisava resolver isso logo, senão ia explodir. Mas não podia ainda. Se ia pedir alguma coisa, precisava estar bem excitado pra não ter vergonha.
Respirei fundo e digitei: “Bom, tem uma ou duas coisas que eu sempre quis tentar…” “Uau”, respondeu a Sarah. “Manda ver, garanhão.” Eu terminei a cerveja e sorri. Foda-se. Comecei a digitar o pedido.
Escolha e submissão
Empurrei a porta da frente da casa do Jake sem bater, antecipação e um pouco de nervoso correndo no corpo. Encontrei ele no pé da escada. Tinha aquele sorrisinho de novo e já segurava o celular, provavelmente com fotos novas. Estava sem camisa, a calça jeans já marcando. Achei até bom que ele tivesse conseguido manter a calça. “Ela tá lá em cima, tudo pronto do jeito que você pediu, cara”, ele disse. “Pode acreditar, ela já tá bem molhada só de se arrumar pra você.”
Isso ajudou. Saber que ela estava ansiosa acalmou um pouco os nervos. Respirei fundo e subi a escada, o Jake logo atrás. A porta do quarto rangeu e lá estava ela, ou melhor, a bunda dela. A morena gostosa estava debruçada na ponta da cama, pernas retas, bunda empinada. A calcinha vermelha de renda brasileira ficava incrível nela. Entrei devagar e olhei o resto. Os braços estavam esticados e amarrados nos pés da cama, mantendo ela curvada. A venda de seda estava de volta, mas agora tinha também uma bola vermelha na boca. Os lábios apertados em volta dela, um fio de baba já escorrendo. Ela respirava forte pelo nariz, quase tremendo de expectativa. Sabia que eu tinha chegado e estava admirando a vista.
Meu pau latejava, pré-gozo encharcando a cueca. Tirei a camisa e acenei pro Jake. Ele ia me deixar curtir primeiro e entrava depois. Enquanto isso ia tirar fotos e gravar uns vídeos curtos pra guardar pra gente. Olhei ela de novo, a alça do sutiã vermelho apertada nas costas, segurando os peitos. Abaixei ao lado da Sarah e sussurrei no ouvido dela: “Olha só você, Sarah, toda amarrada e indefesa pra mim. Aposto que sua buceta tá pingando, né? Esperando ser comida como a vadia que é.”
Ela gemeu em volta da bola, balançando um pouco a bunda. Eu tinha dito que ia ser dominante e que queria ela submissa, safada. Ela já estava fazendo o papel direitinho, nem sei quanto era atuação. Passei a mão pela bunda dela, apertando. “Você tem uma bunda incrível, Sarah, é gostoso pra caralho apertar.” Levantei a mão. “Quero ver como é bater.” A palma desceu firme na nádega. Ela soltou um gemido e o corpo deu um pulo. “Meninas safadas como você precisam de castigo, você sabe disso, né, Sarah?” Bati de novo. Ela assentiu.
Eu ainda estava agachado ao lado dela, falando no ouvido. Queria uma vista melhor, então fui pra trás e comecei a distribuir tapas na bunda. A cada impacto a carne tremulava e as duas nádegas foram ficando vermelhas, combinando com a calcinha. Ela gemia a cada tapa e, juro, chegou a rebolar um pouco pra me provocar. Fiz um teste. Passei o dedo indicador devagar pela entrada da buceta por cima da calcinha. Estava encharcada e quente. “Você tá adorando isso, né? Toda amarrada, vendada, à minha mercê.” Ela só conseguia gemer enquanto meus dedos subiam e desciam.
O Jake ficou tirando fotos o tempo todo. Gravou até uns trinta segundos de eu batendo na bunda da mulher dele e deixando ela excitada. “Você é meu brinquedo essa noite, Sarah. Eu e o Jake vamos te foder juntos de novo, sim, mas vai ser do meu jeito.” Falei isso também pra ele ouvir e entender as regras. “Isso não quer dizer que você não tenha voz. Brinquedos interativos são os melhores, afinal.” Tirei o dedo e dei mais um tapa rápido. “Por exemplo, você vai ter uma escolha agora. Não tiro sua bunda da cabeça, então vou comer ela de novo já já. Mas vou deixar você decidir que tipo de lubrificante eu uso.”
Pensei nisso no caminho e não resisti. “Se quiser que eu use sua buceta gostosa e o gozo como lubrificante, eu te fodo exatamente assim e, quando meu pau estiver bem molhado, entro na sua bunda e meto até gozar dentro. Aí o Jake pode te usar enquanto eu me recupero.” A Sarah ficou parada, processando. “Mas se preferir chupar meu pau até ficar bem molhado e depois eu comer sua bunda, eu te coloco de joelhos, mãos atrás das costas. Você me chupa e, quando eu estiver pronto, te empurro pro chão, bunda pra cima, e como seu cu. Só que dessa vez, quando eu for gozar, tiro e você me chupa até eu gozar na sua garganta.”
O Jake sussurrou “porra” atrás de mim. Acho que nem ele tinha imaginado a Sarah sendo tão safada. Ela ficou quieta mais um minuto, depois gemeu pra indicar que tinha decidido. Abaixei e tirei a bola da boca. Ela hesitou e quase sussurrou: “Minha boca.” “O quê, vadia? Fala mais alto.” “Minha boca”, ela disse mais alto. “Por favor, senhor, quero que você lubrifique o pau na minha boca e depois foda minha bunda.” Foi ficando mais confiante conforme falava. Fiquei surpreso. Achei que ela ia escolher a buceta. “E depois, vadia?” “E depois… quero que você tire o pau sujo e foda minha boca até gozar na minha garganta.” “Como a senhora quiser”, respondi, rindo baixo.
Soltei as mãos dela e o Jake me passou uma algema que tinha preparado. Coloquei a Sarah de joelhos na minha frente e prendi os pulsos atrás das costas. Agora podia admirar o sutiã vermelho transparente, juntando os peitos, implorando pra ser gozado. Outra hora. Ela ficou no tapete fofo, esperando. A venda ainda a mantinha no escuro enquanto o marido e o melhor amigo dele admiravam a pose submissa. “Abre bem”, ordenei, voz mais grave do que pretendia. Ela obedeceu sem hesitar, virando o rosto pra cima na direção da minha voz.
Abri o zíper da calça e tirei junto com a cueca. Que alívio deixar o pau livre. Dei um passo pra frente, encostei só a cabeça na boca dela, deixando que sentisse o gosto do pré-gozo. Segurei a base e avancei devagar entre os lábios, entrando na boca quente. Ela abriu a mandíbula, recebendo. A língua dela rodou por baixo, traçando as veias latejantes. Saliva juntou rápido, lubrificando enquanto ela sugava devagar no começo, me puxando mais fundo. As mãos algemadas se mexeram um pouco nas costas, lembrando a rendição. Enrosquei os dedos no cabelo dela, não puxando ainda, só segurando firme enquanto ela começava a subir e descer a cabeça.
Ela começou a soltar um zunido baixo, a vibração arrancando um gemido involuntário de mim. Isso só incentivou ela. Acelerou, língua batendo no ponto sensível logo abaixo da cabeça toda vez que recuava, só pra engolir de novo, engasgando suave quando eu batia no fundo da garganta. O Jake ajoelhou e começou a filmar o boquete da mulher, chegando perto pra captar os sons dos gemidos e dos engasgos ocasionais.
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Por mais gostoso que fosse, eu precisava foder ela logo. Apertei o cabelo e comecei a meter devagar na boca dela, estocadas controladas, os sons molhados ecoando no quarto. Gemidos escapavam dela e eu sentia o pau ficando cada vez mais lubrificado. “O que acha, Jake, ela tá pronta pra mim?” “Acho que sim. Só tem um jeito de saber.” “Concordo. Sabe de uma coisa? A foto do grupo precisa ser atualizada pra essa nova aventura. Por que você não fica na frente e deixa a vadia gulosa te dar um presente enquanto eu cuido da parte de trás?”
Com um sorriso de ambos, tirei o pau da boca dela. Ela tossiu um pouco, tentando recuperar o fôlego rápido. Mas não teve tempo. A gente a levantou e colocou na cama. Curvei ela de modo que a cabeça ficasse na beirada pra Jake e a bunda pra mim. Subi na cama atrás dela e dei mais um tapa. “Ah, porra, por favor, me fode logo, tô desesperada”, ela gemeu. “É? É isso que você quer?” perguntei enquanto enfiava os polegares na cintura da calcinha e puxava devagar. “Quer meu pau grosso na sua bunda de novo?” “Deus, sim, na bunda, na buceta, na boca. Não me importa, por favor, só me fodem logo!”
Em sincronia, a gente respondeu. Jake enfiou o pau na boca dela e eu comecei a entrar devagar, um terço do caminho na bunda. Achei que eles faziam anal com certa frequência porque, apesar de apertado, não teve quase resistência. A Sarah soltou um gemido longo e baixo em volta do pau do Jake enquanto eu avançava. Começou a fazer o melhor boquete que conseguia naquela posição enquanto eu metia devagar, estocadas longas e deliberadas. Nunca me considerei muito fã de anal. Tinha curtido com algumas ex, uma em especial gostava bastante, mas pra mim era opcional. Por algum motivo, comer a bunda da Sarah era algo que eu precisava fazer. Talvez fosse por causa de como era safado e proibido tudo isso, e isso só tornava mais sujo e certo. Podia ficar pensando nisso mais um pouco, mas por que questionar quando dá pra só aproveitar?
Tomei um segundo pra olhar a cena. Ela debruçada na beirada da cama, lado do rosto pressionado nos lençóis pra conseguir chupar o Jake, venda nos olhos, mãos algemadas nas costas. O sutiã vermelho grudado nos peitos, calcinha encharcada puxada só até embaixo das nádegas pra deixar meu pau entrar. Sorri pra mim mesmo e agarrei os quadris dela com força, dedos cravando na pele macia enquanto enfiava fundo na bunda apertada. O Jake ficou na frente, mãos no cabelo dela, guiando a cabeça enquanto ela chupava com vontade. “Isso, Sarah, engole o pau do seu marido enquanto meu best amigo come sua bunda”, ele rosnou, voz rouca de tesão.
Ela babava e engasgava um pouco, saliva escorrendo enquanto subia e descia, língua rodando no pau dele. Eu via as bochechas afundando a cada puxada e isso só me fazia meter mais forte, saco batendo nos lábios molhados da buceta. “Porra, sua bunda tá me apertando tanto, Sarah”, grunhi, acelerando. “Você adora ser nosso brinquedinho, né? Vendada e indefesa, só um buraco pra gente usar.” Ela soltou um gemidinho, a vibração passando pro pau do Jake, que praguejou baixo. “Merda, continua chupando assim. Dá pro seu garanhão a fantasia dele.” Os quadris dele avançaram, enfiando mais fundo até o nariz dela encostar na virilha.
Admito que foi um pouco estranho ele me chamar de “garanhão dela”, mas foda-se, eu segui o fluxo. O quarto encheu com o som de pele batendo em pele, os gemidos abafados da Sarah e nossa respiração pesada. Passei a mão por baixo, entre as pernas dela, esfregando o clitóris do jeito que ela gostou da última vez. Ela estava pingando, mel escorrendo nos meus dedos enquanto eu circulava o botão inchado. “Aposta que quer um pau nessa buceta molhada também, né? Relaxa, o Jake vai cuidar dela logo logo.”
O corpo dela tremeu, a bunda apertando mais em volta de mim, me empurrando pro limite. De repente o Jake tirou o pau da boca dela com um estalo molhado, fios de baba ligando os lábios ao pau latejante. Ele devia estar perto de gozar e precisou parar. Eu também não estava longe e decidi que era hora. “Beleza, Jake, vamos trocar. Preciso que a vadia da sua mulher me limpe e você precisa comer essa buceta antes de explodir.”
A gente trocou de lugar rápido. Jake se posicionou atrás dela, alinhando o pau na entrada escorregadia. Enfiou de uma vez só, até o fundo. “Porra, ela tá tão apertada e molhada”, ele gemeu, começando a meter forte logo de cara. A Sarah soltou um grito, o corpo jogado pra frente com a força. Fiquei na frente dela, pau ainda lubrificado pela bunda, agarrei o cabelo e enfiei na boca. “Chupa limpo, Sarah, exatamente como você escolheu. Prova sua bunda no meu pau enquanto seu marido fode sua buceta apertada.” Ela mergulhou com fome, língua lambendo o pau enquanto me engolia fundo, engasgando mas sem parar.
A sensação era intensa, boca quente trabalhando em mim enquanto eu via o Jake meter nela por trás. As mãos dele abriram as nádegas, dando uns tapas de vez em quando. “Engole tudo, gata. Vou encher essa buceta de porra.” Os gemidos dela vibravam no meu pau, cabeça subindo e descendo mais rápido. Eu sentia a língua pressionando por baixo, rodando na cabeça cada vez que ela recuava. As estocadas do Jake ficaram erráticas, os grunhidos mais altos. “Lá vem, porra, sim!” Ele enterrou até o fundo e gozou, jorrando várias vezes fundo na buceta dela. Ela tremeu, corpo convulsionando enquanto sentia ele enchendo, um pouco vazando em volta do pau.
O Jake saiu com um gemido satisfeito, o gozo escorrendo do buraco aberto dela pra dentro da calcinha ainda puxada. Eu segurei a cabeça dela no lugar, metendo na boca agora, correndo pro meu próprio orgasmo. “Engole até a última gota, sua safada.” Os lábios dela selaram em volta de mim, sugando forte enquanto eu metia. O acúmulo da bunda me deixou na borda, as bolas apertaram e eu gozei na garganta dela. Ela engoliu tudo com vontade, sem derramar nada, garganta trabalhando em volta do pau pulsando até eu esvaziar.
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