Resumo:
Ana, uma jovem professora em seu primeiro ano de sala de aula, enfrenta dificuldades com a turma do último ano, especialmente com Larissa, líder popular que desafia sua autoridade. Durante uma aula, Larissa simula pedir ajuda e, ao se aproximar, toca Ana de forma inadequada. A situação rapidamente se agrava quando Larissa ameaça a professora e, com a ajuda de colegas, a imobiliza na cadeira. Enquanto os demais alunos observam e registram, Ana se vê exposta e vulnerável, sem conseguir controlar os eventos que se desenrolam na sala.
Silêncio, turma, por favor. Mantenham os olhos nas folhas de trabalho. Ana silenciou a classe pela décima segunda vez naquele período. A voz soava tímida até para ela mesma. Ensinar era o sonho dela, mas o primeiro ano estava sendo uma lição dura também. Sabia que ficaria mais firme com o tempo e esperava desenvolver a atitude de não fazer mal, mas não aceitar merda nenhuma, igual à mentora. Por enquanto, porém, os alunos viam através de qualquer pose de confiança e autoridade que ela tentava usar.
No fundo da sala uma garota soltou um suspiro alto de propósito e revirou os olhos para o teto. O grupo ao redor dela vibrava com a mesma energia. Larissa era o estereótipo perfeito da popular bonita que atormentava Ana nos tempos de escola, até na faculdade. Elas apareciam de várias formas. No ensino médio as valentonas eram em geral uma garota negra baixa e estilosa que dominava a arte de insinuações inocentes e amizades falsas para derrubá-la, e uma branca magra de cabelo escuro com temperamento de cão de ataque mas rosto doce e inocente. No primeiro ano de faculdade teve uma ruiva curvilínea de quarto que nunca perdia chance de julgar a aparência de Ana e comentar alto com as amigas. Larissa, porém, era a que mostrariam nos filmes: a rainha com cabelo loiro liso, olhos azuis brilhantes, corpo atlético apertado, quadris marcados e seios grandes.
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A tensão cresce na sala
Ana se repreendeu. Não podia pensar no corpo de uma aluna daquele jeito. Na verdade não estava pensando; era só que o estereótipo era óbvio demais. De novo as garotas riam e mal se preocupavam em baixar a voz. Tinham piorado ao longo do semestre. Ana tentava culpar o fato de serem formandas e já estarem com a cabeça na liberdade que se aproximava, mas no fundo achava que Larissa tinha visto direto a solitária que Ana costumava ser. Ela ficara agressiva nas respostas, sorrindo na cara de Ana enquanto gastava a paciência dela até o limite. Os outros alunos, muitos que começavam respeitosos, seguiram o exemplo e logo Ana sentia que estava contendo uma revolta.
Hoje estava relativamente calmo, considerando tudo. A segunda de Larissa, uma garota de pele morena e olhos verdes chocantes chamada Bruna, inclinou-se e sussurrou algo atrás da mão em concha no ouvido de Larissa. Larissa olhou para frente, para Ana, com olhos vivos, depois deu a Bruna um sorriso e um aceno. “Professora Silva”, Larissa arrastou o nome enquanto erguia a mão. “Preciso de ajuda com este problema.”
Ana não era burra e não era cega. Sabia que Larissa não estava pedindo ajuda de verdade, sabia que era alguma armadilha que terminaria em zombaria. Mas era professora. Não podia ignorar uma aluna pedindo ajuda. Ofereceria o auxílio e depois cortaria o que viesse em seguida. Caminhou até o fundo da sala, saltos estalando, e parou na carteira de Larissa. “Pode conferir meu trabalho nesta aqui, por favor?”, ela pediu com doçura e bateu a unha no papel.
Seguindo o dedo, Ana se surpreendeu ao ver de fato os caracóis de integrais e as sequências de x, y e z. Talvez não devesse se surpreender, Larissa era esperta, mas raramente fazia o trabalho quando podia fazer cena de não fazer. Ana aproximou-se mais e inclinou o corpo. Os olhos foram para a resposta circulada, que estava certa, depois subiram para verificar o processo. Mal começara a seguir os passos quando uma mão entrou por baixo da saia dela, por dentro da calcinha, e apalpou às cegas e sem jeito o monte pubiano. Os dedos apertaram um punhado de carne com dor antes de Ana cambalear para trás. A saia puxou e voltou torta quando ela escapou da mão de Larissa.
Por um instante chocada ela só conseguiu encarar os olhos virados para cima de Larissa. Depois: “O que você acha que está fazendo? Você não pode…”. Não suportava nomear aquilo, descrever. Nunca imaginara a garota tentar algo assim. O coração batia forte. Uma descarga de adrenalina percorreu o corpo. “Bem, professora, você fica sempre olhando meu corpo.” Ela passou a mão pelo corpo como se Ana precisasse de demonstração. Os olhos seguiram a mão sem querer. As roupas apertadas de Larissa e o decote generoso empurravam o código de vestimenta da escola. Ana achava que as garotas, especialmente as formandas, metade delas já adultas, mereciam se expressar, mas talvez se tivesse cortado isso isso não teria acontecido. Não. A mente dela corria para qualquer lugar porque não sabia o que fazer.
“Você pareceu mesmo querer alguma coisa de mim. Né, meninas?” Ela jogou o cabelo para trás e olhou para o grupo. Todas concordaram com acenos e murmúrios entre risadas. “É, ela me olha também, o tempo todo”, acrescentou Beatriz, uma garota maior que Ana percebeu de repente estar de top cropped bem pequeno. A testa de Larissa franziu só um pouco e o sorriso baixou um milímetro. Os olhos percorreram o corpo de Bia. “Não tanto quanto olha o meu, tenho certeza.”
Ana deu mais um passo para trás, passando pela carteira à frente da de Larissa. A garota ali não fazia parte do grupo de Larissa. Olhou para Ana com olhos arregalados. A sala inteira estava olhando, ela percebeu. Virou-se do olhar de Larissa e caminhou de volta para a frente da sala. A língua parecia pesada e grossa na boca. “Isso não é nada apropriado. Vou ligar para a secretaria agora mesmo.”
Enquanto Ana ia até o telefone na parede, Larissa levantou. A cadeira arranhou o chão. As pernas longas a levaram rápido até a frente. Ela segurou o pulso de Ana justo quando o telefone saía do gancho. Estava tão perto que Ana sentia o calor do corpo dela. “Se ligar, eu conto que você fez isso comigo. Uma professora tentando seduzir aluna… clássico, né?” Ela aproximou ainda mais o rosto. Ana estremeceu quando o ar passou pelo pescoço. “Quantas pessoas aqui você acha que vão apoiar sua versão? E quantas vão dizer o que eu mandar? Pense bem, você tem muito mais a perder do que eu.”
O confronto explode
Ana virou para olhar a turma e encontrou o rosto de Larissa a poucos centímetros do seu. Os olhos de Larissa desceram para os lábios de Ana e ela sentiu algo quente crescer no estômago. Desviou o olhar para os outros alunos, a maioria ainda nas carteiras, o grupo de Larissa de pé, alguns se aproximando. Os alunos olhavam em silêncio, esperando ver como ia acabar. Não, ela não estava confiante de que contariam a verdade. Não o suficiente, pelo menos. Mesmo assim: “Tenho que registrar isso, Larissa. Solta minha mão”.
O rosto de Larissa se contorceu. Ela puxou a mão de Ana de volta e bateu o telefone no gancho. “Não! Você não pode!” Arrastou Ana em direção à carteira dela. Ana fincou os saltos e lutou. “Para isso agora! Me solta!” Torceu o corpo e escapou do blazer, deixando Larissa segurando só a manga. Foi para a porta desta vez. As paredes eram grossas, de bloco de concreto branco, e as portas eram pesadas, sem janela, à prova de bala hoje em dia, mas se chegasse ao corredor poderia gritar por ajuda ou correr para outra sala. Lançou-se, mas Larissa agarrou a manga da camisa social. “Para! Para!” Larissa gritava como se fosse ela quem estava sendo agredida. Ana não conseguia sair da camisa com facilidade. Porém a mão estendida encontrou a maçaneta e abriu a porta alguns centímetros antes de um braço envolver seu ombro e dois corpos a puxarem para trás. Ana viu a promessa de fuga encolher e sumir quando a porta se fechou de novo.
“Finalmente uma de vocês resolve ser útil.” “Tá, tá”, Bruna revirou os olhos. Foi ela quem segurou Ana pelo ombro. “Não achei que você fosse fazer tudo isso.” Puxaram Ana até a cadeira na frente da sala. Ela lutou, mas as garotas de Larissa cercaram. Se chutasse, uma agarrava a perna. Se o aperto de Larissa ou Bruna escorregasse, outra segurava os braços até ficarem firmes de novo. Ela tentou de verdade, mas elas eram mais numerosas e ela não queria machucar as alunas. Um botão saltou sobre o busto e a camisa subiu, expondo a barriga. Uma mão, ela soube de quem, passou pela faixa de pele exposta. “E agora?” Bia perguntou.
A respiração de Larissa saía pesada e os olhos estavam semicerrados, mas ela sorria. “Procurem fita ou algo assim.” Empurrou Ana para a cadeira. Fita apareceu em segundos, ordens obedecidas sem questionar. Era a fita crepe grossa que Ana usava para pendurar cartazes. “Alguém segura ela.” Bruna passou a perna por cima de Ana e sentou de frente, pressionando com todo o peso leve. Ana talvez conseguisse empurrá-la, mas mais mãos apertavam os ombros ou apoiavam Bruna. Larissa juntou os braços de Ana atrás da cadeira e começou a enrolar camadas de fita. Bruna roçou o rosto no pescoço de Ana. Nervos formigaram onde pele tocou pele. Os seios pressionavam contra os de Ana. “Tudo isso porque uma garota bonita tocou sua buceta? Ela tem dezoito anos, sabe, e logo não vai ser mais sua aluna. Isso podia ter sido o começo de algo pra você”, murmurou. Ana virou a cabeça. “Ah, bem, tem gente que não sabe o que é bom pra si.” Bruna tirou o cinto da cintura e passou ao redor da barriga de Ana, apertando forte atrás das costas. Desceu do colo.
Ana tentou se contorcer para cima. Se conseguisse deslizar para fora do cinto, podia ficar de pé e tirar os braços de trás da cadeira. Conseguiria abrir a maçaneta para trás sem precisar tirar a fita. As amarras eram improvisadas. Sozinha, teria conseguido, mas os alunos eram o maior obstáculo. Larissa voltou à frente dela. Todos abriram caminho. Ela alcançou a abertura da camisa de Ana e rasgou. Botões voaram. Por instinto Ana tentou trazer os braços para cobrir o peito. Os braços puxaram um contra o outro e a fita segurou. Só conseguiu se contorcer e mexer os ombros. “O que você está fazendo, Larissa? Para isso agora!” Larissa passou a mão pelas costas de Ana e soltou o sutiã. Ana congelou. “Não.” As alças ainda estavam presas atrás. Larissa as soltou. O sutiã caiu livre do peito. O ar frio arrepiou os mamilos. A turma explodiu em gritos e aplausos. “Uau!” “Caralho, professora Silva.” “Que gostoso! Que porra gostosa!” “Tira o resto!”
Celulares apareceram. Ana tentou girar o ombro para proteger o peito das câmeras. Inclinou o corpo o mínimo possível para deixar a camisa voltar sobre os seios. Uma garota à direita puxou a lateral da camisa para trás e empurrou Ana contra a cadeira. “Não seja tímida!” Larissa pegou o sutiã, balançou na frente do rosto dela e jogou para a turma. O rosto de Ana queimou. As palavras travaram na garganta e lágrimas arderam nos cantos dos olhos. Vergonha e medo reviravam por dentro. “Vamos parar por aqui, né?” Larissa perguntou. As garotas riram e vários outros alunos aplaudiram. Ela puxou a saia de Ana direto pelas pernas. Ana olhou para o teto e tentou piscar as lágrimas. Nada a preparara para aquilo.
Larissa bateu um dedo na calcinha de Ana. “Que sem graça. Acho que não tem ninguém em casa te tirando a roupa assim.” Agarrou o monte pubiano de novo e massageou a mão contra ele. “Implora. Implora e eu deixo você ficar com essa calcinha de vó. Não mostro pra todo mundo como isso está te deixando molhada.” Ana engoliu o nó na garganta. O corpo inteiro esquentava de vergonha. Não conseguia olhar o rosto de Larissa. “Por favor”, sussurrou, quase sem ar. “Hã?” Larissa zombou. As mãos de Ana tremeram atrás das costas. “Por favor, Larissa, para. Me solta. Eu não conto nada. Você não precisa fazer isso.”
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A palma de Larissa apertou mais forte. O clitóris de Ana formigou. Os dedos curvaram para cima, só o tecido fino impedindo que roçassem a entrada. “Ah, e o que é isso? Você tem que ser específica. O que você acha que eu vou fazer com você?” “Você vai… você vai me despir. Você vai…” Apalpá-la, enfiar os dedos, transar com ela. Não conseguia dizer. Mesmo amarrada, com os seios à mostra, não conseguia falar aquilo na sala de aula cheia de alunos. “Demorou demais.” Larissa arrancou a calcinha. O tecido esticou e deformou enquanto ela puxava pelas pernas. Examinou e sorriu de lado. “Olha só isso. Tem uma manchinha molhada. Te excitei pensando no que vai acontecer com você?” Pressionou um dedo sob o queixo de Ana, levantando. “Por onde a gente começa? Ah, tive uma ideia.” “Por favor, não. Seja o que for…”
Larissa encontrou uma régua de madeira que Ana guardava ao lado do quadro. Balançou de um lado para outro, provocando. “É um pouco antigo, mas…” Bateu a régua contra a buceta de Ana em três tapas rápidos. Ergueu e fez o mesmo em cada peito, acertando a ponta nos mamilos. Doeu e o rosto de Ana se contraiu. Larissa não pareceu satisfeita. Um sorriso cruel se abriu no rosto. Sem mais aviso, enfiou a régua dentro da buceta de Ana. “Vamos medir até onde você aguenta.” Inclinou o peso e mais alguns centímetros entraram. “Viu, ainda estamos aprendendo. Educação sexual é muito mais útil que cálculo.”
Bruna sentou no braço da cadeira. A mão cobriu o peito de Ana. Ana tensionou no toque, mas Bruna só moveu a mão devagar por baixo. A pele formigou, mas ela aguentava. A régua, porém… Larissa empurrou mais fundo. “Quinze centímetros? Acho que você aguenta mais.” Enfiou mais sete. “Por favor, Larissa, por favor! Chega!” Larissa franziu a testa. “Eu digo quando chega.” A ponta dura cutucou as paredes da vagina. Mexeu e raspou a carne sensível. Larissa inclinou de novo. “Aaaah!” Ana gritou. “Você aguenta trinta centímetros, né? Quarenta? Mais?” Parecia impossível, mas a régua ainda forçava devagar para dentro. Esticava de um jeito que ela nunca sentira, empurrando a vagina contra coisas que nunca tinham recebido pressão assim. Sentiu náusea.
“Não se preocupe, professora Silva”, Bruna sussurrou no ouvido. “Larissa às vezes é bem má, mas eu faço algo pra compensar.” Segurou o queixo de Ana. Mais ocupada com a régua raspando por dentro, Ana não resistiu. Bruna beijou de leve, mas fundo. A língua passou pela boca de Ana, tentando excitar, não dominar. A mão no peito subiu, apertou de leve e subiu para desenhar círculos lentos no mamilo, acalmando a ardência. Quando endureceu, passou para o outro lado, repetindo a apalpação suave e a estimulação. Calor subiu dentro de Ana. A boca suavizou contra a de Bruna e a língua se mexeu, sem permissão, de forma familiar. Queria resistir. A doçura não tornava aquilo menos errado. Mas distraía do que Larissa fazia e do que podia fazer depois. “Hmmm… ahn!” A garganta vibrou com o início de um gemido até Larissa empurrar com toda força a régua. Ana se afastou do beijo, os olhos se abrindo. Larissa fez contato visual e mexeu a régua, ainda pressionando, para que as pontas continuassem cutucando. Depois, finalmente, aliviou a pressão. Puxou para fora e a vagina de Ana relaxou com espasmos breves de dor onde tinha sido machucada. Larissa bateu de novo na buceta, depois no peito, obrigando Bruna a tirar a mão. “Foi divertido, mas vamos usar sua buceta do jeito que foi feita.”
Larissa lambeu os lábios e desceu a boca até a buceta exposta de Ana. A língua quente deslizou entre os lábios inchados, lambendo devagar o clitóris latejante. Ana gemeu contra a vontade, o corpo traiçoeiro respondendo ao toque molhado e firme. Larissa chupou o clitóris com força, os dedos abrindo a buceta para lamber mais fundo, o gosto de excitação se misturando ao suor da sala quente. Os alunos ao redor filmavam tudo, rindo e comentando baixo. Ana sentiu o orgasmo se aproximando contra sua vontade, o calor crescendo no baixo ventre enquanto a língua de Larissa investia sem piedade, lambendo e chupando até o corpo inteiro de Ana tremer e explodir em ondas de prazer forçado, o gozo escorrendo pela boca de Larissa que não parava de sugar.
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