Resumo:
Tiago recebe um convite misterioso para uma reunião na praia ao pôr do sol. Ao chegar, descobre que a amiga da irmã, Karina, organizou o encontro. O grupo passa a tarde entre brincadeiras e banhos, até que Karina e Aline iniciam uma interação íntima com Tiago na água. Os três se dirigem ao cobertor, onde exploram diferentes posições e trocas de carícias até o clímax.
A manhã fatídica finalmente chega. Eu preciso me despedir de Clara e Helena. Karina também aparece pra se despedir de Helena. Clara fica animada em conhecê-la, embora Karina não saiba bem o que achar daquilo. Mas Karina é tão expansiva e simpática que responde com carinho. Em poucos minutos, conquista Clara. Os últimos quatro dias com as duas foram incríveis. Vou sentir falta delas. Falo isso enquanto abraço cada uma. Clara até chora um pouco. Sorrio e tento aliviar o clima. “Não se divirtam demais sem mim”, digo enquanto elas entram no carro alugado. O cheiro de feijoada da véspera ainda pairava no ar da sala, misturado ao suor das despedidas.
Abraço minha tia e aperto a mão do tio. Desejo a todos um voo tranquilo. Infelizmente preciso trabalhar à noite. Tento me consolar pensando que não conseguiria passar muito tempo com eles mesmo. Não ajuda muito, mas é melhor que nada. Quando me viro pra voltar pra casa e cuidar das tarefas, Karina oferece ajuda de novo. Fico grato. Os lençóis dos meus pais precisam ser lavados pra eles terem uma cama limpa no domingo. Eles vão gostar. Os meus e os de Helena também precisam, depois de tudo que rolou nas duas camas. O tecido ainda guardava o cheiro úmido de sexo e corpos enroscados.
Esta história também existe em espanhol: o site Cuentos Eróticos.
Surpresa na Praia
Enquanto a máquina funciona, Karina lava a louça e eu limpo os banheiros. Conversamos bastante. Acabo conhecendo ela melhor. É bom, já que ela é a melhor amiga da minha irmã e eu transei com ela. Se não fosse pela proposta indecente dela na sexta passada, minha semana teria sido bem diferente. Quando terminamos as tarefas, já é quase meio-dia. Preciso me trocar pro trabalho. Agradeço a Karina pela ajuda. Ela não dá importância. Me deseja um bom dia e me dá um beijo na bochecha antes de sair. Troco rápido e vou. Chego cedo, como sempre. Aproveito pra mandar mensagem pra Camila e ver se ela está livre depois do expediente. Espero o máximo que posso, mas ela não responde antes de eu entrar. O trabalho está lotado. A tarde passa voando. No intervalo, vejo que Camila respondeu. Ela está ocupada com a família hoje, mas pode me ver amanhã. Escrevo de volta dizendo que sinto falta dela e que tô ansioso pra amanhã. Volto pro serviço meio pra baixo, sem saber o que fazer à noite. Não quero ficar sozinho em casa.
O movimento continua forte. Termino trabalhando duas horas extras. Não ligo, o dinheiro extra cai bem. Quando saio, falta só meia hora pro sol se pôr. No carro, vejo uma mensagem de um número desconhecido: “Vem pra praia no pôr do sol. Perto do pier abandonado. Traz um cobertor se tiver. Se não tiver, pode usar o meu.” Vem com um emoji de beijo e um sorriso. Fico sem entender. Tento adivinhar quem mandou. Respondo “Quem é?”, mas só vem “É surpresa”. Acho que é algum amigo tirando onda. Talvez tenham marcado uma festa. Não tenho tempo de passar em casa, então o que tô vestindo vai ter que servir. Dirijo até a praia. Tem poucos carros. Nenhum que eu conheço. Paro mesmo assim, tiro os sapatos e sigo pela areia. Vejo um grupo de umas quinze pessoas perto do pier. Algumas estão sentadas em cobertores, outras de pé. Não reconheço ninguém.
“Tiago!” ouço de repente. “Você veio!” Reconheço a voz na hora. Karina sai do meio do pessoal e vem até mim. Eu nem tinha pedido o número dela, por isso não sabia quem era. Considerando o que rolou na sexta, isso pode ficar interessante. “Karina!” falo. “Então você que mandou a mensagem misteriosa.” “Surpresa!” ela diz, me abraçando. “Por que me chamou? Devia ter alguém melhor pra convidar”, admito. “Achei que você pudesse estar sem nada pra fazer.” Ela sorri de lado. “Soube que você tem namorada agora.” “É. Camila. Como soube que eu não ia estar com ela hoje?” “Não sabia”, responde. “Achei que as duas pudessem aparecer. Se não aparecesse, imaginei que vocês estariam ocupados, já que não se viram muito essa semana.” “Ela tinha compromisso com a família”, explico. Karina me olha com pena por um segundo, depois sorri. “Mas olha só… você veio, então tá pronto pra se divertir!” “Sempre. Quem são essas pessoas? Não conheço ninguém.”
Karina faz as apresentações. Não guardo a maioria dos nomes. Todo mundo parece gente boa. Tem gente de outras escolas, gente que já saiu da escola, gente que não anda no mesmo círculo. Um cara chama atenção de todo mundo e avisa que vão começar um jogo. Explica as regras. O pessoal se espalha. Tem gente se escondendo, correndo, se esgueirando. Todo mundo se diverte. Antes mesmo de acabar a primeira rodada, estou suando tanto que tiro a camisa e viro as calças em shorts compridos. Anunciam os vencedores. Começa outra rodada. No fim da segunda, todo mundo quer entrar na água pra refrescar. Alguns ficam de roupa e vão andando. A maioria tira tudo e corre pelada pra praia. Karina me chama com a cabeça e vai pro pier. Eu sigo.
Água e Desejos
Lá, ela começa a tirar a roupa e coloca em cima de um embrulho que estava escondido atrás de um pilar de concreto gasto. “Vou deixar as coisas aqui pra caso alguém ache graça esconder roupa dos outros. Difícil explicar chegar em casa pelada”, diz, tirando o short. “Deixa a sua junto e vamos molhar!” Coloco camisa, celular e chaves perto do embrulho dela e tiro a calça. Quando endireito o corpo, Karina já está tirando o sutiã. Não consigo evitar de olhar os peitos dela à luz da lua. Ela tira a calcinha. “Se apressa!” me apressa. Tiro a cueca. Ela pega minha mão e me puxa pra água. A água está fria, mas dá ânimo. Tem gente lançando as outras pro alto, casais se abraçando, uma guerra de empurrão nos ombros. Karina sobe nos meus e a gente participa. Ganhamos algumas, perdemos outras. Todo mundo ri. Depois de um tempo as coisas acalmam. A maioria fica parada, flutuando ou se beijando. Karina nada até perto de mim. “Não tá feliz que eu te chamei?” “Sim”, respondo, sorrindo. “Foi massa. Nunca imaginei que ia acabar aqui.” Ela se aproxima. “Ótimo, porque ainda não acabou.” Flutua de costas na minha frente. “Me segura.” Coloco as mãos embaixo dela e a levanto até a metade do corpo ficar fora d’água. Os peitos ficam bem na minha cara, mamilos duros. Fico duro também. “Hmmm, adoro o vento no corpo”, ela diz. “Percebi”, aponto. Ela ri, enfia a mão na água, acha meu pau e aperta. “Já imaginei.” Continua me masturbando devagar. Eu me inclino e chupo um mamilo, passando a língua. Ela suspira. Endireito o corpo pra não perder o equilíbrio nas ondas. A maioria já saiu da água. Ignoro. Puxo Karina contra mim e a beijo. Ela enrola os braços no meu pescoço. Posiciono ela de lado, coloco o pau entre as pernas e contra a buceta. Ela guia com a mão. Eu a levanto e abaixo devagar no meu pau. “Porra, eu estava louca pra te sentir dentro de mim hoje”, ela confessa. “Quando achei que você estaria livre, quase gozei na hora.” Ri. “Hmmm, que delícia.” Tiro ela, giro a perna e a coloco de frente, de pernas abertas. Ela guia de novo. Envolvo as mãos na bunda dela e a levanto e abaixo. Os mamilos roçam no meu peito. A buceta aperta meu pau de sete polegadas. Ficamos olhando um pro outro enquanto eu a fodo devagar. Depois de uns quinze minutos, alguém nada até a gente. Não paro. Giro um pouco pra Karina ver também. É Aline, a asiática que conheci antes. “Ei, Karina!” ela diz. “Ei, Aline. Se divertiu?” “Demais.” Aline olha pra mim. “Tiago, né?” “Boa memória”, respondo, levantando Karina mais uma vez. As três conversamos enquanto eu continuo fodendo Karina devagar. Aline tem dezoito anos, estuda com Helena e Karina, e deveria dormir na casa de uma amiga, mas a amiga sumiu com um cara. Fica animada ao saber que sou irmão de Helena. Pergunta sobre meus gostos e meu trabalho. É difícil prestar atenção porque Karina aperta o pau com a buceta. “Estou atrapalhando?”, pergunta Aline de repente. “Nem um pouco”, Karina responde, sorrindo. “Que bom que nos achou. Pode ficar.” Karina se vira pra mim. “Me segura de novo.” Empurra pra cima, sai do meu pau e flutua de costas. Seguro ela. O pelo e os mamilos ficam expostos. “O vento é gostoso”, ela diz. “Gelado e excitante.” Ri. “Aline, experimenta.” Aline olha pro corpo de Karina, depois pra mim. Sorrio. “Pode confiar. Não vou deixar você afogar. E prometo não olhar… muito.” Karina sai do meu colo rindo pra dar espaço. Aline nada mais perto. Seguro ela por baixo e levanto devagar. Fecho os olhos no começo. “Fecha os olhos e relaxa”, Karina orienta. “Sente o vento.” Aline obedece. Eu olho. Corpo magro, peito firme, pelo pubiano aparado. Os mamilos parecem querer ser chupados. “Hmmm, é mesmo gostoso”, Aline murmura. “Agora fica parada”, Karina avisa. “Vai ser intenso.” Começa a passar as pontas dos dedos nas pernas de Aline. Aline solta um gemido. Karina sobe devagar, faz espirais nas coxas, no ventre, entre os peitos. Aline treme inteira. “De novo?”, Karina pergunta. “Cem vezes”, Aline responde, rindo. Karina repete o caminho, agora mais perto da buceta e dos mamilos. Aline suspira. Na terceira vez, os dedos passam quase roçando o clitóris e os mamilos. Karina beija o corpo de Aline enquanto continua. “Quer que eu pare?”, Karina sussurra no ouvido dela, apertando um mamilo. “Não… por favor”, Aline implora. Karina a beija. Enfia um dedo na buceta de Aline. Aline geme alto. As duas se beijam de língua. Karina faz sinal pra mim. Solto Aline, nado entre as pernas dela e apoio as coxas nos meus ombros. Beijo o caminho até a buceta enquanto Karina chupa os mamilos de Aline. Aline geme cada vez mais alto. Karina sussurra algo e faz sinal de novo. Levanto Aline, coloco ela de frente pra mim. Aline envolve as pernas na minha cintura. Karina pega meu pau e guia. Aline desce devagar. A buceta dela é apertadíssima. Ela solta o ar em suspiros curtos enquanto eu entro todo. “Porra”, murmuro. “Não sei se vai caber.” Mas cabe. Levanto e abaixo ela devagar. Aline geme palavras em japonês. Depois de algumas vezes troca pra “Kimochīi” e depois pra “Watashi o fakku shite!” Guardo na cabeça pra perguntar depois. Aline me beija com força. Depois de alguns minutos Karina sugere ir pro cobertor. Saímos da água. Karina corre primeiro. Eu levo Aline no colo, pau ainda dentro dela. Quando chego, Karina já estendeu o cobertor. Ajoelho e deito Aline de costas. Começo a foder ela com força. “Uau”, Karina ri. “Vocês parecem coelhos.” Aline geme sem parar. Karina ri de novo. “Agora é minha vez.” Monta em Aline, peito pra baixo. Aline chupa um mamilo. Eu tiro o pau de Aline e enfio na buceta de Karina por trás. Karina geme alto. Seguro a cintura dela e meto firme. Ela goza gritando. Rola pra lado. Puxo Aline de novo pra cima de mim. Ela senta, me beija e sobe e desce no meu pau. Seguro a bunda dela e controlo o ritmo enquanto a gente se beija. O som de carne batendo contra carne ecoava na areia úmida, misturado aos gemidos delas. Meu pau escorregava fácil na buceta encharcada de Aline, cada estocada mais profunda que a anterior. Karina se aproximou por trás, lambeu meu pescoço e sussurrou: “Me come também, Tiago. Quero sentir você gozando dentro de mim de novo.” Aline apertava os mamilos dela mesma enquanto eu metia forte, o corpo dela tremendo a cada investida. O cheiro de sexo e mar salgado invadia tudo. Karina se posicionou de quatro ao lado, empinando a bunda. Eu saí de Aline, enfiei na buceta molhada de Karina e comecei a estocar sem parar. Aline deitou embaixo dela, chupando os peitos de Karina enquanto eu fodíamos. Karina gritava meu nome: “Tiago, mais forte, caralho!” Eu sentia a buceta dela contraindo, apertando meu pau até o limite. Aline lambeu o clitóris de Karina e ela gozou de novo, o corpo inteiro estremecendo. Eu não aguentei mais. Tirei o pau, gozei jatos grossos de esperma sobre as duas, cobrindo peitos e bocetas. Elas riram, se beijaram e limparam tudo com a língua enquanto o mar batia suave ao fundo.
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