Resumo:
Durante um encontro de van life próximo a Salvador, um homem de meia-idade conhece Júlia, uma ruiva de trinta e quatro anos que se apresentava como lésbica e estava em busca da mãe. Após ajudá-la a localizar o motorhome da família, eles passam a tarde juntos e, à noite, acabam se envolvendo sexualmente na van dele. Júlia revela que nunca havia se relacionado com um homem antes, mas a experiência a surpreende. No dia seguinte, ela retoma a viagem com a mãe e o namorado dela, enquanto o narrador continua a jornada sozinho.
Era uma história real. Eu estava num encontro de van life perto de Salvador, chamado Encontro dos Nômades da Estrada. Já tinha ido quatro ou cinco vezes. Costumo ficar meio travado perto de gente nova, então sempre levo algumas caixas de cerveja Skol pra manter uma leve brisa e ficar mais acessível. O sol batia forte na lataria da van, o cheiro de poeira misturado com suor me deixava alerta enquanto eu abria a primeira lata.
Estava sentado ao lado da minha van bebendo uma cerveja quando vi uma moça bonita andando por uma das ravinas. Parecia bem mais nova que eu, coisa de vinte e tantos anos, mas ainda assim chamava atenção. Era ruiva clara, usava camiseta, jeans e sandália, sem maquiagem. Não gosto de maquiagem mesmo. Ela se aproximou e comecei a conversar. Trazia a mesma marca de cerveja que eu, Skol. Ofereci uma, mas ela recusou. Seus olhos verdes me fitavam com uma mistura de curiosidade e cansaço.
Uma versão semelhante está disponível em a versão francesa para leitores franceses.
Conversa na ravina
Contou que tinha acabado de perder a namorada, que morreu. Deixou claro que era lésbica. As duas se sustentavam com bicos temporários. Falou de uma fazenda onde tinha trabalhado e disse que também fazia massagem pra ganhar dinheiro. Tinha o corpo forte da parte de cima, então acreditei fácil que fosse massagista. Trabalho na roça costuma ser pesado mesmo. Suas mãos grandes e calosas mexiam na lata de cerveja enquanto falava, e eu imaginava como seria sentir aquelas mãos no meu pau.
Gostei do que vi, mas sabia que a diferença de idade era grande e que ela era lésbica desde sempre. Ela estava perdida, procurando a mãe fazia mais de uma hora. Foi embora atrás dela. Meu pau deu um pulo involuntário quando ela virou as costas e o rabo balançou dentro do jeans apertado.
Quarenta e cinco minutos depois, ela voltou pela ravina. Aceitou a cerveja dessa vez. Continuamos conversando e ela não fazia ideia de onde a mãe estava, mesmo falando com ela ao telefone. A mãe também não sabia como se encontrar com a filha. A voz dela ficava mais rouca a cada gole, e eu sentia o calor subindo pela minha barriga.
Ofereci caminhar junto pra ajudar a achar o motorhome da mãe e do namorado dela. Foi divertido andar com uma moça tão bonita. Ela realmente não tinha noção de direção. Passamos por um trecho da ravina onde uns caras estavam montando uma área de banheiro com bastante plástico preto. Notei um medo estranho nela, como se tivesse algum trauma com homens. Seus ombros se encolheram quando um dos caras olhou pra gente.
Voltamos pra van, tomamos mais uma cerveja. Peguei o telefone e falei direto com o namorado da mãe. Perguntei a direção e a distância até os banheiros químicos. Ele explicou. Era óbvio. Dei uma olhada e avistei o motorhome de onde estávamos. Apontei pra ela. Ela ficou chocada. Avisei o cara que tomaríamos mais uma cerveja e depois eu levaria a filha de volta. Júlia sorriu de lado, o tipo de sorriso que prometia foder.
Depois do último gole, levei ela pra casa. A mãe me convidou pra jantar, acho que pra agradecer. Aceitei. Voltei pra van, bebi mais uma e desci na ravina pra mijar. Olhei pra trás e lá estava ela, parada, me vendo urinar na terra. Seus olhos não desviavam do meu pau meio duro balançando na brisa quente.
Noite no motorhome
Subi de novo, peguei mais duas cervejas e voltamos pro motorhome. Jantamos. A mãe era simpática, o namorado um pouco rústico, ex-motociclista. Depois escureceu e começou uma banda ao vivo. Fomos ouvir. Enquanto estávamos lá, ela recuou até mim e começou a mexer na frente da minha calça. Segurei a mão dela e empurrei pra dentro da bermuda. Tínhamos uma tesão forte. Fomos pra van e transamos. Meu pau latejava quando ela fechou a mão em volta dele e começou a bombear devagar.
No final ela me contou que tinha 34 anos. Tinha um bumbum bonito e eu sempre tive um tesão forte por bunda. Meu lado fetichista tomou conta e mordi ela. Ela pareceu surpresa quando contei. Quartzsite não tem motel, senão teria sido bom lavar a poeira do deserto e explorar mais esse tesão. Gosto de deitar a mulher de bruços, nua, abrir as pernas, ajoelhar entre elas, passar a mão por baixo do quadril, dedos no clitóris e polegar dentro da vagina, depois me inclinar e lamber aquele bumbum com calma. Já fiz isso várias vezes e sempre curti. Júlia gemeu alto quando meu polegar entrou na buceta molhada dela, os dedos apertando o clitóris inchado enquanto minha língua lambia o cu apertado.
No dia seguinte a mãe perguntou pra ela: “Eu achei que você era lésbica, o que esse cara mais velho tá fazendo por aqui?” Na época ela tinha 34 e era lésbica desde os dezessete. Eu tinha uns 66, mas aparentava dez anos menos. Júlia riu e respondeu que às vezes o pau de um homem mais velho resolve o que a língua de mulher nenhuma resolve.
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Num momento levei ela ao mercado pra comprar comida pro dia. No caminho falei que, se ainda fosse época de roubar mulher, eu roubaria ela. Passamos o dia andando e olhando as moças gostosas que a gente já tinha reparado separadamente. Nossos gostos batiam. Transamos de novo naquela noite. Ela foi embora na manhã seguinte. Conversamos ao telefone algumas vezes, mas nunca mais nos vimos. Eu estava reformando uma casa pra minha mãe e não conseguia sair. Ainda sinto vontade de ter levado ela embora, mesmo com a diferença de idade. Em alguns aspectos a gente combinava bem. Meu pau ainda endurece quando lembro do cheiro dela e do som da buceta batendo na minha virilha.
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