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História de sexo: Encontrei um anel que mudou o corpo da minha mulher e o meu também

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Resumo:

Bruno e Beatriz, casados há 23 anos, encontram uma loja misteriosa e adquirem dois anéis capazes de transformar a aparência e o corpo de quem os usa. Ao colocarem as joias, descobrem que cada desejo altera características físicas e sensações, levando os dois a experimentarem novas formas e a reviverem a intimidade que haviam perdido com o tempo. Os anéis permanecem invisíveis para os outros e só podem ser retirados por vontade própria.

Meu nome é Bruno, tenho 45 anos. Antigamente eu era em forma, mas isso já faz tempo. Tenho cabelo castanho-claro com uma careca bem marcada, sou 1,75 m e peso 100 kg, quase tudo gordura por causa do trabalho sedentário. Meu pau tem tamanho médio, uns 15 cm quando duro. Sou casado com a Beatriz há 23 anos. Quando nos conhecemos ela era muito gostosa, mas depois de três filhos e tantos anos já não é mais. Ela tem 1,65 m, 77 kg, cabelo loiro-escuro e bastante celulite na barriga, pernas e braços. Os seios são médios, acho que um B, mas estão moles e caídos. Nosso sexo era razoavelmente frequente, hoje se resume a uma rapidinha no escuro a cada poucos meses, sem satisfação para ninguém. A gente se gosta, se ama, mas não existe mais tesão nem romance. Nosso casamento é só “confortável”.

Os três filhos já saíram de casa e estudam em faculdades espalhadas pelo país. Voltam só nos feriados grandes e mandam mensagem uma vez por semana. Vivem a própria vida agora.

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Para comemorar os 23 anos de casamento, tive a ideia de levar a Beatriz para jantar e tentar reacender alguma coisa. Depois do restaurante resolvemos caminhar pelo calçadão da praia. Quase não tinha gente, a noite estava quente e a companhia era boa. Passamos por lojas apagadas, todas fechadas. Só uma continuava acesa e com a porta aberta: uma construção velha apertada entre dois prédios modernos. A placa dizia “Empório Mágico da Hilda e Bugigangas”.

O Anel do Acoplamento

A gente riu da estrutura esquisita, mas a curiosidade ganhou e entramos. Dentro havia prateleiras cheias de caixas, quinquilharias e objetos empoeirados. Ninguém atendia, nenhum som. De fora ainda dava para ouvir o mar e a algazarra distante. Foi quando vimos a caixinha de madeira que brilhava. A Beatriz se aproximou. “Que coisa bonita. O que será isso?” Eu cheguei mais perto. Parecia uma caixa de charutos velha e surrada. Não entendia por que brilhava, então peguei para examinar.

Uma voz atrás de nós nos assustou. “Vejo que escolheram.” “Escolheram o quê?” falamos juntos. “Os anéis do acoplamento. Eles só aparecem para casais que viveram bem e já se amam de verdade. O efeito é diferente para cada um, não posso dizer o que farão com vocês.” Dei uma risada de deboche. “E esses anéis estão à venda por um preço camarada?” A velha nos olhou de cima a baixo. “Se não acreditam, levem os anéis por uma semana. Se ficarem satisfeitos, paguem o que acharem que valem. Se não, devolvam sem custo.”

A Beatriz falou: “Que mal pode fazer? Podemos testar de graça.” Eu concordei a contragosto. Perguntei o que mais precisávamos saber. A velha explicou as regras: cada um usa um anel, depois que os dois estiverem colocados o poder aparece. Não podem dar, vender, usar para machucar ninguém nem se desfazer deles, só devolver a ela. Uma vez usados, ficam invisíveis para os outros e só saem se a pessoa quiser. Suspirei, mas peguei a caixa para agradar a Beatriz. Coloquei no banco de trás e voltamos para casa.

Na sala abri a caixa. Dentro havia dois anéis prateados, sem pedra nem marca. Um maior, um menor. A Beatriz pegou o menor, olhou e disse com um sorrisinho: “Vamos ver.” Colocou no dedo anelar da mão direita. Eu falei “exatamente, nada” e enfiei o maior no meu dedo. Ouviu-se um estrondo parecido com trovão longe, as luzes piscaram e tudo voltou ao normal, só ficou um ar de expectativa. “Deve ser mais uma tempestade passando”, comentei, sem muita convicção.

A Beatriz brincava com o anel. “A gente não ganhou instruções? Não sei o que vai acontecer agora.” Eu provoquei: “Às vezes eu queria que você não fosse tão loira.” No mesmo instante o cabelo dela mudou de loiro-escuro para preto. Ela me olhou assustada. “Bruno, o que foi?” Só consegui dizer: “Seu cabelo!” Corremos para o banheiro. No espelho ela passou a mão nos fios agora totalmente pretos. “Caralho, Bruno, os anéis são mágicos! Você desejou que eu não fosse tão loira e aconteceu. Será que só mudam cor de cabelo?”

Ela me olhou e falou rápido: “Eu queria que você fosse bonito.” Nada aconteceu. Tentou de novo: “Eu queria que você tivesse 1,88 m.” Meu ponto de vista subiu. No espelho eu via que agora era mais alto que ela, com calça e camisa curtas demais. Antes de continuar brincando resolvi criar regras. “Primeiro, nenhum desejo pode nos machucar de forma permanente. Segundo, cada um tem uma palavra de segurança para cancelar um desejo.” Desejei que ela não pudesse ser ferida por meus desejos e que a palavra dela fosse “abacaxi”. Ela testou: “Abacaxi!” O cabelo voltou a loiro. Depois ela desejou que minha palavra fosse “berinjela”.

Corpos Novos, Tesão Antigo

A Beatriz me olhou com fome. “Vamos para o quarto testar de verdade.” Eu quase tropecei nas pernas novas. Uma vez lá dentro ela sentou na cama. “Você vai querer ficar pelado para o que eu vou fazer.” Tirei a roupa, constrangido com o corpo flácido. Ela falou devagar: “Eu queria que você fosse um de 20 anos, fisiculturista, com 1,96 m, 100 kg e 10 % de gordura. Queria que seu pau tivesse 20 cm duro e grosso, as bolas do tamanho de bolas de bilhar, que gozasse dez vezes mais e jorrasse mais de dois metros. Queria que você tivesse stamina infinita, ficasse sempre com muito tesão por mim, sem pelo nenhum no corpo, e que adorasse me dar prazer e soubesse como fazer.”

Minha cabeça rodou. Vi no espelho a gordura sumir, os músculos aparecerem, as rugas desaparecerem, o cabelo voltar. O corpo ficou definido, veias saltadas, barriga tanquinho. O pau e as bolas cresceram. Fiquei duro na hora. Depois a mente mudou: pensei em academia, treinos, em como foder a Beatriz. Avancei sobre ela. “Vou te comer gostoso, Sra. G. Vou fazer você gozar na minha língua e depois te encher com esse pau.” Rasguei a calcinha dela, lambi até ela tremer, depois enfiei o pau na boca dela e fodi sua garganta.

Antes que eu pudesse continuar, ela desejou: “Eu também queria que você lembrasse que somos casados e dos anéis.” A lembrança voltou. Eu parei e desejei de volta: “Eu queria que você parecesse uma modelo fitness de 19 anos, com peitos duplo D, braços e pernas musculosos, barriga definida, rosto bonito, cabelo loiro perfeito, sem pelo nenhum. Queria que aguentasse qualquer tamanho meu, que ficasse com muito tesão o tempo todo, que gozasse forte quando meu gozo tocasse você, que gostasse do gosto de porra e engolisse fundo.” O corpo dela mudou rápido. Os seios cresceram, a barriga ficou durinha, o rabo empinou, a pele ficou lisa. Ela gemeu, precisando.

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Eu a levantei contra a parede e lambi até ela gozar, jorrando na minha boca. Depois a deitei, desejei que ela tivesse orgasmos múltiplos e esguichasse, que quando estivéssemos sozinhos o nome dela fosse Steffy e que ficasse dez vezes mais excitada. Ela implorou: “Eu queria que você enfiasse esse pau grande na minha buceta e me comesse até eu não conseguir pensar.” Meu cérebro travou. Só conseguia ver a buceta dela. Entrei devagar, depois acelerei. Ela gozou forte, esguichando. Virei, continuei metendo até ela gozar de novo, esguichando mais forte, e finalmente desmaiar de prazer.

Eu a chamei baixinho: “Steffy, você está bem?” Ela murmurou: “Foi tão bom…” O suor escorria pelos nossos corpos novos, o cheiro de sexo preenchia o quarto. Meu pau ainda pulsava dentro dela, quente e molhado. Ela abriu os olhos devagar, sorriu e apertou minha bunda. “Não para, Bruno. Me fode de novo. Quero sentir esse pau grosso me estocando até eu esguichar de novo.” Eu obedeci, metendo fundo, sentindo a buceta dela apertar e liberar jatos quentes. Gozei forte, jorrando litros, e ela tremeu em orgasmo múltiplo, o corpo inteiro convulsionando. Ficamos ali, ofegantes, abraçados, sabendo que os anéis tinham devolvido o que o tempo havia levado.

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Autor

  • Cassandra Rios

    Cassandra Rios escreve em português brasileiro desde 2018. Mulher de São Paulo, ela mistura fantasia, e realismo para criar histórias onde cada personagem é adulto e consentente. Duas novas histórias publicadas todos os dias em ContosX.br.com.

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